| ABORTO: Lobby & Mercado Por fonte: www.providafamilia.org 30/09/2003 às 05:19 1)GRUPOS DE INTERESSES: a) os que comercializam tecidos humanos de fetos abortados. b) interessados em transplantes de tecidos e pesquisas com embriões humanos. c) defensores da inseminação artificial. d) fabricantes de cosméticos e sabonetes; e) outros -- 2) COMÉRCIO: TABELA DE PREÇO DE EMBRIÕES. Grupos de interesse Vários grupos de interesse promovem o aborto e sua legalização. Diversos são os motivos que levam esses grupos a defender o aborto. Entre esses grupos estão: a) Os interessados em transplantes de tecidos vivos. Defendem a legalização do aborto para experiências científicas com seres humanos vivos. Na Inglaterra, por exemplo já se aprovou uma lei permitindo experiências com seres humanos até o décimo quarto dia após a fecundação. b) Os que comercializam tecidos humanos de fetos abortados. c) grupos de pesquisas com embriões humanos - - O uso de óvulos de bebês abortados para a fertilização "in vitro" e que serão utilizados para pesquisa;
- - Provocar a gravidez pela estimulação de óvulos de embriões femininos, conhecido também como "nascimento virginal"
- - Reprodução de embriões humanos para experimentação por meio da fertilização "in vitro", assim como o uso de embriões "descartados", que são desprezados por mulheres e casais que se submetem à fertilização artificial;
- - A clonação ou gemelação de embriões humanos. Isto é, trata-se de produção de cópias físicas exatas de seres humanos individuais. Estas "copias" poderiam ser utilizadas como reservas para a doação de órgãos para uma criança já nascida ou para um casal que tenha perdido o "original", patenteado como uma criança "modelo";
- - Experimentos que produzirão formas de vida híbrida, utilizando gametas humanos e de animais.;
- - A preservação de apenas partes vivas de embriões, em cultura de células, para provisão de órgãos para transplantes (Comunicado da "American Life League, Inc", de 21.3.94).
- - Extração de óvulos de fetos abortados para posterior fecundação com espermatozóides humanos - bancos de embriões. Uma senhora de 59 anos na Inglaterra foi fertilizada por esse processo. A criança nascida dessa tecnologia é filho de mãe que não nasceu.
d) Os defensores da inseminação artificial A razão é muito clara. Para cada sucesso de uma inseminação fora do útero vários embriões são descartados, são sacrificados. Segundo os cientistas que cuidam do assunto, no estágio atual dos estudos, apenas 15 a 20% dos embriões fertilizados artificialmente são aproveitados, isto é, têm condições de nascer. 80% deles não são bem sucedidos: são sacrificados, se perdem por aborto espontâneo, ou são descartados. Por outro lado, a legalização do aborto viria resolver o problema da "Redução embrionária" (seleção de embriões). Nesse caso são colocados 4, 6, 8 embriões no útero de uma mulher na esperança da certeza de "pegar " um ou dois. Quando acontece que 4 ou mais embriões se desenvolvem escolhe-se 2 e os demais são sacrificados. Esse procedimento tem sido comum, entre nós, com a fertilização "in vitro". (5) e) Os fabricantes de produtos utilizados nos métodos artificiais de planejamento familiar: Os laboratórios farmacêuticos (pílulas, injetáveis, fabricantes de DIU, camisinha etc) por motivos óbvios, também apóiam a política antinatalista. Mais recentemente sabe-se que a pílula anticoncepcional também pode provocar o aborto. Recentemente a produção de pílulas abortivas, como a RU-486 (de invenção de Dr. Banlieu, fabricada pelo Laboratório Roussel), a "pílula do dia seguinte" e outros artefatos, igualmente abortivos como o DIU, tentam mudar a prática do aborto cirúrgico substituindo-o pelo aborto químico ou mecânico. Esses produtos provocam o aborto "sem sofrimento" (para a mãe) e constituem os "abortos no silêncio" ou abortos "piedosos". f) fabricantes de cosméticos e sabonetes Alguns fabricantes de cosméticos e sabonetes utilizam-se de fetos abortados como matéria prima para seus produtos (6). Além dos fabulosos recursos financeiros para o controle populacional