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| | NEM PRETO, NEM NEGRO: AFRODESCENDENTE. Por Arkanophallos Erectus 18/04/2005 às 13:54 Ser ou não ser? Intelectualidade acadêmica, decadente e onanista. Imprensa mal informada, mercantil e irresponsável. Juntas, formam uma indústria de neologismos amorfos, que se deslocam com seus pseudópodos, no lá e cá, no blábláblá, do enfadonho noticiário nosso de cada dia. Afrodescendente é o mais novo rótulo criado, para amenizar, suavizar o tom escuro da pele da maioria de nosso povo. Fomos pretos escravos, pobres pardos e negros classe média. Agora, afrodescendentes com anel de Dotô. Antes que uma análise apressada da evolução, por assim dizer, da afronomenclatura nos conduza à superficial conclusão de que o poder para o povo preto tem sido incrementado na sociedade brasileira, ao longo de nossa História, é preciso recordar do fato de que, nestes quinhentos e tantos anos de vergonha, não houve tanta miséria e tanta desigualdade social, maior, inclusive, do que no período em que os pretos ocupavam a senzala e as fazendas do senhor. O que, aparentemente, pode ser taxado de falácia, é facilmente demonstrado, em decorrência do seguinte raciocínio: naquela sociedade, oficialmente, escravocrata, as condições históricas presentes eram insuficientes para proporcionar, aos pretos, condições de vida melhores às vividas por eles. O que seriam essas condições históricas? Elementos de mentalidade e de cultura da época, o modelo econômico vigente e o formato de estruturação de poder (sistema de governo e classes sociais). Ou seja, os povos africanos, subjugados pelo escravismo moderno, eram reféns de um determinismo ou fatalismo histórico: daquele contexto, não se poderia exigir ou reivindicar o que as condições históricas atuais apresentam, isto é, hoje, vive-se sob a égide do regime democrático, do Estado de Direito, da participação equânime na execução social do poder político (ao menos teoricamente), da certeza moral e científica de que disparidades acentuadamente íngremes, na distribuição da riqueza produzida pelo país, promove condições de tensão social, as quais podem levar à convulsão, à autofagia da sociedade. Em suma, as condições existenciais do povo preto são piores atualmente, que sob aquele sistema econômico de exploração do trabalho escravo, abolido, segundo o anedotário oficial, em 1888. Neste sentido, qual seria a razão da existência do termo afrodescendente, pardo, moreno, escuro, para significar o povo preto? Muito provavelmente, responderão, que este termo, afrodescendente, busca, pela primeira vez, mudar o foco de identificação individual, da cor da pele para o da descendência histórica, ou seja, é uma inferência científica, ao contrário das demais, que seriam culturais e, como tal, sujeitas ao preconceito, ao estigma social. Ledo engano! Uma suposta inferência científica, neste contexto, deveria se propor a questionar a formação histórica, política e social do continente africano, o que já seria deveras suficiente para perceber-se que o termo é incabível, pois exclui os povos norte-africanos. Estes povos, por sinal, têm significativa relevância na formação do povo brasileiro, se, não diretamente, indiretamente, pois os portugueses, um dos três principais povos formadores da identidade popular nacional, saborearam séculos de influência norte-africana, quando da dominação muçulmana de parte do território do Reino de Portugal. Assim, uma grande parte do povo brasileiro, que não tem a pele, por assim dizer, escura, são afrodescendentes, por essa via de influência genética e cultural. Por outro lado, o neologismo, carrega, de antemão, a suposição de que os descendentes, digamos, exclusivamente de grupos étnicos da chamada África Negra, mantiveram uma pureza genética ao longo dos séculos de história brasileira. Destarte, a miscigenação seria um elemento característico dos brasileiros de pele clara ou não escura, pois o povo preto se manteve em estado de pureza racial, como supôs o raciocínio anterior. Logo, nos utilizando de alguns juízos de valores ultrapassados e muito mal vistos atualmente no Ocidente, o povo preto estaria num patamar de superioridade, diante do restante da população. Um paradoxo de preconceitos. Aquém de todo esse exagero desagradável, haverá quem afirme que o termo afrodescendente faz menção ao indivíduo que tem pelo escura e, por conseguinte, descende de povos negros africanos. Curto e grosso. Ora, isso é pior do que poderíamos pensar, porque esconde o estigma da cor da pele, sob o véu do respeito, da dignidade, do politicamente correto etc. É a mesma atitude, guardando-se as devidas proporções, de se assinar uma lei que torna, da noite para o dia, todo um povo, historicamente humilhado e brutalizado, em um povo livre. É a manutenção do costume das elites político-econômicas brasileiras, de ofertar os restos de seu festim, em troca do silêncio e do agradecimento, por torná-los alegres miseráveis. Eu, mestiço, indioeuroafrodescendente, faço coro junto aos irmãos: poder para o povo preto!
