| Ministro Gil discute repressão às rádios comunitárias no FSM Por Laura Muradi 27/01/2005 às 21:57 Ministro Gilberto Gil discute repressão às rádios comunitárias e é vaiado no Acampamento Internacional da Juventude O que seria apenas uma visita para conhecer a estrutura de Software Livre montada no acampamento internacional da juventude, transformou-se numa acalorada discussão entre o ministro Gilberto Gil e os estudantes do Acampamento Internacional da Juventude na noite dessa quinta-feira (27). Os estudantes denunciaram a perseguição às rádios comunitárias afirmando que o número de rádios comunitárias fechadas pela Anatel e pela Polícia Federal durante o governo Lula foi superior ao do governo passado.
O ministro Gilberto Gil foi vaiado por alguns estudantes afirmando que o governo se posiciona contra a democratização da comunicação. Ele afirmou que nunca teria comparecido ao acampamento da Juventude se não fosse para dialogar e também conhecer a estrutura de software livre montada pelos estudantes.
Representantes da rádio montada no acampamento disseram que entendem que o processo dentro do governo é lento mas eles apelaram para que haja uma ação emergencial a fim de acabar com a perseguição e repressão às rádios comunitárias no Brasil.
O ministro afirmou que o governo tem conhecimento da necessidade e urgência da situação em que vivem os meios comunitários mas saiu na defesa do presidente Lula afirmando que apenas alguns setores do governo tem perseguido as rádios comunitárias. Depois do impasse o ministro prometeu criar um grupo interministerial para solucionar a questão.
Jornalistas estudantes de meios alternativos desafiaram o ministro a conceder uma entrevista coletiva exclusiva aos meios independentes.
>>Adicione um comentário O protesto feito durante a visita de Gilberto Gil ao Galpão dos Conhecimentos livres no Acampamento da Juventude não foi realizado somente por "Jornalistas estudantes" ou apenas "estudantes", como o texto afirma. Estavam no ato ativistas de vários grupos de mídia independente e rádios livres e comunitárias.
Gil foi contestado sobre sua participação no governo Lula, que é o governo que mais perseguiu e fechou rádios na história do país, e convidado a responder o que tem feito para combater esta situação, já que ocupa uma pasta muito importante no Estado Brasileiro. A resposta, como já era de se esperar, tangencia o questionamento, Gil disse que "só faz o que pode".
O debate foi seguido por uma participação de Gil com a banda que se apresentava no espaço. A discussão foi desviada e o ministro fez uso do microfone e violão para silenciar o protesto e enebriar os fãs que se encontravam ali.
Gilberto Gil não concedeu a entrevista aos meios alternativos, e dentro do espaço para mídias e projetos independentes, seus acessores preferiram dar prioridade à mídia corporativa que cobriam o evento.
As rádios livres e comunitárias vêm sendo sistematicamente perseguidas. No mês de dezembro, um radialista comunitário foi condenado em Goiás pelo 'crime de radiodifusão clandestina', um exemplo entre tantos outros. A crítica ao governo ao qual Gil está ligado e é ministro da cultura, é sobre sua postura de silêncio e morosidade no enfrentamento a este absurdo.
Não temos o tempo nem a paciência que Gil disse que devemos ter, pois enquanto esperamos seus shows e apresentações musicais, milhares estão sendo silenciados.
 | É bom lembrar que o Grupo Interministerial para discussão das leis de radiodifusão já está criado e é liderado pela Casa Civil da Presidência da República, através de André Barbosa, que conhece e preza o movimento de rádios livres. Alguém aí pode me explicar POR QUE o ministro deveria dar entrevista exclusiva aos meios de mídia alternativos? Aqui em Maceió a coisa é pior, elem de fechar as emissoras os dirigentes são humilhados na imprensa local como badidos nas publicações das paginas policiais dos jornais.A midia grande do Collor de Mello faz campanha pesada comtra as radios livres. Gilberto Gil ministro parece que sua música não chore mais é um consolo para aqueles que perderam as suas emissoras. Só nos resta chorar.  | Nós que moramos na periferia conhcemos os nossos problemas, mas o governo que nasceu conosco faz que não conhece mais nós e nem os problemas, antes andava, sentava com esse povo hoje disclimina de forma grosseira ignorando todas essas comunidade de pessoa do bem, trabalhadores e representantes dessas comunidades(periferia)governo esse que posso comparar com o principe(tudo pelo poder, de estar no poder e ter o poder só pra ele). É a maior vergonha, e a radio comunitária foi a maoir frustação para todos nós, perdemos o respeito foi o além do além. Sonhava com esse governo ha muito tempo pra revolucionar junto com a nação periferia dos povos, mas não deu, precisamos repensar, rever o que fizemos errado e buscar o nosso direito que é de execer o direito de cidadania, de poder expressar a dor da periferia. Mas vamos consegui em breve. Esse goveno que só ate hoje só fez paliativo em benefícios para os mais pobre e reveste tudo aquilo que nós sonhamos junto"Principe". repito esse é a maior mentira para o País.
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