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| | Manifesto ABEPSS, ENESSO e CFESS em relação aos cursos à distância Por ENESSO, ABEPSS E CFESS 26/12/2005 às 18:42 MANIFESTO CONCERNENTE A PROLIFERAÇÃO DE CURSOS A DISTANCIA EM SERVIÇO SOCIAL ENESSO ______________________________________________________
EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL
MANIFESTO DAS ENTIDADES ABEPSS, ENESSO E CFESS EM RELAÇÃO AOS CURSOS À DISTÂNCIA
As entidades representativas da categoria dos assistentes sociais no âmbito da formação profissional e organização estudantil, Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa (ABEPSS) e Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) e de fiscalização do exercício profissional Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), reunidos por ocasião do Seminário Latino Americano e Caribenho de Políticas Públicas, Questão Social e Formação Profissional, realizado na Universidade Federal Fluminense entre os dias 30 de novembro a 3 de dezembro de 2005, e referendado solidariamente em plenária pelos representantes dos países latino-americanos presentes, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador, México, Costa Rica e Argentina, manifestam publicamente a sua apreensão e indignação ante o avanço da contra-reforma universitária em seu caráter de mercantilização do ensino, sobretudo a proliferação sem controle de cursos virtuais e à distância de graduação em Serviço Social.
São conhecidas as exigências postas pelas Diretrizes Curriculares, construídas coletivamente pela categoria profissional e aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação/MEC, que fundamentam e direcionam o projeto pedagógico dos cursos de Serviço Social. Como exemplo pode-se citar o estágio curricular, que pressupõe a interlocução presencial entre o estagiário, o docente supervisor acadêmico e o supervisor de prática, (assistente social da instituição onde o estágio se realiza), como definido e regulado pelo Código de Ética profissional dos Assistentes Sociais, não podendo, portanto, realizar-se virtualmente.
Estranhamos a facilidade com que o MEC credencia tais cursos, abrindo enorme campo de riscos e ameaças ao se lançarem na sociedade e no mercado profissionais despreparados para o cumprimento das obrigações éticas e técnicas inerentes ao exercício profissional. O aligeiramento da formação profissional não condiz com a inclusão social, ocorrendo a concretização no país da tendência mercantilista que resulta na implementação de uma educação pobre para os pobres.
Por isso, reafirmamos nossa firme posição na luta contra a contra-reforma universitária em curso e na defesa das Diretrizes Curriculares e do Código de Ética Profissional. Nesse sentido conclamamos os movimentos sociais, profissionais de outras áreas e toda a sociedade a defender o ensino público, gratuito, laico, de qualidade e presencial, que atenda as reais necessidades dos trabalhadores, na direção de um novo projeto societário onde as condições da emancipação humana se concretizem.
Em Defesa da Articulação e Fortalecimentodo MovimentoEstudantil A Luta Não Pode Parar Gestão 2005-2006
Email:: enesso0506@yahoo.com.br URL:: http:// >>Adicione um comentário QUEM SE PRONUNCIA CONTRA OS CURSOS A DISTâNCIA, PODE-SE DIZER, É CASTRADOR. POIS UM CURSO BEM PLANEJADO TALVEZ SEJA MELHOR DO QUE O DE CERTAS UNIVERSIDADES PRESENCIAIS. DESSA FORMA ME POSICIONO PORQUE JÁ ESTOU FAZENDO O TERCEIRO CURSO UNIVERSITÁRIO E SEI QUE SE APRENDE MUITO POUCO, A NÃO SER QUE O ALUNO SEJA UM AUTODIDATA. UM CURSO BEM PLANEJADO, COM APOSTILAS E BIBLIOGRAFIA BÁSICA PARA SE LER, PODE SER BEM MAIS PROVEITOSO, POIS MUITAS DISCIPLINAS QUE CURSEI, OS MESTRES NÃO TINHAM A MENOR DIDÁTICA, E DE TANTO TER PROFESSOR ASSIM, HOJE PREFIRO OS LIVROS E AS APOSTILAS, SINCERAMENTE. DEPOIS, DEVE-SE PENSAR NOS IDOSOS, NOS QUE MORAM DISTANTE, NOS COM PROBLEMAS FÍSICOS... QUEM ESCREVEU O ARTIGO ACIMA É UM ELITISTA: GRUPO OU PESSOA. E SIM AOS CURSOS A DISTÂNCIA!  | EM CURSO A DISTÂNCIA, SEUS ANALFAS, NÃO EXISTE O ACENTO INDICADOR DE CRASE. sÓ SE USA CRASE ANTES DE "A DISTÂNCIA" SE VIER DETERMINADA, EXEMPLO: ESTAVA À DISTÂNCIA DE VINTE METROS.
