| Manifesto da Resistência Galega Por Resistência Galega 20/07/2005 às 08:09 Publicamos um manifesto da Resistência Galega ante o Dia da Pátria Galega a celebrar o 25 de Julho. Avante a luita popular galega pola Libertaçao nacional e social da Galiza. MANIFESTO POLA RESISTÊNCIA GALEGA
Falarmos de naçom galega significa fundamentalmente termos a vontade e a determinaçom colectiva para fazermos valer o nosso direito a existir como povo, sem ingerências nem dependências, preservando e orgulhando-nos da nossa identidade.
Somos naçom na medida que pelejamos, para sermos o que queremos ser, nem mais nem menos, e alimentamos com factos e nom só com palavras e bons desejos a existência de umha subjectividade colectiva, formada por cidadaos e cidadas livres numha Galiza soberana que constrói geraçom trás geraçom umha urdime e tradiçom de luita.
As cidadás e cidadaos galegos, o povo galego, nom somos um conceito abstracto, um ente metafísico constituído por inspiraçom divina. A identidade nacional forja-se sempre num tempo histórico e num espaço territorial em presença de catalisadores sócio-económicos, políticos e ambientais.
Quando aceitamos com resignaçom que as nossas filhas e os nossos filhos se espanholizem e imbecilizem nas escolas e licéus, quando acatamos resignadamente que se desmantele a nossa economia produtiva e agrária, fazendo-nos mais dependentes; quando aceitamos como umha plaga bíblica que o nosso País se queime todos os anos, se converta numha gigante granja de eucaliptos e moínhos de ferro e periodicamente a nossa riqueza produtiva e ambiental seja arrassada por marés negras, quando aceitamos passivamente que se especule com o chao e grande parte do território se converta num deserto povoacional; quando aceitamos impassivelmente que se expoliem os nossos recursos energéticos; quando aceitamos que as trabalhadoras e trabalhadores galegos, artífices de toda a riqueza social que desfrutamos, continuem privados da propriedade dos meios de produçom e das decisons político-económicas que se tomam no País; quando aceitamos que boa parte da nossa mocidade trabalhadora fuja à emigraçom; quando aceitamos submiss@s que as intituiçons de poder espanholas nos imponham vassalagens, réguas, pautas e valores, verdades e mentiras? quando aceitamos resignadamente todas estas cousas estamos renunciando a sermos cidadaos livres, povo galego; renunciamos a exercer como naçom.
Nom imos descobrir agora aqui a situaçom actual do nosso País. É sabido por quase todas e todos o paradoxo de que nunca como hoje houvo tanta informaçom e um acesso tam veloz à mesma e, pola contra, nunca tam ameaçada estivo a nossa capacidade volitiva. A normalidade democrática espanhola é um facto histórico que administra a nossa morte como naçom, impedindo que as necessidades se convertam em realidades, frustrando historicamente o desejo e a necessidade de soberania através da retórica, o burocratismo, a legalidade imposta e o happening. Ou se redobram neste tempo de crise nacional prolongada as políticas de resistência a esta indolência, a esta agonia doce, a esta consumiçom quase pracenteira que vive umha parte do nosso Povo ou, como diz o refrám, tarde piamos.
Nom vamos dogmatizar sobre que políticas de resistência som as boas e quais as más. Fazê-lo seria incorrecto e empobreceria o tipo de respostas que exige umha situaçom política e social complexa num processo aberto de libertaçom nacional e social como o nosso. A resistência cultural, a resistência económica, a resistência estritamente política e a resistência ilegal, num sentido amplo, som todas pertinentes e necessárias. Aqueles e aquelas que se encham a boca com condenas, com absolutismos, com dogmatizaçons estéreis em torno aos métodos de luita e as formas de resistência, já for para desprezar as intervençons culturais e sócio-políticas ou para anatemizar as acçons ilegais e/ou de violência política, estám fanando irresponsavelmente as possibilidades de luita e condenando o nosso País ao fatalismo e à frustraçom eterna.
Chegou a hora de que o nacionalismo galego, com todas as suas famílias e subfamílias, grupos e subgrupos, compreenda que nengumha forma de resistência é anuladora das outras. Só desde umha análise dogmática da complexidade social e patrimonializadora da actividade política se pode desejar ver ao nosso povo desarmado material e subjectivamente.
