| SBTVD - Sistema Brasileiro de Televisão Digital Por tv livreiro 03/12/2005 às 18:01 Porque SBTVD? SBTVD
1. O que é um sistema de TV Digital? Um sistema de TV Digital é uma plataforma de comunicações. Ela pode ser tão "simples" (ou parca de recursos) quanto uma mera digitalização da TV analógica, ou se constituir em uma plataforma multimídia rica em recursos e funcionalidades.
Essa plataforma é constituída de diversos blocos. Cada bloco possui um padrão específico. Por exemplo, para o áudio, tem-se os padrões Dolby AC-3 (no ATSC), MPEG-2:versão BC (no DVB) e MPEG-2:versão AAC (no ISDB). Além dos padrões para cada bloco, existem padrões (normas técnicas) que especificam como esses blocos devem interagir. Então, um sistema de TV Digital é composto de uma série de caixinhas e interligações e cada uma delas atende a um padrão (norma técnica) específica. Um padrão pode ser utilizado em mais de um sistema. Por exemplo, o áudio Dolby AC-3 é empregado no ATSC, mas também no DVB na Austrália. E o padrão H.222 (MPEG-2:parte 1) é utilizado para a multiplexação nos três sistemas (ATSC, DVB e ISDB).
2. O Brasil poderia adotar algum dos sistemas existentes? Embora existam pessoas que acalentem essa idéia, não existe como o Brasil adotar diretamente um sistema existente ipsis litteris:
O padrão ATSC, desenvolvido nos Estados Unidos, apresentou desempenho altamente insatisfatório nos testes de 99-2000. O Brasil teria que adotar uma versão modificada (melhorada) do mesmo.
O padrão DVB, desenvolvido na Europa, foi implantado até hoje somente em países que adotam canalização de 7 (Austrália) ou 8 MHz (Europa). Se o Brasil o adotasse, seria o primeiro e único país do mundo a ter um sistema DVB de 6 MHz.
Embora o padrão ISDB, desenvolvido no Japão, utilize canalização de 6 MHz, pequenas diferenças como a posição de canais, requerem adaptações para funcionar aqui. Além disso, o middleware ARIB B-24 é totalmente voltado para caracteres orientais, e necessitaria de adaptações.
E porque adotar um sistema existente tal como está? Nenhum dos países que iniciaram ou estão por iniciar os seus sistemas seguem por essa via. O codificador de vídeo utilizado naqueles sistemas, o MPEG-2 Main Profile, é um padrão já carente de atualizações. A França está optando por um padrão mais moderno, o MPEG-4, para o seu sistema de HDTV. Mesmo a China está optando por um padrão híbrido, que incorpora as vantagens do MPEG-4.
3. Quais são as vantagens e desvantagens de se ter um sistema próprio no Brasil?
a) Mercado externo: Inicialmente, convém considerar que os países para os quais o Brasil pode exportar são principalmente os da América Latina. E isso independe do padrão adotado aqui.
O ISDB é adotado somente no Japão. Portanto, qualquer discurso que defenda a sua exportação para outros países que não os da AL, estará sendo falacioso.
O DVB de 6 MHz, se adotado no Brasil, não existe em nenhum outro lugar do mundo. Novamente, a exportação ficaria restrita à América Latina.
O ATSC aparentemente parece promissor nesse sentido. Mas cabe lembrar que nos Estados Unidos, país onde se vendem mais de 15 milhões de televisores por ano, vendeu-se apenas 3,5 milhões de receptores ATSC em 7 anos (1998-2005).
b) Balanço de pagamentos: O complexo eletrônico apresentou, em 2003, um déficit de US$ 2,38 bilhões em 2003, sendo US$ 1,4 bilhões somente em semicondutores. O projeto de um circuito integrado, com o seu royalty associado, representa parcela significativa de seu custo. Portanto, mesmo que o Brasil não tenha fábricas de chips (foundries), o fato do projeto ser realizado aqui aliviaria bastante essa carga.
c) Projeto do sistema em atendimento às nossas necessidades sociais A principal vantagem ao se desenhar (projetar) um sistema brasileiro é a possibilidade de fazê-lo atendendo as nossas condições sociais, culturais, técnicas e econômicas. Por exemplo:
i. A TV Digital poderia ser utilizada como uma plataforma para propiciar a inclusão digital, atuando como um meio de acesso a serviços de educação, governo eletrônico e correio eletrônico, entre outros. O sistema DVB possui um middleware poderoso, mas é incapaz de fazer o necessário redirecionamento de streams (fluxos de informação) que o ATSC faz. Assim, as informações que consegue acessar ficam restritas àquelas oferecidas diretamente pelas emissoras. O mesmo ocorre com o ISDB.
