O primeiro dia do vestibular da UFRJ foi marcado por violência policial. Estudantes de escolas federais e professores em greve exigiam o adiamento da realização do vestibular. Com o processo de greve atingindo também as escolas federais secundárias, os alunos entrariam no vestibular em desvantagem. O Conselho Universitário da UFRJ já havia determinado por esse motivo o adiamento do vestibular, mas o reitor "biônico" José Henrique Vilhena impôs a antecipação. Alguns manifestantes conseguiram anular as provas, mas elas serão remarcadas. Houve intensa repressão policial no Colégio de Aplicação da UFRJ onde se concentraram os protestos. Pelo menos dez manifestantes ficaram feridos.
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