Um homem que usa dois nomes e não é artista, é muito suspeito. Mas também é conhecido como pistolinha de ouro, para os íntimos.

A dialética entende que as críticas (antiteses) são fundamentais para que ocorra o processo histórico, sem as quais tudo ficaria estagnado. Teses x antiteses = síntese = processo dialético da História.

Não importa de quem venha. O CH tem seu passado collorido, mas jamais foi levado às barras dos tribunais pelas acusações que faz tanto à direita quanto ao centro (PT é centro e já foi esquerda). Esquerda de verdade é PSTU e PCO.

Merece ser lido diariamente...


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DOSSIÊ LUIS FAVRE SUPLICY (texto longo)






Marido de Marta vai ganhar R$ 20.000,00 por mês sem trabalhar
Por Coluna do Cláudio Humberto 26/09/2003 às 17:59


O argentino Wermus (nome real de Luís Favre), que nunca trabalhou na vida e se especializou em dar o golpe do baú, vai ganhar R$ 20.000,00 por mês do Duda Mendonça. Duda Mendonça? Não é o marqueteiro do Lula?



Sem qualificação
“Favre” ganhou emprego com Duda Mendonça porque não pôde assumir a subchefia de Assuntos Federativos da Casa Civil, para a qual fora nomeado em maio. Ele não tem a qualificação mínima exigida: curso superior.




URL::  http://www.claudiohumberto.com.br


PESQUISA NO SÍTIO
Foram encontrados 83 registros de "favre"



Marta criou o jeito...
Já não se fazem petistas como antigamente. Depois que a prefeita Marta Suplicy viajou à Suíça para conhecer creches e aproveitou para passar o fim-de-semana num charmoso hotel francês, em companhia do argentino Luís Favre (pivô de sua superação), agora é a vez do deputado Tilden Santiago (PT-MG) descolar um passeio na Europa por conta do Erário.
Brasília, 01 de junho de 2001

En français
Dois vereadores de oposição ao PT, em São Paulo, Gilberto Natalini (PSDB) e Carlos Apolinário (PMDB), resolveram iniciar os seus discursos, sempre, com citações em francês.
Esperam, assim, ganhar um pouco da atenção da prefeita Marta Suplicy, tão encantada com o jeito e as pessoas da pátria adotiva de Luís Favre.
Brasília, 04 de junho de 2001

Rega-bofe privado
A prefeita Marta Suplicy ofereceu jantar em sua casa – a cargo do sofisticado buffet de Charlô Whately, bem ao gosto dos trabalhadores que a elegeram – para homenagear Zezé di Camargo e Luciano, pela música que presentearam ao PT. Chamaram a atenção a presença de Lula e a ausência do ex-marido, senador Eduardo Suplicy, igualmente presidenciável. A desfeita pode ser explicada: tem gente que jura ter visto no rega-bofe o argentino Luis Favre, pivô da sua ruidosa separação.
Brasília, 09 de agosto de 2001

Casório em São Paulo
As relações entre Marta Suplicy e o milongueiro Luís Favre foram reveladas nesta coluna, no início de março passado, e logo desmentidas pela prefeita e seus militantes. Ela ainda estava casada com o bom senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Após ameaçar processar o colunista, Marta anuncia casamento com Favre em 2002. Será sua quinta mulher.
Brasília, 11 de agosto de 2001

É um especialista
O namorado de Marta Suplicy, Luís Favre, tem lábia de vendedor de livros e é insinuante como um dançarino de tango. Assim – dizem seus amigos – ele conquistou a milionária petista Marília Andrade, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, em cujo apartamento parisiense ele viveu muitos anos. O mesmo apartamento que hospedou Lurian, filha de Lula.
Brasília, 11 de agosto de 2001

Hóspede espaçoso
O romance entre Luis Favre e Marta Suplicy começou na sua campanha à prefeitura paulistana, no período em que ele ficou hospedado na casa da candidata por dois meses. Os filhos de Marta descobriram o romance e o expulsaram de casa. Ficaram solidários ao pai, senador Eduardo Suplicy, que, como sempre acontece, foi o último a saber.
Brasília, 12 de agosto de 2001

