| Juiz pede na Justiça e ganha: agora, ele só pode ser chamado de doutor Por Yawara 09/11/2004 às 19:07 Esta é gozação ! Um juiz de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, entrou com uma ação na Justiça contra o condomínio onde mora. Ele exige que todos os funcionários o chamem de "doutor". Um juiz de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, entrou com uma ação na Justiça contra o condomínio onde mora. Ele exige que todos os funcionários o chamem de "doutor". De um lado o porteiro do condomínio, do outro o juiz estadual Antonio Marreiro, morador do prédio. Entre os dois um problema: o porteiro chama o morador de Antonio, às vezes só de ‘você’. O juiz exige dele outro tratamento, mais respeitoso. O que parecia só desentendimento a ser resolvido em reunião de condomínio virou disputa judicial, em Niterói. Na ação, o juiz pede para que ele e seus convidados sejam tratados como ‘doutor’ ou ‘senhor’. Entre as justificativas está a que ele não é um cidadão comum. Enquanto a ação não é julgada, a Justiça concedeu a ele o direito provisório de ser tratado como deseja, na portaria do prédio. No edifício ninguém fala sobre o assunto. Nem o advogado do condomínio. É que o juiz Antonio Marreiro também conseguiu uma liminar todos e falarem sobre o processo. A multa é de R$ 1 mil. “Neste momento eu prefiro não falar”, diz Geraldo Lemos, advogado do condomínio. O juiz Antonio Marreiro não quis gravar entrevista. Ele disse apenas que não vai abrir mão de resolver os problemas dele com o condomínio na Justiça. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil, não existe lei que defina como duas pessoas devam se tratar durante uma conversa. “O que assusta mais é que isso é retrocesso muito grande, porque todo mundo é igual perante a lei e obviamente entre si mesmo. Então, eu acho que o que deve haver entre duas pessoas é respeito", afirma Carmem Fontenelle, vice-presidente da OAB do Rio. Matéria do Jornal Nacional - Globo
Email:: yawarakti@yahoo.com.br >>Adicione um comentário Uai! Vamos fazer a vontade do homem, gente! A gente pode chamar o juiz de "doutor imbecil", "doutor idiota", "doutor prepotente", "doutor palhaço", "doutor cérebro de minhoca", "doutor ameba", "doutor safado", etc. Estamos aceitando sugestões. Vamos fazer a vontade desse doutorzinho de merda, o que custa? Afinal, nem Freud dá jeito em um ego tão inchado e insano assim. Concordo com o amigo!!! vamos fazer a vontade do homem. aí pessoal do condomínio, em especial o porteiro. vamos chamá-lo de Douto Ignorante!!! dr. Cornélio desocupado!!! dr. Chifrônio!! ou simplesmente doutorzinho. uma pergunta: que tal descobrirmos o e-mail desse imbecilóide? aí poderíamos emtrar em contato direto com a criatura...se é que isso é uma criatura..rss abs Agora quero, com todo respeito, aconselhar o doutor á ir pra putquiopriu! Doutor de uma figa. Pior que este foi o doutor que deu liminar para este prepotente. atitude dos dois juizes(o que consedeu a liminar-e o que pediu a liminar) despretegia toda a classe juridica que se sente envergonhada com um ato no minimo estupido! Existe uma frase que não lembro o autor... "90% dos políticos, com seus atos, depreciam a imagem dos 10% restantes". O mesmo pode ser dito a respeito do judiciário brasileiro.... Só peço aos céus para que os índices não subam a 99%. Peço aos céus, pois não tenho mais fé em nenhuma autoridade, seja do poder judicário, legislativo, executivo, policial, ou seja lá o que for.  | A Constituição Federal de 88 garantiu igualdade entre todos os cidadãos, afinal estamos num Estado Democrático de Direito. Mas infelizmente não é bem isso que estamos vivenciando. A não ser vejamos: Um magistrado ajuíza uma ação para ser chamado de doutor e um juiz concede liminar. Que vergonha. Ademais, o titulo de doutor é para quem sustenta uma tese de doutorado que, é muito além da monografia, este magistrado não seria um mero bacharel? Na verdade, ele, arvorando-se da posição de juiz se acha melhor que outro cidadão. Ora, pois, ele é um funcionário público, como outro qualquer. Já dizia minha avó. Dá-se respeito a quem o respeita. Se o porteiro não utilizava o pronome adequado, ele provavelmente teria um motivo, talvez o desrespeito à sua posição de porteiro. Será que alguém da imprensa terá a competência de ir investigar este caso a fundo? Entrevistar vizinhos, amigos, colegas de trabalho, enfim, ver o que realmente ocorria naquele condomínio? Se o porteiro era tratado como gente por este tal juiz? Caríssimos, na verdade, este “exímio” juiz, não é apenas um narcisista, é um sensacionalista e dos bons. Ora, pois, fazer um alarde deste, usar a máquina judiciária para propor uma ação como esta, é o fim. Logo estarão impetrando ações para que o pronome seja: VOSSA ONIPOTÊNCIA. A meu ver, é uma vergonha para a magistratura nacional que, considero, ainda, uma instituição séria. Não seria a hora de rever o código de ética? Propor mudanças para que, coisas desta natureza não se proliferem? Propor projetos de leis, enfim, fazer uma mudança no sistema judiciário? Excelentíssimo Senhor Presidente da República e Senadores, conclamo desde já que vossas excelências tenham piedade de nós. Não nos deixem nas mãos de juizes como este, façam valer nossos direitos conforme consta em nossa constituição, e digam a este pobre homem que, todos nós somos iguais perante a lei – acho que só ele não sabe disso. Se for por falta de anteprojeto de lei para propor estas mudanças, eu desde já me disponho a fazê-lo, se caso for. Texto do Escritor Edilmar Lima Publicado na comunidade do orkut
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