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| | Movimento convoca ato decisivo para quinta-feira
Protestos contra o aumento de 8,8% nas tarifas de ônibus estão próximos de completar duas semanas. No dia 6 de junho, logo pela manhã, a paralisação dos/as trabalhadores/as do transporte levou cerca de mil usuários/as a bloquear as avenidas em frente ao Terminal de Integração do Centro (Ticen) e Rodoviária. As pessoas iniciaram o protesto espontaneamente, contra as péssimas condições no transporte, que possui a maior tarifa do Brasil, numa média de R$ 2,08 e incentiva a paralisação de trabalhadores/as, devido às más condições de trabalho. À noite mil pessoas voltaram às ruas, exigindo a redução das passagens. No dia 7, estudantes do bairro Capoeiras, no continente, marcharam até o centro, mas foram impedidos de passar pelas pontes. No sul da ilha, um pequeno grupo tentou bloquear o terminal do Rio Tavares e depois veio em marcha até o centro. Cerca de 150 estudantes da UFSC seguiram em passeata até a Casa do Governador, no bairro da Agronômica. No final do dia, mil pessoas se concentraram no Ticen e fizeram uma passeata pelo centro da cidade. O prefeito Dário Berger (PSDB) ofereceu parcelar o aumento, mas a proposta não foi aceita. A OAB ingressou com uma ação na justiça para suspender o aumento de 8,8%. O movimento continuará mobilizado e está convocando um grande ato para quinta-feira, 9 de junho, como um ultimato para que o prefeito suspenda o reajuste. Leia mais: As ruas (e os ônibus) pertencem à população | Mobilizações são reiniciadas | Manifestante preso agora pela manhã | Carta de repúdio à repressão policial | Florianópolis se revolta contra aumento nas passagens | Chamado para marcha de quinta feiraFotos: Greve dos trabalhadores do transporte público | População começa a bloquear Av. Paulo Fontes | Bloqueios | Repressão policial durante bloqueios | Marcha pelo centro | Bloqueio na AV. Paulo Fontes | Manifestação em frente a casa do Governador | Marcha dia 07 de junho a noite I | II | III | Como bloquear uma rua - assembléia no cruzamento da av. beira mar X av. mauro ramos Áudios: População ocupa as ruas do Centro | Sintraturb aprova contraproposta patronal e suspende greve Vídeos: Entrevista com Adriano Zanotto, presidente da OAB-SC, (Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina). | Da violência da polícia | Nos vemos nas ruas | Apoio popular
Vou as ruas em quanto precisar! Quinta-feira vai ser o dia novamente! Todo mundo vai estar lá. Espero que não tenha confusão dessa vez. Mas se isso não bastar para o prefeito revogar a decisão do aumento, eu estarei indo as ruas quantos dias mais for necessário, e espero que não só eu mas todo pessoal que acredita que isso é uma injustiça, um abuso com a sociedade. Força Total Amanhã! Até quando ficaremos de braços cruzados enquanto nossos jovens corajosamente vão a público, apanham da polícia, são coagidos, humilhados e, VERGONHOSAMENTE, presos e enquadrados como formadores de quadrilha, por defenderem direitos que são os nossos direitos? E ainda muitas vezes os criticamos como "baderneiros"!! Quando sairemos de nossas casas, dos nossos trabalhos, do nosso comodismo, de nossa inércia e nos uniremos a eles? Por esses e muitos outros motivos legais, convoco a toda comunidade para que juntos estejamos (hoje e sempre) ao lado de nossos filhos, amigos, vizinhos, lutando pelo que é certo, pelo nosso direito de não sermos explorados, pelo direito de cobrar uma atitude digna dos nossos governantes e pelo Direito de Manifestação, sem ficarmos sujeitos a atos de covardia, como dos policiais que, seguindo ordem superiores, prendem e espancam nossos fihos como marginais! Na verdade eu postei isto porque o cara do fórum não teve coragem de debater e retirou meu post antigo, sobre vadiagem tem seu preço. Cambada de vadios, hoje estão atirando pedras na PM, amanhã estão mendigando por um concurso. Vocês são muito fracos e amanhã vão apanhar até correr. Por esses e muitos outros motivos legais, convoco a toda comunidade para que juntos estejamos (hoje e sempre) ao lado de nossos filhos, amigos, vizinhos, lutando pelo que é certo, pelo nosso direito de não sermos explorados, pelo direito de cobrar uma atitude digna dos nossos governantes e pelo Direito de Manifestação
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