ii. O Brasil poderia ser um grande produtor mundial de programas interativos multimídia - unindo suas habilidades em áudio/vídeo e software, gerando divisas e propiciando um novo e inexplorado mercado de trabalho. Mas para que isso seja efetivo, além de outras condições, é necessário que tenhamos o domínio de toda a cadeia de software envolvida no processo de produção e transmissão de programas na plataforma de TV Digital e, além disso, que esses softwares possam ser disponibilizados a baixo custo para propiciar a eclosão desse mercado. A título de exemplo de quão proibitivos são os softwares de produção para a realidade brasileira, um software para MHP (para um usuário apenas) custa entre 7 e 20 mil dólares - totalmente inviável para uma pequena produtora independente.
iii. O custo do terminal de acesso é fator crucial para o sucesso da TV Digital no Brasil. E os sistemas existentes são absolutamente inflexíveis nesse aspecto: ao se adotar um padrão que possibilite a alta definição (HDTV) com o respectivo áudio panorâmico (surround), o terminal adquire custos astronômicos - quatro vezes maior do que seria se fosse SDTV. Como compatibilizar o desejo das grandes emissoras em adotar o HDTV com a necessidade de baixo custo para a maioria da população - lembrando que de nada adianta o terminal de acesso processar HDTV se ela vai ser conectada a uma TV analógica de tela pequena (20 polegadas ou menos)? É necessário adotar outras soluções, como o MPEG-2 High Profile ou o MPEG-4 svc (scaleable video codec).
4. Como está o andamento do projeto SBTVD Apesar dos percalços, o projeto SBTVD é um sucesso. São 105 instituições envolvidas, entre universidades, centros de pesquisa, indústrias e emissoras, agrupadas em 22 consórcios, com os trabalhos técnicos coordenados pelo CPqD. Já foram gerados 147 relatórios somando mais de 15 mil páginas, abordando todas as áreas da TV Digital. E isso, considerando que ainda existem várias universidades que estão trabalhando de graça, na esperança de receberem as verbas tantas vezes anunciadas e ainda não concretizadas.
Os principais pontos que estão sendo pesquisados são:
a) Modulação. São três alternativas, todas baseadas na tecnologia COFDM adotado tanto pelo DVB quanto pelo ISDB, cada uma focando diferentes aspectos de melhoria: codificação de canal (Univ. Mackenzie), equalizador baseado em algoritmos de inteligência artificial (PUC/RS) e ganho por diversidade de percurso (Inatel).
b) Codificação de Vídeo: Duas alternativas, uma baseada em MPEG-2 High Profile (Unisinos) e outra em MPEG-4 (PUC/RJ e USP).
c) Camada de transporte: Inclusão das funcionalidades necessárias para prover robustez e flexibilidade ao sistema, bem como os aspectos de interconexão da plataforma SBTVD a outras redes de telecomunicações, para possibilitar o acesso à Internet e outros serviços (Unisinos).
d) Terminal de Acesso: Arquitetura que possibilite o máximo de flexibilidade, de modo a atender tanto o necessário baixo custo quanto as aplicações mais sofisticadas, e atuar como uma plataforma comum para os variados tipos de receptores que possam vir a existir (terminal fixo, móvel, portátil, de faixa estreita, etc.) (USP, PUC/RJ).
e) Middleware e arquitetura de aplicações de modo a prover todas as funcionalidades necessárias para os serviços de cunho social e educacional (UFPB, Unicamp, UFC e BRISA).
f) Usabilidade, de modo que o terminal de acesso não seja um ser estranho para pessoas idosas, com necessidades físicas especiais ou baixa alfabetização digital (UFSC).
g) Sincronismo de mídias, de modo a possibilitar a reprodução de programas multimídia interativos e com roteiro não-linear em um ambiente com gravação (PVR) (PUC/RJ, UFPB).
h) Segurança da informação, de modo a propiciar tanto os serviços comerciais (t-commerce) quanto os sociais (envio de extrato de INSS, por exemplo) (Genius, CESAR).
i) Novas alternativas para o canal de retorno, explorando principalmente as tecnologias de RF (PUC/RJ, Unicamp). Deve-se ressaltar que todos esses aspectos são inovadores.