Na Galiza, desde 1974, umha parte do nacionalismo galego compreendeu a necessidade de implementar formas de resistência nacional de carácter ilegal e de violência política ante um marco jurídico-político fechado e dogmático que impossibilita a voz soberana para a nossa naçom. O universalmente proclamado direito de autodeterminaçom dos povos é negado expressamente na constiuiçom espanhola. O Estado espanhol negando à Galiza a decisom sobre o seu próprio futuro nega um dos elementos primários de qualquer relaçom política democrática. E os direitos políticos básicos, a democracia política, nom se esmolam. Conquistam-se.
Nom é possível falar de democracia para Galiza no entanto nom se satisfazerem as mínimas condiçons de liberdades e direitos básicos: as que passam polo reconhecimento explícito da autodeterminaçom e pola plena potestade para erguermos um outro modelo social alicerçado nos interesses e necessidades das maiorias trabalhadoras.
O independentismo galego entendeu sempre esta necessidade de implementar formas de intervençom política ilegal como parte de um universo político e social muito mais amplo. Este independentismo entende que o exercício da violência política em si mesma nom outorga credenciais de nada, nem converte quem a a pratica em mais puro ou mais nacionalista. Ora bem, tampouco podemos deixar de reconhecer que @s militantes nacionalistas que se implicam nesta forma de resistência som também umha referência política importante. Poderíamos dar mil razons para soster esta asseveraçom, mas avonda com reconhecer a enorme importáncia que tem fazer-lhe frente aos demonhos paralisantes num povo treinado desde muito cedo baixo as armas da repressom e a alienaçom na obediência e o escapismo.
A história da violência política nacionalista na Galiza passou por duas grandes etapas. De 1974 a 1993 e de 1995 até hoje. Estes últimos dez anos, de maneira paralela à edificaçom de um novo processo político, fomos partícipes e testemunhas de novas formas de intervençom, de reformulaçons tácticas e estratégicas e da incorporaçom e concatenaçom por primeira vez na nossa Terra de até três geraçons de combatentes no mesmo processo. É um orgulho poder dizer que a chama independentista, em todas as suas frentes, continua viva, e que sabe rir-se desde a acçom e para a acçom das directrizes de submetimento espanholas e do triste nacionalismo de museu de tantos estrategas da mediocridade e a renúncia.
Desde 1995 assistimos a umha nova resistência galega que utiliza a violência política como umha arma mais de combate no processo de libertaçom nacional e social. Neste tempo instituiçons bancárias, transnacionais, empresas espoliadoras de recuros energéticos, forças de ocupaçom, projectos e empresas vencelhadas à turistificaçom, obras públicas agressivas com a Terra, meios de comunicaçom ao serviço do Estado, partidos políticos espanholistas, empresas escravagistas, imobiliárias? fôrom objecto de algum tipo de castigo popular independentista e pugérom em causa o mito da docilidade galega.
Umha resistência sem nomes, nem siglas, nem postas em cena organolépticas. Umha resistência anónima, como o sofrimento de milhares de galeg@s expropriad@s, emigrad@s, explorad@s e espanholizad@s. Umha resistência que se exprime através das suas acçons e que se dispom a impedir que os verdugos desta Terra dormam tranquilos. A resistência galega actual nom se amolda a formas rígidas impostas por qualquer dogma ideológico ou militança convencional, esforçando-se por descobrir na prática do combate os caminhos que vinculem as necessidades mais sentidas do nosso Povo.
Na nova resistência galega ilegal há lugar para tod@s, para todas as modalidades de intervençom e todas as variáveis organizativas, sempre e quando forem respeitados os interesses e a saúde do povo trabalhador galego. De dia ou de noite, individual ou colectivamente, com meios tecnológicos ou elementos primários, com explicaçons públicas ou sem elas, enquadrad@s em estruturas estáveis ou desde a raiva, o conflito ou os ataques ocasionais, os inimigos da Galiza devem ser fustigados em todo lugar e circunstáncia. Ninguém debe agardar a que o chamem à porta, nem delegar responsabilidades. Se algo demonstrou a nova resistência galega ao longo destes últimos dez anos é que os meios nunca som um impedimento irressolúvel se há vontade de luitar e reservas de imaginaçom e criatividade.