Marta Favre
Feminista e liberada, será que a prefeita Marta vai devolver ao senador Eduardo Suplicy, seu ex-marido, o sobrenome que a celebrizou?
Brasília, 12 de agosto de 2001

Amor inimputável
Além de faturar a prefeita Marta Suplicy, o argentino Luis Favre passou a embolsar ótimo salário como seu “assessor internacional”. Ela mudou a lei para permitir a contratação de estrangeiros – ou seja, ele. O que não mudou foi a imunidade de estrangeiros em processos civis por improbidade administrativa, por exemplo. O milongueiro é inimputável.
Brasília, 13 de agosto de 2001

Conspiração burguesa
Num seminário que reuniu jornalistas militantes do partido, no final da semana, o PT considerou que não passa de uma “conspiração burguesa” a repercussão da notícia do casamento da prefeita Marta Suplicy com o argentino Luis Favre. Não ficou claro se a “burguesa” é a dita cuja.
Brasília, 13 de agosto de 2001

Marta.com/censura
Para conhecer as pessoas, sobretudo “democratas de palanque”, é preciso dar-lhes poder: quando esta coluna é acessada pelos computadores da Prodam (empresa de processamento de dados da prefeitura de São Paulo), as notícias sobre a prefeita Marta Favre saem com as letras embaralhadas. É a censura virtual do petismo.
Brasília, 15 de agosto de 2001

Lula, o alcoviteiro
Os petistas andam incomodados com a versão alcovita de Lula, no namoro da prefeita Marta com Luis Favre. Além de vingar-se do senador Eduardo Suplicy, que ousou lançar-se candidato a presidente, Lula dá uma mão àquele que, casado com a herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, hospedou sua filha Lurian na casa parisiense da milionária.
Brasília, 15 de agosto de 2001

Lição ao vivo
O jornal “Hoje”, da Globo, ofereceu chance de ouro, nesta segunda, para a prefeita Marta Favre melhorar a baixa popularidade. Convidada a trombetear o seu curioso projeto de habitação, que esconde sem-teto em hotéis, quem brilhou foi a prefeita de Florianópolis, Ângela Amin, campeã de aprovação, que mostrou como se faz um programa habitacional sério.
Brasília, 21 de agosto de 2001

Verba secreta
A prefeita Marta Favre visitava nesta terça a administração regional da Capela do Socorro, a maior e mais pobre de São Paulo, quando deixou escapar que terá R$ 200 milhões, em 2002, para novos investimentos. Quando um repórter perguntou como o dinheiro será aplicado, ela reagiu:
- Isso é secreto. Aliás, eu não deveria ter falado, nem você escutado.
Brasília, 22 de agosto de 2001

Ele dá trabalho...
Luis Favre sabe mesmo viver a vida. Antes de tornar-se consorte (ou “conazar”?) da prefeita, conforme esta coluna revelou primeiro, ele foi casado com a milionária petista Marília Andrade, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, em cujo apartamento parisiense viveu durante anos – tendo nele hospedado Lurian, filha de Lula com Miriam Cordeiro.
Brasília, 27 de agosto de 2001

...mas não trabalha
Antes de Marília Andrade, a terceira mulher de Luis Favre era sobrinha do maestro e compositor americano Leonard Bernstein, falecido em 1990, a quem acompanhava, sobretudo, nas turnês européias (claro), com aquela pose de latin lover. Procura-se uma testemunha de um só dia de trabalho na vida de “monsieur” Favre.
Brasília, 27 de agosto de 2001

Vaias para ela
A prefeita Marta Suplicy/Favre continua amargando a repercussão negativa do seu romance com o argentino Luis Favre, aquele que não precisa dar duro para ganhar a vida. Há semanas a sua caixa de correio eletrônico está congestionada de críticas e com informações esclarecedoras sobre o arremedo de latin lover que a conquistou.
Brasília, 30 de agosto de 2001