5. Navegar é preciso Os pesquisadores envolvidos trabalham com afinco e entusiasmo. A despeito da falta de recursos, das dificuldades técnicas, da pressão contrária e dos pronunciamentos de certos membros do governo. E fazem isso por um motivo simples: acreditam no que estão fazendo.
<== TRANSMITA!
URL:: http:// >>Adicione um comentário Seria mesmo vantajoso o SBTD?
O Brasil não enfrentaria as mesmas dificuldades acarretadas pelo PAL-M que é o padrão analógico? Como incompatibilidade internacional? Os custos de uma produção customizada para o mercado brasileiro ou talves para o Sulamericano seriam realmente compensados pela diminição do pagamento de Royalties? Não poderia esta opção deixar o Brasil para trás numa nova onda virtual de streaming de televisão? Ou ainda causar impactos relativos a adaptação do mercado brasileiro na chegada da IPTV (Televisão sobre protocolo IP)? Mais especificamente nesta ultima questão da compatibilidade com IPTV não estariamos de alguma forma dificultando o acesso a informação?
** Este comentário não vem de forma alguma criticar o artigo exposto, mas sim estimular e enriquecer a discussão. Aguardo respostass!  | Sinceramente, eu acho o padrão de tv digital brasileiro muito parecido com o japonês ISDB-T, e é aí que eu vejo o problema! Seria muito mais interessante adotar o ISDB-T, com softwares brasileiros etc..., do que fazer um clone chamado SBTVD, que no fundo é um ISDB-T aprimorado! O padrão Japonês tem uma grande vantagem que os outros não tem: Dar autonomia para as nossas emissoras de tv de transmitir na mesma faixa ultilizada hoje sinais tanto para aparelhos fixos como móveis! Se junto com os Japoneses, o Brasil pudesse agregar a Argentina e alguns outros paízes, pronto, o ISDB-T seria respeitado e criaria escala para produtos neste padrão. Já o padrão Europeu DVB-T sería um grave erro! Se adotássemos o padrão Europeu, as operadoras de telefonia cellular irìam pular de alegria, pois o DVB-T não transmite para aparelhos móveis! As nossas emissoras de tv teríam que depender das operadoras de telefonia cellular para transmitir video, coisa que o DVB-H faz, só que não na mesma faixa que transmite as emissoras. Daí porque o padrão Europeu não presta para o Brasil! O padrão americano ATSC sería a melhor opção se transmitisse sinais para aparelhos móveis, mas infelizmente não tem! O SBTVD, como já disse, parece ser muito bom, se não fosse o cheiro de PAL-M no ar, que nos isolou por muito tempo... Definitivamente, eu acho que o Brasil deva feixar um acordo com os Japonêses, aprimorar o ISDB-T, e adotar o ISDB-T! Sería o melhor final para esta novela!  | Não vejo muito sentido em fazer analogia entre o SBTVD e o Pal-M - alegando que geraria incompatibilidades -ara sugerir que fosse adotado o ISDB-T, que é utilizado no Japão. Para quê? Queremos receber os sinais de TV do Japão?
Essa questão da compatibilidade é muito relativa. Podemos escolher ser compatíveis OU com os EUA, OU com a Europa, OU com o Japão. E, mesmo assim, como a tecnologia pode ser superada nesses países (vejam que o sistema norte-americano já está obsoleto), adotando um sistema já existente, logo nos tornaríamos novamente incompatíveis, por causa da evolução do sistema adotado extrafronteiras.
Por outro lado, até onde sei, desenvolver uma tecnologia nova, MELHOR que as existentes no resto do mundo, teria praticamente o mesmo custo do que implantar um sistema existente com as adaptações necessárias. Sendo que, nessa última hipótese, ainda teríamos que pagar os malditos Royalties, ao invés de poder exportar a tecnologia nacional decorrente da implantação de um sistema novo.
