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Milhares se manifestam contra os dois anos de ocupação
Por IRAQUE 22/03/2005 às 17:14

No dia 20 de março de 2003 o governo dos Estados Unidos iniciou uma operação de invasão ao Iraque, realizando um "ataque preventivo" com justificativa de encontrar e destruir armas de destruição em massa e derrubar o ex-ditador Saddam Hussein.

Nenhuma arma de destruição em massa foi encontrada. Porém, a intervenção militar estadunidense, apoiada especialmente pelos governos britânico e italiano, teve como efeito colateral a violência contra a população civil do país, deixando um saldo de cerca de 18 mil mortos/as. A invasão tem, na realidade, objetivos explicitamente econômicos e políticos por parte dos países invasores. Um dos pontos mais comumente citado é o do domínio sobre o petróleo iraquiano.

Em todo o mundo diversas manifestações contrárias à ocupação ocorreram nos dias 19 e 20 de março. Este ano elas condenavam, além da própria invasão, o caráter da suposta democracia implantada no Iraque, pois dessa forma, o governo de George W. Bush poderá manter seu poder político e financeiro exibindo menos a força de seu exército. Condena-se também a atual condição social do país, que nada mais melhorou após a invasão. Prova disso é a resistência massiva da população iraquiana, que desmascarou a farsa das eleições.

Fotos do ato em São Paulo: 1 | 2

| 3 [Brasília] Ato contra a invasão ao Iraque | Relato das agressões mútuas entre anarcopunks e PSTU no ato contra a guerra - SP | PSTU e Anarquistas se enfrentam no ato anti guerra | Sobre os conflitos entre militantes de SP | Soldados dos EUA matam 24 insurgentes perto de Bagdá | Manifestacao contra as eleicoes no Iraque

Editoriais Antigos: V FSM ignora a resistência iraquiana | Um ano de ocupação no Iraque | Manifestação mundial contra a Guerra

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Comentários


links pelo mundo
luddista 23/03/2005 03:25
http://apocalipsemotorizado.blogspot.com

Faltou um link para o que aconteceu ao redor do mundo.

Existem fotos maravilhosas e relatos emocionantes nos indymedias do resto do planeta que poderiam servir inclusive de auto-crítica e inspiração para o que foi feito aqui.


Manifestação (BH) contra a guerra imperialista e apoio a Res
Liga Operária 23/03/2005 13:34
ligamg@uol.com.br
http://ligaoperaria.org.br

Manifestação em Belo Horizonte no dia 19 de março contra a guerra imperialista e em apóio a Heróica Resistência Iraquiana.


Resistência Popular

Em meio à ofensiva geral contra-revolucionária cresce a resistência popular em todo o mundo

VIVA A HERÓICA RESISTÊNCIA
DO POVO IRAQUIANO

Os acontecimentos de 11 de setembro de 2001 foram utilizados pelos ianques para desencadear uma nova onda da ofensiva geral contra-revolucionária mundial, no objetivo de conjurar a crise geral de todo sistema capitalista e assegurar ao USA sua condição de superpotência hegemônica única no mundo. As agressões ao Afeganistão e ao Iraque constituíram a primeira etapa de sua ?guerra infinita?.
Contudo, desde maio de 2003, quando G.W. Bush anunciou o fim da guerra, a resistência do povo iraquiano não passou um só dia sem atacar os invasores imperialistas. O ano de 2004 foi de crescimento e fortalecimento incessantes da resistência iraquiana que vem golpeando vigorosamente as tropas de ocupação e seus colaboradores, trazendo várias derrotas para os imperialistas. O crescimento da resistência popular tem obrigado o imperialismo ianque a uma série de recuos. Transferiu apressadamente a administração do país para o governo fantoche de Allawi, mas isto só fez incendiar ainda mais a resistência. Agora, com o aval da ONU e outras potências imperialistas, apressa a realização de eleições no próximo dia 30 de janeiro buscando legitimidade para a manutenção de sua ocupação militar.
Já sabedores da impossibilidade de derrotar o povo iraquiano, o objetivo militar do imperialismo ianque passou a ser o de manter conflagrado o país para justificar a perpetuação de sua presença militar no território iraquiano, enquanto promove toda sorte de saque das riquezas naturais do país e a superexploração do povo. Não lograram os resultados esperados de receber apoio da maioria xiita, nem frutificou sua tentativa de provocar choques entre xiitas e sunitas para facilitar seu domínio. Os ianques estão sendo derrotados.