O NYT acertou
O deputado José Genoíno (PT-SP) divulgou a nota “O New York Times errou”, dizendo que a prefeita Marta Favre não está sob investigação, como informou o importante jornal americano. Para ele não contam, claro, a CPI dos contratos sem licitação com empresas de lixo, o leite superfaturado, os escabrosos acordos com empresas de ônibus etc etc.
Brasília, 07 de setembro de 2001

Alma do negócio
A prefeitura petista de São Paulo promove licitação (sic) para a agência que vai trombetear as “realizações” da prefeita Ma7rta Favre/Suplicy. A verba, fixada em R$ 20 milhões para não dar na vista, será gasta em apenas seis meses. Estão previstas despesas anuais de R$ 40 milhões, na área. Em cinco anos, R$ 200 milhões serão torrados em publicidade.
Brasília, 15 de setembro de 2001

Divisão petista
O clima é de beligerância entre Marta Favre/Suplicy e o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, José Eduardo Cardozo, ambos do PT. Ele integra a imensa maioria de paulistanos que rejeitam a administração da prefeita. E é forte candidato ao Senado, em 2002.
Brasília, 15 de setembro de 2001

O nome do gigolô
Durante entrevista coletiva, Paulo Maluf atribuiu as críticas de um jornal suíço à influência de um certo “gigolô internacional ligado ao PT”. Os repórteres exigiram que ele revelasse a fonte da informação, mas não perguntaram quem era o “gigolô”. Ou já sabiam ou ficaram com medo.
A propósito, Maluf se referia a Luis Favre, namorado da prefeita Marta.
Brasília, 16 de setembro de 2001

Arrumadinho paulistano
Para vencer a licitação (sic) da prefeitura paulistana, a agência Agnelo Pacheco associou-se a três outras, que trabalharam na campanha de Marta Favre-Suplicy, contratou Celso Marcondes, ex-sócio de Paulo Okamoto (conhecido “mala” de Lula) na agência Terra, e deu emprego a Gladys, esposa do segurança do presidente de honra do PT.
Brasília, 17 de setembro de 2001

Ele tem a chave
Quando chegou na companhia da namorada para a votação do PT, domingo, o milongueiro Luis Favre exibia no cinto, onde alguns carregam celulares, para quem quisesse ver, algo mais significativo: o aparelho de controle remoto que abre o portão da casa da prefeita Marta, ex-Suplicy.
Brasília, 18 de setembro de 2001

Sempre o outro
O senador Eduardo Suplicy foi ao ato pela paz, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, mas nem subiu no palanque de autoridades. Foi logo embora. É que, lá, a ex-mulher estava em companhia do rival Luis Favre.
Brasília, 25 de setembro de 2001

Nova jogada
Ninguém sabe como se sustenta Luis Favre, namorado da prefeita de São Paulo, exceto pelos casos que teve (viveu no apartamento de Paris da milionária petista Marília Andrade, herdeira da Andrade Gutierrez, durante anos), mas ele afirmou à revista “IstoÉ Gente” desta semana que vai se estabelecer como “empresário de comunicação”.
Brasília, 29 de setembro de 2001

Beleza pura
Os franceses estão mesmo em casa, em São Paulo. A JCDecaux, multinacional com sede em Paris, disputa o mercado de painéis luminosos de propaganda, na cidade, e deu a partida com um trunfo fortíssimo: sua executiva é nada menos que d. Ana Maria, filha de Jorge Wilheim, secretário de Planejamento de Marta Favre/Suplicy.
Brasília, 30 de setembro de 2001

Tente outra
O leitor Vinícius C. Monteiro lembra que o namorado argentino da prefeita de São Paulo não pode virar “empresário de comunicação”, como afirmou à revista “Gente”: isso é privativo de brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos, segundo o artigo 222 da Constituição. É melhor Luis Favre continuar no seu trabalho atual. Qual é mesmo?
Brasília, 03 de outubro de 2001

L'Origan de gambá
As aparições da prefeita Marta com seu latin lover a tiracolo, em São Paulo, têm feito mais sucesso do que se supõe. Menos pela novidade, que já não é, e mais – bem mais – pela inhaca que exala do namorado, própria da falta de banho e de roupas limpas. Após viver em Paris, Luís Favre parece haver adquirido a folclórica aversão francesa ao sabonete.
Brasília, 07 de outubro de 2001

