| Ocupação em Osasco! Por .f. 16/05/2004 às 13:56 ocupada uma área de Osasco. Às 24 horas da última sexta-feira (dia 14) teve início uma ocupação na divisa de São Paulo com Osasco, no Km 18,5 da Raposo Tavares, rua Vitor Civita. O terreno pertence originalmente à Editora Paulus, empresa relacionada à Igreja Católica, e foi ocupado por cerca de 250 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), com o apoio de vários membros e entidades da sociedade civil, tais como estudantes, sindicatos e partidos políticos. A primeira ameaça ao acampamento foi feita por viaturas da polícia de São Paulo, que quiseram expulsar as pessoas envolvidas com o movimento. A polícia, ao ouvir explicações quanto ao direito das/dos manifestantes de permanecerem na área, por já a terem ocupado por determinado tempo, retirou-se. Mais tarde, com a saída de advogadas/os da ocupação, a polícia retornou ao local, prendendo uma van, cuja função era divulgar o ato para moradores/as das redondezas. Em seguida, tentou fazer um cordão de isolamento da área, o que causou enorme tensão. Tal atitude, não procedente, acabou sendo combatida e evitada. No entanto, dado o grande fluxo de pessoas para o acampamento, a atenção das forças repressivas estatais só fez aumentar, de modo que 6 viaturas, agora também de Osasco, passaram a exercitar o conhecido “terrorismo psicológico”. Elas se aliaram à empresa de segurança contratada pela Ed. Paulus para articularem ações, cuja finalidade era o fechamento das vias de acesso ao terreno. Essa tentativa de minar a ocupação não vingou: as/os 400 integrantes estabelecidas/os conseguiram evitar que esse projeto se concretizasse. O MTST espera que no domingo (dia 16) a quantidade de pessoas estabelecidas triplique, o que não será difícil de ocorrer, caso o “processo de massificação” (como disse a Coordenadora Estadual) continue. Em outras palavras, caso a divulgação do acampamento possa se expandir como planejado. É o que a polícia mais teme.
>>Adicione um comentário As informações que divulgo aqui dizem respeito à conduta policial na noite de sábado, dia 15/05/2004, por volta das 21:30hs, por ocasião da ocupação na fronteira São Paulo / Osasco. Estávamos (sres. N., F. e C.) estacionados na R. Victor Civita. Fomos até lá com filmadoras e máquinas fotográficas para 1. registrar as movimentações policiais e 2.para nos apresentarmos como estudantes universitários da USP e PUC SP (ou seja: como pessoas que probabilísticamente tem mais dinheiro e acesso a outros recursos do que as pessoas efetivamente sem teto que ocupam o local) caso houvesse violência policial - pois é notória a diferença de tratamento dispensado num e noutro caso. Agimos desta maneira não para tentar garantir a continuidade, também perversa, de tal distinção de tratamento, mas apenas para tentar garantir conduta menos violenta (pois, se por um lado tal ação não carrega sentido virtuoso e transformador, por outro o espancamento tradicional dos pobres pela polícia militar parece sofrer da mesma falta de sentido). De fato esta é a informação que dilvulgo por aqui: enfim a polícia militar agiu com "isonomia". Abusou da autoridade a ela delegada indiscriminadamente, distribuindo multas de trânsito como quem joga confetes num salão de carnaval. Descrevo 04 agressões neste 'boletim de ocorrência', promovidas pelos policiais militares reunidos em torno do veículo Base Comunitária M-14190, placa BSV 7101 (registro em fita VHS, à disposição: tel.: 8286-9960 - Sr.C.) por volta das 21:30hs: 1) o carro do Sr. N., estacionado na R. Victor Civita, seria multado por "atrapalhar o trânsito". Durante o diálogo com os policiais, houve a apreensão do veículo do Sr. A. Houve violenta abordagem (os policiais pegaram os braços do Sr. A. e de seu filho dentro do carro), e o Sr. F. fotografou a ação policial. Os policiais, presenciando a ação do Sr. F., afirmaram então o seguinte: " Não iríamos multar. Mas já que você tá aí fotografando agora a gente vai multar mesmo". O Sr. F., portanto, retirou o veículo do Sr. N. e o estacionou na Rua Minerva. 2) apreenderam o veículo do Sr.A., placa CJZ 0402 (do Embú) em guincho particular sem informar ao proprietário expugnado (que pede ajuda para localizar seu veículo) o local de destino; 3) multaram o veículo do Sr. N., estacionado na R. Minerva (em frente à primeira entrada do acampamento, na R. Victor Civita), justificando: "veículo estacionado na contra-mão". É importante notar que a R. Minerva não tem placa sinalizadora, e os moradores da rua (uns 10, aproximadamente) afirmam que a rua nunca teve placa sinalizadora alguma e os veículos trafegam e estacionam nela, tradicionalmente, nos dois sentidos. É só ir lá pra ver. Mas, de qualquer forma, a R. Minerva também foi registrada em VHS, e os moradores estão lá para quem quiser saber. 