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| | Preconceito Lingüístico - Marcos Bagno Por Ange_ 11/03/2003 às 00:04 PALAVRAS INICIAIS DE MARCOS BAGNO NO LIVRO "PRECONCEITO LINGUÍSTICO - o que é, como se faz?.
Diz-se que o "brasileiro não sabe Português" e que "Português é muito difícil". Estes são alguns dos mitos que compõem um preconceito muito presente na cultura brasileira: o lingüístico. Tudo por causa da confusão que se faz entre língua e gramática normativa (que não é a língua, mas só uma descrição parcial dela). Separe uma coisa da outra com este livro, que é um achado.
Revista Nova Escola, maio de 1999.
Primeiras palavras... Existe uma regra de ouro da Lingüística que diz: "só existe uma língua se houver seres humanos que a falem". E o velho e bom Aristóteles nos ensina que o ser humano "é um animal político". Usando essas duas afirmações como os termos de um silogismo (mais um presente que ganhamos de Aristóteles), chegamos à conclusão de que "tratar da língua é tratar de um tema político", já que também é tratar de seres humanos. Por isso, o leitor e a leitora não deverão se espantar com o tom marcadamente politizado de muitas de minhas afirmações. É proposital; aliás, é inevitável. Temos de fazer um grande esforço para não incorrer no erro milenar dos gramáticos tradicionalistas de estudar a língua como uma coisa morta, sem levar em consideração as pessoas vivas que a falam. O Preconceito Lingüístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, um molde de vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo... Também a gramática não é a língua. A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seus méritos, mas é parcial (no sentido literal e figurado do termo) e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua - afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total. Mas é essa aplicação autoritária, intolerante e repressiva que impera na ideologia geradora do preconceito lingüístico. Você sabe o que é um igapó? Na Amazônia, igapó é um trecho de mata inundada, uma grande poça de água estagnada às margens de um rio, sobretudo depois da cheia. Parece-me uma boa imagem para a gramática normativa. Enquanto a língua é um rio caudaloso, longo e largo, que nunca se detém em seu curso, a gramática normativa é apenas um igapó, uma grande poça de água parada, um charco, um brejo, um terreno alagadiço, à margem da língua. Enquanto a água do rio / língua, por estar em movimento, se renova incessantemente, a água do igapó / gramática normativa envelhece e só se renovará quando vier a próxima cheia. Meu objetivo atualmente, junto com muitos outros lingüistas e pesquisadores, é acelerar ao máximo essa próxima cheia... Este livro traz os primeiros resultados, sempre provisórios, das reflexões que venho fazendo sobre o tema do Preconceito Lingüístico. Ele reúne as principais conclusões a que cheguei, conclusões que pude compartilhar e discutir com as pessoas que me ouviram falar nas diversas palestras que dei ao longo de 1998. (...) Esta segunda edição traz mudanças bastante significativas em comparação com a primeira: alguns trechos foram eliminados, outros foram acrescentados, muitos sofreram profunda reformulação. Isso se deve à minha vontade de manter o livro sempre atualizado com a evolução da minha própria maneira de ver as coisas e sintonizado com as críticas, sugestões e comentários que o trabalho recebeu da parte de leitores e leitoras atentos e dispostos a colaborar na distribuição dessas idéias. (...) A capa deste livro tem uma história que merece ser contada. As pessoas ali fotografadas são minha sogra, Alice Francisca, meu sogro, José Alexandre, e meu cunhado mais novo, Sóstenes, cerca de vinte anos atrás. Como este é um livro que trata de discriminação e exclusão, decidi homenagear meus sogros que são, como costumo dizer, um "prato cheio" para alguns dos preconceitos mais vigorosos da nossa sociedade: negros, nordestino, pobres, analfabetos. Alice Francisca também carrega o estigma de ser mulher numa cultura estranhamente machista. Aprender a amar estas pessoas pelo que elas são, deixando de lado todos os rótulos discriminadores que tentam classificá-las em categorias supostamente inferiores às que eu e pessoas de minha extração social ocupamos, tem sido uma lição fundamental para toda a minha vida pessoal e profissional. É com este amor que me defendo das acusações que às vezes recebo de ser autor de um livro "demagógico". Não é demagogia: é opção consciente, política, declaradamente parcial. Peço simplesmente aos leitores e leitoras que meditem sobre esta situação que tanto me angustia: homenagear com o livro pessoas que jamais poderão lê-lo. Isso explica, decerto, a grande dose de indignação que em certos momentos passa à frente da reflexão científica serena e me faz assumir o tom apaixonado de quem não tolera nenhum tipo de intolerância, principalmente quando é fruto de uma visão de mundo estreita, inspirada em mitos e superstições que têm como único objetivo perpetuar os mecanismos de exclusão social. Marcos Bagno marbag@hotmail.com BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz, , Edições Loyola, São Paulo, 1999
URL:: http://www.marcosbagno.com.br >>Adicione um comentário E por que os brasileiros têm de falar bem português? O português é a língua do invasor. Aqui nessa terra passaram-se dezenas de milhares de anos falando outras línguas. O português foi introduzido há 500 anos e só passou a predominar nos últimos 200. No século XVIII, a língua geral ainda era a mais falada em São Paulo; no Paraguai até hoje; e na Amazônia, ainda há dezenas de milhares de pessoas que se exprimem na língua geral amazônica (nheengatu). A língua portuguesa não nos foi herdada, nos foi imposta. Por que haveríamos de ter um pingo de carinho por ela?