O amor é lindo
A prefeita de São Paulo mandou agilizar o processo de divórcio, mas já avisou que não pretende deixar de usar o sobrenome que a celebrizou. Não se chamará Marta Favre, depois de se casar novamente. É mais fácil o namorado milongueiro mudar o seu, para Luís Suplicy.
Brasília, 29 de outubro de 2001

Ele é casado
Amigas da prefeita Marta Suplicy estão injuriadas e preocupadas com uma descoberta recente: o milongueiro Luís Favre, que arrebatou o coração da estrela do PT, continua casado na França.
Brasília, 29 de novembro de 2001

Lava-jato nele
No jantar de Marta Suplicy em homenagem ao namorado, hoje, um grupo de amigas da prefeita planeja presentear o milongueiro Luís Favre com sabonetes e outros produtos para banho. Para ver se ele se toca.
Brasília, 01 de dezembro de 2001

Liberdade virtual
Ainda casado pelas leis francesas, o namorado da prefeita Marta Suplicy faz questão de afirmar que está livre, embora não desimpedido. E tenta refletir isso até no provedor escolhido para seu e-mail:  luis.favre@free.fr.
Brasília, 03 de dezembro de 2001

A liberdade de imprensa...
Depois do PT gaúcho, que quis proibir a divulgação de gravação comprometedora sobre as relações do governo estadual com bicheiros, agora foi a vez do argentino Luis Favre, namorado da prefeita de São Paulo e “assessor internacional” do PT. Ele tentou impor censura prévia a esta coluna, através de liminar, proibindo notícias a seu respeito.
Brasília, 05 de dezembro de 2001

...sem medo de ser feliz
Em despacho que é uma verdadeira aula de direito, o juiz José Guilherme de Souza, da 6ª Vara Cível de Brasília, negou a liminar a Luís Favre, estranhando a pretendida censura desta coluna enquanto o seu namoro tem sido objeto de notícias em toda mídia. Imaginem essa gente com maioria no Congresso, poder de polícia e Medida Provisória à mão...
Brasília, 05 de dezembro de 2001

O passado condena
O ex-ministro João Sayad, atual secretário de Finanças de Marta Favre, e Henri Reichstul, de saída da Petrobras, eram donos do Banco SRL, acusado de há cinco anos lesar mais de três mil pernambucanos, que entraram na Justiça por crime contra o sistema financeiro e apropriação indébita. Os clientes ficaram sem as ações e as linhas telefônicas prometidas, além de perder o dinheiro investido. Os donos, ó, nem aí...
Brasília, 18 de dezembro de 2001

A forma de Suplicy
Durante o encontro do PT no hotel Recife Palace, de cinco estrelas, no sábado, o senador Eduardo Suplicy desfilou na recepção – pelas 19h – vestindo apenas uma sunga azul e calçando tênis brancos. Não se sabe se a idéia era afrontar o milongueiro Luiz Favre, namorado de sua ex-mulher, ou apenas mostrar que continua com corpinho do filho Supla.
Brasília, 18 de dezembro de 2001

Teatrinho paulistano
Como o jogo é para profissionais, o mercado publicitário paulistano acompanha, divertido, a implicância da prefeita Marta Suplicy contra as empresas de outdoors. É que todo mundo já sabe das ligações do milongueiro Luís Favre, namorado da prefeita, com poderosa empresa francesa do ramo, interessada na “licitação” (sic) que se anuncia.
Brasília, 25 de dezembro de 2001

Cravo e ferradura
Depois de curtir o Natal em Paris ao lado dos pombinhos Marta Suplicy e Luís Favre, Cosette Alves e o maridão João Sayad, secretário de Finanças de São Paulo, foram para o sul da França encontrar o ministro José Serra e sua mulher, Mônica. As duas mulheres são muito amigas.
Brasília, 29 de dezembro de 2001

Estúpido Cupido
Para a Grande Família Suplicy-Favre. Êta gente namoradeira!
Brasília, 31 de dezembro de 2001

