HISTÓRICO
Há 20 anos iniciamos uma luta pela criação do primeiro Museu de Artes Gráficas (cartum, charge, caricatura, história em quadrinhos e ilustração) no Brasil. Finalmente no dia 16 de dezembro de 2.002 este museu foi inaugurado no Arquivo do Estado de São Paulo (por ser a entidade com melhor infraestrutura para preservar, restaurar e com área disponível para desenvolvermos várias atividades) através do então secretário da Cultura do Estado de São Paulo, o Sr. Marcos Mendonça, que desde o início de nossas conversas se mostrou um grande entusiasta e batalhador de nossa causa.
Infelizmente, dezesseis dias depois da inauguração o Sr. Marcos Mendonça foi substituído pela Sra. Claudia Costin. A nova secretária assumiu e não se mostrou simpatizante de vários projetos realizados pelo seu antecessor. Depois de alguns dias desativou muitos destes projetos, inclusive o Museu de Artes Gráficas do Brasil. Os motivos colocados por sua Secretária Adjunta, Sra. Evelyn Levy. para o fim do museu são: de que o museu não tem interesse para o público, só há interesse por um grupo pequeno de desenhistas, que o museu não tem estofo artístico e cultural, a secretaria só se interessa por grandes projetos, que discorda da importância dos quadrinhos na educação e como objeto de leitura das crianças. Por fim nos aconselhou a procurar a iniciativa privada, no caso: a Escola Panamericana e a ABIGRAF - Associação Brasileira da Indústria Gráfica, e que juntássemos ao nosso Instituto pessoas do bem. Cabe ressaltar que fazem parte deste Instituto as seguintes pessoas:
Camilo Riani, Gepp e Maia, Zete ( diretora do Salão de Piracicaba há 22 anos), Newton Foot, Antônio Sartini, Sidney Gusman, Dra. Sônia Luyten, Spacca, Victor Poyares, Dr. Valdomiro Vergueiro, Wagner Augusto, Zélio, Sandra Bini, Fernando Gonsales, Cariello, Klebs Júnior, Evaristo Azevedo, Marcos Guido, Giovanni Voltolini, Marcelo Alencar, Lúcia Mendonça, Douglas Quinta Reis, Daniela Rangel Baptista, Mariângela Bastos Buono, Dra. Renata Dorce Armonia e Gualberto Costa.
Apesar da curta existência conseguimos coletar, através de doação dos artistas gráficos, um acervo com 9.756 originais de 241 artistas.
No resto do mundo a importância dada às artes gráficas é representada nos mais de 100 museus, dedicados exclusivamente a esta área, espalhados pelos 28 países tais como: Estados Unidos, Itália, Japão, Inglaterra, Alemanha, Suécia, Coréia, Portugal, Dinamarca, Cuba, França, Argentina, Espanha, México, Bélgica, Holanda, Bulgária, Polônia, Grécia, Nova Zelândia, Canadá, Austrália, Yoguslávia, Suíça, Uruguai, Turquia, Antibes e Áustria.
Se você quiser recolher assinaturas não virtuais, clique aqui para fazer o download de
abaixo-assinado em doc. word.
ENVIE AS ASSINATURAS PARA:
Gualberto Costa
Rua Muniz de Sousa - Aclimação
cep: 01549-001 São Paulo, SP.
Nós, abaixo assinados, vimos manifestar o nosso repúdio ao fim do Museu de Artes Gráficas do Brasil, entendendo a importância deste para a preservação das artes, fomentação da cultura brasileira e colaborador fundamental para a educação.
Cobramos do Excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo, a reabertura do Museu das Artes Gráficas do Brasill. Assegurando a sua permanência e garantindo assim o seu desenvolvimento.
