| Por quê Gilberto Gil falou em castelhano na Galiza? Por Galiza Lusófona 20/07/2004 às 19:27 Por quê Gilberto Gil falou em castelhano na Galiza? Assim se pode resumir a atitude do Ministro da Cultura brasileiro no concerto dado ontem 19 de Julho do 2004, na praça da Quintana de Santiago de Compostela, na capital da Galiza.  Gil Por quê Gilberto Gil falou em castelhano na Galiza? Assim se pode resumir a atitude do Ministro da Cultura brasileiro no concerto dado ontem 19 de Julho do 2004, na praça da Quintana de Santiago de Compostela, na capital da Galiza. O cantor baiano demonstrou com a lamentável atitude linguística uma completa indiferença para com opressão que sofre a comunidade lusófona da Galiza por parte do castelhano e da Espanha. Sim, na verdade foi lamentável a atitude de Gil no Concerto de Compostela, uma vergonha. Eu fui junto com outras pessoas anónimas um dos que comecei a berrar na frente do cenário. Fala português!! Fala português!!, e aí que com a força dos berros que lhe reclamavam o português ele deixou de falar em castelhano aportuguesado, dizendo alguma coisa como ["Estamos na Galícia, não é ... o nacionalismo? Mas la España es um pueblo hermano y queremos la mistura de todas las culturas... lo importante es entendernos aquí en Santiago de Compostela..."] Gilberto Gil que tive faz pouco um encontro no Forum Cultural Mundial de São Paulo com Ministra de Cultura espanhola (Carmen Calvo) http://www.psoe.es/ambito/provinciadealava/news/index.do?action=View&id=29543 véu desta vez ao nosso pais e depois de dois anos com a ideia de a Galiza que faz parte da Espanha e portanto o idioma dela deve ser o castelhano, fazendo caso omisso à carta que recebera no 2002 por parte da Assembleia da Língua. http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=173 Como é que um ministro da cultura do Brasil pode ter essa atitude frente a uma comunidade lusófona oprimida como a galega. A que véu Gil a defender a lusofonia ou a hispanofonia na Galiza? A verdade é que não ficou nada claro... Estender as críticas também ao movimento lusista, reintegracionista na Galiza no seu conjunto, MDL, AGAL, AAGP, etc... Como é que sabendo que muitos de nós íamos estar nesse concerto, não se organizou nenhuma acção reivindicativa para o recital. Será que é tão difícil imprimir e coordenar umas pancartas, ou umas folhas em DIN A3 com um lema do tipo: "Respeite a Galiza. Fale português!" já veríamos como pronto ia falar Gilberto em português. Pois nada, ninguém fiz absolutamente nada, alguns tivemos que andar a tirar a camisola de Nunca Mais e estende-la no ar pela absoluta falta de coordenação do reintegracionismo na Galiza. Ao final Gil rematou o concerto com um "muchas gracias Santiago" Outra pessoa comenta no PGL ( http://www.agal-gz.org): “Começou a falar do maravilhoso que era estar em "Galícia", falou das outras vezes que já estivera... tudo em castelhano. Ouviram-se alguns "fala galego!" "fala bem!" e assobios vários. Afinal começou a colher força um "fala português! fala português!" desde as primeiras filas, e foi quando realmente ele percebeu e começou a falar português. Porém, veio dizer algo como que "aqui todos nos entendemos, falar português está bem mas se é por nacionalismo não está tão bem. Temos que ser mais internacionais" (com isto último do nacionalismo e tal muita gente rompeu a aplaudir). Rematou com um "además estamos en tierras de España!". INSTAMOS A TODOS/AS VOCÊS A ENVIAR ESTE TEXTO OU OUTRA CARTA DE PROTESTO AO PROPRIO GILBERTO GIL: Correios-e a onde enviar protesto: governo@brasil.gov.br (Governo do Brasil) info@minc.gov.br (Ministério da Cultura do Brasil) gege@gege.com.br (Correio oficial de Gilberto Gil) gilbertogil@attglobal.net (Mais um correio de Gilberto Gil no seu site oficial) PS: Enviamos algumas ligações para completar esta informação: http://www.gilbertogil.com.br http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=1466&mode=&order=0&thold=0 http://www.psoe.es/ambito/provinciadealava/news/index.do?action=View&id=29543 DIFUNDE ESTE TEXTO NA INTERNET
URL:: http://www.agal-gz.org >>Adicione um comentário Porque é um mané metido á besta,pavão empolado da máfia do dendê de Caetano e ACM...  |  | Eu de cada vez que me falam em espanhol por internacionalismo, respondo em inglês. Acabo de enviar esta carta a Gilberto Gil. O seu site é http://www.gilbertogil.com.br/ , e o seu email é gege@gege.com.br . Que a copie quem quiser. =========================================================== =========================================================== Mr. Gilberto Gil, Brazil Dear Mr. Gil, I am writing to you in order to protest your unsensitive treatment of the Galizan language and identity question during your recent concert in Santiago de Compostela on July 19, 2004. As Minister of Culture of Brazil, you no doubt know that your own language, Portuguese, was born in Galiza, where it is and has always been the majority language (here often called "galego"). However, despite repeated requests from your audience in the capital of Galiza that you spoke in your and our own language, Portuguese, you preferred to continue in Spanish, allegedly because of its "internationalist" character. I would like to remind you that similar arguments about "internationalism" or "universalism" have underlied the threat or extinction of numerous languages and cultures in the world, and the imposition of other major languages and cultures over peoples and territories. Your argument in your concert was that Galiza is a part of the Spanish state, where Spanish is dominant. Yes, administratively this is so, unfortunately. But so is Brazil a part of America, and of the world, where US English is dominant. Therefore, I am sure you will not mind that, despite our being able to communicate in our common language, Portuguese, I address you in the international and internationalist language par excellence, English. Mr. Gil, it is English, not Spanish, that will finally unite the entire world in brotherhood and sisterhood and will be able to eliminate all forms of nationalism, like the Spanish nationalism you defended in your concert. Finally, I would like to call your attention to your contradictory disrespect for your audience in your own songs. If we Galizans could not be addressed in our own language, but in a more "internationalist" one (apparently), why did you sing to us in your nationalist, local Portuguese? For the sake of coherence, when are you going to abandon the nationalist Portuguese language once and for all and write all of your songs in English, the universal language? Sincerely Yours, =========================================================== =========================================================== INSTAMOS A TODOS/AS VOCÊS A ENVIAR ESTE TEXTO OU OUTRA CARTA DE PROTESTO AO PROPRIO GILBERTO GIL: Correios-e a onde enviar protesto: governo@brasil.gov.br (Governo do Brasil) info@minc.gov.br (Ministério da Cultura do Brasil) gege@gege.com.br (Correio oficial de Gilberto Gil) gilbertogil@attglobal.net (Mais um correio de Gilberto Gil no seu site oficial)   | En un lugar de cuyo nombre no quiero acordarme, fue un trovador curtido en muchas batallas a amenizar y ofrecer lírica a todos aquellos que quisieran escucharle. Cuenta la historia que este trovador después de recorrerse todo el mundo con sus cánticos llegó a una región plenamente integrada en la tolerancia hacia los demás, acudió para cantar y trovar. Sigue contando la historia que un marginal grupo de intolerantes que acudieron a verle trovar le empezaron a increpar. No era que cantara mal, o que fuera era irrespetuoso con el respetable público, no, los reproches que recibía eran a causa de su forma de expresarse, por emplear el idioma que paradójicamente entendían todos y no emplear el idioma que paradójicamente también no entendía casi nadie. Parece absurdo, incluso ridículo, pero ocurrió así. Este grupo de censores intolerantes imponían al internacional trovador expresarse no como él quisiera sino como ellos le ordenaban. Muchos piensan que esta historia forma parte de la casuística de la sociedad Gallega en reinado de los Reyes Católicos, pero pocos se pueden creer que esta imposición idiomática se produjera en la Galicia del siglo XXI. Que pena aquellas personas que no piensan en los idiomas como vehículos de comprensión y entendimiento entre semejantes. No importa que el 80% del público que acudió a ese concierto no entiendan el portugués, ni que el propio Gilberto Gil no quisiera emplearlo. No importa que casi la totalidad de los que fueron a verle entendieran el Español y no el portugués, no importa, tampoco que a esa totalidad (a excepción de los intolerantes, censores, e impositores, es decir nacionalistas defensores de guetos étnicos que no alcanzaban un 5%) les importe 3 rábanos las causas de la defensa de los guetos étnicos, no importa, no importa nada, a los demagogos que se sienten más que los demás sólo les importa sentirse dueños de la tierra de todos. No importa nada, a estos defensores de guetos étnicos sólo les importa crear diferencias, sentirse lo más diferentes al resto del mundo, sentirse los mejores, y como no, obligar a los demás a emplear un idioma simplemente para materializar la diferencia. Gilberto Gil como la mayoría de los gallegos lo tiene claro: "aqui todos nos entendemos, falar português está bem mas se é por nacionalismo não está tão bem. Temos que ser mais internacionais" (com isto último do nacionalismo e tal muita gente rompeu a aplaudir). Rematou com um "además estamos en tierras de España!". Gilberto Gil. Los defensores del nacionalismos son los impositores, censores e intransigentes del siglo XXI. Que pena da el mundo nacionalista, que peniña. Les falta el sentido común. que pena y que censores.
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