Namorado de Marta usa nome falso
Está sujeito a processo por falsidade ideológica o namorado da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. Com profissão desconhecida e um histórico de casamentos com mulheres ricas, como Marília Andrade, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, o nome verdadeiro do argentino não é Luís Favre, como ele divulga, mas Felipe Belisario Wermus. Ele deixou seu país nos anos 70 por motivos políticos e adotou o nome falso.
Brasília, 01 de janeiro de 2002

Cai a máscara
O namorado da prefeita de São Paulo não se chama “Luis Favre”, como diz, mas Felipe Belisario Wermus, como esta coluna revelou ontem. Ele militava na Quarta Internacional/Centro Internacional de Reconstrução (QI/CIR), nos anos 70, quando fugiu do seu país. É irmão do conhecido porralouca José Saul Wermus, que também usa nome falso (“Jorge Altamira”), dirigente do Partido Obrero argentino, igualmente trotskista.
Brasília, 02 de janeiro de 2002

Wermus: fora da lei
O namorado de Marta Suplicy não está sujeito apenas a processo por falsidade ideológica (seu nome não é “Luis Favre”, mas Felipe Belisario Wermus). O Estatuto do Estrangeiro (artigo 107) o proíbe de se imiscuir em assuntos políticos no Brasil. Tem visto de turista, mas é “assessor internacional” do PT. Turista pendura máquina fotográfica no pescoço, e não crachá de militante, como em recente encontro do partido em Olinda (PE).
Brasília, 03 de janeiro de 2002

Falsidade ideológica
Ao tentar liminar que impedisse esta coluna de publicar notícias a seu respeito, o namorado da prefeita de São Paulo desrespeitou a Justiça brasileira: na ação, afinal recusada, o argentino usou o nome falso, “Luís Favre”, e não o de batismo, Felipe Belisario Wermus, aqui revelado.
Brasília, 04 de janeiro de 2002

Bolso forrado
Ao contrário dos demais servidores municipais, a prefeita paulistana Marta Suplicy (PT) deve estar ganhando muito bem. Ela e o namorado, Felipe Belisario Wermus (que se diz chamar “Luis Favre”), pagaram R$ 30.400 pelas passagens de ida e volta para Paris, na primeira classe da Varig. Sem desconto, promoção ou uso de milhagem.
Brasília, 09 de janeiro de 2002

Desvendando o mistério
Duas amigas de Marta Suplicy tentam descobrir, em Paris, na maior moita, se o milongueiro que namora a prefeita está mesmo “livre e desimpedido”, com jura, ou se continua casado, como suspeitam. Elas querem saber se ele se casou na França usando o nome de batismo, Felipe Belisario Wermus, ou o “Luiz Favre”, que adotou no Brasil.
Brasília, 15 de janeiro de 2002

São Paulo submersa
A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, a Madame Favre (ou seria Wermus, verdadeiro sobrenome do namorado?), gastou em propaganda, no ano de 2001, exatos 79,4% mais que o previsto. E cortou 51% dos recursos reservados para obras contra enchentes. Deu no que deu.
Brasília, 25 de janeiro de 2002

Dois pesos
A Polícia Federal foi implacável com o franco-angolano Antônio Sérgio Tavares, do programa “Big Brother Brasil”, dando-lhe prazo de oito dias para deixar o País. Estrangeiro, ele trabalhava ilegalmente. Já no franco-argentino Felipe Belisario Wermus (que usa o nome “Luís Favre”), namorado de Marta Suplicy e tradutor de Lula do PT, a PF não mexe.
Brasília, 06 de fevereiro de 2002

Je vive de bec
Finalmente, o consorte de Marta Suplicy arrumou ocupação. Temporário, e na França. Felipe Belisario Wermus (que se apresenta como “Luiz Favre”) traduziu a conversa entre os presidenciáveis Lionel Jospin e Lula.
Brasília, 14 de abril de 2002

O nome do jerico
Assessores de Luiz Inácio da Silva já colocam na conta do namorado de Marta Suplicy a desastrada participação do candidato do PT num comício de Lionel Jospin, nas eleições francesas. A turma espalha que tudo foi idéia de Felipe Belisario Wermus (que se diz chamar “Luís Favre”).
Brasília, 24 de abril de 2002

