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| | ATIVISTAS MANIPULAM COMUNIDADE POBRE E CALUNIAM A YPIÓCA Por EVERARDO FERREIRA TELLES 08/08/2007 às 23:35 LAGOA DA ENCANTADA. ATIVISTAS MANIPULAM COMUNIDADE POBRE E CALUNIAM A YPIÓCA SOB A FALSA BANDEIRA DO INDIGENATO. MENTIRA E INTERESSES ESCUSOS DE BRAÇOS DADOS. LAGOA DA ENCANTADA. ATIVISTAS MANIPULAM COMUNIDADE POBRE E CALUNIAM A YPIÓCA SOB A FALSA BANDEIRA DO INDIGENATO. MENTIRA E INTERESSES ESCUSOS DE BRAÇOS DADOS.
A empresa PECÉM AGROINDUSTRIAL LTDA., do GRUPO YPIÓCA, sente-se no dever, em face dos seus compromissos sociais e do sólido conceito de que desfruta no Ceará e em todo o País, de prestar esclarecimentos à sociedade, aos órgãos e entidades verdadeiramente voltados para a causa da preservação ambiental e do equilíbrio ecológico, às autoridades públicas e ao povo em geral, informações acerca de campanha caluniosa que vem sofrendo, promovida por meia dúzia falsos e inescrupulosos defensores de "movimentos sociais" indefinidos e que se arvoram defensores da causa de uma suposta comunidade indígena que habitaria no entorno da Lagoa da Encantada no Município de Aquiraz, por eles intitulada de Jenipapo-Kanindé.
Usam a internet para divulgar suas acusações contra a empresa, instalada nas proximidades daquela lagoa, de que a está destruindo, de que suas atividades agroindustriais causam dano ao meio-ambiente e não respeitam os direitos dos "índios". Os sacripantas, falsos beatos de causas sociais, não assinam o texto mentiroso e se escondem no anonimato. É certo que o crédito de tais expedientes pela internet é quase nenhum. A rede eletrônica pega tudo, desde a calúnia, à prática de crimes contra crianças. Mesmo assim, de tanto repetirem o embuste alguém ingênuo pode repentinamente lhes dar crença, se a empresa não responde. Mas a resposta é em respeito ao público, não aos "xiitas" ideológicos que fingem abraçar causas sociais para o fim de obterem vantagens econômicas por debaixo dos panos, servindo à sua vaidade e a seus interesses espúrios.
Os hoje rotulados de índios são pessoas pobres, humildes, que vivem da pesca e do artesanato. Merecem respeito e assistência como seres humanos. Mas não só eles, todos os hiposuficientes. Sempre se deram bem com a empresa, numa convivência harmoniosa, sem conflitos, como até hoje. Em 1994, ativistas neles incutiram a idéia de se transformarem em "índios". Sem sua presença e livres da pressão dos manipuladores, os supostos indígenas elogiam a Ypióca, mas, quando eles chegam, entoam seu discurso preparado, temendo perda das vantagens prometidas.
Ambientalismo, ecologia, defesa do planeta são temas muito sérios para serem abocanhados por uma minoria histérica. É bandeira de luta consciente de toda a humanidade, cada qual fazendo a sua parte. Os avanços na consolidação de uma cultura ambiental e ecológica são notórios, e se devem à massa de informação que chega a todos os homens e mulheres e a todas as empresas, como a nossa, que têm por princípio a preocupação com o social e com o meio-ambiente.
Vale esclarecer e repor a verdade:
1. A empresa Pecém Agroindustrial se encontra implantada em Aquiraz há mais de 22 anos, explorando o cultivo da cana-de-açúcar, com técnicas modernas de adubação orgânica, fertirrigação, com usina de fabricação de aguardente e fábrica de papel e papelão, que utiliza, como um dos insumos, o próprio bagaço da cana. Não utiliza adubos químicos e pratica técnicas naturais de controle de pragas, dispensando uso de agrotóxicos. Qualquer pessoa que queira constatar o que dizemos, é convidada a uma visita ao Sítio Santa Eliza, em Aquiraz/Pindoretama, Ceará, Brasil, onde está situada a indústria.