Viva a heróica resistência do povo palestino
O imperialismo é um tigre de papel







A guerra de resistência do povo
iraquiano é uma guerra justa

Ainda que a correlação de forças siga mais favorável à contra-revolução, ela declina e cresce a resistência dos povos em todo o mundo. Como decorrência e estimulada pela resistência do povo iraquiano avança a luta dos povos em escala mundial. Particularmente aí na frente principal, que é o Iraque, muito ao contrário do que os ianques esperavam ser a ocupação uma mensagem ao mundo de sua in-vencibilidade, da inevitabilidade de sua supremacia e inquestionável onipotência, a guerra de resistência demonstra a todos os povos do mundo uma vez mais que a forma eficaz e verdadeira de combater o imperialismo é a luta armada, a guerra do povo em que se destaca a guerra de guerrilhas. Com sua selvageria e atrocidades contra a nação e o povo iraquiano o que o imperialismo está conseguindo é revelar a capacidade de resistência dos povos oprimidos. O que todo o mundo está vendo é que com a guerra de guerrilhas que o povo iraquiano, numa ampla frente única de resistência, conduz a luta contra os invasores impondo-lhes golpes demolidores. Hoje os próprios imperialistas já reconhecem uma ?situação fora de controle? no Iraque e a existência de 200 mil guerrilheiros. Por mais que os monopólios de comuni-cação do imperialismo chamem de terroristas as ações da guerrilha, todo mundo está vendo que a guerra de resistência do povo iraquiano é uma guerra justa, enquanto a agressão imperialista é uma guerra injusta. A resistência iraquiana segue avançando e se fortalecendo no seu caráter popular libertador.
Confirma-se uma vez mais que, na época do imperialismo, somente uma guerra do povo, uma guerra sustentada e feita pelo povo, pelas amplas massas oprimidas de um país, pode levar a cabo e adiante a guerra de resistência, patriótica e de libertação nacional. Assim, toda a luta de resistência no mundo, do Afeganistão, Palestina, nos países onde se desenvolvem guerras populares dirigidas por partidos comunistas maoístas como Peru, Turquia, Filipinas, Nepal, Índia; outras lutas armadas como na Colômbia, lutas e grandes revoltas populares como na América Latina e Ásia, a luta em todo mundo se vê fortalecida e estimulada pela heróica resistência iraquiana, onde o imperialismo ianque e a coligação reacionária que encabeça intervém com toda sua potencialidade e são duramente golpeados.
Ainda que a contra-revolução, encabeçada pelos imperialistas ianques, mantenha sua ofensiva de caráter geral e em escala mundial, sua situação é cada dia mais difícil, o avanço da resistência dos povos anuncia o advento de novos tempos, de grandes e tormentosas crises para o imperialismo e de grandes e prometedores combates dos povos. O fulcro da crise geral do capitalismo é a própria economia norte-americana com seus astronômicos déficits e consequente queda do dólar.
A superprodução de mercadorias e sobre-acumulação do capital, o desemprego e a fome impõem a necessidade de nova e mais profunda partilha do mundo entre as potências, mais do que nunca, pelo controle das fontes de energia, das reservas de matérias primas, do mercado e da exploração da força de trabalho. Uma nova escalada de guerras de agressão já está em curso, o Irã é o próximo alvo anunciado dos ianques. Agudizam-se todas as contradições fundamentais do mundo. Em contrapartida está se dando um grande impulso da nova onda da revolução proletária mundial.
Tais acontecimentos fazem saltar à vista a necessidade peremptória de impulsionar todo o movimento antiimperialista ao nível mundial.
O heroísmo do povo iraquiano e palestino, como povos que resistem nas mais duras condições à brutal ocupação imperialista-sionista, revela que é necessário e possível fazer muito mais do que se tem feito. Mostra como as lutas armadas revolucionárias em várias partes do mundo, no Afeganistão, na Palestina e no Iraque principalmente, com a resistência estão enfrentando e dando combate ao inimigo comum dos povos. Que se irmanam cada vez mais povos de várias partes do mundo na luta contra o imperialismo, principalmente o imperialismo ianque. O proletariado dos países imperialistas, também crescentemente agredido em seus direitos, se mobilizará cada vez mais contra seus governantes, contra suas agressões, enfim contra todo o imperialismo.
Proletários de todos os países e povos e nações oprimidos de todo o mundo, uni-vos!
Viva a heróica resistência iraquiana e palestina!
Viva a luta popular e revolucionária em todo o mundo!
Viva a guerra popular no Peru, Nepal, Turquia, Filipinas e Índia!
Viva a nova onda da revolução proletária mundial!
Abaixo a guerra imperialista! Viva a guerra popular!