A nova resistência galega está apreendendo a esquecer os protagonismos, tanto pessoais como organizativos; nom acredita em vacas sagradas e santuários, nem em mitos mortos ou vivos? O relevante nom é quem bate senom em quem se bate. O relevante nom é quem organiza nem o grau de organizaçom, senom o certeiro das acçons e o afortalamento da luita. A resistência galega é já um incipiente fenómeno social, medrando com cada acçom levada a cabo no País, para converter-se num rio fecundo. Assinala ante o Povo os inimigos irreconciliáveis da Galiza e a natureza radical e ilegítima da opressom.
Desde aqui fazemos um chamamento a tod@s @s nacionalistas galeg@s a somar-se à resistência galega com a sua força, imaginaçom e determinaçom.
VIVA A RESISTÊNCIA GALEGA VIVA GALIZA CEIVE E SOCIALISTA ANTES MORT@S QUE ESCRAV@S
Email:: info.cidadan@xunta.es URL:: http:// >>Adicione um comentário O relevante nom é quem organiza nem o grau de organizaçom, senom o certeiro das acçons e o afortalamento da luita. CAMARADA, OS ACERTOS NAS AÇÕES E O FORTALECIMENTO DA LUTA SÃO INTERLIGADAS TOTALMENTE A QUEM ORGANIZA E O GRAU DE ORGANIZAÇÃO. ORGANIZAÇÃO E DISCIPLINA NADA TEM A VER COM DOGMATISMO, MAS O DOGMATISMO FACILMENTE SE INFILTRA NA ORGANIZAÇÃO E NA DISCIPLINA. NÃO TEMAMOS GRITAR PALAVRAS DE ORDEM, NÃO TEMAMOS PLANEJAR, LEMBRAR SUJEITOS COM CARGAS HISTÓRICAS, TEMAMOS QUE ESSAS PALAVRAS DE ORDEM, ESSE PLANEJAMENTO, E ESSES SUJEITOS SE TORNEM MAIS QUE O DIA-A-DIA PRECISA REALMENTE PARA A EMANCIPAÇÃO E SEJAM HIERARQUIZADOS DE NOVO.  | Os luitadores galegos da Resistência manifestada essa melhor fariam meditando sobor do facto de que a maioria do Povo Galego (em derredor do 80%) sente-se espanhol e que o castelhano é umha língua normal do Povo Trabalhador.
Claro que pra isso fam falha neurónios...
E os que defendem acçons armadas, por favor, que sejam suicidas, total como sodes quatro iluminados, poucos mortos faredes e ao menos os galegos librarêmo-nos de todos os messias apocalípticos.
A gente de fóra da Galiza deve flipar com estas subnormalidades messiânicas.
Em fim, puto independentismo gilipolhas. SEN NOMES, GALIZA EN LOITA POLA INDEPENDENCIA E O SOCIALISMO!!!
Após a leitura deste manifesto e concordando co seu esprito, sinto-me estimulado a emprendeer algum tipo de acçom violênta (sem sangue), entendendo-a como parte dun processo politico independentista sem vencelho con sigla alguma, mais alicerçado na consciência dun indivíduo que busca ser consequente coas ideias sobre a sua Terra.
As discussoms politicas som esteriles sen acçom. So por isso obrigado aos autores.
A luita continua  | Na Galiza existe unha forte implatación da esquerda social, de caracter democrático e nacionalista. O vindeiro governo autonomo está composto por unha coalición entre o Partido Socialista e o BNG (Bloco Nacionalsita Galego).
Existe apenas unha infima minoria de fanáticos que promoven o terrorismo. Hoxe na véspera do Dia da Patría Galega puxeron unha bomba en Santiago de Compostela. As persoas tiveron perigo de morte, e afinal non houvo feridos. Dous membros da AMI foron detidos acusados de tal crime.
Coma Galego, Comunista, Nacionalista, coma persoa de ben, amiga do internacionalismo anti-capitalista prego-lles que non publiquen nas suas páxinas esa clase de textos.
