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| | Mais de mil vítimas civis
A invasão do Iraque começou com um bombardeio na noite de quarta-feira, dia 19. Até agora já morreram pelo menos 1000 civis. Os EUA se encontram agora às portas de Bagdá, mas ainda não têm o controle das outras cidades. O cerco à capital iraquiana pode provocar uma tragédia humanitária e multiplicar o número de civis mortos e feridos. A informação vem sendo usada como arma de guerra pelos governos dos dois países. O resultado são dados conflitantes e pouco confiáveis vindo dos dois lados. Robert Fisk direto de Bagdá: 0 | 1 Informes da Inteligência Russa sobre a invasão: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | o fim dos informes
Um documento confidencial do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários datado de 7 de janeiro de 2003 estima que 30% das crianças com menos de 5 anos no Iraque devem morrer de desnutrição em caso de guerra e outras 10 milhões de pessoas devem passar fome. O percentual, que equivale a 1 milhão e 260 mil crianças, não inclui as vítimas de ataques militares. Organizações pacifistas estimam que mais de 500 mil iraquianos podem morrer num conflito bélico intenso e mais de 2 milhões de pessoas poderão tornar-se refugiadas de guerra.
Movimentos pacifistas em todo o mundo estão chamando protestos constantes para pressionar os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido a parar a guerra. AGENDA ANTI-GUERRA:
Mais um filminho patriota americano Finalmente a tão anunciada guerra começou. O que o presidente americano tanto ameaçou (deu até prazo) foi apenas uma dica de pauta para os meios de comunicação. Foi programado pra depois do oscar ( que coincidencia !!! ), até parece a rede globo que atrasa o jogo de futebol pra passar a novela. Mas é, a industria do entretenimento dá lucro, precisava passar antes a novela pra depois ter jogo. Mas qto tempo os americanos aguentam o jogo ? Pouco, muito pouco, esta é a cartada final para tentar levantar a economia norte americana em decadência. Depois de fechar o segundo ano consecutivo em defcit, o jeito é roubar o petróleo e a aguá do Iraque. A desculpa de ser uma guerra contra o terror já não cola mais nem no cidadão não-politizado. Mesmo que Bush vença (se é que isso é possivel) sua moral e a pseudo integridade dos Estados Unidos estão abalados. A dominação cultural está sofrendo sérias lesões. E posteriormente, graças a decadêcia de sua economia, a financira também. Mundo acorda ! Liberta-te das amarras do monopólio ! Seja livre ! PARA BUSH O MUNDO É UMA GRANDE "COLÔNIA" VEJAM EM "www.charges.com.br" A CHARGE O SENHOR DA GUERRA Blogs - jornalistas independentes direto da guerra http://dear_raed.blogspot.com - Jovem iraquiano está no centro de Bagdá e, com o codinome de Salam Pax, dá detalhes do que vê na cidade. http://www.qhate.com - Blog coletivo de kuaitianos sobre a guerra. http://www.back-to-iraq.com - Ex-repórter da Associated Press lançou um blog sobre a guerra e espera arrecadar US$ 10 mil em doações para voltar ao Iraque, onde já cobriu a crise no Oriente Médio. Promete uma cobertura independente e exclusiva. http://www.warblogs.cc - Lista de blogs que estão cobrindo a guerra. http://peaceblogs.org/list.php - Lista de blogs que são contra a guerra e pedem