URL:: http:// >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Arkanophallos Erectus, seu texto não poderia ser melhor. Não é nos chamando de afrodescendentes, negros, viados, mestiços, etc. que a covardia escravista será justificada.
Poder para o Povo. Black Flower Power! ...cada papinho, hein? De nada adianta mentir, se todos sabem que se o cara é japones ele não poder´´a jamais ser chamado de italiano. De que adianta dizer que o cara e afrodescendente se eu vejo que a cor dele é´preta? Da mesma forma poderíamos extender o raciocínio para o futebol: - Pega a bola gordinho... - Vai lorão chuta a bola. - Bora, negão, marca o gol! Será que ´se proibirá tais frases? Devido ao ridículo do politicamente correto?
daqui a pouco falar de alguem que usa oculos será crime. esse eufemismo é coisa de gente idiota.  | É mais um vício que herdamos do tio Sam. essa mania de eufemizar tudo, do politicamente correto que disfarça e serve pra mascarar as misérias humanas.
é por essas e por outras que prefiro ler um sincero "negra beiçuda" nos livros de Monteiro Lobato, quando a malcriada Emília está "de mal" da Tia Nastácia, do que ler esse besteirol politicamente correto que a imprensa de grupelhos nos impinge. até parece que os afrodescendentes terão menos problemas só por causa da finesse de tratamento.
e aqueles negros americanos, todos metidos a politizados que adotam nomes árabes e africanos pra fingir que recuperaram a identidade cultural?????ahahahaha é um tal de Kenisha e sei lá mais o quê. ridículos. todos, juntinhos, tomando coca-cola, votando no racista Bush e aderindo à invasão do Iraque, mas se acham muito avançados porque têm nomes afro.
 | Minha companheira me chama de mussum preto, tição de fogo, carvão, etc. Não obstante essas expressões, ela me trata como se eu fosse um faraó hindu. Chame-me como você quiser, mas trate-me com respeito. Não me oprimindo, não me explorando, você pode me chamar de caxorro que eu lato para afugentar os mosquitos que querem lhe transmitir o vírus(?) da dengue.
