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| | Por quê o Brasil participou pouco da Operação Condor? Por André 27/12/2007 às 17:58 O fato de só haver 13 brasileiros na lista de 140 policiais e militares sul-americanos requisitados pela Justiça italiana tem levado alguns a dizer que o Brasil se envolveu pouco na Operação Condor porque era "melhor" do que os países vizinhos. Não é bem assim. Para VERGONHA do nosso País, a reportagem publicada ontem pelo jornal "O Comércio da Franca" revela que o motivo para esse escasso envolvimento na Condor era justamente o oposto: em 1976 o Brasil já possuía todo um sistema denso e estruturado para combater e perseguir os dissidentes no Exterior, mais silencioso, mais eficiente e mais traiçoeiro do que a Operação Condor. Era o chamado "Plano de Busca Externa", criado DEZ ANOS antes da Operação Condor e conduzido por um órgão secreto do Itamaraty, o Ciex (Centro de Informações Externas). A reportagem do "Comércio da Franca", assim como outras matérias publicadas em julho pelo "Correio Braziliense", revelam como elas agiam. O mais ESCANDALOSO disso é que o Plano de Busca Externa teve como ponta de lança o Itamaraty, uma instituição que é motivo de orgulho nacional pela cultura altamente erudita de seus funcionários! Resumindo, o Brasil não se envolveu pouco na Operação Condor porque era supostamente "melhor" do que os países vizinhos, mas porque era PIOR: montou a sua própria Operação Condor 10 anos antes!!! A reportagem segue transcrita abaixo:
ITÁLIA PEDIRÁ EXTRADIÇÃO DE 13 BRASILEIROS
O Ministério das Relações Exteriores ainda não foi comunicado sobre a decisão da Justiça da Itália, que pediu a prisão de 140 sul-americanos, entre eles 13 brasileiros envolvidos em crimes durante a Ditadura Militar (1964-1985) na chamada Operação Condor. O Tribunal Penal de Roma quer punir os responsáveis pelo desaparecimento de 25 cidadãos italianos ou com dupla cidadania (ítalo-argentinos, ítalo-uruguaios, etc). Segundo o Itamaraty, nenhum documento do caso foi encaminhado pelas autoridades européias. Se recebidos, os pedidos de prisão serão entregues ao Ministério da Justiça. A prisão do ex-militar uruguaio Néstor Jorge Fernandes motivou a expedição de novas ordens de captura. Fernandes, que era chefe do Serviço Secreto do Uruguai, foi detido na segunda-feira na Itália. Nenhum dos 13 brasileiros teve o nome divulgado. Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai são os outros países que podem receber pedidos de extradição. A Operação Condor foi um pacto informal estabelecido em 1975 entre as ditaduras então vigentes na Argentina, no Brasil, na Argentina, no Paraguai, no Uruguai, na Bolívia e no Peru. Por força deste acordo, os serviços de inteligência e órgãos de repressão dos seis países trocavam informações sobre guerrilheiros de esquerda que atuavam na região - os Montoneros na Argentina, o MIR no Chile, os Tupamaros no Uruguai, a VPR no Brasil, etc. Quando, por exemplo, guerrilheiros argentinos cruzavam a fronteira para se refugiar no Uruguai, o governo militar deste país informava às autoridades de Buenos Aires e, eventualmente, os capturava e entregava ao Exército argentino, em caráter sigiloso e sem processo de extradição - daí a ilegalidade do procedimento, que depois disso ainda desembocava em torturas e mortes. A Operação Condor envolvia, portanto, dois níveis de cooperação: as