Miguel. Santiago de Compostela  | Rachar co pasado Ainda que non o pareza para moitos, este 25 de Xullo celebrase coa boa nova da derrota do PP nas pasadas eleccions do 19X. É indudable que é unha grande victoria consecuencia de ducias de loitas, de folgas, de manifestacions e, por riba de todo, da gran resposta popular ao atentado do Prestige o 1 de decembro. Logo de 17 anos de dereita franquista/fraguista o pobo traballador galego puxo na Xunta un goberno no que descansan moitas esperanzas de cambio, non tanto polo PSdG, partido que hoxe xa esta no goberno do estado, no que non hai moita confianza, senon polo novo aliado no goberno: o BNG. 1- A Xunta do PP gobernou para os empresarios, baixo o seu mandato a renda dos traballadores galegos retrocedeu ?segundo a CIG, no ano 1980 os asalariados eran o 47.8% da poboacion, e contribuian coas súas rendas ao 48.3% de PIB, 20 anos despois, os asalariados son o 68.1%e a súa aportación ao PIB descendeu o 44.9%-, e a emigración mantivose nos mesmos indices que sempre, mentras os indices de eventualidade e precariedade son superiores a media estatal. É evidente que a política da Xunta tiña uns marcos legais estatais que llo permitían e favorecían. Dende os Pactos de Moncloa e a Transición asinaronse entre as direccions sindicais, a patronal e os sucesivos gobernos reformas laborais que truxeron a precariedade e a eventualidade nas relacions laborais, coa división da clase traballadora e a imposición dos marcos legais que permiten a sobreexplotación. Agora preparan unha nova contra reforma laboral, cunhas negociacions segredas entre os mesmos protagonistas de sempre (as direccions de CCOO e UGT, a patronal e o goberno de Zapatero), co obxectivo de flexibilizar e abaratar o despido como fórmulas para reducir o elevado índice de contratos temporais, o Goberno apresentou os seus principais propostas, entre os cais destacan a xeneralizazón da indemnización de 33 días, en lugar de 45, a todos os contratos indefinidos, a ampliación de 3 a 6 meses do período de proba nos contratos indefinidos, criar un novo caso de despido obxectivo para as subcontratas, que o custe do despido nas empresas con menos de 50 traballadores vaia carrego de FOGASA e non do empresario, que un mesmo traballador poda ser contratado eventualmente durante 36 meses nun período de 5 anos, ..., é dicir, un conxunto de novas agresións a dereitos dos traballadores. A nova Xunta, se realmente quere rachar co pasado, ten que prohibir por lei a precariedade e a eventualidade, pois a súa existencia é a que esta no fondo da división das clase traballadora, e a desprotección dos máis novos, facilitando ao empresariado os seus obxectivos de impor retrocesos nas relacions laborais e salariais. 2- A Xunta do PP, logo do atentado do Prestige, inventou o Plano Galicia, feito ao servizo de constructores e especuladores: era un plano para a construcción como negocio en si mesma, sen ter en conta as necesidades reais das poboacion traballadora. Fronte a el, o goberno de Zapatero e o PSdG levantan o PEIT, que ten exactamente o mesmo eixo e a mesma loxica de negocio. Asi, o problema das infraestructuras en Galicia reducese a investimentos multimillonarios no AVE (o 43% dos mesmos en Galiza), un ?servizo? ferroviario para uns poucos executivos e que liga máis a Galiza ao futuro da capital do Estado, pero que non encara os problemas reais de integración e a mobilidade da poboacion nun territorio que non ten un centro, senon moitos centros interdependentes, favorecendo asi os localismos e municipalismos tan nefastos en Galiza, e para rachar con eles, hai que facer un plano integral de obras e servizos públicos, que parta das necesidades reais do pobo traballador (rede integral de transportes públicos, renacionalización da sanidade e o ensino, construcción de garderías, etc.). Para rachar co pasado non chega con falar da debeda histórica; eso só resposta a mesma loxica, non cuestiona o carácter reaccionario e centralista do rexime monárquico, senon que se lles solicita máis subvencions. Por iso, ten razon o PSdG cando din cómo se cuantifica a debeda. Se se fai por diñeiro, a debeda pode cuantificarse dende o seculo XVIII cando ?resolveronse? os problemas da Galiza coa emigración, ou no seculo XIX cando, dende o goberno central, impideuse a desaparición dos foros, porque facian parte ?dos sagrados intereses? da nación española. Pero a debeda histórica ten un punto central, que é ben político: so o acabar co rexime monárquico, imposto na Transición do franquismo, que mantén a estructura secular de opresión das nacions sen estado. Rachar co pasado non é adecuar a exixencia de máis subvencions, agora chamado ?debeda histórica?, senon loitar contra ise rexime, e reinvidicar un novo artellamento do estado español, partindo do dereito a autodeterminación para Galiza. 