paz. Outros blogs que estão cobrindo a guerra: (em inglês) http://www.agonist.org http://www.crazysaddam.com http://www.dailykos.com http://www.antiwar.com http://lincolnplawg.blogspot.com http://www.gazimbo.com/weblog/MEER.html http://www.nowarblog.org http://www.tacitus.org http://www.vodkapundit.com http://www.warblogging.com http://www.yalefreepress.blogspot.com Qual é o busílis ? Olá amigos esquerdistas,tudo bem? Inicialmente eu gostaria de agradecer a existência desse espaço democrático que é o CMI. E gostaria de saber de vocês se vocês são contra guerras ou contra Bush. Até logo e boas manifestações para todos!!! Saddam You Murderer ! Penso em Bush e rezo por ele. Até que enfim a ONU e o Hussein vão para o lugar que merecem! Não, não vomitem universitários... Vida longa aos Republicanos ! BUSH(A) NOSSA DE CADA DIA A DESPEITO DA REPROVAÇÃO DA MAIORIA DA POPULAÇÃO MUNDIAL, A OFENSIVA MILITAR DE BUSH CONTRA O IRAQUE PROSSEGUE. SUAS JUSTIFICATIVAS: DEFENDER OS EUA E LEVAR A DEMOCRACIA AO PAÍS. NOSSAS PERGUNTAS: DEFENDER DE QUE? QUE REAIS EVIDÊNCIAS COMPROVAM QUE O IRAQUE, ECONOMICAMENTE DESTRUÍDO COM TANTOS EMBARGOS APÓS A PRIMEIRA GUERRA DO GOLFO, REPRESENTA ALGUM TIPO DE AMEAÇA À TODA PODEROSA SUPERPOTÊNCIA NORTEAMERICANA? E O QUE PENSAR, ENTÃO, SOBRE A AUTO-ATRIBUÍDA MISSÃO DE LEVAR A DEMOCRACIA E LIBERDADE A TODOS OS POVOS DO MUNDO? DEMOCRACIA NÃO SE IMPÕE ÀS CUSTAS DE TANQUES E AVIÔES DE GUERRA. DIANTE DE TANTA INSENSATEZ, MANIA DE PERSEGUIÇÃO E DELÍRIOS DE GRANDEZA, TALVEZ SÓ RESTE UMA EXPLICAÇÃO POSSÍVEL: SERÁ QUE BUSH É ESQUIZOFRÊNICO??? Guerra no Iraque - fontes alternativas de informacao Alternative Iraq War Resources http://www.ucimc.org/feature/display/10428/index.php http://www.indymedia.org ESCUDO HUMANO EU Ricardo Pinhão Fidencio, quero muito trabalhar nesta guerra , sou formado em enfermagem e quero saber se há alguma chance de eu ir para o conflito? Informação Ricardo, segue abaixo informações e contatos do grupos de escudos humanos no Iraque (www.humanshields.org) Contact Information Office in Baghdad Palestine International Hotel Ph: 00-964-1-816 4400 ext. 4666 Office in Amman, Jordan Shane Mulligan, Antoinette jordan@humanshields.org Al Saraya Hotel, Downtown Amman, Jordan. (Nr.Raghadan Bus Station) +962 6 465 6791 Primary Press Contact: Ken Nichols O'Keefe ++962 6 465 6791 (room 302 or Human Shield Office) Britain Press & General contact UK: Torben +44 (0) 7946 660 784 Press contact UK no. 2: John Freeman +44 (0) 7769 871 101 press@humanshields.org or admin@humanshields.org Europe Contact europe@humanshields.org U.S.A. West (based in LA) ? Contact Bob Robertson usawest@humanshields.org Australia australia@humanshields.org South America southamerica@humanshields.org GUERRA O conflito em curso no Iraque é fonte inesgotável de notícias. Quando abrimos jornais, revistas, ligamos o rádio ou assistimos à televisão, há uma certeza: seremos munidos de informações sobre o desenrolar das operações no Oriente Médio. Portando, a imprensa apresenta-se como importante peça do jogo político internacional atual. Contudo, o que mais me impressiona neste momento é o caráter muitas vezes tendencioso da mídia que tem como função principal noticiar. Infelizmente, até o momento, grande parte da imprensa tem se limitado somente a opinar.