Bobagem, esse trauma do Pal-M. Se tivéssemos adotado o NTSC, seríamos incompatíveis com a Europa (PAL) e com a Argentina (Pal-N), etc..  | O pessoal do padrão japonês já disse que não irá cobrar royalties, caso o Brasil adote-o! Tecnicamente, o SBTVD é igualzinho o ISDB-T! Não sou contra um padrão nacional, mas que o PAL-M foi um retrocesso, foi! Não irei ficar triste se o Brasil escolher o SBTVD, pois sou a favor do ISDB-T, e o SBTVD é irmão gêmio do ISDB-T! Ha Ha HA...  | Concordo com o comentário favorável ao padrão ISDB-T! Pequenas adaptações para melhorá-lo não justifica mudança de nome para dar alto estima aos nacionalistas, desde que os royaltes não sejam cobrados por eles, claro! Tenhos certeza que com o padrão ISDB-T, nossos cientistas irão aperfeiçoar ainda mais esta tecnologia. O Brasil se beneficiará de uma tecnologia adotada por 2 países respeitados, e criará escala para produção industrial entre estas nações...Depois, com certeza a América Latina correrá atrás! O importante é que nossos especialistas façam parte do grupo gestor da tecnologia ISDB-T, para que não seja apenas uma invenção Japonêsa, mas sim NIPO-BRASILIRA! Além disso, se o governinho Lula tiver competência, pode negociar em troca a exigência de multi-nacionais Japonêsas montarem fàbricas de transmissores ISDB-T aqui no Brasil, gerando empregos, beneficiando nossas exportações, etc...  | Comecei a trabalhar em Informática ( na época era Processamento de Dados e o computador chamado de Cérebro Eletrônico) em 1970. Viví e sentí todos os tropeções e quedas de nosso governo querendo criar um mercado próprio de computadores ( Reserva de Mercado) que gerou custos astronômicos para as empresas em geral e ganhos igualmente vultosos para uns poucos privilegiados. Passamos pelo famigerado PAL-M que somente alavancou o contrabando fazendo o país perder muito dinheiro e encarecer os aparelhos receptores de televisão pela falta de escala( que hoje todos são NTSC - tri-norma). Agora vemos esta discussão infindável ( vem desde 1994) sobre um padrão de televisão. Felizmente, entendo que não estamos criando um padrão novo mas sim um sistema customizado às nossas necessidades. Isto é ótimo. A propósito, todos os padrões são perfeitamente atualizáveis e ver apenas as restrições que eles possuem hoje é voltar atrás quando escolhemos o PAL e o modificamos.Dizíamos que o sistema americano (NTSC) tinha problemas. Os sistemas europeu ( SECAM )e alemão (PAL), também. Perdemos tempo e hoje todos eles estão perfeitamente alinhados quanto à evolução tecnológica. Todos perfeitamente comparáveis ( em vantagens e desvantagens). O importante do ponto de vista consumidor é se o padrão adotado fará com que tenhamos escala de produção para termos preços acessíveis. O resto é conversa de tecnico que quer conseguir o ótimo e com isso não se tem nem o bom. E é o nosso caso. Precisamos criar emprego e aumentar a renda do povo e qualquer padrão propicia isso desde que seja aberto a consumo interno e exportação.  | Olá, meu é Luiz Guimarães, sou de São Paulo Capital. estar se falando muito da entrada da tv digital em São Paulo já nos jogos da copa. Eu gostaria de saber como será transmitido o sinal do novo sistema; seria antena VHF/UHF, MMDS, WIRILESS OU PARABÓLICA? E o kit conversão como será comercializado, quem fabrica ou quem importa os equipamentos necessários para a conversão. Gostaria de inteirar mais sobre o mesmo. Luiz Guimarães de Souza E-mail: magubala@ig.com.br ou magubala@hotmail.com. No aguardo.  | Olá, meu nome é André Cavalcante e sou de Manaus.
Nestas discuções sobre o sistema brasileiro de tv digital sempre há pessoas que lembram do PAL-M, o nosso padrão até hoje de tv analógica. Eu me pergunto se foi mesmo um retrocesso o uso de um padrão nosso: a Zona Franca de Manaus se desenvolveu basicamente nas décadas de 80 e 90 por causa da montagem de tvs; São Paulo é até hoje o maior consumidor destes produtos; hoje igualmente somos 180 milhões de pessoas no Brasil e a tv É o meio de comunicação de massa do país, aproximadamente 92% dos brasileiros tem acesso à tv (tá melhor que o rádio), logo, temos escala, sozinhos para ter um mercado próprio.
Ademais, se há incompatibilidades com padrões extrangeiros e, se houver escala os receptores terão os dois (três ou quatro) padrões e, se não, devemos lembrar que o Brasil é grande produtor de conteúdo, de tal forma que não haveria perda alguma para nós, consumidores, que não fossemos capazes de assistir a alguns filmes americanos... Tecnicamente é possível a conversão com quase nenhuma perda e mesmo sem perda de uma imagem de um padrão em outro.