SABE COMO ESTUDO, SEUS EGOÍSTAS? SOZINHO, POSSO FAZER UM CURSO DESSES PORQUE SOU INDEPENDENTE, OU SEJA, NÃO PRECISO DE PROFESSOR!  | Não poderia de deixar meu comentário de fora, pois bem sou aluna do curso de graduação de Serviço Social á distância venho através deste comentário me expressar estou muito satisfeita com a técnologia avançada da EDUCON com aulas ao vivo com WEB TUTORES e internet para tirar nossas dúvidas acho que seria ignorância de alguns ir contra este método, porque hoje a maioria dos universitários de freqencia não tem 100% de aproveitamento pois as aulas se tornam rotineiras e o pior, vão para bares tomar " cerveja" e muito mais, afirmo esse comentário pois já frequentei Universidade cursando outros curso e posso afirmar estou muito satisfeita com ensino a distância e qualidade de professores que são mestres e doutores e melhor as aulas não são gravadas é ao vivo. Para contato debonunes@bol.com.br  | Sou formado em ciências contábeis pela PUC RS. Resolvi depois de muito tempo fazer outra universidade mas infelizmente não passei na UFRGS pois a elite passa e os pobres não. As outras universidades são caríssimas e também não tenho mais tempo como quando era jovem. O curso a distância trouxe facilidade e preço para que eu esteja cursando outro curso de graduação. Eu faria uma universidade se tivesse condições melhores neste país. Como assistentes sociais temos que estar abertos as dificuldades de todos que tentam realizar o sonho da graduação e que já não são jovens e nem ricos!  | a tendencia do ensino a distancia é só crescer, queira o cfess ou não. Faço curso de serviço social a distancia eadcon, estou adorando, pois os professores são maravilhosos, atenciosos, estão sempre complementando as aulas com varios materiais, e no meu caso sempre procuro por eventos ou palestras que possam acrescentar algo, textos, livros. E os alunos que conheço são muito esforçados, não tem ninguem lá p brincadeira. São pessoas batalhadoras que não tiveram oportunidade de fazer um curso presencial devido a nessecidade de trabalhar, pois como o cfess sabe, o sistema capitalista visa só o lucro, e sulga completamente os trabalhadores, não sobra tempo, não sobra dinheiro para estudos. E pelo que aprendo no curso, quanto mais conhecimento um povo tem, mais ele sabe de seus direitos e luta por eles; e não é isso que a categoria dos assistentes sociais propõe? Lutar pela aplicação real dos direitos sociais? Como um povo de maioria pobre vai lutar por direitos sem conhecimento? Ou será q somente a elite de estudantes burgueses dão conta de fazer valer o direito de todos brasileiros? Ou pior espera-se que seje implantado ensino superior de serviço social gratuito? olha o ensino básico no Brasil. Se esperarmos tanto tempo por esse ensino que o governo vai implantar aí realmente a situação será mais alarmante e + dificil.Concordo que profissionais desqualificados degrinem a imagem da categoria, atrapalham quando não teem preparação e compromisso, mas esse profissionais estão por toda parte,no ensino presencial tem também. Então um método de avaliação dos recém formados seria mais eficiente e mais seguro do que categorizar dessa maneira.  | Como pode um aluno do curso de Serviço Social ser a favor do curso a distancia?! Isso é um retrocesso! Nós que atacamos tanto o capitalismo, a ação do mercado... Isso é coisa de quem não teve a capacidade de passar em um vestibular DE VERDADE. que no fim das contas acaba por comprar seu diploma. Já imaginou no futuro o curso de medicina por correspondência!!!!!!!!!!!! Só tenho uma coisa a declarar isso é uma vergonha!!!  | Sou professora de Serviço Social em uma Faculdade presencial, percebo que a relação professor/aluno é indispensável, tendo em vista principalmente reflexões de ordem prática que se intercalam com a teoria, fazendo com que os alunos passam compreender melhor o Serviço Social, tendo em vista que é um curso bem complexo e subjetivo. Afirmo que, os alunos dos cursos à distância que conheço apresentam uma defasagem no aproveitamento, estando bem aquém dos alunos do curso presencial, não conseguem associar teoria e prática e não conseguem empregar o vocabulário da profissão de maneira correta. desejo receber comentarios sobre quem esta cursando serviço social a distância como fica a questão do estágio que neste curso é obrigatório e tem uma carga que deve ser cumprida. Quem são os orientadores? Caros companheiros e colegas, Antes de expor minha opinião, gostaria que realizasse uma reflexão na leitura do documento que encontra neste indereço eletronico: http://www.ifsw.org/cm_data/Portugal_Etica.pdf e estude o código de ética da nossa profissão. Vamos ver que existe um outro direcionamento para tal discussão, que não está levado a serio. Até mais! Marcos D' Paula.  | Aceito que realmente existe a necessidade do curso a distância, mas não da forma como esta sendo feita.Uma pessoa que estar no norte do país, por exemplo, teria a necessidade do curso a distância, mas o que esta acontecendo é a mercantilização do ensino superior! Hoje em qualquer esquina se encontra um curso a distância.Não venham vcs me dizerem que uma pessoa que não esta em sala de aula, e que se estiver pode nem esta prestando atenção na aula que se passa na tv, aprende mais coisas em dois anos do que em quatro?Até mesmo o curso em uma faculdade, de caráter presencial, ao seu término deixa lacunas pelo curto espaço de tempo. O governo não esta interessado em uma universidade de qualidade, eles só estão visando quantidade, e quem vai sofrer as conseqüências é a sociedade, com profissionais desqualificados.E caso o exame de proficiência venha a ser aceito, os adeptos dos cursos a distância ainda vão ter que correr atrás, estudando em cursinhos complementares, igual aos estudantes de direto para a oab. Não esqueçam que o cada dia que passa o ensino é mais banalizado, e a intenção é privatizar o ensino superior. Em comentários anteriores falaram em elitização, em custo, mas será que vale educação a todo custo? Vocês deveriam se preocupar em lutar por uma universidade pública de qualidade, e não aceitar o que os nossos governantes querem fazer, que é privatizar a educação.Eu sou aluna de escola pública e consegui passar no vestibular ,não sou rica, é necessário esforço para se conseguir as coisas! Deixem de lado a preguiça, e vão estudar.  | SE SER INDEPENDENTE SIGNIFICA SE FORMAR PÉSSIMO PROFISSIONAL,- ALGUÉM QUE NÃO SABE SE POSICIONAR DIANTE DE IDÉIAS DIVERGENTES, E QUE DESSA FORMA NÃO CONSEGUE RESPEITAR E ENTENDER O QUANTO UM CURSO A DISTÂNCIA DE QUALQUER ÁREA É PREJUDICIAL PARA QUALQUER FUTURO PROFISSIONAL, ENTÃO, - SINTO MUITO MAS VC NÃO É INDEPENDENTE E SIM MAIS UM IGNORANTE FRUSTRADO QUE NÃO CONSEGUIU ENTRAR NUMA UNIVERSIDADE PÚBLICA E DE QUALIDADE E RESOLVEU CONSEGUIR UM DIPLOMA DE UMA FORMA MAIS FÁCIL. EU SEI QUE GRANDE PARTE DAS PESSOAS NÃO CONSEGUEM ENTRAR NUMA UNIVERSIDADE PÚBLICA REGULAR PORQUE A CONCORRÊNCIA É ALTA E NÃO TEVE UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE, MAS O QUE SE TEM A FAZER É COBRAR AO ESTADO OS INVESTIMENTOS DOS IMPOSTOS PAGOS POR TODOS NÓS, EM VEZ DE FICARMOS GASTANDO DUAS VEZES MAIS POR ALGO QUE NÃO SERÁ DE QUALIDADE. O QUE SE QUESTIONA AQUI QUANDO SE FALA DO AUMENTO DO NÚMERO DE CURSOS A DISTÂNCIA É A QUALIDADE COM QUE ESSES CURSOS SÃO MINISTRADOS E A REGULARIDADE DAS AULAS. COMO FICARÁ UM USUÁRIO DOS SERVIÇO DE UM ASSISTENTE SOCIAL QUE NÃO TEVE FORMAÇÃO ADEQUADA PORQUE FEZ UM CURSO A DISTÂNCIA? EU ENTENDO QUE NEM TODO PROFISSIONAL FORMADO EM UMA UNIVERSIDADE PRESENCIAL PODE SER DE QUALIDADE, MAS A PROBABILIDADE DE UM PROFISSIONAL FORMADO EM CURSO A DISTÂNCIA SER PÉSSIMO EM RELAÇÃO A UM PROFISSIONAL QUE SE FORMOU EM UNIVERSIDADE REGULAR É MUITO MAIOR. PORTANTO, DIGAMOS NÃO A TODO E QUALQUER CURSO A DISTÂNCIA, POIS ISSO NADA MAIS É, DO QUE MERCANTILIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO!!!  | A DITADURA DO PODER DOS ENCASTELADOS Querer limitar a demanda reprimida de cursos superiores de ensino á distância na modalidade autorizada pelo MEC, somente as universidades públicas, é perpetrar o caos social patrocinado por todos os governos inoperantes de outrora, ressalvados os que jamais se omitiram. Lamentavelmente, as assistentes sociais que romperam a barreira do ostracismo cultural e conseguiram formar-se, quer por terem condições financeiras ou por méritos de conseguir ingressar na UFSC/FURB e terem se mantido em Florianópolis/Blumenau estudando, hoje desconhecendo totalmente a realidade, dissociadas da verdadeira inclusão social, embrutecidas a maioria delas pela grande proximidade com aquela ala da classe política que não está nem aí para o cidadão, encasteladas em seus cargos públicos, sob a desculpa de que preocupam-se com a qualidade, mas enrijecidas pela empáfia e pedantismo dos que na verdade já não sujam seus luxuosos calçados na lama pisada pelos excluídos, e diante de seus tronos de mestras e doutoras bancadas algumas delas pelas gordas mensalidades pagas por aquelas minorias abastadas ou pelos impostos pagos pelo povo, na verdade preocupam-se sim e com