Esse último comentário é tão bacana quanto o artigo. Esse anti-racismo exagerado é uma forma sutil de racismo.  | ...e realmente assino mesmo! Muito bem colocado, cavalheiro, assim como a exploração da língua portuguesa. Está de parabéns. Eu acho que toda esta demagoga e hipócrita luta contra o "racismo" tem sido conduzida da pior maneira possível, ou pelo menos, da maneira mais leviana e desonesta. Só o que vemos hoje em dia é uma criação e sustentação de uma ética absurda sobre como devemos tratar as pessoas etnicamente. É a velha política de "varrer para debaixo do tapete" o que realmente deveria ser tratado com seriedade, para enfatizar uma política de claros interesses totalmente alheios ao assunto. Temos como exemplo claro, as cotas. Eu sinceramente fico estupefato de ver pessoas negras se alegrando por terem 20% de cotas para elas em universidades. Esta política da "colher de chá" é a forma de preconceito mais absurda já existente, pelo fato de ser preconceituosa étnica, racial, moral e intelectualmente em relação a todo um povo. Já começamos errando por estarmos generalizando algo que deveria ser "peneirado". Posso não estar informado correctamente, mas pelo o que eu sei já temos uma cota para pessoas de baixa renda nas universidades e colégios públicos. O Governo afirma que mais de 60% dos negros do país são de classe média-baixa, baixa ou miserável. Ao passo que não tenho dados concretos, mas já vi muitos brancos (entenda-se brancos como: Pessoas que não tiveram um gene não-caucasiano em sua linha genética, ou que possuem claros fenóticos indubitavelmente caucasianos, inerentes a qualquer mistura racial longíqua que podem ter tido) que estão em situação nada favorável, economicamente falando. Eu mesmo, sempre estudei em colégios públicos. Nunca freqüentei altas rodas, minha família só teve dois carros desde que eu nasci, e não temos carro há mais de 17 anos. Já vi MUITOS negros e mestiços que estavam em situação bem melhor que a minha, e quando criança não fui poupado de chacotas por isto, inclusive de piadinhas de cunho racial pesadas (branquelo azedo, aguado, doente, anêmico, estrangeiro). E se tivéssemos cotas com avaliação baseada somente na renda familiar do cidadão? Sanaríamos os problemas dos negros pobres, dos brancos pobres, dos mestiços pobres, e evitaríamos que brancos, mestiços e negros que podem mutio bem pagar por uma universidade católica (PUC) ou qualquer outra em particular usufruissem de vantagens em vestibulares públicos por mero comodismo. Mas não, temos o governo para atiçar discussões que além de delicadas, precisam de uma atenção imensa. E claro, ainda sim segregando bruscamente camadas da sociedade. Se "somos todos iguais", qual o sentido de darmos vantagem para determinadas camadas da sociedade, e pior ainda, usando um critério étnico-racial para isto? E já posso até mesmo vaticinar o futuro da UnB, que aliás, já se concretiza, nem posso chamar de vaticínio: Está acontecendo um "apartheid acadêmico" dentro da UnB. Entre cotados e não-cotados. E como 95% dos cotados são claramente negros, e os outros 5% são mestiços que a reitoria da UnB imbecil, absurda e levianamente, com o seu "olhômetro" julgou-os negros, para passarmos de um apartheid acadêmico para um RACIAL, é realmente um pulo. E imaginem aonde esta bola de neve pode parar. Já vi brancos usando camisetas "100% branco" dentro da UnB. Já estamos vendo que as pessoas não estão tendo mais medo de reagir à determinadas situações. E as implícitas alfinetadas mútuas podem gerar problemas incomensuráveis. E sim, cavalheiros, sou BRANCO de fato, pais, avós e antecessores oriundos do norte de Portugal (Braga) (aonde os Mouros não chegaram impedidos pelos Celtas, Bretões e Galeses) por parte de pai, pais, avós e antecessores oriundos do nordeste da Itália (Trento), por parte de mãe. Quem fez o terceiro ano do segundo grau e entende um pouquinho de genética seria irresponsável em afirmar que eu tenho "um pezinho na África". Convivi com negros e mestiços a minha vida inteira. Portanto, não posso nem ser acusado de ser um branco burguês e dizer que nunca estive inserido no contexo para opinar sobre. Acho que a propaganda multicultural é válida de fato, mas é algo delicado demais para ser entregue a famintos políticos vorazes por publicidade, polêmica e dinheiro. Acho que o estímulo hipócrita de misgenação gratuita é agressiva demais, ao passo que poderíamos fazer um resgate