| Manifestantes protestam contra morte de capivaras (Campinas) Por Libertação Animal 26/02/2011 às 15:24 Fotos da manifestação  1  2  3  4  5  6  7  8  9  10 texto do portal RAC Um grupo de 50 representantes de associações protetoras dos animais e ativistas independentes realizou nesta quinta-feira (24/02) uma manifestação em frente ao prédio da Prefeitura de Campinas contra o abate das cerca de 20 capivaras que estão confinadas no Lago do Café, no Taquaral. A decisão sobre o sacrifício dos animais, isolados desde 2008, foi anunciada na última segunda-feira (21/02) pelo secretário de Saúde, José Francisco Kerr Saraiva. A medida foi a solução encontrada pelo órgão para eliminar os riscos de febre maculosa e reabrir o parque à população. Com roupas pretas, apitos, megafone e faixas com frases contra a matança dos animais, o grupo queria mobilizar a população. Durante cerca de uma hora, os manifestantes expressaram as suas opiniões pelo megafone, além de distribuir panfletos para a população explicando os motivos pelos quais não se deve matar as capivaras. Para tentar impedir o abate dos animais, as associações também já entraram com pedido de liminar na Justiça e estão fazendo um abaixo-assinado. Leia mais na edição do Correio Popular do dia 25/02/2011 http://www.rac.com.br/noticias/campinas-e-rmc/76406/2011/02/24/manifestantes-protestam-contra-morte-de-capivaras.html ------------------------------- O Correio Popular deste sábado informa que uma capivara que estava no corredor da morte morreu de causas naturais segundo necropsia A delegada do setor de proteção aos animais do 4o DP informou que conforme necropsia realizada, a causa da morte foi natural. o animal foi encontrado por uma equipe do Instituto de Criminalística que foi ao local apurar indícios de maus tratos ás capivaras. A apuração faz parte de um termoo circunstanciado (espécie de inquérito policial) instaurado na delegacia. Sobre o processo que corre na justiça a juiza auxiliar da 2a Vara pública (Eliana da Câmara Leite Ferreira) ainda não se manifestou pois ainda aguarda documentos e informações da Prefeitura de Campinas. Ela pediu que as informações sejam passadas pelo menos 5 dias antes do abate das capivaras. A Prefeitura informou que está levantando as informações. Dados compilados do Correio Popular de Campinas, 26.2.2011
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria que miséria grotesca! banalização do holocausto. esta gente é imunda! A palavra holocausto não tem dono. Usa quem quer. A palavra Holocausto (em grego antigo: ??????????, ???? [todo] + ??????? [queimado]) tem origens remotas em sacrifícios e rituais religiosos da Antiguidade, em que plantas e animais (e até mesmo seres humanos) eram oferecidos às divindades, sendo completamente queimados durante o ritual. A palavra holocausto não é invenção nova. Faz parte da natureza cruel do ser humano, bem antes do nazismo.  | Sobre o comentário do anônimo "anti-capivara": As primeiras pessoas que fizeram a comparação do sofrimento dos animais com o Holocausto foram os próprios judeus: Isaac Bashevis Singer, em um de seus livros laureados pelo Nobel; e o filósofo Peter Singer, cujos avós morreram no Holocausto. Será que o "anti-capivara" realmente acha que essa gente é imunda?
Pessoas que se irritam com essa comparação mostram um preconceito de espécie, conhecido como especismo. Ainda acreditam que nós humanos não somos animais, ou que os animais foram criados por Deus para serem explorados pelo humanos, e assim obviamente acreditam que comparar o sofrimento de humanos com não-humanos é ofensivo. Não seria diferente a situação em que um homem branco ficasse enfurecido porque alguém teve a audácia de comparar o sofrimento dos brancos com o sofrimento dos negros. O problema não está na comparação, mas no preconceito (racismo, sexismo ou especismo) daquele que se sentiu incomodado.
No Holocausto, judeus não foram "tratados como animais"; nós SOMOS animais; eles foram tratados como coisas. Infelizmente, animais não humanos ainda são tratados como coisas. Para mais informação, recomendo o livro "Eternal Treblinka: Our Treatment of Animals and the Holocaust" de Charles Patterson (autor de Anti-Semitism: The Road to the Holocaust and Beyond).
A propósito, parabéns aos manifestantes! A libertação dos humanos só será alcançada com a libertação de todos os oprimidos (humanos ou não)!  | Este lixo anti-semita pretende fazer crer que todos são cegos pelo preconceito como eles. eles não usam a palavra holocausto, usam a Auschwitz e usam a suástica.
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