É uma falácia criada a idéia de que a violência diminuiria pela liberação das drogas a sua livre comercialização. Além da desastrosa mensagem de que elas não fazem ?tanto? mal como alegam as autoridades médicas, criaria uma maior gama de danos da saúde pública. É duvidoso se a liberação do fumo e das bebidas de álcool em nome da liberdade beneficiam as pessoas ou muito mais aos governos e a grande indústria destes tóxicos totalmente inúteis para a vida das pessoas. Até que ponto elas são usadas por gostos criados pela propaganda e pela necessidade dos governos arrecadarem em cima da deseducação delas.

As pessoas acabam sendo usadas para arrecadar dinheiro para sustentar estas indústrias da doença e do dela resultante vício. A violência supostamente terminada com o fim da lei seca está presente diariamente na vida destruída de milhões de trabalhadores pelo uso de álcool de forma descontrolada. Em acidentes de trânsitos por este motivo, discussões banais que viram morte, doenças físicas e mentais criadas por elas. Os governos tapeiam a gravidade do mal por interesses pecuniários na arrecadação de impostos em detrimento da educação e da saúde das pessoas.

A liberação de mais drogas apenas criaria novas indústrias de tóxicos para uso em estrago da saúde e para a formação de lucro dela. Em vez de se lutar para a liberação do uso de drogas para fornecer dinheiro para grupos econômicos em cima da população, os pseudolibertários lutam para a liberação dos mercados para se criarem e explorarem os viciados para a indústria obter dinheiro em cima do consumidor. Haveria a liberação da propaganda com o mesmo argumento de que se é livre o consumo é proibido proibir seu incentivo. E o número de viciados aumentaria enormemente pela ampliação do consumo. A destruição da vida dos mesmos não se dá pela proibição, mas como do álcool e do fumo, drogas lícitas, o uso generalizado também criaria em muito maior magnitude as suas vítimas.

As crianças geradas destas mães usuárias se juntariam as fumantes e alcoolistas que não abandonam o vício pela gravidez, lesando seus próprios filhos sem resistirem ao vício. Estas drogas de uso ilícito e portanto limitadas, também provocam danos terríveis, que são minimizados pela contenção da ilegalidade. Mas ao serem liberadas, se multiplicariam os casos reais de lesões fetais.

A falácia de que acabaria o tráfico é falsa, pois a tráfico não se dá pela busca de algo bom que o governo ?autoritário? proíbe, mas na busca da droga que mais vicia e rende mais dinheiro. E neste sentido se criaria às novas drogas que entram no mercado pela sua maior potência, maior viagem, maior capacidade de criar dependência. O produtor e traficante não são movidos por sentimentos altruístas ao praticarem seus atos, mas pela busca do lucro a qualquer preço. E neste negócio, não vai desistir porque liberaram tal ou qual droga.

Uma vida livre, sadia e liberada num planeta justo e de preservação da natureza não passa pelas drogas de qualquer espécie. A droga é apenas um meio da servidão humana de um cérebro necessitado.

INTERESSANTE QUE SE FAÇA UMA LUTA CONTRA OS TRANSGÊNICOS MAS QUE NÂO SE QUEIRA AS MESMAS GARANTIAS DAS DROGAS PSICOATIVAS.