de culturas dos países que contribuiram para a formação étnica do Brasileiro. No caso da África, deveríamos destacar a sede de conhecimento da cultura Centro-Sul africana, de onde vieram todos os negros e descendentes do Brasil, com ênfase nas etnias Bantu, Zulu, Hausas e Iorubas. Da mesma forma com os europeus, como italianos, alemães, portugueses, espanhóis e poloneses. Acho que despertando a vontade de conhecimento das culturas é muito mais válido do que enfiar na garganta do povo um negro beijando uma branca, ou uma negra namorando com um índio, tendo um caso com OUTRA BRANCA (para somarmos a asquerosa e irresponsável propaganda homossexual). Eu particularmente acho que a preservação identidade étnico-racial é algo totalmente nobre. Infelizmente, não existe uma "reparação". O que os negros, bem como qualquer outro cidadão brasileiro deveria fazer é olhar para o futuro, tendo sempre uma atenção ao passado para não repetirmos os erros do mesmo, e não ficamos simplesmente usando-se de políticas retrógradas de reparação de algo...irreparável. Não temos que recompensar os negros pelo o que aconteceu, muito menos ficamos lhes bajulando de forma alguma. Isto só gera mais discórdia, pelo fato de estarmos resgatando os recalques. Temos sim, que PARAR DE VER OS NEGROS COMO ALIENS, sem privilégios e/ou empecilhos. Apenas... cidadãos. Com o direito de resgatarem a sua própria cultura. Assim como nós, brancos. Infelizmente temos a demagogia dentro do próprio movimento pró-negro, pessoas que ao passo que muitas vezes violentamente estimulam a coesão os negros, continuam com suas relações interraciais. Como podem muitos odiarem os BRANCOS e amarem as BRANCAS? Nada honesto. Supondo que, um negro matou o meu bisavô. Deveria eu sair na rua e atirar no primeiro negro que visse? Presumo que não. ENTÃO POR QUE DEVERIAM ME CULPAR PELO O QUE OS PORTUGUESES, ESPANHÓIS E AFINS FIZERAM COM OS NEGROS NO PASSADO? A mudança de foco é o primeiro passo. Negros precisam de escolas, comida, moradia, bibliotecas, laboratórios, hospitais, parques, boates, bares, quadras poliesportivas, hotéis... assim como qualquer outro. E não de desculpas, recalques, cotas, atestados de vítimas (lembrem-se do que fazem os judeus remetendo tudo ao "Holocausto, vulgo "Holoconto"). E para todos, um grande PODER AO POVO BRANCO! Visitem: http://probranco.dk3.com  | Essa página PRÓ BRANCO é tão retrógrada quanto qualquer outra PRÓ PRETO ou PRÓ PALESTINA ou PRO INFERNO. Sempre tem um e outro para se fazer de vítima e cair na tentação de ser um Cristo.
Como diria Kant: "AQUELE QUE ANDA DE RASTROS NUNCA PODE RECLAMAR DE TER SIDO TRATADO COMO UM VERME".
TODO PODER AOS SERES! Herr Scheisseland, você é tão burro que é capaz de ter orgulho de ser algo sem saber o que é. Weissfüder! Olha aki... eu odeio pretos... nd contra... eles soh fedem, e soam mais q cavalo no ciu... e eu nao tenho preconceito... soh sou higienica. =) Bjinhus negritude =**
SMACK!!! Na suas bundas pretas e peludas...=D  | Sou filho de negro com uma branca. Minha avó paterna, é descendente direta de escravos. Meu avô paterno era espanhol. Minha avó materna era descendente de portugueses e meu avô materno também. Eu sou negro, meu irmão é branco, minha irmã mais velha é branca, minha irmã caçula, é negra como eu. Ou seja somos brasileiros. Afrodescendente é um neologismo idiota,preconceituoso, e mais um americanismo de um bando de pseldointelectuais negros e brancos, em geral desocupados. Que vivem em ONGs ou em outras formas de enganção, com o dihneiro dos impostos que eu pago. Sou negro, filho de pobre, que estudei em escola pública, e nunca precisei de cota. Tenho Certeza, de que se eu entrasse em uma faculdade só por ser negro, e não por capacidade; Meu pai, um negro filho de mãe solteira negra, que estudou depois dos 30 anos, para dar uma condição melhor para sua fámília, teria muita vergonha de min. Preto, negro qualquer coisa mais afrodescendente eu não aceito.  | o titulo ja diz tudo...................................  | Parabéns pelo texto, gerando alguns excelentes comentários. Lancei, recentemente, o livro A IGREJA E OS ESCRAVOS, que promove uma retrospectiva da servidão no mundo,constituindo-se numa obra para a sociedade refletir. Apontamentos históricos sem nenhuma restrição a qualquer religiosidade com comentários e análises específicas. Todavia, o neologismo afrodescendente ( afro- descendente, afro descendente), formado pelos vocábulos afro+ descendente surgem em nossa literatura grafado das mais diversas formas, especialmente na legislação pátria.As controvérsias dos filólogos e gramáticos se espraiam na dubiedade! Afinal, a classificação das raças (amarela,branca,negra e vermelha), realizada por Carolus Lineau, em 1758, não seria um referencial a ser observado? O que significa negro+descendente? Branco+descendente? amarelo+descendente? Vermelho+descendente? Não é tudo raça humana? E o que é raça humana, afinal, senão a miscigenação milenar amalgamada no cadinho civilizatório? Nossa obra está a disposição pelo e.mail grupogentili@hotmail.com ! Parabéns, mais uma vez, pelo texto. JOSÉ CARLOS GENTILI  | A aboliçaõ dos esgravos e afro-decendente  | Como diz o poeta..."tudo vale a pena quando a alma não é pequena". Afrodescendente, é sim mais um termo para identificar brasileiros de cor morena, negra, parda, etc. Ou seja, a questão é muito especial e ninguém tem um manual ensinando a forma correta para tratarmos o assunto.Acertando ou não, a sociedade atual procura encontrar a melhor forma para lidar com essa situação tão subjetiva e importante.Dizer que a sociedade atual está cometendo erros piores aos cometidos na época da escravatura, é sim uma realidade, porém é também uma conseqüência do acorrido há mais de 500 anos atrás.Quanto as cotas para que o afrodescente possa entrar em cursos na faculdade e até mesmo em concursos públicos, sou favorável e parabenizo os mentores da lei pela iniciativa, pois não há nada de errado em se tentar pagar o que se deve, mesmo sendo uma dívida social. Antes de se criticar as cotas, devemos fazer uma breve reflexão do que ocorria nas comunidades senzalísticas. O homem escravo não era considerado gente, não tinha seus direitos humanos respeitados. Privados do direito a Educação, a cidadania, gerou aos nossos afrodescentes um atraso em relação ao homem branco que usufruía de seus plenos direitos. Não estamos vivendo um momento de bláblá e sim momento de atuar, participar e ter atitudes.As estatísticas apontam que mais de 70% da nossa população negra vive na pobreza. Ninguém é pobre por opção, pelo contrário. Sabemos que é através da Educação, e no rompimento com qualquer preconceito e discriminação, que vamos encontrar o caminho para amenizarmos esse quadro social triste e deprimente.Estou convencida de que esse movimento da consciência afrodescendente trará mudanças sociais positivas. Danielle Surek Sekula  | jugamos as pessoas pela aparencia cor. muitas vezes medimosacapacidade que possuem,e nao nos importamos se o que falamos veio a alguem trazer dor.se vocÊ alguma vez já foi ferido por se tratado com desigualdade,saiba que não importa oque falaranm pra você o importante é que não há ninguém igual a vocÊ,vocÊ é unico(a),alegre- se,pois entre milhlões de pessoas ninguém pode substituir você.e para DEUS VOCê VALE MAIS QUE TUDO. O QUE VOÇES ACHAM DO FERIADO "O DIA DA CONSIENCIA NEGRA" Na minha opinião, as pessoas devem ser tratadas com respeito,pois se vc quer ser respeitados respeitem primeiro. Não tenho nada contra os afrodescendentes,respeito. Geralmente as pessoas jugam uma pessoa pela aparencia,pela cor,etc... A vida é está tão dificil para que comprica-lá mais... é isso ai... Quando me atenho para este adagia afrodescendente ou outros pseudos cunhados por muitos insapiente, devo discordar deste termo afrodescente pelo fato que a grande distancia que separa biologicamente os negros Brasileiros, e os negros orinundos da africas, nós não podemos afirmar que somos descentes de tal ou tal estirpe racial pois a micigenação diluiu e redirecionou os cromossomos Y & os X com isto em mente somos todos da mesma mistura biológica "luzoafro,ou euroafro ou uma mistura de semem fertilizado que damos o nome de Brezilien. ai acho maior idiotici debater esse assunto entre pretos e brancos todos os brasileiros sabem que suas verdadeiras origens são africanas a vem um filho da puta ou outro falar racismo tipo essa tal de gabi vai pro inferno meu quando teu time de futebol joga tu vai tocer pra quem puta se nem um branco viado filho da puta sabe jogar futebol.  | Nos idos dos anos sessenta, nosso país, assim como outros do Terceiro Mundo, foi dividido em dois grupos, denominados incorretamente de "democratas" e "comunistas", pois na verdade, o que estava em jogo não eram regimes políticos, mas sim dois regimes econômicos: "capitalismo" e "socialismo".