trocas de informações e as operação de deportação clandestina. Segundo documentos secretos liberados pelo Departamento de Estado dos EUA em 2001, o governo norte-americano tinha conhecimento da Operação Condor, embora dela não participasse. Os relatórios revelam que Argentina, Chile e Uruguai eram os mais ativos na Operação, enquanto o Brasil evitava se envolver de forma profunda. Um relatório produzido pelo Departamento de Estado dos EUA em 1977 diz que "os líderes brasileiros não enxergaram vantagens na Operação Condor que justificassem o risco de uma revelação pública". O baixo entusiasmo do Brasil pela Operação Condor deve-se ao fato de que na época a Ditadura Militar já contava com um denso e estruturado sistema nacional destinado a combater e perseguir seus inimigos no exterior. O eixo central desse sistema era o Ciex (Centro de Informações do Exterior), criado em 1966 dentro do Ministério das Relações Exteriores, por iniciativa do então secretário-geral do Itamaraty, Pio Corrêa. Com funcionários nas principais embaixadas brasileiras instaladas lá fora, o Ciex acompanhava as atividades dos exilados, dos guerrilheiros brasileiros que se escondiam nos países vizinhos e até dos ativistas estrangeiros que denunciavam o Regime Militar na imprensa internacional. Era o chamado "Plano de Busca Externa", muito mais discreto e silencioso do que a Operação Condor, pois as sujeiras desta última não raro vinham à tona, como o assassinato de Orlando Letelier em 1976. Em seguida, o Ciex repassava essas informações aos órgãos de repressão da Polícia e das Forças Armadas - o DOPS, o SNI, o Cisa, o CIE, etc. Isso explica porque em novembro de 1975 o general João Batista Figueiredo, então chefe do SNI, recusou o convite para a primeira reunião da Operação Condor, no Chile. Figueiredo enviou ao evento um observador, recomendando-lhe manter certa distância dos demais participantes. Além de nada daquilo ser novidade para a caserna tupiniquim, àquela altura os militares brasileiros já haviam vencido a guerrilha em 1974.
REPORTAGENS MAIS DETALHADAS SOBRE AS ATIVIDADES DO CIEX/ITAMARATY PODEM SER ENCONTRADAS NAS EDIÇÕES DE JULHO DO CORREIO BRAZILIENSE, QUE REVELAM INCLUSIVE QUE HÁ DIPLOMATAS VIVOS E NO SERVIÇO ATIVO QUE PARTICIPARAM DO PLANO DE BUSCA EXTERNA.
URL:: http:// >>Adicione um comentário como assim? Acho que o colega se expressou mal no título. O Brasil PARTICIPOU BEM MENOS do que os países vizinhos, já que tinha seu próprio sistema de caça aos opositores no exterior. Surpreende mesmo saber que até o Itamaraty estava metido nisso até o pescoço. PORQUE SE GRITAR "PEGA LADRÃO", NÃO FICA UM MEU IRMÃO !  | Orra meu, quanta imaginação! O motivo da participação relativamente escassa do Brasil na Operação Condor é simples e óbvio: não havia muito o que combater. A guerrilha brasileira foi de longe a mais pífia da América Latina. Os grupos guerrilheiros eram tão numerosos quanto pequenos em contingente, e sua miríade de siglas - VAR, COLINA, MR-8, PCR, VAR-Palmares, PQP, KRALHOA4 - hoje em dia não são lembradas por ninguém. Em 20 anos de ditadura, morreram duzentos e pouco guerrilheiros e desapareceram outros tantos. Comparem isso com os milhares de mortos e desaparecidos argentinos, chilenos e uruguaios! Lembrando que se a conta é feita per capita, a diferença é maior ainda, pois Argentina, Chile e Uruguai têm população muito menor que a do Brasil.