os fabricantes desses produtos investem milhões de dólares para tornar o aborto legal e a contracepção um programa de governo objetivando a venda de seus produtos e a expansão de seus negócios. O que menos vem em conta é a vida humana. A ganância do lucro supera a mínima preocupação com a ética, a moral e mesmo a saúde e o bem estar de seus clientes. Matéria completa em http://www.providafamilia.org/doc.php?doc=doc79542 -------------------------------------------------------------------------------------- Austrália - Tecido fetal: comércio de exportação MELBOURNE, August 8, 2002 (LSN.ca) - Tecidos de fetos abortados começarão a ser vendidos no mercado internacional no começo do próximo ano. A companhia com sede em Melbourne, ES Cell International, disse que vai usar tecido de fetos se for considerado o melhor material para produzir células-tronco embrionárias humanas em grande quantidade para experimentos. "Nossa meta é tratar as pessoas com doenças horríveis", disse o chefe executivo Robert Klupacs, usando o apelo emocional padrão explorado pelos defensores do uso de fetos humanos. A suposição é de que tratar doenças é um fim que justifica qualquer meio. A ES Cell é conhecida por ter trabalhado com um centro da Austrália, o National Centre for Stem Cell Engineering para financiar a experiência do professor de Singapura, Ariff Bongso, com tecidos de fetos abortados de 14 semanas, bem como tecido falopiano adulto, como uma camada de alimentação (no lugar de uma camada de alimentação retirada de camundongos), para ser um meio de crescimento para a criação da primeira linha de células-tronco embrionárias puramente humanas. Repetindo, fetos humanos foram usados como camada de alimentação no lugar de camundongos. Source: LifeSite Daily News http://www.providafamilia.org/doc.php?doc=doc35052 -------------------------------------------------------------------------------------- Tabela de Preço - Embriões Catálogo A - Embrião/Feto - Vigência 6/98 | Procedimento | Idade Gestacional | Fresco | Congelado | por peça | | 2º trimestre D&E | 13-24 semanas | $90,00 | $130,00 | | 1º trimestre Aspiração | 06-12 semanas | $220,00 | $260,00 | por peça | | aborto espontâneo | 06-40 semanas | $240,00 | $280,00 | por peça |
Esta tabela é baseada em dissecação em grosso sem recomendação especial. Gastos adicionais poderão ocorrer por melhor qualidade ou especial resecção e fixação. Fonte: Alberta Report, 25 de agosto de 1999 - Medicina Opening LinesA Divisione of Consultative & Diagnosgtic Patghology, Inc P.O Box 508 West Frankfort, IL 62896 Phone 800-490-9980 Fax: 618-937-1525
Tabela de Gastos por Serviço| US$ | | Material não processado (> 8 semanas) | 70 | | Material não processado (<= 8 semanas) | 50 | | Fígado (<= 8 semanas) 30% de desconto se significamente fragmentado | 150 | | Fígado (> 8 semanas) 30% de desconto se significamente fragmentado | 125 | | Baço (<= 8 semanas) | 75 | | Baço (> 8 semanas) | 50 | | Pâncreas (<= 8 semanas) | 100 | | Pâncreas (> 8 semanas) | 75 | | Timo (<= 8 semanas) | 100 | | Timo (> 8 semanas) | 75 | | Instestino e Mesentério | 50 | | Mensetério (<= 8 semanas) | 125 | | Mensetério (> 8 semanas) | 100 | | Rim c/s gl. supra renal (<= 8 semanas) | 125 | | Rim c/s gl. supra renal (> 8 semanas) | 100 | | Braço (qualquer) | 150 | | Cérebro (<= 8 semanas) 30% de desconto se significamente fragmentado | 999 | | Cérebro (> 8 semanas) 30% de desconto se significamente fragmentado | 150 | | Glândula Pituitária (> 8 semanas) | 300 | | Osso da Medula (<= 8 semanas) | 350 | | Osso da Medula (> 8 semanas) | 250 | | Orelha (<= 8 semanas) | 75 | | Orelha (> 8 semanas) | 50 | | Olhos (<= 8 semanas) 40% de desconto se um olho | 75 | | Olhos (> 8 semanas) 40% de desconto se um olho | 50 | | Pele (> 12 semanas) | 100 | | Conjunto Pulmão e Coração | 150 | | Cadáver intacto de embrião (<= 8 semanas) | 400 | | Cadáver intacto de embrião (> 8 semanas) | 600 | | Intact Calvarium | 125 | | Tronco completo (c/s braços) | 500 | | Gônadas | 550 | | Cordão umbilical (congelado LN2) (Cord Blood) | 125 | | Coluna Vertebral | 150 | | Medula Espinhal | 325 |
