Nas escolas, igrejas, meios de comunicação e na própria família, aprendemos que “a mulher é feita para o homem e o homem para a mulher”. Mas porque temos que seguir essa regra? Qualquer opção sexual diferente dessa é tratada como doença ou anormalidade, e o amor espontâneo e livre é visto como um desrespeito à moral e aos “bons costumes”.
Sendo a sexualidade livre de qualquer instituição, como as religiosas, à sua proibição e repressão não se legitima. Seja um individuo heterossexual, homossexual, bissexual ou transexual, cabe a ele, e somente a ele, a livre manifestação de sua sexualidade. Nos colocamos contra o preconceito dos dogmas religiosos. A religião não deve intervir na sexualidade e na liberdade dos indivíduos.
O CCMA julga por consenso que, qualquer forma de afeto recíproco é extremamente benéfico tanto individualmente como coletivamente e ninguém, tanto individualmente ou coletivamente tem o direito de interferir na opção de cada individuo. O amor é um sentimento ótimo que não deve obedecer a nenhuma regra ou imposição, é uma escolha pessoal de cada indivíduo que deve ser respeitada.
Sempre questione a validade de uma instituição que vá contra seu direito de livre escolha e não aceite de forma alguma qualquer imposição a sexualidade, independente de padrões morais sem fundamentos, tão questionados e mutáveis durante a história.
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