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| | Pecado É Não Usar - vídeo. Por cmi-vídeo. 12/12/2003 às 01:00 Esse video foi realizado por entidades da sociedade civil que combatem a AIDS, aborda a omissão da igreja católica frente a epidemia e sua campanha contra o uso do preservativo. A AIDS não tem cura. Segundo o Inmetro, instituto responsável pelo controle de qualidade, usada corretamente a camisinha é o único método contraceptivo que protege contra as doenças sexualmente transmissíveis e a AIDS, com margem de segurança de 95%. O cardeal do Rio de Janeiro, Dom Eusébio Scheid, conseguiu dia 28 de novembro de 2003 uma liminar proibindo a exibição pública do vídeo.  Não existe grupo de risco. Existem situações de risco. Assista ao proibidão da arquidiocese: "Pecado É Não Usar" Arquivo em quicktime. (2.3 MB) Assinam o vídeo ONGs Davida ? Prostituição, Direitos Civis, Saúde; Grupo Gay da Bahia; Fórum das ONGs/Aids do Estado do São Paulo e Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids. [ Confira o Editorial ] Assista a outros vídeos Clique em quicktime se você não tem o programa ou tiver problemas para assistir e precisar atualizá-lo. É gratuito.
Email:: contato@midiaindependente.org >>Adicione um comentário Mais um crime contra a humanidade?
Hoje, lendo o Zero Hora, encontrei um artigo que curiosamente não colocava nem o autor. Vendo isso não me admirei pois o título já indicava por onde ia o conteudo e porque o autor não quis assumir o texto. O título dizia: ?Saúde, Aids faz governo criticar a Igreja ? Para governo, instituilão ?pode estarcometendo mais um crime?. Recentemente ?o programa nacional de aids do ministério da saúde ... condenou duramente a postura da Igreja católica em relação à política de prevenção à aids? No fundo o que acontece. O ministério quer convencer as pessoas que a forma mais eficaz de evitar a aides é usar a camisinha no momento de praticar o sexo. Isto já me traz algumas perguntas que gostaria de colocar antes de continuar. Em primeiro lugar, é a camisinha a forma mais eficaz de combater o aids? Não pareceria que a forma mais eficaz de combater a transmição da doença é cuidar o relacionamento sexual que estou tendo? Se a camisinha é a forma mais eficaz de combater a aids (o qual por estadísticas, não é) por que a doença aumenta em lugares em que a política é essa?
Bom, deixo estas poucas perguntas e mais algumas que depois gostaria de fazer aos que criticam a Igreja por sua postura (estas críticas devem significar que tem provas científicas que respaldem o que dizem e que sustentem as acusações em relação à inquisição e ao nazismo) Dito em forma mais popular convido aos que prepararam o video em questão a que, ?se não sabes do assunto, fica queto?.
Gostaria pois neste momento dar um passeio pelo artigo que aparece na Zero Hora para de forma simples e direta demontrar as más intenções dos que criam e promovem esta polêmica cheia de interesses pessoais (económicos).
A nota publicada na qual o programa nacional de aids do Ministèrio da Saùde afirma que a Igreja està errada ao insistir que o preservativo náo protege e por tanto està cometendo um crime contra a humanidade. Realmente náo sei qual seria o maior crime conntra a humanidade, se insistir em algo que è comprovado cientificamente ou querer enganar a população com a atual política. "Se analisarmos a AIDS na África, devemos pensar que a influência da Igreja Católica se circunscreve a 15,6% da sua população total. Alguém se atreveria a afirmar que a AIDS prejudica em maior medida aos católicos do que aos muçulmanos ou animistas? Não seria possível fazer isto, já que diversas estatísticas demonstram que a comunidade católica sofre em medida bem menor a praga da AIDS: é lógico que o ensinamento em favor da monogamia e da castidade tenham os seus efeitos positivos em ambiente de promiscuidade generalizada.