Preços vigentes até 31 de dezembro de 1999 Fonte: LDI-Life Dynamics Incorporated Post Office Box 2226 - Denton, Texas 76202 Protocolo Confidencial Maio - Agosto de 1999 |
|  |
http://www.providafamilia.org/doc.php?doc=doc77607 -------------------------------------------------------------------------------------- PROVIDAFAMÍLIA Aborto
>>Adicione um comentário Esse comércio existe com mais força porque o aborto é proibido. À hipocrisia cristã, peço-lhes que leiam isto e depois reavaliem sua opinião anti-aborto. Vc também pode defendê-lo, não tenha medo! Católicas Pelo Direito de Decidir: http://www.catolicasonline.org.br/ É realmente útil saber desses tentáculos capitalistas fazendo lobby e interessados na legalização do aborto. Pelo jeito, o mercado de fetos é promissor, principalmente num país subdesenvolvido como o nosso, onde falta não só recursos materiais para grande parcela da população, mas falta principalmente bom senso e capacidade de pensar sem ser guiado (como marionete) por cartilhas ideológicas de aluguel e de fachada.  | Quem ganha com o comércio de fetos, está por de trás da mais sórdida forma de comércio, financiando ocultamente este movimento abortista, certamente composto por pessoas de boa fé, manipuladas pelo mesmos interesses mercantilistas que combatem normalmente. Mas há um aspecto mais profundo além deste, meramente comercial, capitalista e neoliberal, onde tudo tem seu preço, desde que propicie lucro para as empresas, sem princípio ético algum. É um ato de inteligência permitir que ocorra uma gravidez, quando ela não é desejada? Quando sabemos que vamos dirigir, não devemos beber, já que as consequências podem ser desagradáveis... Quando usamos o cinto de segurança, visamos nos antecipar a um fato indesejado que poderia nos custar caro... Etc., etc., etc. ... No entanto, quando se trata do aborto, o enfoque de seus histéricos defensores se concentra em um efeito e não em sua causa, demonstrando a irracionalidade de tal tese. Quem deseja realizar um aborto é alguém que ficou grávida sem o querer. Se não o queria, por que se permitiu engravidar, quando há recursos suficientes para evitar este sub-produto do prazer? E não estou falando apenas da abstinência! A própria ICAR - Igreja Católica, Apostólica e Romana divulga gratuitamente método aprovado pela infalibilidade papal, alegando ser ele o mais seguro em todos os sentidos. Mais barato e menos nocivo à saúde. O custo do aborto, suas sequelas psicológicas e orgânicas, quando não fatais, são muito mais onerosas que a simples prevenção. Mas isto exige uma certa disciplina, racionalidade, auto-controle e consciência, qualidades estas bastante fora da moda ultimamente. São raros os que tem interesse em praticá-las. Tanto homens, quanto mulheres, estas, neste sentido, cada vez mais semelhantes aos seus algozes do passado. A mulher é dona de seu próprio corpo, como se tem alegado para defender o aborto, esquecendo-se que um homem contribuiu (racional ou animalescamente) com a metade da condição sem a qual não haveria início do processo de geração de outra vida, sendo aquele outro corpo em formação, propriedade também do parceiro que praticou coito com ela. Mas, se ela fosse realmente dona do seu corpo, teria domínio sobre ele o suficiente para impedir que ocorresse em seu interior algo que não deseja. Aquilo que a gente não domina, não nos pertence. Infelizmente, a grande maioria prefere viver dopada em suas próprias emoções e sentimentos, ou naqueles produzidos pela TV, principalmente, tornando-se vítimas compulsórias do romantismo e sexismo sem limites, sem consciência, sem responsabilidade e sem a única característica que distingue o ser humano de um animal. A voracidade bestial pelo prazer é tal que as portas da lucidez são arrombadas e seus mecanismos de defesa momentaneamente desativados. Paixão: quando o desejo supera a razão. Preferem arriscar a própria vida na interrupção do processo que geraria naturalmente outra, numa verdadeira roleta russa, em troca de alguns minutos de