A língua é um meio de comunicação e não um fim em si mesmo. O povo brasileiro pode falar muito errado aos ouvidos de um bacharel ou um doutorzinho qualquer, mas se faz entender muito bem. Isso é o que importa.  | Por favor, não fale merda! Como poderei falar errado e ainda por cima ser compreendido? Ahn? Seja qual for a língua devemos saber suas estruturas gramaticais e devemos usá-las, ou será que ninguém que freqüenta esta merda de site estuda, faz universidade ou tem profissões em que o uso do idioma é necessário? Ah, já sei...além da ignorância e do baixo intelecto de alguns manés que freqüentam esta merda, estes manés não devem saber escrever nem mesmo uma monografia ou redigir um texto!! E ainda por cima se acham espertos....basta escrever um período qualquer pontuando de forma errada para ver se alguém consegue compreender o que está sendo dito! A condição para a compreensão é uma disposição lógica, seqüenciada e organizada do conteúdo que se quer trasmitir! Pensem direito, A FORMA DETERMINA O CONTEÚDO!!!!! Se quero transmitir um conteúdo tenho que ter cuidado ao elaborar a forma como ele será transmitido, pois a forma da transmissão altera o produto final do conteúdo. Por exemplo, o modo como uma notícia é exposta, assim como o jogo de câmeras, palavras, pausas, disposição de imagens e titulo da notícia, altera o conteúdo que está sendo apresentado ao grande público, pois cada elemento listado acima cumpre um papel de significação e direcionamento do que está sendo mostrado. Cada um daqueles elementos compõem a forma de exposição da notícia. Experimentem (a começar por este site), prestar a atenção em como as notícias são expostas e observarão que embora, às vezes, o conteúdo em sua origem apresente explicitamente uma coisa, com a participação dos elementos utilizados na exibição da mesma, o produto final da notícia veiculada é outra coisa qualquer! É assim que se manipula informações...e de informações é que se compõem uma língua! Portanto, querer afirmar que o que importa é o entendimento final do que se fala, sem qualquer preocupação com a forma como isso será feito, demonstra, não somente, um contrasenso patente, mas tb uma total desordem mental e epistemológica de quem afirma tal absurdo! Antes de falarem merdas abissais, estudem um pouco de Filosofia, para não embarcarem em qualquer canoa furada.
P.S. Nem comentarei o silogismo idiota feito pelo autor da matéria....  | Você defende a forma sendo o primeiro a agredi-la. Vejamos:
trasmitir - ERRADO, é transmitir; Experimentem, prestar a atenção - ERRADO, é Experimentem prestar atenção; É assim que se manipula informações - ERRADO, o correto seria: "É assim que se manipulam informações"; contrasenso - ERRADO, é contra-senso.
E ainda por cima é mal-educado. Apesar dos erros grosseiros de português, consegui entender a sua mensagem, que revela que você não entendeu nada. O que eu quis dizer é que escrever "contrasenso" ao invés de "contra-senso" em nada prejudica a compreensão e o entendimento do discurso. Daí, por que condenar alguém por causa disso? Contudo, não por suas idéias, mas pela maneira de expô-las - agressiva, pernóstica e arrogante, aconselho-o a estudar mais a língua portuguesa, pois desse modo a comparação entre sua teoria e sua prática não se revelará um verdadeiro contra-senso.
 | Na pressa de digitar não prestei atenção em tudo que escrevi, não podendo, dessa maneira, realizar uma correção ortográfica. Outra coisa, mané, falei realmente contra alguns idiotas que pensam que escrever corretamente é desnecessário. Inclusive, muitos se baseiam na discussão que está em andamento nos departamentos de letras, de que a gramática é desnecessária para o aprendizado da língua portuguesa. Como pode alguém não aprender o que significa, uma Oração Subordinada Adversativa ou mesmo Aditiva. Pior, daqui a pouco, ninguém saberá o que significa "sujeito" e "objeto". Estes últimos, são indispensáveis para quem quiser entender e aprender, por exemplo, como foi criada a gramática e seu papel na organização dos idiomas nos séculos 19 e 20! Vc é que deveria ter sido claro, pois não focalizou o seu comentário na questão ortográfica e de estilo (onde realmente há excessos que não são utilizados ou sequer importam. Estes excessos quando eliminados, geralmente, não alteram seus conteúdos).  | Aquele babaca lá em cima. Ô alma de índio, se não gosta da Língua Portuguesa, porque não começa a falar outra língua ou inventa uma. Seu babaca!  | "quem n?o domina as palavras ? por elas dominado"
Essa trabalho do Bagno, no intuito de incluir, aumenta o que ele chama de "exclus?o". Ao ensinar aos mais pobres que o jeito que eles falam tamb?m ? certo, com todas as imprecis?es da norma popular, apenas vai perpetu?-los em sua ignor?ncia, tornando para eles impenetr?veis, inacess?veis, as mais importantes obras da l?ngua, os tratados acad?micos, as leis etc, todas escritas em norma culta (1), todas aquelas que contenham um caminho para alcan?armos o objetivo mais alto da comunica??o: a sabedoria. Hoje, encontrar algu?m, at? com n?vel superior, que compreenda um texto ? cada vez mais raro (o "alma - e sabedoria - de ?ndio" que o diga). Vejam os resultados das provas comparadas com outros pa?ses: sempre ficamos no honroso ?ltimo lugar. Dessa maneira, a manipula??o por meio de palvras as quais despertam antes emo??o do que reflex?o, porque n?o compreendidas de fato, vem se mostrando a arma mais eficaz de quem quer convencer a qualquer custo, e n?o mostrar a verdade, apenas derrotar seus advers?rios pol?tico-ideol?gicos. Os exemplos n?o tem fim. S? para ficar comm os mais comuns, reparem no uso das palavras e da rea??o que elas provocam, tais como "preconceito, cidadania, exclus?o, democracia, liberdade, fascismo, ditadura", tudo o que um bom livro de norma culta explicaria com rigor (ou pelo menos daria um conceito s?lido e coerente), e que a conversa popular, nebulosa por excel?ncia, confunde (2). Grande servi?o, Marcos Bagno!