"Então entre que grupos humanos a atitude da Igreja poderia contribuir para disseminar AIDS? Entre os católicos sem prática religiosa, nem vivência dos seus princípios morais? Seria sensato supor que quem é infiel a sua esposa, virá a respeitar a orientação da Igreja que desaconselha o uso do preservativo? Nestas condições correria, por acaso, o risco de contaminar-se para ser fiel às orientações de uma religião que não pratica? Seria um absurdo. Evidentemente que quem não têm escrúpulos de ter relações com uma mulher fácil ou uma prostituta, nem se apresentará a questão da licitude moral do preservativo. Portanto acusar a Igreja Católica na difusão da AIDS por esse motivo é, mais do que um absurdo, uma manobra para negar-se a reconhecer a realidade contrária: sem a moral católica a sociedade seria mais promíscua e, em conseqüência, a AIDS estaria muito mais estendida" (Artigo publicado na ISTMO, uma prestigiosa revista cultural Mexicana)
Também tenho a certeza que as pessoas involucradas nesta campanha, os membros do Ministério da saude que levam o Programa Nacional de Aids, certamente tem conciência dos dados que todos tivemos a oportunidades de ler num jornal que nãotem nada a ver com a Igreja Católica chamado, ?The New York Times? que deixou claro no dia 14 de outubro passado, alguns dados que coloco para que todos possam apreciar. 25% dos doentes de AIDS no mundo são atendidos por instituições católicas. E, igualmente, afirmou que os estudos científicos - um deles a cargo do Serviço de Saúde dos Estados Unidos e outro à responsabilidade da Universidade de Harvard - coincidiam em alertar sobre os decepcionantes resultados da prevenção da AIDS baseados no preservativo. Menciona-se o caso de Uganda que em 1991 contava com uma taxa de infecção de 20%, enquanto que no ano de 2002 tinha descido aos 6%, em virtude de uma política sanitária centrada na fidelidade e na abstinência, não no preservativo, (à diferença de Botsuana e Zimbábue que ainda ocupam os primeiros lugares nos contágios)
Chama a atenção que estes fatos são sistematicamente silenciados. Por baixo das realidades verdadeiramente científicas desliza uma correnteza estranha e anticientifica que silencia estas realidades positivas. A agência LifeSite e a agência ACI, por exemplo, denunciaram recentemente que a maioria dos informes sobre a AIDS na África ignoram sempre os êxitos conseguidos em Uganda, por haver apostado, na sua política sanitária, na promoção da abstinência sexual, da fidelidade e da castidade.
Muitas autoridades, incluindo o Secretário de Estado norte-americano Colin Powell, louvaram e reconheceram o êxito de Uganda em reduzir a taxa de infecção uns 50% desde 1992. Inclusive a CNN informou que no ano 2000 foi o país "com maior sucesso na luta contra a AIDS". No entanto a LifeSite adverte que por uma razão desconhecida "o êxito de Uganda poucas vezes é mencionado".
Questionamo-nos se essas razões, desconhecidas e entranhas, são as que fazem a alguns cientistas brasileiros dizerem que "desconhecem a existência de pesquisas sobre falhas nos preservativos" e os levam a formular críticas maldosas dizendo que a Igreja "desconhece a realidade" e "nega o óbvio".
Como diz o jornal comercial espanhol, La Gaceta de los Negócios, (16/12/02) nesse sentido: "os patrocinadores do preservativo, como principal instrumento de prevenção da AIDS, em lugar de aceitar esta evidência - o grande sucesso da Uganda - se obstinam nas políticas de extensão do uso do preservativo, que leva inevitavelmente consigo o implícito convite à promiscuidade sexual sob a mentirosa promessa do 'sexo seguro'. O resultado é o que temos diante dos olhos. Há loucos dispostos a tudo antes de propor o domínio sobre as paixões". A afirmação está feita como nos diz Dom RafaelLlano Cifuentes, por um jornal comercial, não por um boletim paroquial.
