IMPUNIDADE VITALÍCIA - Herança Maldita de FHC

Herança Maldita:

- No apagar das luzes, FH baixou decreto para esconder seus crimes -

Fernando Henrique, alguns dias antes de desocupar de vez o Palácio do Planalto, assinou decreto determinando que o país não tome conhecimento de seus atos enquanto ele estiver vivo.

O Decreto foi baseado em regulamento estipulado pela ditadura, em que documentos classificados como "Reservado" só poderiam ser abertos 5 anos depois de sua confecção (podendo prorrogar por mais 5). Os documentos classificados como "Confidencial" só poderiam se tornar de conhecimento público 10 anos após sua edição (podendo ser prorrogados por mais 10). Existiam também os documentos "Secretos", que deveriam ser lacrados por 20 anos (com prorrogação de mais 20) e os documentos "Ultra-secretos", que só poderiam ser divulgados 30 ou 60 anos depois da data de confecção.

Apesar dessa prerrogativa, FH sentiu-se inseguro, tamanho o descalabro de seu governo. Resolveu então determinar que os prazos de abertura deveriam ser dobrados, para garantir com toda segurança que não iria para cadeia pelos inúmeros crimes que cometeu contra o Brasil.

Isso significa que, após o decreto de FH, os documentos emitidos em seu governo com teor mais leve, classificados como "Reservado", poderão levar até 20 anos para chegar ao conhecimento público, quando o dito cujo, se estiver vivo, tiver 98 anos de idade.

Os mais sórdidos, que devem, provavelmente, se referir às inúmeras transferências de recursos públicos e acordos ilícitos firmados por sua quadrilha com a entrega do patrimônio público, serão conhecidos, quiçá, daqui a uns 120 anos, quando a quarta geração pós-FH se recusar a assumir as responsabilidades de seu criminoso tataravô.


Redação

Hora do Povo - ed. 25/02/2003

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