Por um triz
Para alívio do senador Eduardo Suplicy, dos seus filhos e de setores mais conseqüentes do PT, deteriora-se o relacionamento da prefeita Marta com o namorado Felipe Belisário Wermus, que se apresenta como “Luiz Favre”.
Brasília, 13 de maio de 2002

Namorado-problema
O Ministério Público investiga até que ponto Felipe Belisário Wermus (que se diz chamar “Luís Favre”) está envolvido na decisão da namorada, Marta Suplicy, de pagar R$ 2,5 milhões de propaganda com recursos da Saúde. Ele é amigo de Agnelo Pacheco, dono da conta publicitária da prefeitura.
Brasília, 21 de maio de 2002

PT quer a cabeça de Duda
O marqueteiro Duda Mendonça está na alça de mira de uma poderosa facção do PT, que atribui a ele a “descaracterização” e a queda de Lula nas pesquisas. Nesse grupo se destaca Felipe Belisario Wermus (o argentino que diz chamar-se “Luiz Favre”), namorado da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. A facção não perdoa a “vida pregressa” do marqueteiro, que já fez campanhas para Paulo Maluf e Celso Pitta. Na direção nacional do partido, Duda conta com o apoio de quem interessa: o próprio candidato.
Brasília, 01 de julho de 2002

Mala vida boa
Habituada a jornadas de até 18 horas diárias, a equipe de Duda Mendonça (marqueteiro do PT) está impressionada com a disposição para o trabalho do mala argentino Felipe Belisario Wermus (“Luiz Favre”). Imposto à campanha de Lula pela poderosa namorada Marta Suplicy, ele nunca chega ao trabalho antes do meio-dia e sempre vai embora antes do pôr-do-sol.
Brasília, 25 de julho de 2002

Reação a Favre
A proximidade de Lula com o argentino Felipe Belisario Wermus (ou “Luís Favre”), namorado de Marta Suplicy, já provoca reações na esquerda do PT. Reações que são e serão solenemente ignoradas pelo presidente eleito, que se considera amigo de Favre, seu tradutor nas viagens internacionais.
Brasília, 10 de novembro de 2002

Comigo não, violão
O namorado da prefeita Marta Suplicy, argentino Felipe Belisário Wermus, que se apresenta como “Luís Favre” e tem fama de conquistador, estava ao lado de Lula da Silva no dia da vitória. Os dois são amigos. Wermus o abraçou, eufórico:
- Agora não sei se vou ficar em São Paulo ou vou para Brasília!
Lula reagiu com sarcasmo:
- Eu já sou casado, meu caro...
Brasília, 13 de novembro de 2002


Cai fora, hermano
Atendendo a cúpula do PT, a Secretaria de Governo paulistana pediu ao namorado da prefeita Marta Suplicy, Felipe Belisário Wermus (que se apresenta como “Luiz Favre”), que evite circular no Palácio das Indústrias, sede da prefeitura, onde afinal ele não tem cargo. Pelo menos oficialmente.




Brasília, 22 de dezembro de 2002






Casal Botox
Os pesquisadores da universidade Ludwig, em Munique, Alemanha, desconhecem o casal Marta Suplicy-Luiz Favre, mas deviam estar pensando nele ao descobrir que o botox, além de eliminar rugas, também tira o bodum. A prefeita de SP usando botox no rosto, e o marido, no sovaco, serão felizes para sempre...
Brasília, 22 de janeiro de 2003

Eterna lua-de-mel
Após viajar com o namorado argentino Francisco Belisario Wermus (“Luís Favre”) para Bariloche e Punta del Este no dia 23 de dezembro, já no dia 21 de janeiro a prefeita paulista Marta Suplicy, cansada do batente, embarcou para Davos, onde passou incógnita, já que o Fórum Econômico Mundial não é para prefeitos. De lá seguiu para Paris, onde fica até o dia 5.
Brasília, 01 de fevereiro de 2003