si próprias. O egoísmo dessa gente que se diz assistente social, faz com que investidas do poder de fiscalizar, hajam de forma policialesca, ditatorial, e inexplicavelmente destilem veneno sobre suas colegas de profissão, as quais sim, enobrecem a classe dando guarida as acadêmicas carentes de proteção não encontrada na sua futura entidade de classe. O posicionamento mal educado e preconceituoso das assistentes sociais que dirigem a classe em Santa Catarina, inclusive em Joinville é vergonhosa, repugnante, verdadeiramente absurda. Estas senhoras, haverão de receber da justiça o remédio indicado para suas recaídas culturais, talvez contágios remanescentes dos tempos em que na UFSC eram caçados os amantes da liberdade, pois seus degradantes comportamentos senão coibidos de forma exemplar. Ao invés de execrar o ensino a distancia deveriam estas senhoras contribuir para o aperfeiçoamento do método, o que se não o fazem, é por despeito, medo, frustração de ver que os tempos mudaram e o vento do progresso sopra e derruba suas máscaras de assistentes sociais, para finalmente exibir suas faces de madrastas, tipo aquelas de nariz comprido e berruga, que de dedo em riste como uma vara pontiaguda só faz destruir, ao invés de construir. Tal postura explica a razão pela qual até hoje em Joinville e em Santa Catarina, as políticas sociais não evoluíram suficientemente, o que talvez melhore a partir do ingresso de novas profissionais, pois muitas das que estão aí, estão a demonstrar que tudo são, menos assistentes sociais, ressalvadas as verdadeiras heroínas que não se intimidam e honram seus ideais a despeito da ditadura de algumas de suas infelizes e equivocadas dirigentes.
Jorge Luiz Chaves (em defesa das acadêmicas do curso de Serviço Social da Unitins/Eadcon Joinville/SC)  | Embora achem a modalidade a distância fragmentada e com conteúdos ineficientes, e pq nunca se interessaram em pegar o nosso material e sabem a real seriedade do curso, eu ja tive oportunidade sim de estudar em uma faculdade presencial e seu que existem pessoas la dentro que so querem um diploma e não levam a sério, isso existe em todas as faculdades. O que eu posso dizer é que quem é bom, vai se manter no mercado de trabalho, independente se foi formado por uma faculdade presencial ou a distancia, acho que o medo da categoria é a demanda que esta se formando p/ competir no mercado de trabalho. Ao invés de criticarem a modalidade pq não se preocupam em criar um sistema de avaliação p/ o final do curso, assim como fazem os estudantes de direito, que fazem prova p/ OAB, acho que seria justo, pois assim veríamos quem realmente teve capacitação. Agora o que eu acho mais engraçado é que uma profissão que deveria buscar a efetivação dos direitos p/ uma sociedade mais justa e igualitaria, ficam se preocupando com uma causa que julgam estar certa, será mesmo? Com tantos problemas da questão social para serem defendidos? O fato de ser uma modalidade a distância não significa que estudamos uma ou duas vezes por semana, muito pelo contrário, temos que estudar antes, durante e depois da aula para conseguirmos acompanhar nosso material que é tão rico. Convido a categoria a uma praxis reavaliadora, e que implantem sim um exame de proficiência. E gostaria de frizar p/ minha cara colega que não estamos comprando diploma e sim batalhando por ele assim como as pessoas que fazer a modalidade presencial.  | Tantos os alunos de curso presencial quanto professores que aqui postaram até então, NÃO se encontram bem informados de como se cursa EAD... As aulas são transmitidas ao vivo, não em uma TV, Mas em um (grande) telão. Presta-se (ao menos onde eu curso) vestibular não direcionado. Na prova caem disciplinas como conhecimentos gerais, matemática, informática, português, com peso maior em Redação... Se temos dúvidas em sala de aula, anotamos nossos questionamentos e no dia seguinte postamos em um site onde os professores estão diariamente conectados e aptos a nos responderem e sanar nossas dificuldades em determinada matéria. Nossa carga horária no fim do curso atinge São cursados 4 anos ( e não 2, como foi citado aqui). Nossos diplomas são legais e garantidos pelo MEC. Muitos de nós não temos condições de cursar uma faculdade pública (como tanto se valoriza aqui), por morarmos longe da capital. No meu caso há 2:30min da universidade pública mais próxima... E não por falta de capacidade intelectual ou coisa parecida...Aff! Eu e meus colegas ESTUDAMOS muito! Nossas provas são elaboradas com base em concursos públicos. Nosso