2. Ao longo dos anos de sua existência, a empresa desenvolveu modernas técnicas agrícolas de conservação dos solos que evitam a degradação ambiental e preservam o equilíbrio ecológico. Dura pouco tempo o cultivo da cana ou de qualquer outra cultura agrícola, se o agricultor não respeitar o meio-ambiente e degradar os solos. A YPIÓCA completou 160 anos de existência e se mantém em todas as fazendas adquiridas.
3. A agroindústria produz riqueza, gera emprego e paga seus impostos. Veja-se o número de empregos diretos e indiretos:
EMPREGOS DIRETOS: a) 114 empregados na destilaria (empregos diretos); b) 158 empregados na fábrica de papelão e caixa de papelão (empregos diretos); c) 318 empregados (campo);
EMPREGOS INDIRETOS: a) 296 fornecedores de cana-de-açúcar (pequenos sitiantes que vivem da plantação de cana e mantêm mão de obra); b) 52 fretistas que mantêm caminhões transportando materiais para serem reciclados na fábrica de papel e cana para a destilaria c) compra mensal de 1.200 toneladas de aparas de papelão, insumo comprado pela indústria e destinado à fabricação de papel, o que enseja trabalho para centenas de catadores de papel usado na cidade de Fortaleza. A grosso modo, podemos afirmar que, em média, levando-se à conta as famílias dos que trabalham em torno da Pecém Agroindustrial Ltda., de Aquiraz, aproximadamente 6.000 (seis mil) pessoas dependem do funcionamento daquelas indústrias, pois que delas retiram o seu ganha-pão e sempre se mostraram satisfeitas com o tratamento dado pela empresa.
4. As matrículas no Cartório de Registro de Imóveis, das áreas que compõem a Fazenda Santa Eliza, datam de 1923, nunca contestadas sua posse e domínio.
5. Jamais houve qualquer conflito entre a empresa e seus vizinhos ? comunidade de pescadores e artesãos, comum em toda a costa cearense.
6. A Lagoa da Encantada continua imponente, sem nenhuma redução de sua massa líquida, sangrando durante todo o verão. A qualidade de suas águas não difere das lagoas próximas. Se fosse verdade que há mais de vinte anos viesse a empresa destruindo a lagoa, ela já estaria destruída ou pelo menos reduzida a uma poça d?água. 7. Ao contrário do que levianamente dizem, os laudos periciais isentam a Ypióca de qualquer procedimento de degradação ou poluição da Lagoa:
"É sabido, no âmbito da comunidade internacional, com preservação focada na preservação ambiental, que a compatibilidade das atividades agroindustriais com o desenvolvimento sustentável assenta no tripé: ser economicamente viável, socialmente justa e ecologicamente correta.
Os vistores não constataram qualquer fato, prática ou processo agroindustrial que colidam com tais exigências, podendo afirmar que a empresa Pecém Agroindustrial observa todas as recomendações internacionais, inclusive aquelas estabelecidas pelo Instituto Biodinâmico de Demeter - IBD, para certificação da cachaça orgânica, e exigências da legislação brasileira no sentido da compatibilização econômica com a preservação ambiental e o equilíbrio ecológico."
8. Não há "bombeamento indiscriminado" de água, mas bombeamento permitido mediante outorga concedida pelo órgão estadual competente, para o fim de irrigação do canavial durante o verão e utilização na indústria.
9. O vinhoto não é despejado na Lagoa, mas, ao contrário, acumulado em tanques impermeáveis de estabilização, o qual, com adição da água, transforma-se em adubo orgânico de alta qualidade, utilizado na fertirrigação;
10. Dizem falar em nome de movimentos sociais que a empresa quer calar, apenas porque processa judicialmente seus caluniadores. A faculdade de cobrar responsabilidade por danos sofridos constitui direito subjetivo público assegurado na Constituição Federal, não podendo ser interpretada como meio de sufocar movimentos sociais. Que movimentos sociais? Eles sozinhos são os "movimentos sociais", utilizam-se da boa-fé de pessoas que manipulam em prol dos seus desvarios.
11. A questão do ressurgimento artificial da comunidade indígena da Lagoa da Encantada, em Aquiraz-CE., contraria preceitos constitucionais e as leis do país.
O movimento ressurgimentista da comunidade indígena da Lagoa da Encantada quer fazer o tempo recuar a passado longínquo, ressuscitando aldeamentos, induzindo e convencendo pessoas comuns e pobres a acreditarem que são remanescentes de índios e de que índios são, fazendo-as usarem cocares e penas na cabeça quando aparecem nas audiências públicas, como temos visto na TV.