4) Durante a confecção da multa, o policial militar ocultava sua identificação com uma jaqueta fechada até o pescoço. Tentou coagir o Sr. F. a assinar a "autuação" da contra-mão, mas hesitou diante da resistência, dizendo que não era obrigatório, mas opcional. Os policiais sem suas identidicações à mostra foram filmados e fotografados.  | A ocupação da aràea jà deveria ter acomtecido a muito tempo ,a area è gigantesca pessoas sem moradia ja deveriam ter invadido No terreno por ser desabitado acotece muitos assasinatos, estrupos e outros atos violentos Parte do terreno foi comprado pelo o patrocionador do time de futebol crinthians sem opção esse grupo (MST) ocupou propriedades da região de Osasco.Eles apenas querem ter a dignidade de obterem um lar e lutam por esse direito.apenas o (MST) não tem opção...  | Achamos isso da policia atacar com violencia um absudo so que mais ainda o fato dos MTST invadir propriedades privadas achamos injusto o fato deles não terem onde morar sò não entendo o por que deles invadirem terras se deixam bem claro que são trabalhadores e que tem como ganhar seu pão nÃo terem a capacidade de consiguir um lugar que eles dizem e consideram adequeados para crição de seus filhos eu penso as vezes o que essas pessoas que invadem terras penssam em deixar para o seus filhos como matrix de seu desenvolvimento tenho certeza que meus pontos de vista não influenciram para que esses ocupantes tomem conciencia de seus atos mais que deixe bem claro o quanto isso è vergonhoso e que fazendo isso sò percam cada dia mais o direito de ser um cidadão e que olhe para seus filhos e vejam que eles não faram mais que seguir seus exemplos. 17 de maio de 2004.  | Pra começar é errado dizer que foi uma invasão e sim uma ocupação,por necessidade destribuição de terras, que também pela falta de moradia Achamos que esta invasão em osasco esta ocorrendo por falta,de moradias e para chamar a atenção dos governantes mostrando que o mst não tem terra. Apesar dessa invasão ter tido muito apoio de deputados,etc. Achamos que aquelas pessoas estão certas, afinal, aquela é uma grande àrea e não está sendo utilizada para nada. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. Para nós, não e bem uma invasão e, sim uma apropriação não autorizada, isso é, as pessoas do MTST não tem moradia e viram area desapropriada em local habitado. No terreno habitado não a mais tantas pessoas,muitas pessoas foram embora por causa que havia muitas cobras e o frio estava muito intenso. Nós concluimos que essas pessoas estavam certas, pois o terreno não estava sendo utilizado pela editora. Uma solução que os politicos poderiam estabelecer, é a reforma agrária que dividiria as terras que não estão sendo utilizados, as pessoas que as necessitam. Os caras não foram embora coisa nenhuma... tem cobras, sim, mas o que acontece por lá é que hoje à tarde devia ter segundo estimativas do pessoal do movimento, entre 3.000 e 4.000 pessoas... E o movimento de pessoas chegando continua intenso. E muitos diziam exatamente isso que o Wesley falou: a área era palco de vários estupros e ponto de desova de cadáveres. Uma área que está parada, especulando, sendo palco de inúmeros atos de violência, com toda certeza é melhor utilizada servindo como área de moradia (estaria assim assegurando o seguimento da constituição, que prevê a função social da terra). Tudo isso ocorre por que o governo faz como o ditado, sou surdo sego e mudo, por que se esras pessoa for despeijada o governo perde a maioria dos votos Tudo isso ocorre por que o governo faz como o ditado, sou surdo sego e mudo, por que se esras pessoa for despeijada o governo perde a maioria dos votos não é uma invasão e sim uma ocupação por que o terreno não estava ocupado, porisso os maninfestantes resolverão invadir para chamar a atenção do governo, para que, foi para que o governo se toca por que tem muitas pessoas sem moradia e sem emprego e no caso eles estão lutando para ajudar as pessoas que estão passando fome. eles vão plantar no tereno, para arrumar emprego e acabar com a fome ... não é uma invasão e sim uma ocupação por que o terreno não estava ocupado, porisso os maninfestantes resolverão invadir para chamar a atenção do governo, para que, foi para que o governo se toca por que tem muitas pessoas sem moradia e sem emprego e no caso eles estão lutando para ajudar as pessoas que estão passando fome. eles vão plantar no tereno, para arrumar emprego e acabar com a fome ...
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