Se vamos adotar um novo padrão, pode ser uma melhoria de um existente ou um novo, limpinho, o importante é reconhecer que temos condições para isso (do ponto de vista técnico) e temos igualmente mercado (escala)
É isso.  | Apenas um comentário sobre a questão de Pal-m x NTSC. Temos hoje aparelhos com tecnologia ultrapassadas que se tornam caros por questão de viabilidade e quantidade na produção industrial. Obviamente que a escolha do Pal-m ajudou a desenvover a industria nacional principalmente em áreas distantes como o polo de Manaus(AM). Entretanto vale salientar que estamos isolados no mundo com o Pal-m...Que Eu tenha conhecimento apenas o Brasil usa no momento! Vejam como um TV NTSC em outros países são muito mais baratos...Isso é porque a grande produção barateia os custos. Aqui no Brasil o Governo cobra impostos ABUSIVOS na importação de um Tv vindo de outro País, gerando demanda para o famoso Contrabando de mercadorias . Ninguém me tira da cabeça que se o imposto fosse justo (tipo no máximo 15%) não valeria a pena o contrabando. Mas como não temos uma produção tão grande para baratear nossos aparelhos Nacionais nos escondemos atrás de impostos de importações. Acho que corremos o risco de termos o mesmo problema futuramente!..Sem falar na carga tributária que as industrias Nacionais sofrem do "insaciável" governo! Sendo assim, acho difícil termos produtos com preços acessíveis como querem demonstrar nossos políticos (por quê será que pagamos tão caro por uma Tv analógica hoje?).... Tem muito jogo de interesse por trás de tudo isso também...ninguém se iluda com os discursos inflamados! Outro detalhe...Se queremos nos desenvolver tecnologicamente e aumentar nossas exportações não podemos inventar um sistema " ET " para o resto do mundo...Para quem venderíamos??...Esse para mim é o grande desafio do SBTVD.  | "Perdemos tempo e hoje todos eles estão perfeitamente alinhados quanto à evolução tecnológica. " Desenvolver tecnologia, mesmo que não seja usada, pode ser considerado um erro ?  | Além do elegante que é ir até o japão ou rediscutir os semi condutores, ou dar chance para o capital de ponta japones, a tv digital é a propria internete, queiram ou não, aqueles que estão em rede com a ponta do desenvolvimento tecno-eletrônico. Repito, não adianta enfeitar, se quizerem popularizar o poder de expressão da internet, a campanha deve ser de ensino de html no mínimo nas escolas, ao mesmo tempo que equipa-las com os desktops ou escritórios de midia que compõem os significantes os quais a internete é capaz de fazer uso, do qual a tv ou o mpg-x é só mais um formato. me desculpem mas julgo que se trata de negociata e falcatrua, querer mudar a infra estrutura de comunicação da tv que já balançou com a entrada da internete seja positiva ou negativamente. as mudanças de acesso prometidas pela internete ao contrario do que pensam esses democratas técnicos ou engenheiros sociais, estão sendo baldadas seja por alto custo seja por negócios que visam a mera reprodução do capital e não o acesso gratuito à rede e aos serviços de hospedagem. Melhor dar a população acesso hospedagem e busca gratuitas do que ficar enfeitando ou corrompendo o meio que já está pronto para a democracia em html e java. A taxa de transmissão e custo dos telefones deveria ser o que os senhores deputados deveriam saber cuidar, e até agora as companhias privatizadas estão deitando e rolando com processos de desinformação (tipo mudança de todos os números 011 sem motivação técnica alguma, senão o lucro) Repito ninguém conseguirá pagar a conta do telefone para ver os seus nem muito menos a tv senado que só funciona a cabo, o que estes deputados estão pensando que todo brasileiro agora tem de ter tv a cabo para saber o que se passa no senado? Isso é democracia ou escalonamento da hierarquia autoritária? Foi com piadinhas de deputados, que resolveram copiar a privatização Inglesa quando isso só fazia sentido na Inglaterra. Por favor vamos fazer um Brasil para brasileiro ver! fabiomleite@yahoo.com.br  | Bom dia, nao sou especialista.Preciso de informacao bem clara sobre NTSC PAL SECAM.Até hoje nao achei resposta clara dizendo se no BRASIL usa-se estas transmissoras. Um amigo meu gostaria de fazer um filme na Europa e vender pro Brasil mas nao sabemos se no Brasil inteiro usa só PAL ou todos os sistemas NTSC PAL e SECAM. Alguém poderia me dar uma resposta clara? Muito grata, Patricia  | Parabens ao autor... finalmente um artigo que explica e nos traz a reflexão um assunto tão polêmico.