material didático (que é gratuito) é riquíssimo! Foi inclusive analisado por uma grande amiga minha que cursa presencial e que me relatou como somos "agraciados" em possuirmos um material didático tão bom e de graça... Compramos ou pegamos na biblioteca da faculdade livros importantes para nosso desenvolvimento profissional. Um outro fato intrigante que me fez continuar com meu curso EAD com maior tranquilidade e confiança, foi o fato de ter havido um concurso público em minha cidade recentemente, e 2 Assistentes Sociais formadas por uma instituição de ensino público do Rio de Janeiro não terem passado neste concurso. Porém uma menina que cursa o 7º período em nossa instituição de ensino "A DISTÂNCIA" ter passado com louvor... Provando, mais uma vez, que quem forma o aluno é sua própria capacidade e dedicação! O que "rola" muitas vezes é o temor de profissionais que cursaram EAD serem mais qualificados do que os que cursaram presencial. Mas não é necessário temer! Deveríamos JUNTOS lutar para que seja feita uma prova anual ou semestral, como queiram, para que TODOS possam provar seu nível de conhecimento no mercado de trabalho em que desejam atuar. Isso que se faz aqui é uma luta desnecessária e inútil! Nossa luta não é contra nós mesmos, e sim devemos lutar para que sejam efetivados os direitos de nossos usuários. Que se ponha em prática toda a teoria que estudamos oa longo de 4 anos. Que possamos TODOS estarmos prontos para dirigir entidades sociais, administrar unidades prestadoras de serviços sociais, obras sociais e setores de Serviço Social em estabelecimento público ou privado, além de poder integrar equipes interdisciplinares voltadas à atuação social. NÃO SEJAM PRECONCEITUOSOS! QUE TIPO DE PROFISSIONAIS SERÃO COM TANTO PRECONCEITO? Procurem conhecer antes de falar mal, procurem se informar antes de "vender o peixe errado" (como se diz aqui em Angra dos Reis). Estarei passando uma lista contendo o nome dos professores do curso de Serviço Social que faço.
 | Posto uma lista com o nome dos professores do curso de graduação em Serviço Social - EADCON - UNITINS Por favor, fiquem a vontade para pesquisar acerca de suas capacidades profissionais de ensino. "Enjoy it"! PROFESSORES: Alessandra Ruita Santos Czapski Alex Pizzio da Silva Arely soares Carvalho Telles Cristina Prestes Diógenes Alencar Bolwerck Edson Marques de Oliveira Eva Ferreira de Carvalho Holda Coutinho Barbosa Janethe Campos Caraça Jaqueline Carvalho Quadrado João Nunes da Silva Leda Santana de Oliveira Noleto Lúcia Helena Anastácio da Silva Luiz Gustavo Santana Maria de Fátima Ribas Mônica Aparecida Rocha da Silva Nelson Russo de Moraes Noeci Carvalho Messias Raimundo Nonato Case de Brito Raquel Castilho Souza Riberti de Almeida Felisbino Silvaneide Maria Tavares Sonia Maria de Souza Ribeiro Suely Cabral Quixabeira Araújo Syrleide Madeiro Geronimo Valdete Boni Nossa Matriz Curricular: http://www.unitins.br/servicosocial/arquivos/matriz_servico_social_2007.pdf http://www.unitins.br/servicosocial/arquivos/matriz_servico_social_2007.pdf -  | Sou aluna do curso de Serviço Social da UFF em Rio das Ostras e aplaudo os comentários acima de Zaina Patrícia.Embora acredite que a troca em uma sala de aula seja de extrema importância para a formação intelectual de qualquer profissão em qualquer curso, não acredito nesta balela de "revolução" contra a reforma universitária, abaixo o capitalismo! Ora, nós vivemos o sistema capitalista, respiramos o sistema capitalista e nossos postos de trabalho estão inseridos no sistema capitalista! Logo, por mais que nosso forte ideal de uma nova ordem societária seja a "ditadura intelectual" do curso de Serviço Social nossa profissão faz parte da divisão sócio-técnica do trabalho! RECEBEREMOS SALÁRIO, PAGAREMOS CONTAS ( e eu falo isto pq já pago muitas)e nossa carteira de trabalho não terá o título "REVOLUCIONÁRIO". Este ideal pode estar vivo independente da profissão! E se o curso é teoria e debate o ensino a distância, reforçando que o defendo quando refere-se a uma alternativa aos que não podem por alguma razão frequentar o presencial, é atacado por quê? Por que classificar como "mercantilização do ensino"? Então não compremos mais livros, não façamos cópias, abram mão dos salários que recebem... quantas vezes é exatamente em casa, lendo os textos selecionados pelos professores, que esclareço idéias importantíssimas que não consegui assimilar na sala de aula por estar cansada demais ( após uma dura jornada de trabalho em uma empresa capitalista que paga o meu salário e garente o sustento da minha família)! A prática do Serviço Social, diferente dos cursos de Medicina e outros segmentos, só é vivida no campo de AÇÃO! Com o usuário! É é quase unânime o pensamento de que a prática é bem diferente do que vemos na teoria! Não apoio nenhum pensamento elitista...e digo isto porquê a Universidade Pública no Brasil ainda é uma ordem inversa: "quem teve o ensino particular de qualidade ocupa o ranking de classificação nos vestibulares mais exigentes do País! Isto sim é mercantilização do ensino!  | Sou aluna do curso de Serviço Social da UFF em Rio das Ostras e aplaudo os comentários acima de Zaina Patrícia.Embora acredite que a troca em uma sala de aula seja de extrema importância para a formação intelectual de qualquer profissão em qualquer curso, não acredito nesta balela de "revolução" contra a reforma universitária, abaixo o capitalismo! Ora, nós vivemos o sistema capitalista, respiramos o sistema capitalista e nossos postos de trabalho estão inseridos no sistema capitalista! Logo, por mais que nosso forte ideal de uma nova ordem societária seja a "ditadura intelectual" do curso de Serviço Social nossa profissão faz parte da divisão sócio-técnica do trabalho! RECEBEREMOS SALÁRIO, PAGAREMOS CONTAS ( e eu falo isto pq já pago muitas)e nossa carteira de trabalho não terá o título "REVOLUCIONÁRIO". Este ideal pode estar vivo independente da profissão! E se o curso é teoria e debate o ensino a distância, reforçando que o defendo quando refere-se a uma alternativa aos que não podem por alguma razão frequentar o presencial, é atacado por quê? Por que classificar como "mercantilização do ensino"? Então não compremos mais livros, não façamos cópias, abram mão dos salários que recebem... quantas vezes é exatamente em casa, lendo os textos selecionados pelos professores, que esclareço idéias importantíssimas que não consegui assimilar na sala de aula por estar cansada demais ( após uma dura jornada de trabalho em uma empresa capitalista que paga o meu salário e garente o sustento da minha família)! A prática do Serviço Social, diferente dos cursos de Medicina e outros segmentos, só é vivida no campo de AÇÃO! Com o usuário! É é quase unânime o pensamento de que a prática é bem diferente do que vemos na teoria! Não apoio nenhum pensamento elitista...e digo isto porquê a Universidade Pública no Brasil ainda é uma ordem inversa: "quem teve o ensino particular de qualidade ocupa o ranking de classificação nos vestibulares mais exigentes do País! Isto sim é mercantilização do ensino!
Luciana Lora - Macaé/RJ  | Prezados, Se falam muito em relação ao ensino a dostância em Serviço Social, os conselhos regionais creio eu que nem todos são contra, porém tem uma grande maioria tentando deturpar e acabar com essa modalidade. O Curso EAD é coisa séria e de muita importância para todos os envolvidos, não é uma brincadeira, onde quem não conhece como se devenvolve, sair falando. Convido a todos os alunos de universidades presenciais, aos conselhos regionais principalmente o CRESS-SP, o CFESS para nos conhecermos. Veja como estudamos, como pesquisamos e buscamos aprimorar-mos, através de atividades de extensão, palestras e principalmente a rica bibliografia que temos em nossa área. Conheço alunos de presenciais que nuncam compraram um livro, só conhece xérox, isso tá certo? Temos milhares de forma de consultarmos bibliografias, mais a melhor ainda é ter o livro na mão e descubrir a riqueza do mesmo. É dificíl a aquisição de livros para muitos, eu sei que é, mais se não buscarmos o diferencial, não venceremos. É isso que acontece com o acadêmico ead, ele tá sempre buscando,não espera acontecer, precisa se destacar e para isso o esforço precisa ser em dobro. Estou no 3º periodo, desde o 2º já procurava estágio, fiz um concurso em São Paulo para concorrer a um estágio e fui muito bem classificada. E posso lhe dizer que a prova foi aplicada a nível superior para todas as áreas, assim como no enade e toda a minha base foi o curso que faço a distância, tudo que caiu na prova eu já tinha visto ou estudado na tele sala, lido ou discutido na vida prática de acadêmico. Convido a todos a consultar os nossos professroes já citados pela a colega acima, ou até mesmo nos acompanhar em uma tele aula. Também gostaria de assistir uma aula presencial e juntos formarmos grupos de estudos, para descubrirmos juntos a verdadeira essência do saber e da profissão. Também sou a favor da avaliação na conclusão de curso, assim como na OAB, convido o CFESS a pensar nessa possibilidade.
Obrigada.
