“Veja”: “assassinato é uma medida justa”
Os lambe-cus do Império em atividade na Veja estão inconformados e histéricos que o mundo identificou com nitidez
e clareza em Bush o inimigo e o mal a ser combatido. É patético e ridículo o empenho da última edição da
nauseabunda revistinha em reclamar do mundo, e esclarecer que não, que o inimigo é Saddam, pô!, e não o
civilizado, democrático e tão bem intencionado, ainda que mal compreendido, George Bush. É um capachismo e uma
subserviência realmente ridícula, asquerosa, nojenta, amigo leitor. Os caras ficam de quatro, mostram a bunda,
chupam o que não devem, é uma vergonha! Fica um mau cheiro, uma fedentina, uma nojeira que embrulharia o
estômago até de um gambá. Como é que aqueles idiotas, aqueles imbecis não percebem, caramba?! É
impressionante até que imundas e abissais cloacas os vermes sem caráter, sem personalidade e sem pátria podem
chegar. É preciso despejar toneladas de creolina e soda cáustica naquela latrina para erradicar dali aquelas sórdidas
bactérias!
Imagine o amigo leitor que aqueles animais reconhecem que Bush quer despejar bombas e mísseis de forma “injusta”
sobre “inocentes”, isto é, para assaltar o petróleo iraquiano e manter submetido o mundo árabe aos seus interesses,
quer massacrar crianças, mulheres, velhos e tudo o mais que encontrar pela frente. Mas, juram eles, o ditador, o
tirano, o sanguinário é Saddam – porque não deixa o canalha do Bush fazer o que bem entende!
Com o objetivo de convencer a Humanidade de que a ameaça é Saddam e não Bush, os energúmenos, além de
repetirem pela enésima vez as cretinices sobre os curdos do norte do Iraque – que Bush quer submeter ao odiado
regime turco que lhes nega até o direito de falar a sua própria língua -, repete as sórdidas fabulações do que há de
mais imbecil e apodrecido nos EUA, de que “Saddam, além disso, mandou matar políticos que se opuseram à sua
tirania, matou membros de sua própria família por considerar que o tinham traído pessoalmente, mandou torturar rivais
das formas mais cruéis e, comenta-se, teria até mesmo assistido a sessões de tortura”.
Como é que o idiota do Eurípedes Alcântara pode afirmar isso? Da onde ele tirou isso? Como é que ele sabe disso?
Afirma porque é um idiota, um imbecil que não tem pejo de repetir as boçalidades que afirmam idiotas americanos
iguais a ele, que não provam absolutamente nada do que dizem, que dizem o que as suas vísceras de escroques
mandam dizer, e que têm a cabeça suficientemente porca e degenerada para elucubrar cada uma dessas imundices.
É possível e até provável que a vida íntima de vários deles seja exatamente assim, e é daí que eles projetam essa
bosta toda.
Mas os revolucionários do mundo, dos quais Saddam é um dos mais íntegros, não tem nada a ver com isso. Dois
genros de Saddam não suportaram a pressão ianque, e passaram-se para o inimigo. Depois, arrependeram-se e
voltaram. Saddam, compreensivamente, os perdoou e pediu que fossem de novo aceitos na sociedade. Familiares
deles, entretanto, não conseguiram suportar o que consideravam uma desonra para sua família e os executaram, à
vista de todos. Saddam não teve nada a ver com isso e foi, pelo contrário, atropelado pelos acontecimentos. São
dramas humanos, tragédias, vividos pelos que ousam enfrentar a pressão de um inimigo poderoso, tirânico e covarde,
para que sua pátria seja livre. Mas os porcos a serviço do imperialismo não têm condição nem interesse em ver os
fatos como eles são e projetam neles a sordidez que é própria de suas almas penadas e corrompidas.
Saddam perdoou os que traíram a ele e à pátria, mas se arrependeram. Enquanto isso, Bush, ressentido com o
próprio pai, o atropela e o marginaliza da política, e debocha do irmão no qual inveja o favoritismo paterno. Vocês não
perceberam isso? Porque são idiotas, imbecis! E não existe nada mais desumano que a estupidez.
E é esse lixo, essa fedentina, essa boçalidade que vocês querem passar por “informação”, só porque ouviram das
cloacas dos vossos senhores americanos – aqueles agentes e aqueles jornalistinhas idiotas que fazem a vossa
cabeça.