Daí não espanta que o Brasil, com uma população aproximadamente igual à de todo o resto da América do Sul, tenha produzido apenas 13 dos 140 indiciados por envolvimento na Operação Condor. O condor tinha pouco o que fazer com os incompetentes guerrilheiros nacionais. Mas sob um aspecto, nós efetivamente nos destacamos: as indenizações em dinheiro. Chile e Argentina também indenizaram algumas vítimas da repressão, mas os valores não chegam nem aos pés do que os nossos guapos rapazes abiscoitaram, a maioria deles meros guerrilheiros de três bofetadas (uma para abrir a boca, duas para fechar, como dizia el Che). Lula ganhou uma pensão vitalícia por haver ficado 45 dias preso em uma sala sem grades na sede da polícia federal. Carlos Heitor Cony fatura 18 mil por mês por haver sido demitido do jornal em que trabalhava. A esquerda brasileira, enfim, tem essa singularidade: extremamente incompetentes na arte da guerra revolucionária, e extremamente competentes na arte de assaltar os cofres públicos. É o que eles sabem fazer bem, com ficou bem claro durante o governo Lula.  | As indenizações deveriam ser pagas pelos torturadores, seus amigos, já que se livraram de ações penais. Dinheiro pra isso certamente eles tem.  | A Itália como defensora dos direitos humanos Acima: Foto da dupla Hitler- Mussolini Interessante notar a atitude de determinados paises Europeus , que perpetraram crimes de inigualável vileza contra seus cidadãos e cidadãos de outros paises, civis , homens , mulheres, e crianças , em números que atingem milhões , ao arvorarem-se como defensores de direitos humanos . Segundo a Wikipedia ( http://en.wikipedia.org/wiki/Italian_war_crimes) , "No Italian war criminal was put to court for crimes in Africa, France, the Balkans and on the Eastern Front, though more than 1,200 Italian officials were indicted to the relevant authorities." Vejam as referências , References ( wikipedia) · Lidia Santarelli: "Muted violence: Italian war crimes in occupied Greece", Journal of Modern Italian Studies, September 2004, vol. 9, no. 3, pp. 280-299(20); Routledge, part of the Taylor & Francis Group [1] · Effie G.H. Pedaliu: Britain and the ?Hand-Over? of Italian War Criminals to Yugoslavia, 1945?48,Journal of Contemporary History, Vol. 39, No. 4, 503-529 (2004)[2] · Pietro Brignoli: Santa messa per i miei fucilati, Longanesi & C., Milano, 1973 [3] · H James Burgwyn: General Roatta's war against the partisans in Yugoslavia: 1942, Journal of Modern Italian Studies, September 2004, vol. 9, no. 3, pp. 314-329(16) [4] · Gianni Oliva: 'Si ammazza troppo poco'. I crimini di guerra italiani 1940-43. ('There are to few killings'. Italian war crimes 1940-43, Mondadori, 2006, ISBN 88-04-55129-1 É típico dos Italianos as atitudes teatrais ( como a do promotor Capaldo ), ridículas, risíveis , exploradas no cinema da década de 60 (mais recentemente com o simpático ?Capitão Corelli? jogando futebol com os Gregos , gerando uma imagem de invasor simpático . A França tambpém beneficiou-se da sétima arte passando uma idéia de que a maioria do povo Francês "resistance". Balela . Não está fora de cogitação que maioria dos Franceses era simpática aos Nazistas e odiava os Judeus. Foram colaboracionistas - com exceções sim. Entendo que a aviação Francesa ficou no chão , e não era fraca, enquanto os Alemães passeavam pela França a dentro , vindo a desfrutar de sua champanhe e de muito sexo , por um bom tempo. As ambições a Império, do Italianos, foram abandonadas ,e eles voltaram a sua vocação , de fazer macarrão, bolsas e sapatos , com muito mais sucesso, do que em suas ações genocidas ( exemplo : Etiópia ) pelas quais nunca foram punidos. Os Ingleses , um dos povos mais cruéis que jamais existiram, jamais foram punidos pelas guerras do ópio, ou por seus massacres na Índia. Esta impunidade é generalizada Contudo , sobrou para os derrotados Alemães, que acabaram tendo que sustentar uma bem sucedida indústria de indenizações, que só parou com a denúncia de um Judeu ( O livro "The holocaust industry ") , sobre o esquema , que muitas vezes , em ver de "reparar" casos autênticos de assassinatos e confinamento em campos de concentração , se isto é possível de reparar com moeda, sustentava espertalhões. Não há País ou região do planeta que não repouse sobre crimes odientos e de vasta amplitude, em números. Segundo do Livro Negro do Comunismo, estes são os números para as vítimas do comunismo, que inspirou a filosofia e ação de inúmeras organizações terroristas : ?