PS: usando o argumento de autoridade, Bagno cita Arist?teles, um dos maiores intelectos da hist?ria da humanidade sem d?vida, para tornar sua premissa "o homem ? um animal pol?tico" auto-evidente, desnecess?ria de prova, coisa que ela n?o ?, e construir seu silogismo. Ter?amos que discutir o conceito de "pol?tico" em Arist?teles e para Bagno para ver se falam da mesma coisa, em primeiro lugar, e ainda se o for o caso de realmente falarem, verificarmos a validade da afirma??o. Eu tenho as minhas d?vidas tanto para um quanto para outro.
(1)aten??o: Guimar?es Rosa, por exemplo, dominava profundamente a norma culta para poder escrever algo como Grandee Sert?o: Veredas.
(2) Um dia, andando pelo centro de SP ? noite, presenciei uma ocupa??o de Sem-Teto. A mulher que discursou claramente n?o fazia a mais vaga id?ia do que falava, ca?a em contradi??o, criava bodes expiat?rios falsos, dava sentidos inexistentes a um monte de conceitos. Tudo isso para deleite de sua plat?ia ainda mais inepta do que ela, que por isso mesmo a aplaudia e acreditava estar aprendendo alguma coisa.
 | Infelizmente ninguém aqui entendeu merda nenhuma do que foi dito. O que se fala na introdução e em todo o restante do livro de Bagno trata de uma só questão: O Preconceito Linguístico. E isso não tem nada a ver com os discursos viabilizados pela palavra, nem sobre sua estruturação textual - está falando sim da forma, da gramática da língua como um código. E que nenhuma VARIEDADE LINGUÍSTICA (se é que vocês já ouviram falar disso) é superior à outra, pois são construções formais que se transformam devido à funcionalidade da língua e que o valor que é dado sobre certas construções consideradas erradas não é linguistico e sim social - tem a ver com a classe social que o falante q utiliza determinada variedade ocupa...
Sacaram!?!
'tipo assim' não é pior que 'por obséquio'...
ANARCOFILÓSOFO
Já que defende tanto a gramática e até se propôs "instruir" os "analfabetos" gramaticais que freqüentam este site, permita-me lembrar alguns pormenores das regras que esta compõe.
Anarcorfilósofo
Já que você defende tanto as normas gramaticais e até tentou dar aula de gramática para os "analfabetos gramaticais" que frequentam este site; deveria ter atentado para alguns pormenores que, lamentalvente, deixaram a desejar. Permite-me citá-los.
TITULO - segundo a gramática é acentuado. DA MESMA, A MESMA, O MESMO, OS MESMOS, AS MESMAS, O REFERIDO, A REFERIDA -são palavras que não se usam mais na construção detextos com finalidade de retomar um termo anterior, pois tornam o texto pobre e também existem os mecanismos de coesão textual e os artiladores sintáticos que existem pararealizar esta função. Para quem já ouviu falar em Lingüística o livro de Marcos Bagno (Preconceito Lingüístico. O que é, como se faz?) é sensacional, é excelente!!!!!!  | SE A FORMA DETERMINA O CONTEÚDO, Sr. Anarcofilósofo, então você deveria ter usado a sua norma culta para redatar a sua opinião.
Pois a partir do seu argumento defendendo com unhas e dentes a Gramática Normativa, pode-se verificar que você não foi nenhum pouco coerente consigo mesmo, ao utilizar uma linguagem extremamente coloquial e repleta de palavras de baixo escalão. POR QUE NÃO SE UTILIZOU DA NORMA CULTA PARA DEFENDÊ-LA? Ao mesmo passo em que demonstra grande ignorância a respeito do tema linguístico e prova seu PRECONCEITO LINGUÍSTICO contra as diversas formas de discurso da língua, você se utiliza de um vocabulário que julga totalmente errado para argumentar sua opinião.
E então? Devemos julgá-lo como analfabeto e burro???
O DISCURSO GOSTARIA DE ME CORRESPONDER COM MARCOS BAGNO. FAREI MINHA MONOGRAFIA USANDO DOIS DE SEUS LIVROS: PRECONCEITO LINGUISTICO E A NORMA OCULTA.
JEVAN Toda a forma de expressão é válida e compreendida, claro que dentro de contexto. Por isso constantemente nossa "língua portuguesa" esta se modificando. Uma aluna da UFRGS fez uma pesquisa que constatou que os professor universitário, a maioria, não estavam pronunciando os "S" no final das palavras, principalmente Verbo. Estariam eles se expressando errado? Ou esta havendo uma variação linguística? o homem do campo (sem instrução) ao se expressar esta realmente falando errado? Quem é o certo o professor universitário ou o homen do campo. Acho que o livro do MARCOS BAGNO traz muito bem essa questão.
 | Querem saber de uma coisa? Achei esse livro uma merda.... O Marcos Bagno se contradiz várias vezes no livro. Minha opinião pessoal. Tem gente que achou uma maravilhsa, eu particularmente não gostei. Existem várias coisas no livro que eu discordo, além da contradição q eu citei anteriormente. Se as normas cultas existem, elas deveriam ser seguidas... e variações linguísticas existem em todos os lugares, e é isso que identifica cada pessoa. Agora, o fato de falar uma palavra errada não deveria ser considerado como variação linguística! "chicrete" não vai ser, nem aqui e nem na China, uma palavra correta, sendo ela em São Paulo, em São Luís, ou em Portugal. Camões era português, e não brasileiro. E, é óbvio, não podemos julgá-lo deficiente mental por falar "pranta" ao invés de planta. Eu, que comprei o livro achando que seria interessante como o título, me deparei com um monte de asneiras....