Há claramente um senso comum em grande parte da mídia, e este responde pelo nome antiamericanismo. É uma pena, pois quando a tendenciosidade surge, o bom jornalismo desaparece. É isto que temos visto recentemente. Não existe contraponto à inclinação das análises apresentadas e notícias veiculadas. Quem perde com isto é o publico, o País e mais do que qualquer destes, o bom jornalismo. Toda esta dinâmica faz surgir discrepâncias. Subitamente, o tirano de Bagdá surge como vítima, defendido por pacifistas ao redor do mundo. Saddam está longe ser vítima. Este senhor, que responde pelo governo do Iraque, é responsável pela morte de centenas de milhares de pessoas nas guerras que travou, especialmente contra o vizinho islâmico xiita Irã. Durante os conflitos, como estratégia de guerra, foram colocadas, sob ordem do ditador, crianças na linha de frente das batalhas para que estas detonassem as minas terrestres, pois assim suas tropas poderiam avançar com menos baixas. Que espécie de homem é esse? Assim, também ordenou massacres com armas químicas, ainda em 1988 (contrariando disposições da ONU), contra seus próprios nacionais, os curdos iraquianos ( http://www.kdp.pp.se/chemical.html), em uma ação coordenada pelo seu homem de confiança, Ali Hassan, conhecido como “Ali Químico”. Estas são mostras de quem é Saddam Hussein e do que ele é capaz para atingir seus objetivos. Entretanto, simplesmente por estar contrário aos interesses dos Estados Unidos, é alçado ao posto de vítima. Ora, sabemos que se há vítima naquele país, com certeza não é Saddam. Pergunto-me onde estavam os pacifistas quando crianças eram usadas como iscas para minas terrestres e cidades curdas estavam sendo exterminadas por armas químicas? Pergunto-me porque não foi noticiado, com a devida proporção, o massacre da cultura e do povo tibetano pelo governo comunista chinês? Pergunto-me porque não é divulgado, com a mesma intensidade, as atrocidades cometidas pelo governo russo na Chechênia? Porque os pacifistas não lutam pela abertura política, libertação e fim da tortura em Cuba e na Coréia do Norte? Onde estão os ativistas de Direitos Humanos quando pessoas morrem de fome na África sob o argumento de estarem sendo poupadas dos supostos “perigos dos alimentos transgênicos”? Por fim, porque os contratos de exploração de petróleo e venda de armas entre França, Rússia, China e o governo de Saddam, que somam mais de US$ 41 bilhões, não foram amplamente divulgados? Outro fato curioso são as manifestações contrárias à guerra nas mais diversas capitais do mundo, entre elas, Londres, Berlim, Roma, Moscou, Paris e Seoul, somente para citar algumas. Sempre me pergunto se estas pessoas têm consciência que sua liberdade de expressão, ou seja, a liberdade de se manifestar contrariamente aos Estados Unidos, foi única e exclusivamente assegurada pelo esforço americano contra o fascismo, nazismo e comunismo. Estes regimes, que assombraram nações, não toleravam a liberdade de expressão, associação, religião e idéias. Manifestantes que se opõe à libertação do Iraque estão evitando que aquele povo tenha voz e possa, se quiser no futuro, também se manifestar, assim como fazem os supostos pacifistas. Temos que entender que “mídia independente” não é o mesmo que “mídia antiamericana”. Uma mídia independente é sinônimo de pluralismo, debate e diferentes análises. A abordagem atual me parece parcial, o que gera uma idéia equivocada dos acontecimentos. Ora, enquanto as vitórias dos aliados quase não são divulgadas, fornecendo-se ênfase somente a eventuais tropeços e retardamentos, qualquer tímida resistência de Saddam (não confundir a resistência das forças do ditador com uma suposta resistência do povo iraquiano) é fartamente noticiada. Os analistas escutados somente endossam a tese antiamericana, deixando-se de lado outros que possuem visão política diversa. Assim, os americanos, que já livraram o mundo do totalitarismo pelo menos duas vezes no século XX, são moldados como pessoas cruéis, ao meu ver, de maneira equivocada. Enquanto a mídia não se apresentar de maneira independente ou neutra, não haverá chance de termos um bom jornalismo, pois ao invés de notícias, somente veremos versões distorcidas dos acontecimentos, em grande parte das vezes, antiamericana. Cria-se uma suposta unanimidade, sempre burra, como dizia Nelson Rodrigues. O jornalismo, especialmente neste momento, não precisa de unanimidade, mas de diversidade e liberdade. * Márcio Chalegre Coimbra, é advogado na área de Direito Internacional. Habilitado em Direito Mercantil pela Unisinos. Professor dos Departamentos de Direito e Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília e UniCEUB – Centro Universitário de Brasília. --------------------------------------------------------------------------------
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