satisfação. Por que ao invés de defender-se uma mera consequência, estes aguerridos militantes da irracionalidade não criam o dia da p(m)aternidade responsável, procurando cortar, assim, o mal pela raiz? CONSTITUIÇÃO FEDERAL CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 226 - A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 7º - Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas. Antes de defender-se o aborto, é muito mais sensato atacar suas causas, nos termos da lei, gastando toda esta energia no sentido de exigir do Estado que cumpra o seu dever, propiciando condições para que não haja o aborto no sentido tradicional, mas que ele seja praticado antes da geração de um filho indesejado. Abortemos, antes, a ignorância, a irresponsabilidade, a inconsequência, o hedonismo, a ilusão, etc. Afinal, quem abdicou do direito de prevenir uma gravidez, tem o direito de abortá-la? Aborto? Aborte esta idéia. Seja racional! Se não quer um filho, não engravide! Uma simples questão de lógica... Ou é melhor pensar com a vagina?  | TRECHO DA DECLARAÇÃO DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS CATÓLICOS DOS ESTADOS UNIDOS ACERCA DAS "CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR" "" Em algumas ocasiões a Conferência Nacional dos Bispos Católicos (NCCB) declarou publicamente que a CFFC ['Catholics For a Free Choice' / 'Católicas pelo Direito de Decidir'] não é uma organização católica, não fala pela Igreja Católica, e de fato promove posições contrárias ao magistério da Igreja conforme pronunciado pela Santa Sé e pela NCCB. CFFC é, praticamente falando, um braço do "lobby" do aborto nos Estados Unidos e através do mundo. É um grupo de pressão dedicado a apoiar o aborto. È financiado por algumas poderosas e ricas fundações privadas, principalmente americanas, para promover o aborto como um método de controle de população. Esta posição é contrária à política existente nas Nações Unidas e às leis e políticas da maioria das nações do mundo. "" "Católicas" pelo direito de decidir matar / Catholics for a Free Choice to Kill http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2003/09/264693.shtml  | Esta está ao nível das mentirosas católicas a favor do assassinato fetal em nome de Deus! Deixa disto, hipócritas. Se existe o comércio é porque tem trouxas e assassinas que matam a sua prole para vender, não porque tem pessoas que dizem que isto e assassinado.  Quem respeita a sua prole não aborta para vender A liberdade de escolha é o que mais importa! Sem essa de dominação do capitalismo, este está muito mais presente na vida cotidiana "disfarçado" - está muito mais difundido no carro, na Coca-Cola, na TV... Justificar a proibição do aborto com base no capitalismo é furada (o que este quer é cada vez mais operários para que a exploração seja cada vez aprofundada e sua expansào garantida). A questão é de escolha, de respeito ao que cada um quer para si. A escolha diz respeito a CADA mulher, onde este DIREITO (escolher) deve ser, o mais rápido possível, assegurado.  | Qual a concepção de vida que cada um tem? Existem várias referências para definir quando começa a vida do feto. Olhando dum ponto de vista científico e não econômico (assumo que desconhecia esse lado do tráfico de fetos). A Igreja vê vida a partir dos gametas. Alguns acham que a partir da fecundação já é vida. Na Inglaterra, para legalizarem o aborto até o 14º dia após a fecundação levaram em conta o início da atividade cerebral no embrião, considerando que do ponto de vista médico, a vida cessa com a morte cerebral. No uso de pesquisas médicas, foi falado muito pouco até agora, os enbriões serão usados nas pesquisas para o desenvolvimento de células tronco. Essas células podem dar origem a qualquer outro tecido do nosso corpo. Seria um enorme avanço na medicina e melhor qualidade de vida para muitas pessoas portadoras de algumas doenças crônicas e que necessitam de transplante de orgãos. Os embriões restantes de fertilização in vitro também servem para as pesquisas. Mantê-los congelados para sempre, seria como