Maria Ozineide
 | Mesmo não sendo aqui, o lugar ideal para aprofundar nesse debate, não pude resistir em me manifestar, pois, ninguém melhor para falar sobre a EaD, senão as pessoas que estão vivenciando. Sou assistente social e professora da Unitins na modalidade EaD e, como profissional, venho também sentindo os problemas existentes nessa modalidade de ensino. Contudo, há um equívoco muito grande em atrelar a Ead à falta de qualidade como se o presencial fosse sinônimo de qualidade, o que sabemos que é uma inverdade, pois já lecionei no presencial (graduação e pós-graduação) e o analfabetismo funcional é uma realidade. No entanto, culpabilizar os acadêmicos (presencial ou EaD) porque chegam ao nível superior sem saber interpretar e/ou produzir um texto, é o mesmo que ver somente a ponta do iceberg, já que é uma deficiência que vem desde o ensino fundamental, ou seja, é estrutural, devido uma educação precarizada que não oferece os mínimos níveis de qualidade desde os primeiros anos escolares. Os problemas de qualidade no ensino superior (presencial ou EaD) são muitos, ficando inviável enumerá-los aqui, os quais são agravados por esse déficit educacional que reflete diretamente na graduação e pós-graduação. Especificamente sobre a discussão da EaD, pode sim ter muita qualidade, desde que seja bem gerida e que disponha de estrutura física e acadêmica aos alunos e que os mesmos, por sua vez, desempenhem com responsabilidade seu papel pró-ativo na formação. Assim, é uma oportunidade de acesso, inclusão e democratização do ensino no país e há experiências precursoras muito bem sucedidas em outros países, como Espanha, Japão e outros. Gostaria de esclarecer aqui, em meu nome e tomo a liberdade de falar em nome dos demais colegas professores, que não estamos alheios aos problemas que existem na EaD especificamente no caso da Unitins, longe disso, estamos próximos deles e sentido na pele os seus efeitos e estamos lutando dentro de nossa governabilidade e limites estruturais e institucionais, para dar maior qualidade e efetividade à essa modalidade de ensino, que é uma realidade, independente de você concordar com ela ou não, e como tal, é um espaço de trabalho para o assistente social conforme preconizada na lei de Regulamentação da Profissão n°. 8662 de 7 de junho de 1993, Art. 5°, item V, onde afirma é atribuição privativa do assistente social ?assumir, no magistério de Serviço Social tanto a nível de graduação como pós-graduação, disciplinas e funções que exijam conhecimentos próprios adquiridos em curso de formação regular?. Somos favoráveis a mobilização do conjunto CFESS/CRESS na luta por maior qualidade na formação profissional, e lutamos para que todo o curso, assim como o estágio, seja feito dentro da legalidade assim como está expresso na Resolução CFESS 533/2008. Além disso, estamos otimistas com o posicionamento do MEC (mesmo que tardio) para regulamentar a EaD, que até então, não tinha parâmetros instituídos, dando margem a barbáries na educação, pois, se o órgão que é responsável por regulamentar e fiscalizar o ensino no Brasil não definia como devia ser, cada instituição estava ?inventando? seu próprio jeito, dando lugar a inúmeros questionamentos e falhas. O que, finalmente está sendo revisto e reestruturado desde o final de 2008, junto as universidades que oferecem EaD. Em meio a tudo isso, o que discordo veementemente é sobre posicionamentos preconceituosos que fere profundamente princípios fundamentais de nosso Código de Ética de março de 1993, onde afirma que o fazer profissional do assistente social precisa estar voltado para o empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando a o respeito à diversidade, além de garantir o pluralismo por meio do respeito às diferentes correntes democráticas e aprimoramento intelectual. Tais posicionamentos mostram-se, na maioria, infundados e generalistas e, principalmente, quando são direcionados de forma difamadora, especificamente aos alunos e professores inseridos nesse processo. Para os alunos da EaD, é a oportunidade que lhes apareceu de prosseguir nos estudos, já que cerca de 80% estavam fora do ambiente escolar há anos; para os professores, é um espaço de trabalho que precisa ser ocupado por quem acredita que é possível fazer mais e melhor por esse ensino que veio para ficar. Infelizmente, pessoas que nos atacam direta e preconceituosamente, deixam de analisar a questão macro e política envolvida nisso, o que merece uma análise bem mais profunda, qual não tenho como aprofundar nesse espaço. Por fim, ao invés de dividir forças, como se tivéssemos numa ?queda-de-braço? entre presencial versus EaD, ou privado versus público, creio que é o momento único e histórico de unirmos forças em prol de uma educação de qualidade independente da modalidade. Quando falo unir forças, refiro-me ao envolvimento dos acadêmicos e professores de Serviço Social, dos CRESS, CFESS, MEC e demais interessados nessa discussão para buscar alternativas coerentes e plausíveis diante do ensino em nosso país. Lembre-se: não adianta ?atirar pedras?, e sim recolhê-las do caminho com muito trabalho conjunto para construirmos algo novo e bom! Cristina Prestes Assistente Social MSc. Ciências da Educação Docente da Unitins  | Mesmo não sendo