Quem paga?
A oposição a Marta Suplicy quer saber quem pagou suas 32 passagens aéreas para o exterior, sempre em primeiríssima classe. Deve ser a prefeitura, claro. Não se sabe tampouco quem paga a conta do namorado Felipe Belisário Wermus (vulgo “Luís Favre”), sem ocupação conhecida.
Brasília, 11 de fevereiro de 2003


Ah, bom
O argentino Felipe Belisário Wermus, que se apresenta como “Luís Favre” e namora Marta Suplicy, brincava com jornalistas, em recente evento do PT, e um deles finalmente fez a pergunta que não quer se calar: “como o senhor se mantém?” Wermus ficou pálido e disse que é dono de gráfica em Paris.




Brasília, 19 de março de 2003






Sob suspeita
O governo ainda não formalizou a “boquinha” do namorado argentino da prefeita Marta Suplicy, Felipe Belisário (“Luiz Favre”), no Ministério da Fazenda, porque a Abin checa uma grave denúncia envolvendo seu nome.
Brasília, 28 de março de 2003

Caixinha paulistana
O namorado da prefeita Marta Suplicy chefiaria o esquema de corrupção entre a prefeitura de São Paulo e empresas de ônibus. Gelson Camargo dos Santos, empresário do setor, preso por estelionato, contou à polícia que Felipe Belisario Wermus (“Luís Favre”) recebeu US$ 300 mil de Leonardo Capuano, ex-dono da viação Cidade Tiradentes, para uma “caixinha”.
Brasília, 29 de março de 2003

Ficou para depois
Estava marcado para ontem um almoço de Felipe Belisario (“Luís Favre”) com o ministro Luís Gushiken, para acertar sua participação na Secretaria de Comunicação de Governo. Foi cancelado. Provocaria indigestão.
Brasília, 29 de março de 2003

Só sob pressão
Um assessor do Palácio do Planalto revela, em caráter reservado, que o presidente Lula não deseja nomear Felipe Belisario (“Luís Favre”), mas teme que a prefeita Marta Suplicy cumpra a ameaça de abandonar o PT.
Brasília, 30 de março de 2003

Boa coisa não é
José Dirceu (Casa Civil) não aprova a nomeação do namorado argentino da prefeita Marta Suplicy. Um assessor dele, parecendo reproduzir a frase ouvida no andar de cima, pergunta: “será bem intencionado um sujeito que se chama Felipe Belisario e se apresenta com o nome de Luís Favre?”
Brasília, 31 de março de 2003

Força de amigo
Marta Suplicy vive um inédito inferno astral. Além da greve e das vaias, ela enfrenta turbulências no relacionamento com o argentino Felipe Belisário Wermus, aquele que diz chamar-se “Luís Favre”. Por isso, ao saber dos dramas da amiga, o presidente Lula lhe deu uma “força”, semana passada.
Brasília, 13 de abril de 2003

Novos negócios
E ainda falam mal do namorado da prefeita Marta. Na reta final de sua gestão, Felipe Belisário Wermus, vulgo "Luís Favre", já investe no futuro. Tem ido a Paris freqüentemente, segundo consta, envolvido de corpo e alma na abertura de filial de uma grande rede do varejo. Assim, tipo Mappin.
Brasília, 01 de maio de 2003

Sobrou para Zé Dirceu
Antônio Palocci se livrou do namorado de Marta Suplicy: Felipe Belisário Wermus, vulgo “Luis Favre”, foi nomeado por José Dirceu o novo aspone da subchefia de “Assuntos Federativos” da Casa Civil do Planalto. O Diário Oficial trata “Favre” pelo nome verdadeiro, há muito revelado na coluna.
Brasília, 03 de maio de 2003

Arranjo
Com a nomeação do novo aspone Felipe Belisário Wermus, vulgo “Luís Favre”, o governo Lula virou alcoviteiro de paixões tardias.
Brasília, 04 de maio de 2003

Gatão de meia-idade
Felipe Belisário Wermus, vulgo "Luis Favre", recebe salário como aspone da do Planalto, mas passa as manhãs malhando na casa da namorada, Marta Suplicy. E detesta ser interrompido. Mantendo-se a 1.100 km do local de "trabalho", pelo menos ele não cria maiores problemas para o governo.
Brasília, 27 de junho de 2003