manter para sempre o corpo de uma pessoa com morte cerebral funcionando por máquinas. Acredito que seja um desperdício nos dois casos, quando os órgãos podem ser doados e o embrião pode servir para pesquisas. No caso do embrião ainda há agravantes. Segundo a legislação brasileira, o casal só pode fazer duas escolhas com os embriões restantes: guardá-los (se não me engano pelo período máximo de sete anos, após esse tempo não são mais aptos para a inseminação) ou doá-los para outros casais. Mas parte-se do princípio que os embriões restantes são menos aptos para se desenvolverem, já que foram descartados para a primeira inseminação. O Brasil como dito Estado laico (Estado separado de influência religiosa) deveria participar dessas pesquisas também, e oferecer uma terceira escolha, a doação para estudos. Como já disseram anteriormente, existem centros de pesquisa muito interessados nas células tronco, e se ficarmos apenas olhando futuramente o tratamento usando tais métodos só serão acessíveis a quem tiver meios de ir ao exterior ou pagar caro por um plano de saúde. Mas infelizmente os políticos ainda preservam uma moral bastante hipócrita, e quem sofre é a sociedade. Importante lembrar também que o cordão umbilical também serve para pesquisas de células tronco, porém as células já são maduras. As células ideais são as jovens, presentes nos embriões. Entrando na questão do aborto levantada anteriormente, eu não defendo o aborto, mas a liberdade de escolha e o acesso à condições para realizá-lo. Sou contra o uso do mesmo como controle de natalidade (ao contrário do que os neomalthusianos pregam, superpopulação não é a causa do subdesenvolvimento, mas conseqüência do mesmo. Pesquisas mostram que com melhor qualidade de vida e crescente taxa de urbanização com a mulher conquistando o direito ao trabalho, acesso a postos de saúde, etc. a taxa de natalidade se estabiliza). E todos devem saber que o aborto sempre vai continuar sendo realizado legalizado ou Não, porém quem goza de condições econômicas melhores pode pagar uma clínica, enquanto as mulheres que não tem tanta sorte sofrem abortos caseiros arriscados. Novamente a moral retrógrada dos políticos se mostra falha. ***Para saber mais sobre o assunto, procure por BIOÉTICA em sites de busca.  | Humanidade Humanicida Por Silvio Medeiros – publicitário “Eu não tenho medo do grito dos violentos, mas do silêncio dos bons.” Martin Luther King Ao tocar o assunto do aborto, mais interrogações nos surgem do que certezas no que se refere as intenções dos abortistas. Se antigamente existia dúvida sobre a humanidade do feto, hoje em dia já não existe quem discuta que o feto é desde o momento da fecundação um ser humano, com dignidade e valor tal qual o meu e o seu. Contudo, ao mesmo tempo que cresce a preocupação com a diminuição da mortalidade infantil pede-se a legalização do aborto, estamos diante de uma incoerência ou de uma hipocrisia? Neste momento é preciso parar e entender que o valor básico e absoluto de qualquer sociedade que se considere civilizada, é sem dúvida, o direito à vida. É do direito à vida que se deriva todos os demais direitos que normalizam nossas sociedades chamadas democráticas. Não precisamos pensar muito para nos recordar as obras daqueles Estados que durante algum tempo colocaram esse direito fundamental abaixo de alguns outros interesses pessoais: nazismo, fascismo, comunismo, para começar. É por isso que ter em um Estado como o Brasil, que defende o direito inalienável da vida pela sua constituição, teses defendendo a legalização da morte de um ser humano em gestação por alguns políticos é simplesmente deplorável. Segundo nossa constituição tudo aquilo que se coloca contra à vida é ilícito. Nada mais correto, é a lei se colocando a serviço do homem e não o contrário. Ora, se o direito à vida é o maior valor proclamado desta nação, nenhum direito que se oponha a esse valor pode atropelar a constituição. Não há brechas. Aqueles que se empenham em racionalizar esta realidade percebem rapidamente que legalizar o aborto sob a fachada da