3- A Xunta do PP é, co goberno de Aznar, o máximo responsable do atentado do Prestige, que conmocionou a sociedade galega. A poboacion traballadora galega respostou a agresión cun berro combativo: Nunca Máis, e ao tempo que limpaba as praias e as rias, manifestabase contra os responsabéis, exixindo ?gobernos dimisión?. Este 25 de xullo os dous gobernos xa foron dimitidos polos votos, pero os mesmos que reprimiron, que insultaron e mentiron, os mesmos que, mentras milleiros atopabamonos nas rúas, meteronnos nunha guerra de rapiña e xenocidio, agora veñen como os ?demócratas?. O pobo traballador galego non poderá avanzar, é máis, non podera decir que esta no camiño do verdadeiro cambio, senon castiga os culpabéis das agresions: que non haxa unha Lei de Ponto Final aos responsabéis, rachar co pasado é pasarlles contas do que fixeron contra os pobos e, no concreto, contra do pobo traballador galego. A experiencia dos gobernos de Felipe Gonzalez e o actual de Zapatero non da nengunha confianza, as políticas centrais seguen a ser continuidade, o manteñemento da estructura centralista do estado, as políticas de reforma laboral e reconversión, a negativa a loitar decididamente contra os responsabéis políticos de agresions e atentados, esta desconfianza fai necesario das forzas da esquerda, de clase, a construcción dun referente amplo e non sectario, anticapitalista e antiimperialista que teña como puntos centrais o retomar o camiño da mobilizacion de masas e a construcción dun sindicalismo de clase, combativo e democrático. Nos próximos tempos é a tarefa que temos por diante. www.corrienteroja.org; correntevermella@yahoo.es  | Corrente Vermella, en que medida o seu comentario é un comentario do manifesto de Resistencia Galega?? En fin, sodes unha fracción moi digna dentro do Estado español pero macho, iso non é un comentario, é un outro comunicado.
eu como comunista e, polo tanto, independentista galega solidarizome cos detidos e PENSEMOS TODAS AS FORMAS DE LOITA, DE RESISTENCIA E DE LIBERACION: GALIZA SEMPRE EN PE!!! Os meus parabens à resistência galega. Como galego concordo com o comunicado
UGIO e GIANA LIBERDADE !!!! Os meus parabens à resistência galega. Como galego concordo com o comunicado
UGIO e GIANA LIBERDADE !!!! VIVA GALIZA CEIVE!!!! VIVA GALIZA SOCIALISTA!!! VIVA GALIZA NOM PATRIARCAL!!!
UGIO E GIANA, DENANTES MORT@S QUE ESCRAV@S!!!!!!! CANHA CANHA CANHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!! Ainda que soamente quedara un independentista galego estaria no seu dereito de exercer a loita. Polo que poidan pensar moitos espanhois os galegos e galegas que loitan a prol da sua terra cada dia somos mais.
O noso dia ha chegar!!
Saude e Republica Galega DENTRO DE CINCO ANOS CANDO, ESTES PATRIOTAS AINDA ESTEN PRES@S, HABER ONDE ESTADES OS QUE OS APOIADES..................SABEDES CANTOS HAI DO EGPGC MORTOS DE NOXO NO TALEGO HAI QUE MADURAR Eu sinceramente non me considero cualificada para exercer a violencia por ideoloxía, nen facer sequera unha pintada son quen.... Pero quero facer fincapé en que non é o mesmo manchar unha fachada cunha pintura,... que meterlle a alguén un tiro ou poñerlle unha bomba..... O único que desexo é que @s galeg@s poidamos vivir nunha República galega sem mortos ou feridos pola violencia directa. Saúde. Aldara.
Nom vos deixedes enganar pola ultradereita, companheir@s! Mirade ao pé do "Manifesto pola resistencia"! O e-mail dende onde se mandou é da Xunta! Tudo isto é uma campanha de criminalizaçom contra o independentismo galego! Meus parabens, em muitas cidades galegas comprovei de primeira mam como chegarom os manifestos a locais sociais e como as caijas aparesciam com material. Para @s que levamos tempo nesto sentimo-nos orgulhos@s de que algo esteja trocando. A nossa resposta nom se fará aguardar.