“Os Estados Unidos possuem 8.000 ogivas nucleares e mísseis capazes de fazê-los explodir na sala de estar de
qualquer governante do planeta e ninguém perde o sono com a suposição de que essas bombas estejam a caminho
de sua casa”. Certamente é por diversão que os círculos imperiais ianques são capazes de fazer explodir ogivas
nucleares na sala de “qualquer governante”. Os que podem ser alvo de tais agressões “não perdem o sono” porque
não são tão rastejantes e submissos diante de tal poder quanto o autor da frase, e sabem que a Humanidade tem
poderes muito mais fortes do que os de qualquer idiota aspirante a dominador do mundo. Mas só os que não
estiverem dispostos a defender o seu solo, as suas propriedades e as suas riquezas, ou os que tiverem também
poder suficiente para fazer explodir a sala de estar de Bush, podem garantir que as bombas não estejam nem estarão
a caminho de sua casa. É repugnante como esse capacho pretende que a Humanidade deve assistir, confiante e
tranqüila, os saqueadores ianques estocarem ogivas e mísseis nucleares ao mesmo tempo que afirmam abertamente
que não têm mais porque respeitarem os tratados e acordos internacionais.
“Infantil” - ou, mais exatamente, boçal, para não ofender as crianças – é dizer que Bush não “quer fazer a guerra só
para se apossar dos campos petrolíferos do Iraque” porque “as companhias petrolíferas respondem por apenas 6% da
riqueza americana”. Só lacaios em desespero de causa, como você, podem pretender negar a importância do petróleo
na economia americana e mundial. Além disso, a quadrilha de Bush não é representante da “economia americana”
em geral, mas precisamente, e não por acaso, da máfia petroleira e, em especial, dos gângsters Rockefeller. E Bush
não quer se apossar “só” dos campos petrolíferos do Iraque. O que, evidentemente, ele não quer é perder para os
árabes o controle do petróleo árabe. Para isso, e para consolidar esse controle, quer matar o nacionalista Saddam e
se apossar, sim, dos campos petrolíferos iraquianos.
Quem “tortura criancinhas”, dona Vilma, não é Saddam, mas os discípulos que os EUA espalharam pelo mundo a
partir de suas escolas de tortura no Panamá e em outros países. Você não sabia, dona Vilma? Permita-nos dizer,
também, que torturadora de criancinhas é a senhora, e dos próprios filhos, porque poucas coisas podem haver de
mais torturantes para uma criança do que assistir ao espetáculo de subserviência, desonra e desonestidade da
própria mãe, pois ela fica vendida e sem ter o que dizer aos seus amiguinhos, quando eles põem em questão a
conduta de sua genitora.
Veja quer demonizar o “anti-americanismo” como o vínculo entre todos os “totalitarismos”, e esclarece que os
“americanos” são odiados porque a trôpega e cambaleante economia dos EUA “há décadas vive uma era de
prosperidade sem igual na história humana”. Capacho é capacho mesmo, fazer o quê? O mal do capacho é que,
como todo frustrado, ele tira os outros por si mesmo. Sempre invejoso, visto que tem sua gênese na castração
emocional e na conseqüente inveja do pênis, atribui à toda Humanidade aquilo que é apanágio e norma de vida só
dele próprio: a inveja. Por mais que os lacaios queiram culpar Deus e o mundo, isto é, a Humanidade, pelo
“anti-americanismo”, o fato é que, queiram ou não os capachos, ele é apenas a percepção difusa do imperialismo
ianque, isto é, a política de pilhagem e parasitismo dos ínfimos e minguantes círculos dominantes da sociedade
americana, dos quais o povo norte-americano, os “americanos”, é uma das principais vítimas. O capacho, o lacaio que
negou pai e mãe, e a partir daí o próprio povo, se pendura, como alma penada e errante que é, na fantasia fálica que
faz do dominador imperialista, em substituição ao pai e à própria nação. E quando todos os demais, as criancinhas e
até os chefes de Estado se libertam do caquético vampiro, ele, ridícula e melancolicamente, insiste em exaltá-lo rei
dos reis.
P.S.: Viu a completa degeneração moral a que leva a subserviência e o capachismo, sr. Eurípedes Alcântara? A
defender com todas as letras o assassinato. Então, o sr. é do ponto de vista moral, um assassino, e como tal deve
ser tratado. Tem que ir pra cadeia por ser um porco que faz covardemente a apologia do crime. Por que a sua
“democracia” é dessas que dependem do assassinato, do crime? Pelo que vemos, a coisa está difícil pra você e pros
iguais a você, para não conseguirem mais esconder, como de hábito, os porcos que são.
Redação