descriminalização é o mesmo que legalizar um crime, isso porque a vida do feto não é propriedade dos seus pais, mas de quem está vivendo. Quando se analisa mais a fundo a questão do aborto, se percebe que esta é sem dúvida a maior tragédia da humanidade. De acordo com os cálculos dos peritos, durante o ano de 1970 foi provocado mais de cinquenta milhões de abortos no mundo. Se pensarmos que esse número tenha se mantido constante até os dias de hoje, para sermos otimistas, nos últimos 34 anos a humanidade provocou mais de 1 bilhão e 700 milhões de abortos, em grande parte, graças aos países que tornam legítima essa prática. Quer dizer, nos últimos 30 anos a humanidade eliminou de maneira silenciosa e mascarada mais seres humanos, únicos e irrepetíveis, do que toda a história da humanidade inteira, e se compararmos esses números com a cifra de 7 milhões de judeus mortos durante o holocausto, fato que marcou os livros de história para sempre, veremos o quanto nossa humanidade está completamente cega. E desde o momento em que você começou a ler este texto mais 80 seres humanos foram destruídos pelo aborto, e serão mais 2 a cada segundo, incluindo quem sabe, um possível descobridor da cura do câncer. A tragédia do aborto que insiste em se implantar no Brasil, tem origem nos discursos feministas que reivindicavam a plena igualdade da mulher com o homem. Ao exigir essa equiparação é de se esperar que suas militantes fossem exigir também o uso de um sexo sem consequências. É a partir daí que veremos o advento dos anticoncepcionais e do aborto “legal”. Triste é ver como a relação sexual entre um homem e uma mulher pode ser vista de maneira tão leviana e irresponsável, egoísta e animal, querendo-se eliminar a abertura completa à vida e a própria natureza de amor que deveria nortear tais condutas. Ao buscar desesperadamente a igualação da mulher com o homem, muitas mulheres acabaram perdendo sua própria identidade feminina, que estará sempre e inevitávelmente associada a beleza da maternidade. A expressão “interrupção voluntária da gravidez” pode até soar humanitária, mas é apenas até se chegar ao momento fatídico do abortamento, que não descreverei aqui para poupar o estomâgo do leitor. Não é possível querer o ato sexual e simplesmente recusar o seu fruto. Quando se recusa a maternidade responsável, que independe do desejo de se ter o bebê, da condição econômica, das falácias da explosão demográfica entre outras, se condena este ser humano a uma morte covarde e cruel, e a isso ninguém pode reclamar direito algum. É hora de cairmos na realidade de que a dignidade humana está nivelada tão em baixo que talvez seja a hora de começarmos a subir. E não se trata de religião, se trata de cidadania, de colocar a vida humana sobre o patamar que lhe é devido. Assistiremos passivamente uma sociedade que invoca sobre alguns seres que se consideram privilegiados e melhores do que outros que ainda não nasceram, o direito de matar? É hora da sociedade brasileira se mobilizar contra essas falácias que pretendem assassinar os filhos desta nação. Não é possível desertar diante da bandeira abortista, pois ela afeta a todos sem excessão, e a partir do momento em que o valor supremo da vida humana estiver submissa ao direito de matar, ninguém estará a salvo, nem eu ou você.  | A ONG encarregada de infiltrar-se na Igreja Católica para promover o aborto é a organização multinacional com sede em Washington chamada Católicas pelo Direito de Decidir. Esta organização, que não é católica nem tampouco pertence a nenhum grupo religioso, mantém filiais em quase todos os países da América Latina e sua missão é a difusão de pontos de vista católicos alternativos sobre direitos reprodutivos (aborto), defendendo a legalização do aborto e apresentando-se falsamente ao público em nome da Igreja Católica. Foi ela que há poucos anos coordenou uma campanha internacional para expulsar a Santa Sé da Organização das Nações Unidas. No Brasil, a renda anual das Católicas pelo Direito de Decidir é pelo menos de US$ 600.000, cerca de dois milhões de