Liga Operária -  ligamg@uol.com.br (31) 3291-4713 / Liga dos Camponese Pobres /
MEPR (Movimento Estudantil Popular Revolucionário) / MFP (Movimento Feminino Popular)

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9 de maio
Cristiano Alves 23/03/2005 16:56

Neste dia 9 de maio comemorar-se-á os 60 anos da vitória sobre a Alemanha hitlerista. Este país imperialista, que causou a pior guerra da história, teve o seu avanço parado pelos comunistas do Exército Vermelho, na União Soviética. A dedicação, o patriotismo, a lealdade ao comunismo com a qual lutaram os bravos comunistas não encontra igual na história. É bom lembrar que dos milhões de mortos na URSS pela barbárie hitlerista, 9 milhões eram comunistas dedicados que serviram na linha de frente.

O Exército Vermelho, a esperança de todas as forças progressistas do mundo nos anos 40, não apenas libertou seu país, como também pelo menos vários outros da Europa Oriental, pelos exércitos ucranianos liderados pelo Marechal Koniev, como bem mostra "A História da URSS: Período do socialismo 1917-57", da academia de ciências da URSS. Os comunistas também avançaram sobre a Alemanha e tomaram Berlim, derrubando a então maior potência imperialista, a qual assinou em 9 de maio seu ato de rendição internacional. Mas a luta não parou por aí... Após a II Guerra e a vitória contra o fascismo(para a qual brasileiros também contribuíram), os EUA tomaram o lugar da Alemanha Hitlerista, inclusive com um de seus generais(George S. Patton) propondo a utilização de militares alemães contra a URSS.

Dessa forma, além de terem iniciado uma nova guerra, dessa vez fria, os EUA utilizaram-se de uma nova ideologia para invadir países, promover regimes totalitários e reacionários, a ideologia do "anti-comunismo". Sobre ela, Michael Moore já dizia que era a mais forte das ideologias, pois tomava conta das mentes das pessoas sem que estas percebessem. Assim, os EUA, sob o pretexto do "combate ao comunismo", invadiram inúmeros países, reacenderam movimentos fascistas na Alemanha Ocidental(inclusive patrocinando um serviço secreto dirigido pelo oficial nazista H. Gelen) e atuando com todas as forças para a derrubada do socialismo na Europa Oriental e pelo desmembramento da URSS, esse, um dos sonhos loucos de A. Hitler e de toda a camarilha anti-comunista.

Com o fim da URSS e do que restava de socialismo na Europa, os EUA adquiriram total liberdade para fazer o que bem quisessem no mundo, inclusive impondo uma "Nova Ordem Mundial", termo esse copiado à risca do Mein Kampf e da ideologia hitleriana. Assim, os EUA hoje tentam dominar o mundo com base na sua máquina militar e no controle dos recursos naturais do mundo, promovendo guerras como a do Iraque, e contando com o aval dos seus primos imperialistas europeus(Grã-Bretanha, União Européia, NATO...). Nós, progressistas, não podemos tolerar tal situação.

Assim, neste dia 9 de maio, todas as forças progressistas devem relembrar o dia em que a liberdade venceu a opressão, mas mostrar que a luta continua, que as forças da opressão e do obscurantismo perpetuam-se sob uma nova forma, a do imperialismo representado pelos EUA, seu cabeça, e pela União Européia, seu aliado da OTAN. Vamos protestar contra isso! Neste dia 9 de maio de 2005, saiamos às ruas e queimemos publicamente as bandeiras do III Reich, IV Reich(EUA), NATO-OTAN e da União Européia! Essa é uma bandeira de toda a sociedade, civil ou militar(visto que hoje só se fala da vitória sobre o fascismo nos quartéis), um direito constitucional(o art. 5º assegura o direito à liberdade de expressão e de reunião). Vamos mostrar na mídia que o povo se mantém firme na luta pela democracia e a liberdade!

"No mundo de hoje não há esquerda nem direita, mas sim o sistema e os inimigos do sistema" Eduard Limonov


O sionismo contra a Humanidade
Mario da Silva 15/02/2007 12:43

Muitos autores já têm anunciado, uma conspiração sionista para dominar o mundo. Autores de renome, tais como Henry Ford, Eça de Queiroz, Gustavo Barroso ,Sigfried Castan e outros.
A princípio a afirmação me pareceu bombástica: "Conspiração Sionista para dominar o MUndo", parece roteiro de filme de James Bond.
No entanto, muitos fatos vêm evidenciando cada vez mais esta afirmação.
Acho que ainda é cedo, para se chegar a uma conclusão, mas que existem muitas evidências existem.

Fiquemos atentos!!!!!