| USSR[1] | 20 million | | China | 65 million | | Vietnam | 1 million | | North Korea | 2 million | | Cambodia | 2 million | | Eastern Europe | 1 million | | Latin America | 150,000 | | Africa | 1.7 million | | Afghanistan | 1.5 million | | Other | 10,000 | | Total | ~100 million ? fonte: http://distributedrepublic.net/archives/2004/05/01/the-tally Segundo o artigo ?Italy's bloody secrets? , ?They ( Os Italianos ) were always portrayed as victims of fascism, but Mussolini's soldiers committed atrocities which for 60 years have gone unpunished. Now the conspiracy of silence is at last starting to unravel. Rory Carroll reports: ?The footnotes of Italian history record Giovanni Ravalli waging war on criminals. He was a police prefect who kept the streets safe and pursued gangs such as the one which stole Caravaggio's The Nativity from a Palermo church in 1969. An adviser to the prime minister, a man of the establishment, he retired on a generous pension to his home at 179 Via Cristoforo Colombo, south Rome, to tend his plants and admire the view. He died on April 30 1998, aged 89? ? E mais ( consultem as fontes ) : ?The footnotes do not record a Greek policeman called Isaac Sinanoglu who was tortured to death over several days in 1941. His teeth were extracted with pliers and he was dragged by the tail of a galloping horse. Nor do they mention the rapes, or the order to pour boiling oil over 70 prisoners. After the war Ravalli, a lieutenant in the Italian army's Pinerolo division, was caught by the Greeks and sentenced to death for these crimes. The Italian government saved him by threatening to withhold reparations unless he was released. Ravalli returned home to a meteoric career that was questioned only once: in 1992 an American historian, Michael Palumbo, exposed his atrocities in a book but Ravalli, backed by powerful friends, threatened to sue and it was never published? E ainda: ?. General Pietro Badoglio's planes dropped 280kg-bombs of mustard gas over Ethiopian villages and strafed Red Cross camps. He died of old age in his bed, was buried with full military honours and had his home town named after him. General Rudolfo Graziani, aka the butcher of Libya, massacred entire communities; his crimes included an infamous assault on the sick and elderly of Addis Ababa. His men posed for photographs holding severed heads. General Mario Roatta, known to his men as the black beast, killed tens of thousands of Yugoslav civilians in reprisals and herded thousands more to their deaths in concentration camps lacking water, food and medicine. One of his soldiers wrote home on July 1 1942: "We have destroyed everything from top to bottom without sparing the innocent. We kill entire families every night, beating them to death or shooting them." A reação dos simpáticos Italianos, as vezes denominados amigavelmente de ?Carcamanos? não são nada simpáticas quando expostos à verdade : ?Ken Kirby's 1989 BBC Timewatch documentary, Fascist Legacy, detailing Italian crimes in Africa and the Balkans and the allies' involvement in the cover-up, provoked furious complaints from Italy's ambassador in London. The Italian state broadcaster, Rai, agreed to buy the two one-hour programmes, but executives got cold feet and for 11 years it has sat in a vault in Rome, too controversial to broadcast. "It's the only time I can remember a client shelving a programme after buying it," says a BBC executive. Kirby did manage to show it at a film festival in Florence. The reaction was toxic. "They put security on me. After the first reel the audience turned around and looked at me, thinking 'what a bastard'." Vale a pena visitar o sítio http://www.criminidiguerra.it/, em particular . parte que descreve a repressão aos terroristas que desafiavam o jugo de um povo que se destaca por sua habilidade em fazer sapatos , bolsas ,e pasta, bem como filmes onde são descritos como cômicos e simpáticos invasores ( a figura do Capitão Corelli ). Vejam , por exemplo, ? Disposizioni del Comando Supremo: repressione atti terroristici (16.4.1942) ? , na fonte acima citada. E mais, da mesma fonte: La Tribuna di Ginevra - del 4 marzo 1947 Lettere da Roma IL PROCESSO DEI CRIMINALI DI GUERRA IN ITALIA ? L'Italia non ha conosciuto nulla di simile al processo di Norimberga. Sebbene essa sia stata con la Germania il principale socio dell'Asse - al principio dell'attuale tragedia - i suoi criminali di guerra sono stati liquidati quasi tutti dagli italiani stessi. L'esecuzione di Mussolini fu ordinata dal Comitato di Liberazione Nazionale dell'Alta Itália? Devemos apontar que a Itália ,a Itália unida, é um País jovem e confuso , sua união deu-se apenas em 