Para isso acenam para direitos e vantagens dessa nova condição, como terras, saúde, escolas, dinheiro, força política, apoio da FUNAI e do Ministério Público. Submetem os interessados a uma lavagem cerebral, visando a assimilar práticas, cultos, danças, costumes de comunidades indígenas da época da colonização.
O pano de fundo desse movimento é, como se vê do texto calunioso, abertamente ideológico e tem por finalidade a expropriação branca, sem indenização, de amplas áreas de terras produtivas, tituladas no registro de imóveis muito antes da Constituição Federal de 1934. Trata-se de uma técnica de expropriação imobiliária baseada em fraude, usando a bandeira do indigenato. Os supostos "índios" são manipulados por esses ativistas.
VIII. Em meticuloso e fundamentado LAUDO SÓCIO ANTROPOLÓGICO DA COMUNIDADE DA LAGOA DA ENCANTADA, resultado de aprofundado estudo elaborado por membros do prestigiado INSTITUTO SOCIAL MANOEL BANDEIRA D'NÓBREGA, vê-se a seguinte conclusão:
"Concluímos, portanto, em face das razões apresentadas no corpo do trabalho e, em particular, nas considerações finais, fundamentadas no grande conjunto de informações obtidas, que a comunidade localizada na Lagoa Encantada e que, anteriormente, foi objeto de estudo da Funai, não pode ser considerada uma comunidade indígena. Concluímos, também, que as terras delimitadas pela Funai não são tradicionalmente ocupadas por nenhum grupo comunitário e que o "ressurgimento" se deu por influência externa e está seguramente associado à questão da terra."
A questão indígena só é aqui abordada em face dos caluniadores exprimirem conceitos e acusações em nome da uma suposta comunidade silvícola. É dessa bandeira e desse discurso que se nutrem. Por último, vale esclarecer que o reconhecimento de um grupo como comunidade indígena é competência do Presidente da República, por meio de decreto, baseado em procedimento administrativo encetado pela FUNAI e aprovado no Ministério da Justiça. No caso em espécie, o procedimento administrativo ainda se encontra em diretoria da Funai, para estudo da contestação da Ypióca, como reconheceu a Juíza Federal Substituta da 8ª Vara do Circunscrição do Ceará, ao julgar extinto sem abordagem do mérito, ação civil pública, proc. n° 98.0018415-5, cuja ementa assim se expressa:
"PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA QUE ENVOLVE RECONHECIMENTO DA NATUREZA INDÍGENA DO TERRITÓRIO DISCUTIDO. COMPETÊNCIA DO PODER EXECUTIVO PARA RECONHECER E DEMARCAR AS TERRAS TRADICIONALMENTE OCUPADAS PELOS ÍNDIOS. IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA TUTELA REQUERIDA. ADEMAIS, INSUBSISTÊNCIA DAS LESÕES OU AMEAÇAS DE LESÕES AOS DIREITOS DA COMUNIDADE INDÍGENA INICIALMENTE DESCRITA NA EXORDIAL. PERDA SUPERVENIENTE DO INTERESSE PROCESSUAL. EXTINÇÃO DO FEITO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM FULCRO NO ART. 267, INCISO VI, DO CPC."
Portanto, não há ato jurídico da autoridade competente reconhecendo como indígena a comunidade de pescadores e artesãos que reside no entorno da Lagoa da Encantada. Sem essa falsa rotulagem de índio, os detratores que se escondem no anonimato não estariam em campanha contra a empresa.
Quer o Grupo Ypióca ressaltar que, em todos os longos anos de sua atividade agroindustrial e, bem antes da consolidação de uma mentalidade ambiental-ecológica na sociedade, já adotava na prática todo zelo e cuidado pelo meio-ambiente, flora e fauna, pela conservação dos solos e, sobretudo, com o bem-estar social. Certamente, tenha sido este um dos fatores decisivos para a longevidade da empresa.
Por fim, é importante também deixar claro que os movimentos sociais legítimos e espontâneos sempre foram e continuarão sendo respeitados, admirados e apoiados pela empresa, mesmo porque, sem eles, a sociedade, a economia e o país ficariam estagnados.