 | VCS SÃO UM BANDO DE CABEÇAS DURAS! E NÃO IMPORTA O JEITO QUE EU ESCREVO OU DEIXO DE ESCREVER, O JEITO QUE EU FALO OU DEIXO DE FALAR...VCS VÃO SER SEMPRE UM BANDO DE TAPADOS CONSERVADORES QUE NÃO ESTÃO ABERTOS A QUALQUER NOVIDADE. DEVEM SOFRER E TER VONTADE DE SE MATAR TODOS OS DIAS QUANDO SÃO OBRIGADOS A ESCUTAR PESSOAS NO DIA-A-DIA DIZENDO AOS QUATRO VENTOS "AS MENINA É BONITA" "FRAMENGO" E ETC. BEM FEITO!!!! VCS SÃO MENORIA NESSA BOSTA DE GRAMÁTICA CULTA E NUNCA VÃO CONTER OS AVANÇOS DA LÍNGUA, QUE É VIVA E SE MOVIMENTA NO TEMPO E ESPAÇO, PRA BEM LONGE DE VCS. E COMO DIZ BAGNO, "A LÍNGUA VOA. A MÃO SE ARRASTA" E ANTES DE FALAREM TANTA BESTEIRA SOBRE O LIVRO DO CARA, DEVIAM LER MAIS PRA QUE ENTRE EM SEUS CABEÇÕES QUE A VARIAÇÃO NÃO-PADRÃO É, EM VÁRIOS PONTOS, MAIS CORRETA E LÓGICA DO QUE O SEU QUERIDO PORTUGUEZINHO BEEEEEEEEM CULTO. SEUS LAMBEDORES DE UM PORTUGUÊS!  | Olá pessoal, gostaria de também deixar aqui o meu comentário. Bem, eu acho que a gramática deve ser ensinada na escolas não do modo como sempre foi, mas , é claro, à partir do texto. Agora, o que é complicado, é a questão dela não ser levada tão à sério. Eu acho que ela deve sim ser a norteadora do nosso falar e escrever, para evitar uma futura babel em nosso páis, quando as pessoas jão não se entederão tanto. O assunto do momento é a questão do " preconceito linguístico" mas, corremos o perigo, se dermos ouvidos ao Bagno, de no futuro o assunto do momento ser : "Confusão linguistica" como resultado da aceitação de suas idéais. E aí, quem sabe será eu quem escreverei um livro e chamarei de " Confusaõ linguistica, o que é e como foi que tudo isto começou"  | E na escola... Sabe, tenho a impressão de que a grande maioria daqueles que deixaram sua opinião contrária ao parecer de Bagno, se leu, leu apenas um livro dele, ou só dele. Outros estudiosos, seguindo a linha do prestigiado ligüísta têm trabalhado na elaboração de planos de implementação prática das idéias trazidas à luz por Bagno. Um dos estudiosos, por exemplo, defende a idéia que a chamada "variante padrão" é o que se deve ensinar na escola. Já foi dito em outro comentário que, as variantes faladas são muito mais lógicas na sua estrutura do que as variantes escritas. Isso não é uma suposição, é fato! Falaram de filosofia e acusaram o autor em pauta de recorrer a silogismos pra defender uma idéia. Quem assim pensa, deveria defender seu ponto de vista com maior fundamentação do que mera afirmação volátil. Em geral, há unanimidade quanto a ensinar a leitura e escrita da "norma culta", ela é útil e serve a propósitos sociais de inclusão. Quando um brasileiro aprende um segundo idioma, não deve fazê-lo por pensar ser o português inferior a qualquer outro.Assim também, é necessário que nossas crianças aprendam, dominem a variante dominante, compreendendo, entretanto, sua origem, o valor intrínseco da variedade que domina desde a primeira infância. Obrigado, Bagno, Pretti, Karl Marx, Nildo Viana. A vocês e a tantos outros lingüístas humanistas devo a visão mais clara e menos arrogante que é inerente a meu ser. Ensinaram-me que as regras escritas têm sua origem na forma falada da língua. Salve a língua portuguesa, a mãe do nosso jeito de falar. Salve a humanidade que se faz compreender em meio ao caos lingüístico que é fruto da rica criatividade.
PS.: Gente, coloquial, adloquial, verborrágico, sintético, prolixo, tudo bem, mas temos que aprender a discutir idéias com qualquer vocabulário. Não precisamos, entretanto,deixar nossa humanidade, respeitabilidade para isso.  | Prezado Senhor, Marcos Bagno.
Sua preocupação em nos mostra essa diversificação linguistica tem efeitos positivos. Não sou especialista neste seguimento mas ao ler sua obra vejo quantas pessoas também como eu demonstra satisfação ao ver que esistem pessoas que conseguem ver todas estas váriações, diferenças. Sou filho de nordestino e sempre notei que o meu pai fala diferente de muitas pessoas, principalmente na região que eles moram, mas repercute suas expreções pq estas tem o seu sutaque de origem. A vc desejo muito sucesso e continui sendo este otimo escritor que passei a adimirar. Um forte abraço.