Há evidentes realidades de que o chamado "sexo seguro" não têm contido a expansão da doença. Por exemplo, conduzida por Nelson Mandela, a África do Sul abraçou firmemente a estratégia do "sexo seguro", e o uso de preservativo aumentou. Mas a África do Sul continua a liderar mundialmente os casos de infecção por AIDS com 11,4% de sua população atualmente infetada. Há Notícias do Mercury News de Miami que a Fundação Bill e Melinda Gates gastarão US$ 28 milhões para estudar o potencial dos preservativos no controle de natalidade e no combate a AIDS na África. Porém, as mesmas notícias de Mercury News, acautelam que: "As bases científicas para a prevenção da AIDS através de preservativos são mais teóricas que clinicamente provadas"
Depois de tanto o que não entendo é como o nosso pessoal do Programa Nacional de Aids do Ministério da Saúde pode afirmar, sem fazer nenhuma ressalva, "a segurança absoluta dos preservativos". Só gostaria de saber, é ignorância ou a algo mais por tras? Qual o verdadeiro crime contra a humanidade, ?insistir que o preservativo não protege ou insistir como se tenta fazer no artigo que lemos na pagina 36 da Zero Hora do dia 9 de dezembro de 2003 que a forma de combater a aids é usar a camisinha?
No segundo parágrafo do artigo o nosso autor desconhecido, diz que ?a Igreja pede que o Ministério Público (MP) apure se as entidades de Prevenção à Aids estariam informando a população ?quanto aos rescos de contaminação e de falhas dos métodos (de prevenção) utilizados?. O Sr. Alexandre Grangeiro diz que dado que a Igreja está fazendo uma campanha pública, eles tem que garantir o direito da sociedade de discutir o tema de forma democrática e esclarecer á população. Eu agradeço muito ao senhor Grangeiro por isto e simplesmente peço que lembre que apartir da mesma definição de sociedade os católicos formamos parte dessa sociedade e queremos que todos os argumentos que temos e que eles por ?alguma? razão esqueceram de colocar sejam colocados ao conhecimento de todos iniciando por eles mesmos.
Oministério defende a exibição do video que acusa a Igreja de forma desinformada, como já foi mais do que provado neste artigo, utilizando o argumento do direito, contido na Constituição, a livre manifestação do pensamento mas depois de mandar varias respostas a elementos polémicos e ataques à Igreja sem que sejam publicados pergunto-me se a constituição favorece a todos ou se está sendo citada só nos momentos em que convêm.
A continuação o senhor Grangeiro diz que a Igreja lança o debate da prevenção do ponto de vista dogmático o qual coloca de manifesto a falta de conhecimento do que quer dizer dogma. Mesmo assim se ele concidera os argumentos científicos colocados antes e tantos outros não citados mas igualmente ao alcance de todos como dógma concordo com esta afirmação o que não posso nem podemos admitir é que afirme como fez no citado artigo que com o pedido de que se revise se se está colocando à população todos os elementos negativos do argumento sugerido pela campanha em questão seja uma forma de ?censurar o debate?. Pelo que vejo e pelo que todos vemos a atitude é simplesmente de procurar a maior clarevidência para as pessoas realmente interessadas no debate e que é a população. Se os videos das ONGs se inserem no contexto da discussão pergunto, ?senhor Grangeiro, porque não colocar toda a informação para que seja realmente uma discussão e não o que estão querendo que seja, um monólogo da parte de vocês?
