A iniciativa é de entidades da sociedade civil organizada, incluindo sindicatos, associações de profissionais, movimentos populares e apoio do mandato popular do vereador Alan (PT). Ele é autor do PL que deve ser votado no dia 18. Alan é negro como outros seis vereadores de Sumaré, cuja Câmara tem 13 parlamentares. Atualmente o calendário oficial da cidade não prevê o feriado, nem a realização de eventos sobre o tema.
A proposta de criação do feriado, conforme ocorre em cidades como Rio de Janeiro, ou municípios da Região Metropolitana, como Campinas, Hortolândia e Santa Bárbara D´Oeste, tem enfrentando oposição de setores da sociedade de Sumaré que desaprovam a reverência ao líder negro assassinado há mais de 300 anos quando lutava pela emancipação dos direitos da população negra, então condenada à escravidão.
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