atenciosamente,
Palmas/To, 06 de setembro 2007
Celso Rodrigues da Silva
 | Muitos dizem que é ridiculo uma pessoa negra,de origem africana, ser indio que tem a cor amarelada e ser "branquelo" da origem portuguesa. Mesmo tendo apenas 11 anos ja aprendi bastante sobre o preconceito. Voce sabia que nao existe raças diferentes?Ou que todos foram feitos do mesmo jeito?Tenho quase certeza que sim.pois todos nos temos membros,cerebro,inteligencia;todos fomos feitos iguais mas seguimos caminhos diferentes.Somos diferentes nao so na aparencia mas tambem nos diferenciamos atraves de nossa etnia*,toda familia tem seus costumes, suas crenças, seu modo de vida, mas, todos vivemos no mesmo mundo so que de maneira diferenciada. Voce que esta lendo este depoimento preste atençao: nao discrimine, nao tenha preconceito pois um dia tudo vira contra voce mesmo, ou em outras palavras o feitiço vira contra o feiticeiro.  | Eu acho o livro simplismente sensacional, todos sabem do tamanho do preconceito que existe em nossa língua falada e escrita, sabemos sim que existem preconseitos principalmente com os nossos queridos nordestinos, por não terem um padrão social aceitável na sociedade mais acima do nosso país e o Carlos foi bastante feliz em relatar fatos que comprovam que tudo isso é real. Relato o meu comentário e ainda digo mais, o livro é sim espetacular, agora, vamos lêr mais um pouco antes de fazer qualquer comentário. o Cara se garante e a realidade é isso mesmo, quem tenha olhos que vejam e quem tem ouvidos que ouçam. Abraços aos bons e juízo aos ruins.  | Na verdade, cada um tem sua opinião! Essa briga que envolve a gramática e a língua existe a muito tempo e existirá sempre! Devemos aceitar que existem pessoas que não sabem utilizar a norma culta padrão, pois não tiveram acesso a ela. Culpa da falta de estrutura do governo? Talvez. Acho que todos sabemos a maneira ADEQUADA, e não "correta", de se falar. Tenho 15 anos, não posso entender muito sobre esse assunto, mas essa é a minha opinião e temos que aprender a respeitar a opinião dos outros, pois nunca ninguém falará e escreverá "corretamente" e sim ADEQUADAMENTE, de acordo com o que aprendeu.  | sinto muito se falar errado após tantas guerras e tragédias do dia a dia é moderno e falar bem ou ser do futuro me deixem no mundo pre-histórico arcaico porque errar todo mundo erra na escrita e na fala da humanidade mas precisamos procurar corrigir e aprender a senar o erro. Mas se os preguiçosos brasileiros e escória humana tem preguiça de ler e ser culto e acusa isto tudo como preconceito linguistico é acho q sou como deus preconceituoso com lucifer(diabo)que nao aceita viver em paz com o bem e o mal e no dia do juizo final vai separar o bem do mal.e se isto é preconceito entao viva os marginais e assassinos pois sao seres humanos como nós nao devem ser punidos nem presos se isto existe como preconceito é pra separar o mal do bem o errado sem futuro misturar preconceito racial com linguistico isto é burrice mas como o brasileiro é leviano ou seja burro sem conhecimento de nada viva o governo pois fez lavagem celebral em todos e conseguiu mudar o conceito de classico e culto pra mera banalidade falada hoje errar é humano mas permanecer no erro é burrice  | Percebam que os comentarios anteriores já são a maioria antigos, de até 5 anos atrás. Como já foi dito, hoje temos outros estudos e até propostas que contemplam a teoria de Bagno. Aos que ainda aparecerem por aqui e duvidarem da idéia mesmo depois de ler esse livro, sugiro que leiam o livro mais recente dele, "Nada na língua é por acaso", e/ou o livro de Bortoni-Ricardo, "Educação em língua materna".
Aos que não vão fazer isso, quero esclarecer as dúvidas dos últimos incrédulos que estiveram aqui:
Baseada em quê você diz que "chicrete" não está certo em lugar nenhum? milhões de brasileiros por todo o país falam assim e são compreendidos. A escolha da forma "chiclete" não é mais lógica, é motivada unicamente pelo prestígio. Lembrando da "pranta" de Camões, só queria lembrar q esse é um fenômeno que já existe há eras no português. De alguma forma é um tanto natural da língua.
E confusão é o que existe HOJE quando um aluno vai à escola e dizem a ele que o certo é uma coisa que ele nunca viu ninguém usar. Confusão é o q fica na cabeça dele quando ele finalmente aprende (ou não) a tal norma culta e não sabe onde usar pq só vê isso na escola e NUNCA oralmente. ATENÇÃO: a questão NÃO É deixar de ensinar norma-padrão na escola. É deixar claro o que ela é e quando usá-la e não botar cabresto na língua taxando qualquer coisa de errado. Se isso fosse causar confusão algum dia, não seria maior do que que há hoje. Até mesmo aqui nem todos que defendem a tal norma culta usaram ela ao defendê-la! Isso acontece porque ela não é natural, ou seja, é a prova de que não é a língua que falamos! E no máximo devia ficar no lugar dela: uma norma padrão que mais parece sintética útil apenas para ajudar certas comunicações e privilegiá-las. Devemos ensiná-la ao aluno para que não fique de fora dessas comunicações, mas não para que ele fale ou escreva assim o tempo todo!  | Essa questão é muito complicada, pois cada ser humano carrega em si uma estrutura da lingua que fala. Não é certo deixar de aprender a norma culta da língua, assim como suas regras e trejeitos, devemos saber fazer uso da língua da maneira correta apenas quando for preciso. o que não pode acontecer é esquever que a língua, assim como tudo na vida, está em constante evolução. É facil perceber essa transforamção na maneira como nos referimos as pessoas, antes usava-se "vossa mercê", depois "vós-mecê" até chegar no você que uilizamos. O que deve ser feito agora é uma reestruturação no ensino do português para que os falantes nativos não sintam estar aprendendo uma lingua estrangeira durante as aulas de português. (Ps: se escrevi algo errado, desculpem-me.) Tudo só depende da maneira de ver ,ler e interpretar,preconceitos existem,principalmente quando se trata de algo tão interessante como a língua portuguesa. Não vamos generalizar o conceito de "certo" e "errado". Menosprezar a língua menos favorecida é "errado". E dizer que algumas regiões do País usa a gramatica normativa corretissima comparando com outras regiões é maluquice. Mas sair dizendo que falamos tudo errado e nosso idioma não chega aos pés do que é falado em Portugal é suícidio da língua brasileira. Vamos com calma. É importante escrever e falar certo devido ao bom entendimento do receptor, ou seja comunicação escrita ou falada, tem o objetivo de passar alguma informação e para haver um bom entendimento devem escreve-las com coerência e corretamente de acordo com o assuto. Vocês são um bando de otários.Pensam que são as grandes mentes do mundo e são: GRANDES MENTECAPTOS eu soh tenho 15 anos e acho(na minha opinião) ki cada uma fala do jeito ki lhe foi ensinado e do jeitoh ki sabe certo ki quem quiser aprender mas vai estudar a lingua portuguesa pq hj em dia meu fio se vc nau sabe a lingua portuguesa vc nau vai arranjar emprego ki preste.... e vcs deviam utilisar uma forma de escrever ki todos intendencem di preferancia os jovens pq eu li esses comentarios e nau entendi pankas(bosta) de nada...