O video que passou no Fantástico segundo isso questiona quanto tempo vai levar para que a Igreja peça perdão pelas vítimas da Aids. Depois de provas tão claras podemos fazer duas perguntas: Quanto tempo vai levar para que certas pessoas sejam sinceras com sigo mesmos e com o nossos irmãos e deixar de enganar a população em um esforço por justificar as suas próprias vidas e o incremento financeiros da industria dos preservativos? E em segundo lugar perguntaria quanto tempo vai levar para que os Cristãos assumamos o nosso papel e defendamos a verdade ativamente diante de tentativas tão intelectuialmente fracas como é esta que hoje procura reduzir o homem e a mulher a animais incapazes de agir racionalmente no seu relacionamento com os demais. Esta fraqueza intelectual e racional demostra-se, com todo respeito, na afirmação intrinsecamente ilógica onde diz que, ?Diante de uma epidemia, não há espaço para discutir a adoção de estratégias que sabidamente não são mais eficazes?. Senhor Grangeiro, inicio lembrando que este artigo e tantos outros tem demonstrado que a forma mais eficaz de contrarestar a propagação da Aids é a da abstinencia o qual não me diminui como ser humano e o respeito a mim mesmo e aos outros enquanto que a proposta que infelizmente está defendendo é aquela que se tem demonstrado realmente ineficaz. Por essa razão, Sr. Grangeiro, concordo com que diante de uma epidemia, não há espaço para discutir a adoção de estratégias que sabidamente são ineficazes. Dediquemos pois os milhões utilizados para produzir estes videos e para propagar estas campanhas na reta formação dos nossos jovens e veremos se as coisas não mudam. Bem certamente uma parte do comercio sofrerá um pouco por falta de vendas mas o pais todo não. Aplico pois aqui e termino com as suas própias palavras:
?Cada vez que gastamos tempo com uma discussão ultrapassada, significa que mais pessoas estão morrendo?. Pense nisso senhor ministro da saúde, pense nisso senhor Grangeiro, pense nisso Brasil, pensa nisso tu homem e mulher de verdade.
Por Carlos Rodriguez (RS)
Esta resposta foi enviada à Zero Hora na quarta-feira 10 de dezembro com a esperança de que chegue ao maior número de leitores possivel e por isso envio a mesma a você para que a faças chegar a todas as pessoas que conheces.
 | 0 DOWNLOAD DO VIDEO NAO TA ROLANDO  | É muito engraçado. Cada vez mais vejo o quanto o ser humano se torma burro. Burro não, por que o coitado do burro é irracional, não pensa, não tem conhecimento. O ser humano se torma mesmo cego e permite ficar cego com as falácias de táticas politiqueiras. Ora, o viadinho ou a putinha resolve ir a uma balada, e a mãe liberal toda informada e cheia de cuidados diz: "Filhinha da mamãe, tem que levar camisinha, pra num pegar AIDS, mamãe num que filhinha doente em casa.". Puta que pariu! Os pais são os primeiros cegos. Talvéz o filho já esteja com AIDS e não sabe, por esta cagando pra isso.
Os bostinhas chegam na balada, enche o gargalo de extasy, vinho, cerveja, energeticos, etc. Lá pelas tantas, pega o parceiro ou a parceira ou os dois, e faz aquilo que a natureza nos permite e esquece da merda da camisinha.
O que adiantou todo o cuidado, todos os conselhos, todos as materias ricas que poderia por comida na boca de muitos famintos.
Conclusão: Um pessoa religiosa que vive dos princípios básicos de civilidade e ética não pega AIDS. Ele tem uma moral a zelar e não fica enchedo a cara e deitando com qualquer um.
Lembra do ditado quando alguém fazia uma merda: "Com certeza o cara NÃO estava em casa rezando"
Pensa, se for capaz. Quem esta na putaria tem a AIDS como companhia, e não interessa se é dono da fabrica de camisinhas.
Agora culpar um e meter a pedra em outro é fácil. Quero ver EU me policiar quanto aos desvio de conduta. Eu tentar ser melhor que fui hoje, Eu me culpar antes de procurar culpados. "Ai... tadinho de min... sou vítima... Eu peguei AIDS... quero remédio e salário o governo boçal".
Eu NÃO estou querendo dizer que deva abandonar uma Pessoa que necessite de ajuda. Estou afirmando que Eu deva ser mas cauteloso e não ir jogando pedra na janela alheia. Devo lembra que o mesmo Material que fez uma janela fez Todas as outras.
Divino Sérgio Mendes - Goiânia - Goias - Brasil.  | Concordo Com o Divino Sérgio. Se alguém pega AIDS por sexo sem proteção a culpa é dela própria, não da Igreja. A Igreja é coerente com aquilo que prega. E ela prega que as pessoas não devem ser promíscuas. Quem quiser que pague pra ver. E depois ficam gastando o dinheiro da saúde para ajudar as verdadeiras vítimas da AIDS (hemofílicos), e tb aos babacas que fizeram sexo como animais irracionais e contraíram o vírus...
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