Nada de segunda-feira preguiçosa essa do dia 12 de junho em Belo Horizonte, mais precisamente na avenida Amazonas, na portaria do Mercado Central, um dos centros de comércio com maior abundância de movimentação na metrópole e mesmo assim um dos mais
cruéis. As 12:00, faixas foram erguidas, vozes levantadas, apitos distribuídos e panfletos
entregues a todos e quaisquer que passavam pela rua e seus arredores. As entidades Gato Negro, WSPA e Animais de Rua estavam presentes reclamando das péssimas condições as quais os animais do mercado são submetidos e muitas vezes mortos pelas mesmas, mas continuando expostos como um circo de horrores para todos que passam. Confinados em espaços pequenos, superlotados e sujos, os animais chegam a passar 24 horas por dia confinados, mesmo após as atividades se encerrarem. Peixes em copos de plástico, animais doentes e famintos vivendo entre sua própria sujeira e muito mais coisas absurdas que vocês podem conferir no link abaixo. Todo barulho feito deu muito certo, pois inúmeros transeuntes aderiram a manifestação, mesmo que por pouco tempo, apoiando a causa pois muitos dos que
freqüentam o mercado e vêem o absurdo que é a negligência na ala animal. Percebe-se o quão errado o mercado está ao mandar seus seguranças barrar a entrada de um jornalista que estava tirando fotos para o jornal Estado de Minas, e queria averiguar a situação interna. Pacífico e objetivo, o protesto foi muito bem recebido no geral, e fizemos todos ouvirem, querendo ou não. Acima fotos do dia 12 de junho.
Fotos do mercado:  http://www.midiaindependente.org/pt/red/2006/06/355323.shtml

Núcleo Libertação Animal

Assessoria de Imprensa



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