okk
e nau precisa me esculhambar se encrevi tudo errada esse tipo de escrita se chama INTERNETES o chamado vicio dos joves por orkut e msn ki causa isso ok
obr  | Bom, eu tenho 14 anos, e no meu colégio (aqui em Recife) a professora de português pediu para que lêssemos o livro (Preconceito Lingüístico), e que a partir dele faríamos trabalho para apresentação. Eu simplismente achei o livro maravilhoso, e que dá explicações a muitas coisas que eu me perguntaria um dia inteiro. Quanto à esse conflito de opiniões, eu não acho justo que um fique dando pontadas no outro, apenas porque sua opinião é contrária. Se esse é o seu ponto de vista, seja ele a favor ou contra, mostre-o e nos apresente os argumentos, tentando validar a sua opinião. Agora, ficar dizendo que o outro é idiota, que fala merda, que o autor do livro só fala besteiras, isso não é legal, aliás, é uma das poucas coisas que aprendemos no colégio (e em casa) que tem uma aplicação prática, pra vida inteira e para todos. Eu considerei o livro um dos mais eficientes sobre esta questão, e acho que tem tudo a ver com o que acontece hoje; que o preconceito linguístico é derivado de um preconceito social; e que a língua portuguesa das gramáticas, realmente, é inconveniente certas horas, tanto que, nesses meus 12 anos de estudo, nunca consigo lembrar ou aplicar uma regra de português. NMo entanto, me comunico todos os dias, compreendo e sou compreendida.
 | É imteressante o modo como expressar as palavras isso faz com que nós aprenda o modo correto da expressão lingüística. Se hoje nos ensinam o modo certo devemos aceitar pois se não sabemos corretamente falar o "abc" não somos capazes de conseguir um futuro melhor.
Isso serve para qualquer um até mesmo os adultos.
prestem atenção nas palavras que assim podem garantir um futuro de conquistas e vitórias.  | pessoal presta atenção, posso não esta falando correto pois ainda estou iniciando a faculdade de letras, mas já tenho minha opinião formada. olha só pra começar acho que devemos nos respeitar mais, pra que xingar uma pessoa pelo comentário que ele escreveu, não acham que é coisa de gente baixa? olha só cada um tem sua cultura e ao ler o texto entendi que cada um tem sua interpretação. como você pode se achar superior a uma pessoa se você não respeita a opinião dela. enquanto ao texto o que tenho a falar dele é que não devemos misturar língua e gramática pois são diferentes e se você se faz entender é o que importa. certo que tem algumas profições que pede o aprendizado da norma culta, um exemplo é o jornalismo, só que mesmo no jornalismo vemos erros piores do que os do nosso dia-a-dia e por jornalistas renomados e porque não os criticamos? por que é mais fácil criticar quem é do nosso nível pra ver quem pode mais e quem sabe mais. pessoas ridiculas e preconceituosas aqui não tem espaço para vocês. enfim desculpem mais uma vez os erros como já disse estou aprendendo agora um pouco mais da nossa língua. obrigado.  | Adorei o livro que foi indicado para leitura pela professora de linguística, realmente precisamos pensar que somos seres humanos. E a cada dia vemos vários tipos de preconceito, principalmente, quando estudamos e vemos que pessoas que são menos favorecidas não são tidas com respeito. Precisamos respeitar as maneiras de expressão de cada cidadão, elas existem e são muitas. Confio num mundo melhor e pessoas como você podem melhorar esse navio em constante mudança e que gira o tempo todo. Agradeço e foi uma honra. Parabéns  | ...As pessoas ali fotografadas são minha sogra, Alice Francisca, meu sogro, José Alexandre, e meu cunhado mais novo, Sóstenes...
Agradeço pela citação feita nesse trecho do livro, onde o senhor faz uma bela homenagem aos nordestinos na figura dos seus parentes, que, são discriminados de uma forma bem real, pelos motivos relatados em suas palavras. Sou estudante de Pedagogia em uma universidade aqui em Recife-PE o lugar onde nasci e cresci, e estou pela primeira vez em contato com uma obra sua. Gostaria de parabeniza-lo por tão prazerosa leitura que a sua obra está me proporcionando, gostaria de receber informes dos seus trabalhos para adultos e também para crianças, pois tenho uma filha de 3 anos e quero mostra-la as coisas maravilhosas que vivemos quando lemos um bom livro. Aguardo respostas. Que Deus o abençõe sempre. Solange Vicente, 28 anos.  | tiop, el ahco q concordo co esse tal de magno. ele foi mto esperot nessa historia de preconseito lingistico, abril os meus oliios e vi q esse negociode norma culta e coisa de burgues. coisa da classe dominamte e capitalista e seuvagem. a classe dominant fica dizendo q a lingua delis e serta mas n exist lingua serta, e so uma descupa pra discrimina os pobrs que n tiverão insino na escola funda mental!!!! diser q o que o nordestino fala ol ex-creve é errado é PRECON seito! fodasse a normal culta, nao eziste certo i erado, ningem pode frear os AVANCOS da lingua portugesa, o q inporta e ser compreendido e afirmar a sua variant lingistica e sua identidade cultural ta ligado. qem n concorda com migo e um bandi conservador burges capitalista seuvagem, tudo disciplo do bush!  | Até agora não consegui ler o livro do Marcos Bagno, apenas algumas partes e muitas discussões. Concordo na idéia central, mas reconheço certas radicalizações.
