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HACKTIVISMO Por Deck Cowboy. O que significa ser um Hacktivista? Existem diversas ramificações dentro da ideologia Hacker que um possuem seu próprio significado,tais como:Cracker,Phreaker e uma que está se proliferando rapidamente na WWW e também fora dela,Hacktivista. Cracker: É o q utiliza suas habilidades p/ criar viriis; invadir sistemas; descobrir $enhas; e se dedicam com bastante afinco na missão de tornarem os programas sharewares,demos ou trials, em programas completos e registrados. São predominantemente contra os altos preços dos softwares. Pregam a proliferação do Copyleft (um trocadilho com a palavra Copyright). Phreakers: São hackers bastante sofisticados, q conseguem entre outras coisas, estabelecerem "chamadas internacionais gratuitas", quebram senhas de provedores em outros países e a partir daí desenvolvem seus ataques.São especialistas em diversos sitemas de telefonia. Hacktivistas: São hackers q utilizam a informática(mais precisamente a Internet) p/ defenderem seus ideais políticos ou filosóficos, humanitários ou não. Podendendo ser desde um defensor dos direitos dos animais passando por um solitário protetor da própria rua onde mora(desde q essa proteção e a divulgação desta proteção seja feita através da Internet). Segundo Oxblood Ruffin(fundador do famoso grupo hacker cDc (Cult of Dead Cow),criadores do mundialmente conhecido aparato hacker,"Back Orifice".) e também do grupo hacktivista conhecido como "Hacktivismo",criadores do browser Anti-Censura chamado "Camera/Shy". "(...) acreditamos em liberdade de expressão, nos direitos humanos (...)" ou "Nós somos os responsáveis, nós colocamos a palavra Hack na frente de ativismo, nós criamos o Hacktivismo..." Os hacktivistas são hackers não mais preocupados em quebrar sistemas pela diversão, mas focados em questões políticas e sociais. São pessoas que dominam bits e bytes, assim como Mahatma Gandhi dominava as palavras. O q fazem os Hacktivistas? Como foi dito antes, os hacktivistas utilizam a Internet p/ defenderem sua idéias. Defendem com bits e bytes os Direitos Humanos, principalmente a liberdade. Liberdade de expressão, liberdade de ir e vir, liberdade de viver. Mas como fazem isso? O fazem em protestos através de e-mails, ICQ, IRC, em salas de chats espalhadas pelo mundo e alguns com mais conhecimentos propriamente "Hackers", o fazem através da invasão de sites ligados aos Governos, modificando e/ou destruindo-os. " Hackers não preocupados em derrubar sistemas pela diversão, mas focados em quetões políticas e sociais." " Hacktivismo é usar talentos e ferramentas de Hackers p/ a defesa de causas, pode ser uma maneira legítima de trazer a atenção do público; declarar guerra a qualquer pessoa, grupo ou nação é deplorável, apenas reduz o hacker ao mesmo nível daqueles que está atacando, não é hacktivismo, não segue a ética hacker e não é motivo de orgulho". Frase do grupo Cult of Dead Cow(cDc) sobre o episódio ocorrido em 30/12/98, quando um grupo de hackers que se auto-intitularam LoU(Legions of the Underground), declarou guerra à República da China e ao Iraque em uma conferência on-line; assunto que na época foi tratado com um certo descaso e logo depois massificado em diversos sites e jornais dos EUA e Europa. É bom dizer que os membros do "verdadeiro" LoU negaram tudo e atribuíram essas ações a impostores. O Hacktivismo, na verdade, surgiu em 1997, quando o cDc anunciou que iria trabalhar junto com o grupo "Honk Kong Blondes" na luta contra a opressão na China. O grupo Blondes, foi fundado por Blondie Wong, um cientista chinês dis- sidente, orfão de Pai(assassinado pela Guarda Vermelha), e chegaram a interronper as comunicações de um dos mai- ores satélites de comunicação da China. Atualmente os "Honk Kong Blondes" encerraram suas atividades e Wong mudou-se p/ a Índia, perdendo contato com o cDc. Mesmo assim, as causas políticas de Ruffin e Wong foram abraçadas pela comunidade hacker. "O futuro de qualquer ativista político está na Grande Rede", declarou Stanton McCandish, diretor da "Eletronic Frontier Foundation(www.eff.org)", que moveu a campanha do laço azul pela liberdade de expresão na Internet. Dentro da atual realidade da Internet e do Mundo em geral, mais hackers estão entrando no jogo, e o movimento Hacktivista está tão forte e tão politizado que temos centenas de sites sobre o assunto e este número tende a crescer ainda mais. Nomes como os de Ricardo Domínguez, fundador do "Eletronic Disturbance Theater"(grupo q apóia as causas do ELZN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) contra o governo mexicano), criador dos métodos da "Eletronic Civil Disobedience"; Ian Clarke, criador do grande projeto open-source, da verdadeira Internet paralela, a "Freenet" (uma espécie de Internet P2P sem códigos espiões, totalmente anônima e livre de Cookies e outros projetos que tiram a nossa privacidade) e muitos outros verdadeiros "Cyberguerreiros", anônimos ou não, espalhados por esse universo digital 0001.