1861, com a ajuda do revolucionário Garibaldi , cuja experiência em conflitos armados ganhou destaque por sua participação nos embates do Rio Grande du Sul - Nota: Garibaldi era também cidadão americano ( http://www.arcaini.com/ITALY/ItalyHistory/ItalianUnification.htm ) , tendo migrado para Staten Island ( New York) em 1848. A Itália meteu-se na primeira guerra mundial, na segunda , em aventuras imperialistas, para finalmenete desembocar numa cômica democracia , com uma cômica sucessão de governos e envolta em corrupção, sendo a sede de um das mais antigas e mais cruéis organizações criminosas do ocidente. Mas não é verdade que até as nádegas da Europa, a Espanha , destruidora de civilizações da América, pátria da Inquisição, do Fascismo, de Guernica , onde ofereceu sua população civil como campo de provas paras bombas incendiárias dos Nazistas , arvorou-se em defensoras dos direitos humanos num processo contra Pinochet. Nem cem mil Pinochets somariam a crueldade e vocação genocida deste País atrasado . A Espanha supera a Itália em derramar o sangue de inocentes. Simplesmente 500 anos de massacres, assassinatos, pilhagens , genocídios , roubos. Um povo tecnologicamente atrasado , mas que ganhou de presente várias fatias do mercado Brasileiro entregues por apátridas. Neste caso ( Pinochet) , algusnIngkleses lembraram as ligações de suposta amizade como os Chilenos desde que o Almirante Cochrane ?libertou? o Chile do jugo dos desprezíveis Espanhóis - http://www.guardian.co.uk/tory99/Story/0,,202256,00.html. O articulista descreve a dívida que os Igleses teriam com o Chile por seu apoio na Guerra das Falklands, semo que , argumenta, a perda de vidas teria sido bem maior que os 200 Ingleses que lá pereceram. Sumarizando , a partir da Europa é bandido contra bandido, criminoso de guerra contra criminosos de guerra, genocídio contra genocídio. Eu poderia estender-me mais sobre as ligações do promotor Italiano como ?Institute for policies Studies ? ( American Universtity , Washngton College of Law ) , http://www.ips-dc.org/projects/legalscholars/index.htm, ?The Pinochet precedent : Individual accountability ofr international crimes ? , de onde o advogado Peter Kornbluh, dispara contra Pinochet, contra os Estados Unidos e simpatiza com Fidel e Chavez , segundo o sitio , Peter ? directs the Cuba Documentation Project and the Chile Documentation Project at the National Security Archive (www.nsarchive.org), a public interest research center located at George Washington University (Washington, DC). He is co-author of The Iran-Contra Scandal: The Declassified History (New Press) and author of a new book, The Pinochet File: A Declassified Dossier on Atrocity and Accountability (New Press). ? Devemos notar que analisadas de forma isolada todas estas iniciativas contra violação direitos soam justas , não fosse imersas em hipocrisia e na na perpetuação do domínio do fortes contra os fracos , dos Ingleses contra Indianos e Chineses, dos Franceses contra Argelinos, dos Espanhóis contra os Incas, dos Americanos contra os Vietnamitas e as vítimas de Hiroshima e Nagasaki, dos Alemães e Espanhóis contra Guernica, da ditadura Cubana contra seus cidadãos , dos Italianos contra povos da Europa e contra a Líbia , dos japoneses contra os Chineses . Eu sinceramente acho que o Brasil é dos paises que menos crimes tem nas costas , tendo conseguido sair da situação de um País primitivo para uma economia complexa e desenvolvida. E eu acho que boa paret disto devemos a moderação e patriotismo de nossos militares.  | O Brasil participou e muito da repressão continental, tanto que tornou-se um modelo para outras ditaduras latino-americanas que compartilhavam informes, operações, suprimentos e passagens de agentes.
A Doutrina de Segurança Nacional (DSN),oriunda da Escola Superior de Guerra, foi modelo para os côngeres argentinos, uruguaios, bolivianos, paraguaios e chilenos.
Antes mesmo da "Operação Condor" já havia um intercâmbio entre os governos, o agente uruguaio da CIA, Manuel Hevia, comentou que o delegado Sergio Paranhos Fleury (que triturou as principais lideranças guerrilheiras brasileiras), deu suporte ao esquadrão da morte anti-comunista Legião Artiguista no começo da década de 70.Outro caso foi no golpe de 1973 no Chile em que muitos presos políticos brasileiros e chilenos tiveram interrogadores oficiais brasileiros(o Chile era o maior refúgio de exilados e organizações brasileiras).A influência brasileira era gigantesca,tanto que ameaçou invadir o Uruguai, preparando todo o teatro-de-operação,caso a Frente Ampla ganhasse em 1971.