O recado que eu queria deixar é sobre a idéia de que o único objetivo é ser entendido. Vi alguns depoimentos afirmando esta idéia usando uma forma de argumento muito longe do padrão, que, comparando com a variedade comumente usada neste forum( e muitos outros), que não é adequado aqui. Quando estava lendo os depoimentos, me deparei com um texto cheio de modos característicos e tive dificuldade para ler, pois vinha lendo textos na forma mais próxima do padrão. A língua muda lentamente e, no atual momento, existe uma forma mais adequada para falar de temas complexos. A forma falada ou a escrita na internet não deve ser necessariamente rigidamente corrigida. O que diminuiria esta confusão de variedades é a atuação das escolas, que tanto as públicas e até as privadas, investem muito pouco em efetivas aulas de leitura.  | Aceitar as variações lingüísticas não é, necessariamente, defender uma anarquia ortográfica. Não podemos ter um raciocínio qualificador ou comparativo. Se o indivíduo faz-se entender numa forma não-paradigmática da língua, é correto, pois atingiu a finalidade dela. Ainda, as variações têm seus usos. Ninguém se dirige a um amigo da mesma forma que a uma banca examinadora de uma tese de doutorado. Deve-se sim, capacitar os nossos estudantes a discernir sobre tais usos. Eles devem ser capazes de adequarem a língua ao meio. Sendo os professores responsáveis em mostrar-lhes que em nossa sociedade há uma forma lingüística prestigiada, e que é através dessa forma que eles terão um acesso maior ao conhecimento, conseguinte, uma maior ascensão profissional.
Erick  | Sinceramente, achei esta discursão interessante e os dois lados estão realmente bem elaborados. Digamos que não tenho uma opnião formada, e foi por isso que entrei nes te site, mas acho que agrediar as pessoas ou o próprio site não vai levar a nada. Ainda não o livro "Preconceito linguistico" todo, mas espero um dia criar coragem para acaba-lo. Confesso que, esndo um estudante do primeiro ano do ensino médio ainda não tenho muito conhecimento literário ou gramatical, mas posso assegurá-los de que não entendi a opnião de muitos que aqui escreveram, tampouco o seu "lado". E escrevendo divinamente conforme, não querendo criticá-los, os padrões gramaticais, não pude entende-los. Esta chega a ser uma questão de lógica. Digamos que eu fale: "A mãe do pedro morreu ontem; vão enterrar ela amanhã". Você entende tanto quanto se eu falasse: "Ontem morreu a mão do Pedro; interra-la-ão amanhã. Aliás, no segundo exemplo eu deitei o meudiscurso aum nível metódico e nunca usado la língua coloquial. Agora chegamos ao ponto. Todo este tempo faláva-mos de uma linguagem coloquial, que segundo às regras gramaticais é errada. Mas eu desafio qualquer um a falar pelas ruas sem um único erro de português, eu por exemplo concerteza não falo como escrevo. Anarcofilósofo, seu argumento é interessante, mas talvezeu o teria entendido ou levado a sério se você não tivesse sido tão rude e grosseiro. E Alma de Índio, não concordo com a sua opnião. Afinal de contas, se o Brasil não tivesse sido tomado pelos Portuguêses, qual seria a chance de você existir hoje? Em primeiro lugar seja grato pela sua vida. Em segundo lugar se você não quiser falar o português, vá aprender o espanhol que está ao lado. Anarcofilósofo, você deveria reconhecer que está agindo mal, expressando-se mal, e não sendo uma boa pessoa. Agradeço a quem leu este comentário, e quem quiser continuar este assunto meu e-mail é : g.a.ferreira@hotmail.com  | Sinceramente, achei esta discursão interessante e os dois lados estão realmente bem elaborados. Digamos que não tenho uma opnião formada, e foi por isso que entrei nes te site, mas acho que agrediar as pessoas ou o próprio site não vai levar a nada. Ainda não o livro "Preconceito linguistico" todo, mas espero um dia criar coragem para acaba-lo. Confesso que, esndo um estudante do primeiro ano do ensino médio ainda não tenho muito conhecimento literário ou gramatical, mas posso assegurá-los de que não entendi a opnião de muitos que aqui escreveram, tampouco o seu "lado". E escrevendo divinamente conforme, não querendo criticá-los, os padrões gramaticais, não pude entende-los. Esta chega a ser uma questão de lógica. Digamos que eu fale: "A mãe do pedro morreu ontem; vão enterrar ela amanhã". Você entende tanto quanto se eu falasse: "Ontem morreu a mão do Pedro; interra-la-ão amanhã. Aliás, no segundo exemplo eu deitei o meudiscurso aum nível metódico e nunca usado la língua coloquial. Agora chegamos ao ponto. Todo este tempo faláva-mos de uma linguagem coloquial, que segundo às regras gramaticais é errada. Mas eu desafio qualquer um a falar pelas ruas sem um único erro de português, eu por exemplo concerteza não falo como escrevo. Anarcofilósofo, seu argumento é interessante, mas talvezeu o teria entendido ou levado a sério se você não tivesse sido tão rude e grosseiro. E Alma de Índio, não concordo com a sua opnião. Afinal de contas, se o Brasil não tivesse sido tomado pelos Portuguêses, qual seria a chance de você existir hoje? Em primeiro lugar seja grato pela sua vida. Em segundo lugar se você não quiser falar o português, vá aprender o espanhol que está ao lado. Anarcofilósofo, você deveria reconhecer que está agindo mal, expressando-se mal, e não sendo uma boa pessoa. Agradeço a quem leu este comentário, e quem quiser continuar este assunto meu e-mail é : g.a.ferreira@hotmail.com  | Gostaria de deixar minha opinião: O fato de as pessoas não usarem a norma culta no dia a dia não quer dizer que elas sejam tapadas. Aposto que ninguém fala dentro de casa, por exemplo, "levantar-me-hei" ou "dê-me um cigarro", usamos a linguagem livre. Mas uma coisa eu defendo: devemos conhecer as regras gramaticais, pois, não é sempre que podemos usar a linguagem livre, ao fazer uma redação,por exemplo, é óbvio que devo usar a norma culta! Enfim, o que existe é a linguagem adequada para cada situação, ninguém vai usar a norma culta no msn!!  | Boa noite. Sou letrada e já há algum tempo (mais precisamente em 2003), tive a oportunidade de ler o livro supra comentado. Vi me neste sítio por força de o mesmo livro estar no conteúdo programático de um concurso que pretendo fazer, o que, inclusive me deixou surpreendida, pois este assunto não costuma ser abalizado em concursos públicos. Li os comentários e devo dizer que talvez não tenha a competência necessária para tecer meus comentários, pois como bem li acima, várias publicações foram editadas a posteriori do livro ora comentado e o assunto não foi por mim produto de estudos depois que me formei na faculdade, porém penso que a línguistica não significa a supressão da gramática normativa, sendo aquela inclusive, um complemento desta. Dizer que todos devemos usar a norma culta nas nossas conversações cotidianas é pecar contra a evolução da língua (amplamente observada e estudada), mas dizer também que a gramática normativa deve ser suprimida dos bancos escolares é decretar a falência do progresso humano em termos da boa e aprimorada comunicação.  | Por favor, leiam um pouco mais e informem-se a respeito de Linguística ou Gramática Normativa antes de se darem ao luxo de discutirem sobre o assunto em qualquer lugar que seja. Quero afirmar que vocês estão confundindo Norma Culta com Norma Padrão: uma não tem absolutamente nada a ver com a outra. Norma Culta é a linguagem coloquial, do dia-a-dia, que usamos quando temos certo grau de conhecimento sobre a Língua e Norma Padrão é o modo correto como deveríamos usar a Língua (fato que quase nunca ocorre). Falando em discutir: não se diz DISCURSÃO. DiscuRsão é um discurso grande. Quando nos referimos a um debate, dizemos discussão. Habilitem-se antes de discutir sobre qualquer assunto. É o mínimo que deveríamos fazer. É triste assistir pessoas falando sobre o que não sabem. Abraços.  | Sou estudante de Pedagogia,e preciso fazer um trabalho para a faculdade deste livro do Marcos Bagno,e me deparei com vários comentários que além do livro também me deram uma lúz,amei ler,pensar e tirar minhas próprias conclusões.Eu estou aprendendo a cada dia com cada informaão que recebo lá na fac. em sites,em conversas em livros e na vida e este momento foi um precioso momneto.eu só tenho a gradecer,qaunto aminha opinião...eu penso que devemos estudar muito,aprender sempre,mais nunca devemos deixar de lado nossas raizes e nossa história,pois cada um tem a sua própria,agora preconceito,deve ser banido de nossos corações sepre!!!!Eu preciso muito aprender mais já vejo algumas coisa.A todos um forte abraço e continuem se expressando na vida.As opiniões são muitas,cada um tem a sua,agora agressividade nunca,só amor.  | Estou estudando o livro do Marcos Bagno e amei a mensagem que ele passa. Acho que todos os brasileiros deveriam ler esse livro. Antes de ler esse livro eu não consegui entender sobre língua e gramática. Também graças ao livro e a opinião dos internautas pude entender melhor as coisas. Quero deixar aqui também minha opinião aos internautas que participaram quase que brigando no início do discurso.Xingamento e palavrões são falta de ter o que falar, hein? Não tenho preconceito linguístico. Quem tem não ganha nada com isso. Pois cada um fala como quer e ninguém pode obrigar. Acho a gramática importante porque ela é o nosso padrão, mas falar como os gramáticos não dá. Sabe aquele ditado: "Faço o que eu mando e não o que eu faço"? Os gramaticos são meio assim. Com todo respeito aos gramáticos da língua, até hoje não consegui aplicar a norma culta que aprendi na escola.Tento escrever de modo que todos me entendam e valorizo muito a minha língua. Mas até hoje não consegui. Mas não quer dizer, pessoal, que devemos desvalorizar a gramática, hein? Ela é padrão. A língua muda e a obrigação da gram´tica é mudar de acordo com ela. Acontece que a gramática até muda, mas mais lentamente. Parabéns Marcos Bagno pelo livro e aos internautas que deram suas opiniões. Opinião é liberdade de expressão e todos nós temos o direito.  | Amigos, isso tudo é muito real e eu mesmo fui vítima desse preconceito, por isso vim aqui denunciar meu caso.
Sou vendedor de roupas. Um cliente veio à minha loja e comprou uma calça de R$ 114,90. Ele decidiu parcelar em 6 vezes, e eu aceitei. Fiz a conta de cabeça e lhe informei que cada parcela sairia R$ 68,30. Ele ficou revoltado e me acusou de bandido, entre outras palavras que prefiro não repetir aqui.
Bom, sinto que fui alvo de preconceito matemático; ele certamente estava se baseando na matemática que aprendeu na escola, a ?matemática padrão?, sem saber que a matemática é uma coisa viva, que evolui junto com a sociedade. Gostaria que me ajudassem a encontrar um meio de processar esse cidadão pela sua atitude preconceituosa inaceitável nos dias de hoje. Obrigado.
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