Naquela época, fomos divididos para sermos utilizados como defensores dos interesses de duas superpotências que se digladiavam pela dominação do mundo.
Hoje, vivemos sob a égide de uma única superpotência capitalista.
A pergunta que não quer calar é: Se estamos outra vez sendo divididos internamente, a qual ou quais interesses nossa disputa beneficia?
A pobreza e a exclusão social não discriminam, atingem a todas as cores de pele.
Certa vez um empresário, já falecido, disse-me: - "O dinheiro está na pobreza", e esclareceu: - é dos pobres que o dinheiro é transferido para as mãos dos ricos.
Pergunto essa luta racial não será mais uma cortina de fumaça, como democracia e comunismo no passado, para esconder a verdadeira luta, a mesma do passado entre ricos e pobres?
"Dividir para vencer" é um princípio de luta bem conhecido.
A quem beneficia nossa divisão?
Una-mo-nos pobres e excluídos de todas as cores pelo bem comum da sociedade brasileira como um todo e não em benefício desse ou daquele grupo.  | Se com toda a miscigencação sai um bem branquinho no meio dos moreninhos, ele não é afrodescendente como seus irmãos e primos? Parece que não é mais uma questão que herança das mazelas sociais que passaram os escravos, hoje é só uma questão de cor de pele, e se você não nascer da cor certa você não pode reinvindicar sua vaga na universidade. Mesmo que você seja pobre só porque seus tataravós foram escravos e essa herança foi passando em forma de pobreza até chegar em você, mas é branco, mesmo assim, se você se misturou com branco e saium filho com a pele mais clarinha não tem direito a vaga nenhuma. Será que é isso? Se misturar com branco perde os direitos? Meus tataravós morreram escravos e o mal que isso causa em gerações e gerações só será amenizado se ninguém se misturar com branco. Como pode uma coisa dessas? Eu sou afro descendente e pareço um leite. Ninguém me deixa nem dizer que sou afro descendente, não me dão o direito de ter orgulho de dizer isso, nem nada. As coisas estão se invertendo. É tempo de pensar no rumo que tudo está tomando. A sociedade faz sempre novas exclusões.  | De que adianta criarem um novo termo para chamar as pessoas da raça negra se o preconceito ainda continua.O que precisa não é a criação de novos termos e sim das pessoas criarem consciência de que somos todos iguais independentes se for negro, branco, rico, pobre, alto,baixo, gordo uo magro o independente é que somos todos seres humanas. SOMOS TODOS BRASILEIROS, SIMPLESMENTE BRASILEIROS, CIDADÃOS DO MUNDO, UM POUCO DO MELHOR DE CADA CONTINENTE. A COR DA SUA PELE NÃO ME DIZ NADA, O SEU CARÁTER SIM. A SUA DESCENDÊNCIA NÃO ME DIZ NADA, O SEU FUTURO SIM.
BJINS A TODOS. gostei muito do texto, muito explicativo, mas poderia ser mas descreto quanto a pesquisas que as pessoas vem fazer nesse forum vlw?
hehehe
xauzinhO gente obrigadO pela atenção fui não achei nada que eu queria e sabe o que ,que vcs são ums nerds chatos e burros!!! ps:(sou do contra com vcs brankellos) EU AMO NEGÕES!!!!!!!!!!!!!!!!!  vim proucurar mais...
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