Este nível de colaboração entre as ditaduras já era aprofundado antes da orientação da DINA (intelêngia chilena),tanto que ainda em 1973, o ex-major Joaquim Cerveira e João Batista Santa Rita foram presos na Argentina por agentes brasileiros, comandados por Fleury.  | O Brasil, além de ter participado "pouco" porque era pior, tinha um Serviço Secreto super treinado pela inteligencia militar do Pentagono e existem claras evidências de que toda Operação Condor desenvolvida pelo Governo ditatorial do Brasil á aquela epoca era do conhecimento e com ativa participação da CIA, que de fato era quem coordenava a ação e mantinha os arquivos para fazer o intercâmbio entre os Serviços de Inteligência que estavam envolvidos. Na verdade não ter participado conjuntamente com os outros não quer dizer que não participou. O que aconteceu é que participou menos com os demais e mais sozinho. È preciso também que se investigue o envolvimento do MOSSAD, Serviço Secreto de Israel, na Operação, pois sabe-se que muito das vitimas do Condor eram patriotas combatentes que tinham contatos com diversos Movimentos de Libertação que eram vigiados e perseguidos pelo MOSSAD, devido o apoio que davam á Causa Palestina. Caso a Justiça italiana consiga ter acesso á todas as informações e detalhes necessários á uma investigação que elucide o caso, além dos ditadores e seus "capitães de mato" no Brasil, Argentina, Chile, Uruguai,`Paraguai e Bolivia, também muitas "autoridaes" estadunidenses e israelenses devem ir para a cadeia. Anistia não quer dizer aminésia, portanto, perdão não é esquecimento, e crimes contra os direitos humanos além de não prescreverem não encontram respaldo no Direito Internacional. È o caso de futuros julgamentos que a história fará condenando e com um pedido de prisão contra vários assassinos que encontarn-se solto mundo afora atualmente, como George Bush por exemplo.  | Muito interessante e oportuna o comentário feito acima sobre a Operação Condor, especialmente sobre o envolvimento da CIA e do MOSSAD, que na verdade eram quem davam suporte operacional e legal aos agentes do Condor. Como a maioria dos envolvidos ainda estão vivos, e para que nunca mais se repitam tais brutalidade é preciso uma ação conjunta de todos os movimentos sociais envolvidos na defesa dos direitos humanos no mundo para abater o condor, que ainda tem suas asas abertas e vôa com a ajuda da CIA, e vez por outra vai se alimentar no Pentagono. Exemplo disso é o uso de aeroportos europeu recentemente para a transito, ou porque não dizer o tráfico de militantes pacifistas e combatentes pela libertação de seus países que são feitos prisioneiros e enviados a Guatanamo ? Concordo de que foram os Serviços Secretos de Inteligêcia e operações clandestinas do Governo estadunidense que coordenaram a operação e porisso devem tambem serem levados as barras da justiça. Inclusive o que a CIA faz hoje, como o que foi dito acima, no caso do uso de solo europeu para o transporte de prisioneiros, nada mais é do que uma operação genuinamente adaptada das condições de sobrevivência do condor para continuar a combater qualquer um que ameace o Império como fizeral aqueles heróis vitimas da Operação Condor. Se não é mais possivel colocar Nixox e Reegan na cadeia porque estão mortos, acredito que "Papa" Bush e "Baby" Bush, como estão vivos e são considerados juntamente com Nero, Hitler e Pinocher os maiores assassinos da história, devem serem julgados e condenados á prisão perpetua pelos mesmos crimes que coeteram os idealizadores da Operação Condor I. A atual que usa dos mesmos metodos e e uma continuação daquela, apenas em outro continente é a Operação Condor II. Portanto, é preciso abater o condor, antes que êle elimine inclusive os juizes que estão dispostos a condena-los, e claro com o devido apoio da maior e mais poderosa organização terrorista do mundo: a CIA.  | Vai me desculpar, mas o companheiro literalmente "VIAJOU" no comentário aí encima (das 18h45min). Dentre todos os documentos secretos liberados até hoje, nenhum permite inferir que os EUA participaram ativamente da Operação Condor, e muito menos a comandaram. Os documentos liberados pelo Departamento de Estado em 2001 revelam simplesmente que o governo americano tinha conhecimento da Operação Condor e nada fez para impedi-la. Os papéis descobertos no Paraguai em 1991 reforçam a tese de que a Condor foi um arranjo regional e não continental, pois não havia troca de informações ou operações combinadas envolvendo governos fora da América do Sul. Nós latino-americanos temos que parar com essa mania de culpar o Tio Sam pelas nossas cagadas. O imperialismo tem as suas responsabilidades, sim, mas não é a explicação para tudo que acontece de ruim por aqui, principalmente se levarmos em conta que na América Latina nunca houve uma cultura política de respeito aos direitos humanos. Além disso, cabe observar que documentos recentemente liberados na França revelam que o governo francês também tinha conhecimento da Operação Condor, que chegou a perseguir opositores na Europa. Os presidentes Valery Giscard e François Miterrand também não fizeram nada para impedi-la em território francês.