reais, provenientes totalmente das financiadoras americanas. Entre outras atividades, realizam cursos para a promoção do aborto, inclusive para funcionários da área da saúde em hospitais públicos, sempre se apresentando em nome da Igreja Católica. Vários de seus membros são licenciados em Teologia e apresentam regularmente trabalhos em Congressos de Teologia. A presidente das Católicas pelo Direito de Decidir, que segundo o site http://www.catholicsforchoice.org/lowbandwidth/consciencemasthead.asp é a professora Maria José Rosado Nunes, é também há vários anos professora do corpo docente do Departamento de Estudos de Pós Graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, conforme consta no site da PUC. http://www.pucsp.br/pos/programas/cre/cre3.htm Sob a direção da professora, as Católicas pelo Direito de Decidir, em conjunto com o Programa de Pós Graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo promoveu dentro da Pontifícia Universidade, em agosto de 2004, um seminário intitulado "Teologia Indecente e Teologia Feminista". O seminário foi dirigido por uma professora da Escócia especialmente convidade para tal, a teóloga Marcella Althaus-Reid, mais conhecida na Europa como a autora dos livros "Teologia Indecente" e "O Deus Bicha" ("The Queer God". A palavra inglesa queer é habitualmente traduzida como 'gay'). A notícia está veiculada pelo próprio site das Católicas pelo Direito de Decidir no Brasil, no endereço http://www.catolicasonline.org.br/conteudo/conteudo.asp?QS_intTpCont=6&QS_intConteudo=1071 o qual afirma que a Teologia Indecente proposta pela professora Marcella é "uma nova forma de pensamento teológico que encontra seu ponto de partida no cruzamento da Teologia da Libertação com o Pensamento Gay, refletindo sobre a opressão teológica com paixão e imprudência". http://www.catolicasonline.org.br/conteudo/conteudo.asp?QS_intTpCont=7&QS_intConteudo=60 Em seu objetivo de infiltrar-se dentro Igreja Católica, no final de 2004 as Católicas para o Direito de Decidir conseguiram alugar como sua sede central no Brasil todo o sexto andar de um prédio de propriedade dos padres Carmelitas de São Paulo, um edifício tradicionalmente conhecido por abrigar as principais sedes dos organismos da Igreja Católica em São Paulo. Ali esté localizada no quinto andar do prédio a sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em São Paulo ( http://www.cnbbsul1.org.br/index.php?link=conteudo.php&id=94), no sétimo e oitavo andar a sede paulista da Conferência dos Religiosos do Brasil ( http://www.crbsp.org.br/comuniq/comuniq.htm) e agora, ocupando o sexto andar, também as Católicas para o Direito de Decidir do Brasil ( http://www.catolicasonline.org.br/institucional/contato.asp), algo como se a Al Qaeda conseguisse alugar um andar no Pentágono para montar a sua sede central. Após a mudança para o seu novo endereço a organização, quando faz palestras ou ministra algum curso, tem estrategicamente convidado alguém do público presente para conhecer a nova sede, "junto ao escritório da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil", como se quisessem propiciar uma oportunidade para que os menos precavidos possam supor, sem refletirem sobre o assunto, que ambas as organizações trabalham em conjunto. A atividade desta organização já foi denunciada pela Conferencia Episcopal Americana ( http://www.vidahumana.org/vidafam/anticath/pronuncian.html), pela Conferência Episcopal Uruguaya ( http://www.vidahumana.org/vidafam/anticath/conf-episcopal-uruguay.html) e Mexicana ( http://www.vidahumana.org/vidafam/anticath/comunicado.html).  | acho isso uma nojeira e nao gosto de que ninguem aborte porque o ser humano que esta dentro das pessoas que estao gravidas nao tem nada haver «mais pense se fosse como vc« mais tudo esta errado pois se vc nao tivesse feito sexo nao haveria a menor possibilidade de engravidqar e se vc que fazer sexo use camisinha.............................. bjs para quem le
| | © Copyleft http://www.midiaindependente.org: É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída. | |