quero ser hacker Isso eh muito legal. Mas nao seria interessante q mais pessoas (principalmente libertarios) fossem hackers? Eu curto internet, computacao em geral, mas so um puta lammer e queria aprender a fazer essas coisas, mas nao achei nada q me ensina-se como comecar a ser um hacker. Sera q alguem pode me dar uma dica? Existem muitos hackers libertários! Poderia dizer que a maioria dos "hackativistas" são libertários. Eu faço Eng. da Computação e estou começando a me envolver com isso. Bom, se quiser saber algo de algo, só a Internet não adianta, as bibliotecas serão suas amigas também :-P Além de _muita_ dedicação e gosto pela coisa... Quer uma dica, se vc usa windows, abandone-o e aprenda a usar um bom Unix ou Unix like (GNU/Linux ou FreeBSD, por exemplo), já é um bom começo... E, como diria o Stallman, Happy Hacking! UNIÃO E CAOS!!! Se existe um grupo de contato e treinamento como as pessoas que querem aprender podem participar, existe alguma area segura p/isso? hacktivismo? Primeiro de tudo o artigo começa com um erro em sua primeira frase: "Existem diversas ramificações dentro da ideologia Hacker(...)" Ser hacker não é uma ideologia, é um modo de vida. É gostar de computadores e se sentir bem em relação a isso e gostar desse "sentir bem". E o erro maior é dizer que crackers são hackers, (ao dizer que eles seriam uma ramificação na tal ideologia). Crackers NÃO propagam o copyleft. Crackers, como o nome diz, somente destróem sistemas. Programadores que propagam o copyleft, ou seja, o software livre, passam seu tempo criando e desenvolvendo e querem distância dos crackers. Afinal o termo cracker foi criado para diferenciar os verdadeiros hackers daqules que não faziam nada de útil e se diziam hackers, apesar de não o serem. A definição de phreaks do artigo é bem pobre. A arte do phone phreaking nasceu antes do hacking, pois o telefone foi inventado antes do computador. E não se resume a apenas fazer "chamadas internacionais gratuitas." Phreaking é conhecer a fundo sistemas de telecomunicação. Porém, como os sistemas telefônico e de computadores foram se fundindo cada vez mais hacking e phreaking foram se fundindo também. Isso pôde ser evidenciado pelo nascimento do e-zine Phreack nos anos 80. Phreack é a junção das palavras hack e phreak e o zine se dispunha a tratar dos dois assuntos, só que tratava de "um só," ou seja, dos dois ao mesmo tempo ou dos dois como um só, já que não era mais possível separá-los. Finalmente, o tema principal do artigo e do meu comentário: hacktivismo. Pessoalmente eu não gosto muito dessa noção. Para mim hacktivismo é um termo redundante. Hacking sempre foi uma "luta" pela libertação. Quando começou nas universidades dos Estados Unidos e da Europa era pela libertação do conhecimento. Em uma época em que computadores valiam milhões de dólares e que acessá-los era quase impossível, alunos invadiam os computadores de suas faculdades não por diversão, mas sim para aprender. Não o faziam para dizer "olha como eu sou foda," como os crakers, e sim para dizer "isto não é uma universidade?, o tal 'templo do saber?' então vocês não podem nos impedir de acessar esses computadores para aprender." Atualmente hacking está intimamente ligado ao software livre. É uma continuação da "luta" pela libertação do conhecimento, porém isso é somente a ponta do iceberg. Por trás disso está a liberdade de expressão, afinal não há como se expressar livremente se os meios para isso não forem livres também. O melhor exemplo disso é a própria Internet. Muitos acham que a Internet foi desenvolvida pelo governo dos EUA. Isso é um equívoco. A DARPA (Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa) tinha um projeto de uma rede descentralizada que pudesse continuar operando mesmo após ataques nucleares, mas essa rede não tinha bons protocolos de comunicação (regras que estabelecem como dois ou mais computadores devem se comunicar). Porém, o sistema UNIX tinha protocolos muito bons. O UNIX foi desenvolvido pela AT&T, era licenciado por muito pouco dinheiro para universidades, tinha o código fonte[1] acessíve e por isso contava com muitos hackers ajudando o seu desenvolvimento. A DARPA usou os protocolos TCP/IP (Protocolo de Controle de Transporte/Protocolo da Internet) para criar a sua rede, que mais tarde se uniria a outras redes formando a "super estrada da informação." Mas o que eu quero mostar aqui não é quem desenvolveu o Internet e sim a forma como isso foi feito. Os protocolos usados na Internet são livres. Isso significa que suas