LUITA OU MORTE!!! NOM QUEREMOS MAIS IDIOTAS NO NOSSO PAÍS !! RESISTONTOS GALEGOS IDE TOMAR POLO C.. !! Hoy sale en la prensa la noticia del hallazgo en en norte de Portugal, de diversos explosivos pertenecientes a estos iluminados. Han estado a punto de ocasionar una tragedia porque fueron encontrados por un grupo de niños que afortunadamente avisaron a personas mayores. En caso de ser manipulados, posiblemente ninguno de los niños hubiera salido con vida, y parece que el mismo pueblo hubiese corrido gran peligro. Estos indeseables es el mayor mal que tenemos en nuestra querida Galicia. http://www.diariosigloxxi.com/noticia.php?ts=20060919182714 ¡Galicia libre!....de imbeciles  | Eu tamen firmo esto: Os luitadores galegos da Resistência manifestada essa melhor fariam meditando sobor do facto de que a maioria do Povo Galego (em derredor do 80%) sente-se espanhol e que o castelhano é umha língua normal do Povo Trabalhador.
Claro que pra isso fam falha neurónios...
E os que defendem acçons armadas, por favor, que sejam suicidas, total como sodes quatro iluminados, poucos mortos faredes e ao menos os galegos librarêmo-nos de todos os messias apocalípticos.
A gente de fóra da Galiza deve flipar com estas subnormalidades messiânicas.
Em fim, puto independentismo gilipolhas.  | Cada día cresce máis o sentimento e o desexo independestista e arridista na nosa naçôm e cada día somos máis. Nom tenhades nunca medo dos que nunca lhes dicimos nós o que tenhem que ser, mas eles estám sempre a dicirnos a nós o que temos que ser! Nunca tenhades medo dos que dim que nunca triunfaremos por que precisamos da economía dos espanhois, porque mentem e o que agocham é um grande espanholismo que nom vai fazer que se convertam em alemaos pola mesma razôm! Respectade só aos espanhois que respectem os vosos sentimentos! E, sobre tudo, para nom cairmos num chauvinismo estéril e parvo NUNCA NOS PROPASEMOS EM ALARDEAR DE SERMOS GALEGOS, QUE É EXCUSADO PREGONAR QUE SOMOS O QUE SOMOS, SENOM MÁIS BEM PREGONEMOS E SINTÁMONOS ORGULHOSOS DE NOM SERMOS ESPANHOIS!!  | Cada día cresce máis o sentimento e o desexo independestista e arridista na nosa naçôm e cada día somos máis. Nom tenhades nunca medo dos que nunca lhes dicimos nós o que tenhem que ser, mas eles estám sempre a dicirnos a nós o que temos que ser! Nunca tenhades medo dos que dim que nunca triunfaremos por que precisamos da economía dos espanhois, porque mentem e o que agocham é um grande espanholismo que nom vai fazer que se convertam em alemaos pola mesma razôm! Respectade só aos espanhois que respectem os vosos sentimentos! E, sobre tudo, para nom cairmos num chauvinismo estéril e parvo NUNCA NOS PROPASEMOS EM ALARDEAR DE SERMOS GALEGOS, QUE É EXCUSADO PREGONAR QUE SOMOS O QUE SOMOS, SENOM MÁIS BEM PREGONEMOS E SINTÁMONOS ORGULHOSOS DE NOM SERMOS ESPANHOIS!! Cago-me na puta resistencia galega dos collons!! Resistencia galega?
Resistencia a que? ó pobo español?
pero se os galegos queren ser españois!!!!!!!