Um ‘fantasma’ no Planalto
O argentino Francisco Belisário Wermus, vulgo “Luís Favre”, está na lista de funcionários do governo Lula, disponível no Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal (Siorg), na internet, mas, além de nunca ser visto no local de trabalho, suas atribuições e o seu salário são um mistério. Ele conseguiu o emprego por ser namorado da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. A cúpula do PT apostava na separação do casal quando eles anunciaram que vão se casar.
Brasília, 14 de julho de 2003

Amigo de fé
O namorado da prefeita de São Paulo, Felipe Belisário Wermus, vulgo “Luiz Favre”, gosta dos amigos: um deles, Celso Marcondes, foi nomeado para a Anhembi, empresa pública municipal. Outro, Ciro Leão, tem uma agência, a F-3 Propaganda, que é a favorita para prestar serviços à mesma Anhembi.
Brasília, 20 de julho de 2003

Caça fantasma
O namorado da prefeita Marta Suplicy foi nomeado assessor do ministro Luís Gushiken (Comunicação), mas ninguém o conhece na Secom. Pudera: chama-se Felipe Belisario Wermus, e se apresenta como "Luís Favre".
Brasília, 22 de julho de 2003

Pura nitroglicerina
Ciente de que vingança é prato servido frio, o ex-prefeito paulistano Paulo Maluf imitou o PT e há meses colocou cães perdigueiros vasculhando a vida, os negócios e os segredos da prefeita Marta Suplicy e do namorado, Felipe Belisário Wermus, aquele que se apresenta como "Luís Favre".
Brasília, 23 de julho de 2003

Dupla cocoricó
Aspone do Palácio do Planalto, o argentino Felipe Belisário Wermus (vulgo “Luís Favre”) já sabe o que fazer com as galinhas que sejam arremessadas contra sua namorada Marta Suplicy: levá-las para a Granja do Torto.
Brasília, 17 de agosto de 2003

Em dúvida
Lula ainda não sabe se vai ao casamento de Marta Suplicy com o argentino Felipe Belisário Wermus, vulgo “Luís Favre”: d. Marisa não gosta da prefeita e ele se preocupa com Eduardo Suplicy, que ainda sofre com a separação.
Brasília, 06 de setembro de 2003

Lua de milho
O humorista Ciro Botelho, de São Paulo, já descobriu o local escolhido por Marta Suplicy e Felipe Belisario Wermus (vulgo "Luís Favre") para a lua de mel: praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco. Claro.
Brasília, 16 de setembro de 2003

Suplicy presidente
Às vésperas do casório da ex-mulher com Felipe Belisário Wermus (vulgo “Luís Favre”), o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) se dedica a outro projeto de vida. Circula em Brasília num carro com o adesivo “Suplicy presidente”.
Brasília, 19 de setembro de 2003





É pra valer?
A propósito: ao casar-se com a prefeita Marta Suplicy, o argentino Felipe Belisario Wermus usará seu nome verdadeiro ou o vulgo, “Luís Favre”?
Brasília, 20 de setembro de 2003

Estranho casório
O recém-casado Felipe Belisario Wermus (vulgo "Luís Favre") faltou ao primeiro dia de trabalho com Duda Mendonça e talvez à lua-de-mel. Ontem, vestido a caráter (esportivamente), ele tomou o café da manhã com um amigo, no hotel Blue Tree Towers, da av. Faria Lima, em São Paulo.
Brasília, 23 de setembro de 2003

Presente que faltou
Enquete entre leitores do site claudiohumberto.com.br indicou que Marta Suplicy e ”Luís Favre” não ganharam o que mereciam, de presente de casamento: duas galinhas pretas, para 66% dos 1.377 votantes.
Brasília, 25 de setembro de 2003

Alpinista
Felipe Belisario Wermus (“Luís Favre”) abriu o coração em Caras: “Casar com Marta foi como alcançar o topo do Everest.” Com gancho ou picareta?
Brasília, 27 de setembro de 2003




PUBLICADO POR HEITOR REIS