especificações são acessíveis por qualquer pessoa e que qualquer um pode desenvolver sistemas e programas que usam esses protocolos. Mas e daí? E daí que não importava se você rodava o UNIX 6 em um PDP11 ou um sistema que você fez em assembler em um minicomputador qualquer, você podia usar o TCP/IP para se comunicar em rede e isso era independente do sistema que você estava usando. Dessa forma, não importa qual sistema operacional um servidor roda ou qual programa de transporte de emails ele tem, e muito menos o sistema operacional que você roda ou o programa leitor de emails que você usa. Vocês podem estar, e provavelmente estão, em plataformas de software/hardware completamente diferentes e mesmo assim se comunicam sem nenhum problema. Com o passar dos anos as empresas de software fecharam seus sistemas, tornando impossível acessar o código fonte dos programas que os compunham. Isso estava acabando com as comunidades de programadores que se ajudavam e compartilhavam seus programas entre si. Por causa disso alguns hackers como Richard Stallman fundaram a FSF (Fundação do Software Livre) e começaram a desenvolver um sistema livre chamado GNU (GNU é um acrônimo recursivo para GNU's Not Unix!, ou GNU Não é o UNIX!). No começo dos anos 90 o GNU estava quase pronto, só falatava uma parte: o kernel, ou núcleo em português. Foi quando um estudante filandês, Linus Torvalds, que queria aprender como se faz um kernel desenvolveu um compatível com o UNIX e o chamou de Linux. O kernel é uma parte importante de um sistema operacional, porém é muito pequena e é necessário mais que um kernel para se ter um sistema operacional completo. Linus tornou seu kernel disponível como software livre e utilizou os programas do projeto GNU para ter um sistema usável. Aí algumas pessoas começaram a chamar esse sistema errôneamente de Linux ou invés de chamá-lo de GNU/Linux, já que é o sistema GNU com o kernel Linux. Hoje estimasse que mais de 10 milhões de pessoas usam o GNU/Linux e que milhares são os programadores, hackers e pessoas comuns que desenvolvem, testam, traduzem e apontam bugs nos softwares livres. Apesar de não ser um projeto anti-capitalista o software livre já mostrou que o argumento para posse privada de informação e de software é errado. O argumento que o dinheiro é o único motor de nossa sociedade e por isso tudo deve ser propriedade privada não se aplica ao software. Não só eticamente (a informação deve ser livre), mas também praticamente, programadores desenvolver seus programas porque gostam, por prazer. Atualmente se discute se os conceitos éticos/filosóficos do software livre podem ser aplicados à outras áreas. Para citar dois exemplos, isso resultou na Open Cola, uma coca-cola livre com a fórmula disponível e no Projeto Oekonux. Nesse projeto pessoas com diversas perspectivas discutem se os princípios por trás do software livre podem servir para a fundação de uma nova economia. Uma economia que substituísse a economia de trocas em que vivemos por uma economia de "presentes", algo do tipo "de cada um(a) de acordo com sua vontade para cada um(a) de acordo com sua necessidade" e em conseqüência se discute se os princípios por trás do software livre podem servir para a fundação de uma nova sociedade. [1]Quando se faz um programa primeiro se escreve o código fonte, que são as instruções para o computador em uma linguagem que pode ser entendida por seres humanos. Depois usasse um compilador ou um interpretador para criar o binário, que é o programa em si e que é executado pela máquina. Somente com o código fonte é possível modificar um programa. Um Hacker Só existe um Hacker os outros são pretendentes... Hacktivismo Estou estudando ciencia da computacao, conheco algumas linguagens de prog. e estou estudando java. Gostaria de saber, como posso fazer parte de algum grupo hacktivista! gostaria de saber como contribuir com o hacktivismo! gostaria de desenvolver software nao só para empresas que ganham muito em cima disso! Adolfo Eloy ferramentas para manifestar É bastante interresante o fato de pode manifestar suas ideias desde de casa, hoje as pessoas tem mas poder q em qualquer outro tempo.
Seria interresante colocar ferramentas para manifestar, para pessoas com poucos ou nenhum conhecimento da tecnologia usada para as manifestaçoes na internet. OBS: voces poderam encontrar ferramentas diversas(spam trojan D.O.S) na seguinte url: http://www.elhacker.net/hacking.htm http://www.hackemate.com.ar/tools/
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