hoxe en día nin 1 de cada 5 galegos se considera nazionalista
o día que o pobo galego queira ser independente poderedes esixir algo
Decir que estades a chamar moito a atencion dos galegos mais polo ruido das bombas que pola mensexe en si. Aindo que non comparto os vosos metodos de acción pois penso que ainda non esta esgotado o camiño non violento considero que compartimos moitas ideas comuns. Creei o blog citado para informaren de forma obxectiva do que estades a facerem nestenoso país se non vos agrada o nome do blog descolgoo. Un saudo a todos. Por certo se vos pasades po http://acovaceltiga.com veredes que pensamos parecido ainda que non igual. pd: SEMPRE QUE FALAN DE ESPAÑA SEMPRE TEÑO UNHA DISPUTA SE É QUE ESPAÑA É MIÑA NAI E UN SON UN FILLO DE PUTA, viva Galiza Ceive   | espero que non vos pareza mal a creación do seguinte blog http://resistenciagalega.blogspot.com/ Un saudo a todos, por certo ademais de moitos compatriotas cos que podo estar mais ou menos da cordo vin o comentario dalgun fascista, a eles lles dedico esta estrofa que adoito cantar cando me atopo cun deles. SEMPRE QUE FALAN DE ESPAÑA SEMPRE TEÑO UNA DISPUTA SE É QUE ESPAÑA É MIÑA NAI EU SON UN FILLO DE PUTA,, DENANTES MORTOS QUE ESCRAVOS PD: AH NON O DIXEN, eu rechazo calquer acto violento, pois a ación directa no só e violenta tamen pode ser unha manifestación ou unha folga de fame. E unha vez postos a ser violentos as bombas non resolven nada non e por darvos ideas peor os Martires de Carral son un posible exemplo a seguir, e eles non mataron a inocentes(q eu sepa e si o fixeron foi sen querelo facerem)  | espanha é uma puta merda, veu a invadirnos sem que ninguén chamase por eles. Eu som galega e non quero saber nada dun povo invasor como a puta espanha. Viva Galiza!!! Denantes mortos que escravos. Caguemonos na puta espanha. Cada día sorpréndome máis cando vexo tanta xente disposta a facernos un favor aos demais. Quén pediu ser liberado de nada? Non enmascaredes as ganas de chamar a atención e liberar adrenalina cunha suposta acción altruista. Os galegos non queremos ser independentes, non queremos renunciar ao noso nivel de vida. Actuar contra o desexo da inmensa maioría dos galegos convírtevos paradóxicamente en inimigos de Galiza, e pon a todo o mundo na vosa contra. Razoade un pouco... Nom se de certo si som un derrotista.isto ke acontece na nossa patria esta bem pro nom lle vexo futuro detodolos jeitos ADIANTE ATA A MORTE.NOM DEVEMOS CLAUDICAR .NEM UM PASSO ATRAS. ESTA MENSXE RECORDANOS QUE TODOS DEBEMOS COLABORAR NO TRIUNFO DA NACION GALEGA COMO TAL,ESPERTADE E OLLADE. SEM PRISA PERO SEM PAUSA.LOGO VOLTAREMOS. GALIZA LIVRE E PROLETARIA  | A loita armada só nos traerá problemas. Non é o que quere a imensa maioría do povo galego, e impoñelo é outra maneira de fascismo, por muito que pensedes que lle facedes un ben ao país. Hai algunha xente, coma min que desexa unha estado para Galiza, pero por suposto que non a calquera prezo. A vida humana é o ben máis preciado, só o pola en perigo, só cometer a imprudencia de poder deixar unha persoa en cadeira de rodas para o resto da sua vida xa fai que un repense as ideoloxías, e por moi fodido que un estea por moi oprimido que un se sinta polo estado español, a posiblilidade de inferir un dano irreparable a un inocente debería botar para atrás esas ansias de guerra. Que hai xente que debera morrer polo mal que lle fixo a Galiza?... seguramente si, pero que alguén tome a decisión de executalo xa me parece demasiado. Quen dá ese poder tan grande? O poder de decidir sobre a vida dos outros. Mirade como comezou o MLNV, mataron ao Manzanos, un asesino, un torturador, vamos que case estaba xustificado, e onde os levou... a criar dor, para os españolistas, e para os independentistas. E Euskal Herría, sen Eta estaría hoxe ao mesmo nivel senón aínda máis independente porque é un povo loitador, o das armas é só unha parte minúscula da loita desta xente. E que nós tentemos o atallo, iso non é a solución, hai milleiros de vieiros de loita sen xogar á guerra, porque a guerra só causa dor, dor para o inimigo, dor para os nosos. Pensade se a dor que estamos sufrindo agora pola expoliación da nosa terra xustifica a carnificina que resultará de comezar a serio.
Non estou de acordo coa loita armada. Hai outros vieiros para que Galiza sexa un Estado no mundo.  | A violência é o recurso do incompetente. Por iso a independência não se consegue graças ao terorismo senão apesar dele.
O porcentage de galegos que gostariam de ser independentes é o 0,000000009%, pelo que a violência nunca terá apoio popular, salvadores da pátria do caralho, fascistas, sois uma versão do fascismo espanhol. A Galiza não precisa máis Tejeros, Bushes e a mãe que os parió.
Nenos de merda, dedicádevos a estudar máis e resolvei vosso problema de adaptação social.
Um galego independentista. adiante camaradas hai muitos tipodas de resistencia e todos som necesarios luitaremos polos nosos dereitos luitaremos pola nosa terra non nos deixaremos matar e cando tenhamos que morrer morreremos ceives
GALIZA CEIVE!!!!!!!!!!
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