aqui, o lugar ideal para aprofundar nesse debate, não pude resistir em me manifestar, pois, ninguém melhor para falar sobre a EaD, senão as pessoas que estão vivenciando. Sou assistente social e professora da Unitins na modalidade EaD e, como profissional, venho também sentindo os problemas existentes nessa modalidade de ensino. Contudo, há um equívoco muito grande em atrelar a Ead à falta de qualidade como se o presencial fosse sinônimo de qualidade, o que sabemos que é uma inverdade, pois já lecionei no presencial (graduação e pós-graduação) e o analfabetismo funcional é uma realidade. No entanto, culpabilizar os acadêmicos (presencial ou EaD) porque chegam ao nível superior sem saber interpretar e/ou produzir um texto, é o mesmo que ver somente a ponta do iceberg, já que é uma deficiência que vem desde o ensino fundamental, ou seja, é estrutural, devido uma educação precarizada que não oferece os mínimos níveis de qualidade desde os primeiros anos escolares. Os problemas de qualidade no ensino superior (presencial ou EaD) são muitos, ficando inviável enumerá-los aqui, os quais são agravados por esse déficit educacional que reflete diretamente na graduação e pós-graduação. Especificamente sobre a discussão da EaD, pode sim ter muita qualidade, desde que seja bem gerida e que disponha de estrutura física e acadêmica aos alunos e que os mesmos, por sua vez, desempenhem com responsabilidade seu papel pró-ativo na formação. Assim, é uma oportunidade de acesso, inclusão e democratização do ensino no país e há experiências precursoras muito bem sucedidas em outros países, como Espanha, Japão e outros. Gostaria de esclarecer aqui, em meu nome e tomo a liberdade de falar em nome dos demais colegas professores, que não estamos alheios aos problemas que existem na EaD especificamente no caso da Unitins, longe disso, estamos próximos deles e sentido na pele os seus efeitos e estamos lutando dentro de nossa governabilidade e limites estruturais e institucionais, para dar maior qualidade e efetividade à essa modalidade de ensino, que é uma realidade, independente de você concordar com ela ou não, e como tal, é um espaço de trabalho para o assistente social conforme preconizada na lei de Regulamentação da Profissão n°. 8662 de 7 de junho de 1993, Art. 5°, item V, onde afirma é atribuição privativa do assistente social ?assumir, no magistério de Serviço Social tanto a nível de graduação como pós-graduação, disciplinas e funções que exijam conhecimentos próprios adquiridos em curso de formação regular?. Somos favoráveis a mobilização do conjunto CFESS/CRESS na luta por maior qualidade na formação profissional, e lutamos para que todo o curso, assim como o estágio, seja feito dentro da legalidade assim como está expresso na Resolução CFESS 533/2008. Além disso, estamos otimistas com o posicionamento do MEC (mesmo que tardio) para regulamentar a EaD, que até então, não tinha parâmetros instituídos, dando margem a barbáries na educação, pois, se o órgão que é responsável por regulamentar e fiscalizar o ensino no Brasil não definia como devia ser, cada instituição estava ?inventando? seu próprio jeito, dando lugar a inúmeros questionamentos e falhas. O que, finalmente está sendo revisto e reestruturado desde o final de 2008, junto as universidades que oferecem EaD. Em meio a tudo isso, o que discordo veementemente é sobre posicionamentos preconceituosos que fere profundamente princípios fundamentais de nosso Código de Ética de março de 1993, onde afirma que o fazer profissional do assistente social precisa estar voltado para o empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando a o respeito à diversidade, além de garantir o pluralismo por meio do respeito às diferentes correntes democráticas e aprimoramento intelectual. Tais posicionamentos mostram-se, na maioria, infundados e generalistas e, principalmente, quando são direcionados de forma difamadora, especificamente aos alunos e professores inseridos nesse processo. Para os alunos da EaD, é a oportunidade que lhes apareceu de prosseguir nos estudos, já que cerca de 80% estavam fora do ambiente escolar há anos; para os professores, é um espaço de trabalho que precisa ser ocupado por quem acredita que é possível fazer mais e melhor por esse ensino que veio para ficar. Infelizmente, pessoas que nos atacam direta e preconceituosamente, deixam de analisar a questão macro e política envolvida nisso, o que merece uma análise bem mais profunda, qual não tenho como aprofundar nesse espaço. Por fim, ao invés de dividir forças, como se tivéssemos numa ?queda-de-braço? entre presencial versus EaD, ou privado versus público, creio que é o momento único e histórico de unirmos forças em prol de uma educação de qualidade independente da modalidade. Quando falo unir forças, refiro-me ao envolvimento dos acadêmicos e professores de Serviço Social, dos CRESS, CFESS, MEC e demais interessados nessa discussão para buscar alternativas coerentes e plausíveis diante do ensino em nosso país. Lembre-se: não adianta ?atirar pedras?, e sim recolhê-las do caminho com muito trabalho conjunto para construirmos algo novo e bom! Cristina Prestes Assistente Social Msc. Ciências da Educação Docente da Unitins
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