Há cinco meses os professores do ensino médio e superior do Maranhão não recebem os R$687,06 mensais referentes à vinte horas de trabalho semanais. Aliada à falta de pagamento, professores e alunos da UEMA (Universidade Estadual do Maranhão) ainda devem se acostumar com turmas unificadas, ou seja, com 80 alunos por classe. A universidade também deve lidar com a ausência de 80% dos recursos que lhe eram destinados.
Estudantes e professores seguiam em colaboração até que o governador do estado, José Reinaldo, assinou uma medida provisória que suspende o acordo de reajuste salarial também firmado por ele ano passado. Foi o basta. Deu-se início à uma greve geral no ensino médio e superior público. Protestos em frente à Assembleia Legislativa pedindo atitute dos deputados e exigindo a suspensão da medida provisória diante do Palácio dos Leões.
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