Sobre a "Operação Condor" montada pelo próprio Brasil a partir de 1966, o chamado "Plano de Busca Externa", posso dizer que li bastante a respeito quando saíram as reportagens no "Correio Braziliense" publicadas em julho, quando algum funcionário deixou vazar para aquele jornal vários documentos secretos do Itamaraty. Aliás, antes mesmo daquela seqüência de reportagens sair já havia indícios de existência do "Plano de Busca Externa", conforme pode-se ler no livro de memórias do embaixador Pio Corrêa, intitulado "O mundo em que vivi", o qual comprei num sebo em 2006 para minha pesquisa. Todos os documentos vazados até agora permitem inferir que o "Plano de Busca Externa" foi coisa montada aqui no Brasil, sem qualquer assessoramento externo. Não sei donde você tirou esse negócio de que "a CIA coordenava tudo" e ainda enfiou o Mossad no meio, misturando com a causa palestina e não sei mais o quê. Só faltou botar a maçonaria na história. Se puder me indicar o livro ou os documentos de que tirou isso eu agradeço, pois vai ajudar minha pesquisa. O Plano de Busca Externa era coordenado pelo Ciex do Itamaraty, tendo como diretor o embaixador Marcos Henrique Camillo Côrtes, que está vivo até hoje e tentei entrevistar, sem sucesso. Os diplomatas e adidos militares que integravam a missão eram treinados na ESNI (Escola Nacional de Informações), no Rio de Janeiro, que foi fechada em 1991. Pelo que pude constatar até agora, não chegaram a fazer cursos no Exterior. Por enquanto ainda não apareceu nada que evidenciasse conhecimento dos EUA sobre o Plano de Busca Externa, que foi criado por meio de uma Portaria ultra-secreta assinada por Pio Corrêa e (dizem) trancada até hoje num cofre no subsolo do Palácio do Itamaraty. Já a Operação Condor, como todo mundo sabe, era de conhecimento do governo americano, que certamente a aprovava, pois nada fez para impedi-la - até porque isso obviamente não lhe interessava. O único atrito dos EUA com os gorilas da Condor ocorreu em 1976, quando Pinochet teve o atrevimento de mandar matar o general exilado Orlando Letelier em Washington. Na explosão, morreu uma cidadã americana, uma secretária. Aí a Casa Branca se zangou, porque o território americano é intocável - mas o território dos outros pode ser violado à vontade...  | Como español de nacimiento sin compromiso nacionalista y viviendo en Brasil desde hace 15 años como "ilegal" de los cuales los cinco últimos como traductor casi exclusivo de portugués brasil a espáñol. Debo primero estar de acuerdo con la conclusión de tan inteligente y documentado estudio de las atrocidades de seres humanos contra seres humanos. Inmediatamente después tengo que descubrimirme ante quién fundamenta sus conclusiones con un exaustivo estudio sobre los resultados de las dictaduras. Solamente no creo que pueda relativizarse en números lo que fundamentalmente son conceptos que sobreviven a las generaciones donde todo aquel que tiene un arma y la usa con eficacia (mata más y mejor) acaba siendo homenajeado por sus sociedades como quién resume lo mejor que se puede hacer en esta vida. No es este el camino que ninguno de nosotros deseamos cuando todavía podíamos elegir el futuro y no lo va a ser ahora que nos encontramos en el futuro que elegimos.
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