Sobre os custos de software, gostaria de lembrar e chamar a atenção para as necessidades de otimização de recursos numa época que preservação ambiental e breve escasses energética desponta. Felizmente já temos a alternativa do software livre e o Brasil é um daqueles que tem muito investido nesta direção. Os resultados podem não ser imediatos como tanto alardeado pelo "mercado", mas sem sombra de dúvidas é o único que tem como farol socialização, otimização de recursos, interabilidade, compartilhamento e padronizaçao, requisitos fundamentais para os desafios que despontam no horizonte. Roberto Sidnei Chiandotti (Parana/BR) Ei.
Alguém por favor me esclareça.
Se hoje eu importar uma TV americana c/ tecnologia HDTV poderei usufruir de todas as vantagens do sistema digital brasileiro??
Obrigado..  | Em primeiro lugar o sistema pal-m é ótimo. Ele permitiu que uma familia que comprou um televisor em 1.970 só trocasse este televisor muito tempo depois. A minha familia recebeu um televisor GE em 1.969 e o trocou por um Mitsubishi em 1.983. Neste período meu pai terminou de pagar sua casa. Creio que se o governo tivesse adotado o ntsc-m, padrão americano, os televisores teriam de ser trocados(alguém por favor se pronuncie a respeito). Em segundo lugar o mundo não estava globalizado. O Pal-m foi uma ótima solução para o final da década de 1.960, e deixa uma lição: compatibilidade é muito importante. Hoje a coisa está mais fácil que no passado. O sistema ISDB permitirá que mais pessoas acessem a tecnologia, inclusive em movimento. O que falta é uma vez adotado, fazermos propaganda deste sistema para que seja o padrão da américa latina, e se for bom mesmo, quem sabe os práticos americanos acabem adotando ele! Além disto boa parte do mundo já optou por um padrão ou variação dele.  | Em primeiro lugar o sistema pal-m é ótimo. Ele permitiu que uma familia que comprou um televisor em 1.970 só trocasse este televisor muito tempo depois. A minha familia recebeu um televisor GE em 1.969 e o trocou por um Mitsubishi em 1.983. Neste período meu pai terminou de pagar sua casa. Creio que se o governo tivesse adotado o ntsc-m, padrão americano, os televisores teriam de ser trocados(alguém por favor se pronuncie a respeito). Em segundo lugar o mundo não estava globalizado. O Pal-m foi uma ótima solução para o final da década de 1.960, e deixa uma lição: compatibilidade é muito importante. Hoje a coisa está mais fácil que no passado. O sistema ISDB permitirá que mais pessoas acessem a tecnologia, inclusive em movimento. O que falta é uma vez adotado, fazermos propaganda deste sistema para que seja o padrão da américa latina, e se for bom mesmo, quem sabe os práticos americanos acabem adotando ele! Além disto boa parte do mundo já optou por um padrão ou variação dele.  | bom,,, Eu tenho um trabalho para ser entregue sobre tv digital. eE eu estou com algumas dificuldades para obter algumas informações! Eu realmente quero saber se a tv digital já chegou a BR. A DESORDEM DO NOSSO PAIS E ENORME EM CADA GOVERNO QUE TEM,NÃO PREPARA O POVO PARA NOVAS TECNOLOGIA ISTO E ESTAMOS SENDO EMPURRADOS,IMAGINE QUE EM VEZ DE COLOCARMOS OS BURROS NA FRENTE DA CARROÇA PARA PUXAR COLOCAMOS A CARROÇA NA FRENTE DOS BURROS. ESTÁ ENTRANDO UMA NOVA TECNLOGIA QUE VAMOS DEMORAR PARA DESFRUTAR ISTO E BRASIL.............. ultraofficious salpingitic coreplasty frustrate pellicula chemiotactic parallelizer multicircuit Baknor http://www.alegent.com  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  | o Brasil, ap modificar o ISDB-T, com as trocas: MPEG-2hp para MPEG-4 Advance Video Deconding Hi444HP (h.264)-até a China está implantando, este pois é o mais eficiente codec de video do mundo;MPEG-4 AAC+ 5.1 surruond e o Ginga como midlleware, não só criou o seu proprio sistema (SBTVD) como e o melhor que o DVB-t europeu(na França estuda-se a sua modificação para o modo HD em MPEG-4 como do Brasil)e o ATSC americano. Bem que o nosso sistema podia usar AC-3 Audio Encoder devido a sua muita alta capacidade do espctro de frequências que é larguissima, assim ficaria melhor ainda,mas está bom , no futuro poderá talvez receber upgrade.
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