(Holocausto animal)
Na periferia do campus da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), escondido e longe da comunidade acadêmica há um lugar macabro que lembra um campo de concentração nazista, não apenas pelo aspecto externo, mas também pelo que se faz lá dentro: é O CEMIB
(Centro Multidisciplinar para Investigação Biológica) na UNICAMP que é um dos maiores biotérios do Brasil (biotério é um viveiro em que se conservam animais em condições para a utilização em experimentos científicos). Lá há cães, coelhos, ratinhos e porcos que serão vítimas de experimentos cruéis. Quem passa ao lado do canil houve os grito e choros dos cães que estão presos lá.
O site do CEMIB na Internet informa que atende uma demanda de cães (aproximadamente 300 animais/ano) em pesquisa e ensino para a comunidade científica da UNICAMP (FCM, FOP, IB) e também presta assessoria aos pesquisadores usuários de cães, coelhos, cobaias, porcos, etc..., quando solicitado
Site do CEMIB:
http://www.cemib.unicamp.br/cemib/principal.htm ********************************
As fotos acima na UNICAMP são de outubro de 2005.
Se você quer saber mais sobre crueldades praticadas aos animais que são vítimas de experimentos, testes e vivissecção, vejam os sites:
http://www.pea.org.br/crueldade/testes/tfotos.htm Sobre métodos substitutivos ao uso de animais na educação vejam:
http://www.internichebrasil.org/ ****************************************
O que se faz hoje com os animais, os nazistas faziam com seres humanos.
****************************************
"Uma ciência que se produz em um vácuo ético evoca, irresistivelmente, o contexto nazista, como bem o fez, recentemente, o filósofo Roberto Romano, em artigo na Folha de S.Paulo (caderno Mais!, 2001).
Para além da metáfora, há que relembrar a experiência histórica do nazismo, pois, até os horrores do Holocausto, não havia codificação internacional que regesse a experimentação médica [ as várias experiências médico-militares realizadas em campos de concentração – como, por exemplo, resistência à alta pressão ou a baixíssimas temperaturas, malária, ferimentos de guerra ou as mais conhecidas experiências genéticas, cuja caricatura macabra é tema corrente no cinema e na literatura – foram objeto de julgamento exclusivo pela corte estabelecida pelos aliados em Nuremberg, entre 1947 e 1948, posterior, portanto, ao julgamento dos crimes de guerra, mas também definidos como crimes contra a Humanidade]; este foi, aliás, o ponto forte aventado pela defesa dos médicos nazistas julgados em Nuremberg [ anote-se, de passagem, que as atrocidades cometidas pelos japoneses contra prisioneiros de guerra na assim chamada unidade 731, na Manchúria, sequer foram objeto de julgamento; o Japão, até hoje, recusa-se a reconhecê-las como crimes de guerra]".
Texto extraído de:
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/ofjor/ofc110720011.htm **********************************************