EVERARDO FERREIRA TELLES DIRETOR PRESIDENTE DO GRUPO YPIÓCA
URL:: http:// Pô, uma Ypioca com limão cai muito bem...  | Pois é , ponto para a Ypioca , pois de um lado há os agitadores ideológicos com seus toscos argumentos e de outro a Ypioca com laudos não só sobre o processo , o plantio , registros de escritura e principalmente um laudo sócio antropológico desmentindo todo o lero lero interesseiro dos baderneiros . Quem te um mínimo de conhecimento e impracialidade , já esta careca de saber que este é exatamente o modus operandi dos agitadores de esquerda . Criam o conflito no anonimato e com uso de radicalismo e deturpação , incitam os incautos sempre com objetivos escusos , e principalmente e geram o confronto . Ao final , quando a maionese desanda , os cabeças da situação , já estão bem longe , lavando suas mão e partindo para outra . Seria interessante a título de ilustração e embasamento deste tipo de ação , a quem interessar , ver a curta filmagem do tal " Massacre de Carajás " , no qual se ve claramente mais de 300 militantes do movimento sem terra , munidos de foices , enxadas e até armas indo aos gritos para cima do batalão da PM que lá fora para desocupar a estrada que os sem terra bloqueavam . Em uma determinada hora , o os PM´s encurralados ao lado de um caminhão Pipa começam a atirar . Não quero de forma nenhum aqui avalizar ou dar meu apoio a ação da PM que com certeza não estava preparada para a tal ação de desocupação , mas é um fato que eles reagiram a uma turba que vinha em sua direção . Obviamente , os dirigentes ou cabeças que insuflaram a turba a partir para cima da PM ,estes estavam muito bem escondidos , lá atras , longe da linha de fogo, para depois , todos lépidos e saltitantes começarem a difundir a sua versão ideologizada e interesseira dos fatos . Ou alguém acredita que os PM´s atirariam a esmo diretamente nas pessoas se estas não so ameaçassem ? E assim caminha a mediocridade ideológica deste grupo .  | É engraçado, de um lado, vemos uma matéria que coloca uma situação estranha, que é o reconhecimento de uma tribo indígena no Ceará, perto do Iguape, numa das praias mais agitadas no Carnaval e quase dentro de Fortaleza. Eu sou descendente de índio, de afro-brasileiro, de estrangeiro e tenho raízes tão nativas quanto qualquer um cearense. Mas, por outro, lado, fico me perguntando... O que faz a FUNAI reconhecer uma comunidade indígena onde não existe mais nenhuma cultura, língua, costumes, tradição e tudo o mais que os silvícolas têm como características próprias, afinal não foi isso que aprendemos no colégio, que direito teria uma pessoa que não possui essas peculiaridades que eu também não teria, afinal minha bisavó era índia, índia mesmo? O que a FUNAI e os órgãos públicos estão fazendo com o nosso dinheiro, já não bastam os anões do orçamento, a operação navalha, e sei lá quantos tantos outros escândalos de corrupção e "mau" uso dos tributos que a população paga, será que a FUNAI não tem mais o que fazer, do que estar reconhecendo índio na pele de um branco tatuado, como é o caso do cacique dos TAPEBA. Ora, se continuar assim, os que são realmente índios e moram em terras amazônicas e que REALMENTE precisam de nós vão ficar cada dia, mais e mais, descobertos dos nossos cuidados. Por que a FUNAI e esses que se dizem "cientistas" não vão atrás de proteger os que são verdadeiramente índios e, estes sim, estão esquecidos porque moram no meio da floresta amazônica. Afinal lá dá trabalho, não dá dinheiro e nem poder político, né, agentes "públicos" e "cientistas"?. Aí, eu digo, ponto para Ypióca sim, e com frutas vermelhas!  | Excelente e oportuno comentário Carla . Gostaria de acrescentar mais um aspecto no mínimo discutivel desta questão indígena . Até aonde eu saiba , astais reservas indigenas , de extenções monumentais , são criadas exatamente para preservar a cultura e o modo de vida dos indigenas . Muito bem . O que pelo menos para mim não faz sentido então , são as seguidas noticias de manifestações , invasões de orgãos publicos e bloqueios de estradas por parte de tribos em reservas exigindo o recebimento de cestas basicas e denunciando casos de desnutrição em suas aldeias . Acho isto meio antagonico .  | Fico impressionada com a crueldade e o baixo nível de tais argumentos. Suas palavras, Carla e Pingo, além de serem mentirosas [vejam a nota com vááárias assinaturas de entidades e pessoas que denunciam e lutam cotidianamente contra práticas como as da Ypióca ], reproduzem a cruel lógica daqueles que vêem a vida como barata mercadoria e oprimem os que questionam toda essa lama. A força dos índios Jenipapo-Kanindé e daqueles que se sensibilizam com a defesa da VIDA, vem nos mostrando que acreditar em outro mundo é construí-lo hoje. Citar o Massacre do Eldorado dos Carajás e louvar a ação da PM chega a ser nojento, pra usar uma palavra que tenta representar o embrulho no estômago que tive ao ler tais mensagens. No mais, saber que tais comentários não representam a verdade sobre o que está posto [desconfio até que sejam falas embriagadas e fáceis de serem compradas em qualquer boteco], me deixa tranqüila. Acredito na luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Acredito na luta pela demarcação das terras dos índios do Ceará. Apoio e acredito nos Jenipapo-Kanindé.  | Tenho orgulho de conhecer pessoalmente o Professor Jeovah Meireles (um dos "sacripantas xiitas", no dizer da nota da Ypióca) e de acompanhar sua luta na defesa dos Jenipapo-Kanindé e dos Tremembé, entre outros povos indígenas que há séculos vêm sendo submetidos a um processo de genocídio, e que a empresa sumariamente classifica como "hiposuficientes".
Ao mesmo tempo, tenho vergonha por saber que a Ypióca não está sozinha, na sua busca de lucro a qualquer preço. Como se não bastasse o fato de ela ter por companhia muitas outras empresas, que fazem o mesmo jogo sujo, mais lamentável ainda é ela receber o apoio de pessoas cuja visão de cidadania está totalmente turvada pelo preconceito e pelo racismo.
Que bom, após ter lido as mensagens anteriores, poder ver a sua, Thais.  | Preocupação com o social e com o meio ambiente? Há tempos as grandes empresas vem sustentando tal discurso, quando, não é dificil saber, basta cruzar ação e fala, que o que toda empresa objetiva é o lucro, independente de suas implicações sociais, ambientais, ou seja lá qual for. Infelizmente elas têm conseguido. O mundo representado na propaganda, é impressionante, tem tido mais força que o mundo vivido... O porquê, vai saber... Vai ver as pessoas não tem tido lá uma vida muito boa e o êxtase é prazeroso, vai ver não tem levado uma vida muito digna e excitante... Falta BOA comida (a quem tem comida) e comida mesmo pra outros, falta moradia para uns, falta convívio social para outros, faltam realizações verdadeiramente capazes de engrandecer uma vida levada irracionalmente por uma rotina maçante... Aí, o mundo do conto de fadas do desenvolvimento-sócio-ambiental-economico-cientifico-tecnológico-etc tem mais força... Acordem. Por que temer tanto alguma coisa ou alguém que tenta desafiar o chamado estado das coisas? Qual o real interesse dessa gente? Ou melhor, quem realmente tem algum interesse por zelar? Será que um homem que se levanta contra um pequeno grupo dotado de uma grande força capaz de destruir culturas, sociedades, vidas, realmente é movido por interesses "escusos"? OU será o contrário.  | A resposta dada pelo Sr. Everardo (dono da Ypioca) ao manifesto assinado por mais de 100 entidades nacionais e internacionais e pessoas que apoiam a demarcação das terras indígenas e os ìndios Jenipapo-kanindé, me fez lembrar daqueles que mataram a Irmã Dorothy (que lutou para a demarcação e proteção da floresta e das terras dos pequenos e legítimos agricultores). Traz no texto a ira, a intolerância e arrogância dos que farão de tudo para amealhar um punhado de terra que dá vida e sobrevivência aos índios. É de extrema urgência a ação do estado no sentido de não deixar este senhor cometer mais problemas ambientais e atentar contra a vida de alguem. Ainda é possível isto em nosso estado, vejam o que ocorreu com Chico Mendes, Irmão Dorothy e pequenos agricultores, índios, ribeirinhos que ainda morrem quase todos os dias assacinados por lutarem pela vida de nossas futuras gerações. Que o estado possa parar os prejuizos que esta empresa causa aos povos de vários estados do Brasil e que os ínidos tenham de vez suas terras livres dos que se apoderaram unicamente para trasnformá-la em mercadoria e cachaça.  | O CMI fez ontem um editorial sobre este caso. O link é esse aqui: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/392169.shtml Na íntegra: Movimentos sociais denunciam danos socioambientais da empresa Ypióca em ato público Na última quinta-feira, dia 23, os movimentos sociais do Ceará organizaram um ato em defesa do meio ambiente, dos Povos Indígenas e da liberdade de expressão na Praça do Ferreira, em Fortaleza. A atividade foi uma articulação de indivíduos e entidades a fim de tornar pública a tentativa da empresa Ypióca Agroindustrial de calar os movimentos sociais na medida em que interpelou judicialmente o professor do Departamento de Geografia da UFC Jeovah Meireles e o jornalista Daniel Fonsêca por terem denunciado o desrespeito aos direitos humanos do povo indígena Jenipapo-Kanindé e os danos ambientais causados pela empresa à Lagoa da Encantada, em Aquiraz/CE. Esta denúncia baseia-se em documentos coletados no Ministério Público Federal, no Ibama e na Funai, além de outras instituições, e comprovam de forma técnica e objetiva a responsabilidade da empresa pela poluição e pelas ameaças à comunidade local. Além de tentar calar profissionais comprometidos com a causa social, a empresa vem usando o artifício de negar a existência da etnia Jenipapo-Kanindé e afirmar que "não existem índios em todo o litoral cearense", na tentativa de mascarar os prejuízos socioambientais causados por ela. Mais uma vez no estado do Ceará uma empresa adentra no hall de grupos empresariais que, para ampliar seus lucros, não medem esforços e negam a existência de áreas de preservação permanente, de comunidades tradicionais de pescadores/as e etnias indígenas nas áreas em que pretendem instalar seus equipamentos industriais e turísticos. Os movimentos sociais cearenses também estão na luta contra outros elefantes brancos que podem vir a ser instalados no estado, como os projetos turísticos Nova Atlântida, do grupo de mesmo nome, e praia do Pirata, do grupo Pirata. Vídeos: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/391923.shtml Entrevista ao jonalista Daniel Fonsêca http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/391927.shtml Fala de um índio no ato Fotos: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/391909.shtml http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/391902.shtml Textos: http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/08/392143.shtml Panfleto do Ato http://www.portaldomar.org.br/oktiva.net/1275/nota/57253/ Movimentos organizam manifestação na Praça do Ferreira Mais informações: Nota: (pt) http://www.portaldomar.org.br/oktiva.net/1275/nota/55583/ http://www.adufc.org.br/noticias_detalhes.asp?Cod=4359 (es) http://argentina.indymedia.org/news/2007/08/539286.php http://chiapas.mediosindependientes.org/print.php3?article_id=148642 (en) http://www.regenwald.org/international/englisch/news.php?id=765 http://www.mangroveactionproject.org/news/action-alerts/support-brazilians-blamed-for-loss-of-ypioca-cachaca-organic-certification http://nyc.indymedia.org/en/2007/08/89335.shtml http://de.indymedia.org/2007/08/190336.shtml">Indymedia DE http://www.overmundo.com.br/blogs/ypioca-perde-uma-para-os-pitaguary-ce Ypioca perde uma para os Pitaguary (CE) http://www.justicaambiental.org.br/_justicaambiental/pagina.php?id=1631 Criminalização dos Movimentos Ambientalistas http://www.plumemag.com/arquivo_arquivos/fevereiro2007/noticia+04.htm A Ypioca está detonando a Lagoa Encantada... http://www.sindjorce.org.br/oktiva.net/1199/nota/30841 Ypióca perde certificação de Selo Orgânico e reprime jornalista alemão http://pra-tododia.blogspot.com/2007/08/receita-do-dia-decepar-cana.html Receita do Dia? Decepar a cana... http://www.fase.org.br/_fase/pagina.php?id=1632 A história de luta de um brasileiro digno http://www.justicaambiental.org.br/projetos/clientes/noar/noar/UserFiles/17/File/Microsoft%20Word%20-%20MAPA_DO_RACISMO_AMBIENTAL_NO_BRASIL.pdf Mapa do racismo ambiental no Brasil http://www.adufc.org.br/noticias_detalhes.asp?Cod=4289 52º CONAD divulga moção de repúdio à Grupo Ypióca http://www.portaldomar.org.br/oktiva.net/1275/nota/57253/ Movimentos organizam manifestação na Praça do Ferreira
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