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| | Londrina na luta; R$2 não é tarifa é roubo! Por Lucas 09/01/2006 às 16:42 Estou aqui em londrina e a tarifa do transporte coletivo já subiu para DOIS REAIS !!! O movimento do passe livre aqui já existe desde 2003, enquanto o proprio ministério público reconhece que a tarifa correta para Londrina seria de R1,30, a administração do PT segue o rumo dos aumentos, só na atual gestão da prefeitura a tarifa já aumentou R$1! Aumento de 100% agora!! O povo não aguenta mais, e a luta contra o aumento está só começando por aqui, se subir em Londrina as demais cidades do Paraná podem esperar porque os reajustes virão.. Segue o panfleto da manifestação: Se a tarifa não abaixar, A cidade vai parar! R$2 é roubo! R$1,35 já! Mais uma vez Nedson foi covarde e aumentou a tarifa do ônibus nas férias, para evitar a revolta dos estudantes. Mas o prefeito vai se dar mal. O transporte coletivo não é uma necessidade só dos estudantes, é uma necessidade de todos os trabalhadores de Londrina. Por isso, no dia 09 de janeiro os trabalhadores e a juventude de Londrina estarão juntos numa manifestação no terminal para lutar contra o aumento da tarifa. Ninguém agüenta mais tanta exploração. Pagar R$2 para andar espremido em ônibus lotados é um absurdo. Exigimos a redução imediata para R$1,35! Como todos aumentos só são decretados para beneficiar as empresas e os políticos que recebem dinheiro delas reivindicamos a estatização do transporte coletivo. Não aceitamos nenhuma solução que resulte em demissão ou redução de salário de motoristas e cobradores. Chega de entregar o dinheiro suado dos trabalhadores para uma minoria de donos de empresas de transporte. Desde seu primeiro mandato, Nedson já dobrou o valor da tarifa, que era R$1 em 2001. Em Maringá, a tarifa é R$1,60 e estudante não paga. Está na hora do prefeito ouvir a voz da juventude e dos trabalhadores que reivindicam Tarifa a R$1,35 e Estatização. Esta é a primeira manifestação de 2006, mas continuaremos nas ruas até que atendam nossas reivindicações. Participe! Manifestação 09/01/06 Às 17h30 em frente à saída do Terminal (R:São Paulo x R:Benjamin) Comitê pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo. passelivrelondrina@yahoo.com.br
Email:: oigodoy@yahoo.com.br URL:: http://produtocoletivo.blogger.com.br >>Adicione um comentário E hoje (10/01/06), após o imenso sucesso e apoio popular na manifestação de ontem, pretendemos repetir a dose! Enquanto a tarifa não abaixar a luta popular contra os burrocratas que enrriquecem nas costas do povo deve aumentar!! Hoje às 17h nos encontraremos em frente ao Banco do Brasil, no Calçadão, para depois descer pro terminal. Divulgue esta mensagem, chame mais gente. Participe dessa Luta. Não fique de fora!  | Clipping Folha de Londrina 10/01/06 Protesto de estudantes fecha terminal Manifestação pacífica foi contra o aumento da tarifa do transporte coletivo de R$ 1,90 para R$ 2,00 César Augusto Pelo menos três quarteirões ficaram completamente tomados por um congestionamento de ônibus Uma manifestação de estudantes e trabalhadores contra o aumento da tarifa de ônibus fechou ontem o Terminal Urbano de Londrina por cerca de uma hora. O protesto foi acompanhado de perto pela Polícia Militar (PM), que não interveio. Os usuários do sistema dividiam-se entre a vontade de ir embora após um dia de trabalho e o apoio à causa dos manifestantes. Pelo menos três quarteirões ficaram completamente tomados por um congestionamento apenas de ônibus. O protesto foi organizado pelo Comitê pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte. Os estudantes se concentraram na Praça Rocha Pombo, onde foram distribuídos apitos e faixas entre os manifestantes. Por volta das 17h40, o grupo bloqueou a saída do terminal, na esquina das Ruas Benjamin Constant e São Paulo. O professor universitário Evaristo Colman, um dos organizadores do protesto, disse que a decisão da administração municipal de autorizar o aumento nas férias escolares foi um ''ato covarde.'' ''É absolutamente inaceitável. o prefeito anunciou o aumento covardemente em janeiro, mas isso não pode ficar sem resposta. Estamos organizados para reverter o aumento e cobrar a redução para R$ 1,35'', afirmou. O valor da tarifa subiu de R$ 1,90 para R$ 2,00 no domingo. Os manifestantes relembraram a morte do estudante Anderson Amaurílio da Silva, que morreu atropelado por um ônibus durante protesto contra aumento da tarifa em 2003. A estudante Soraia de Carvalho, 24 anos, defendeu a tese da estatização do transporte coletivo. ''A passagem tem que baixar sem afetar o trabalhador. É preciso mexer no lucro das empresas'', argumentou. Os manifestantes chamavam os usuários do terminal para participar da reivindicação. Até um carro de som foi usado para tentar a adesão de mais participantes. Mesmo indignados com o atraso na hora de voltar para casa, a maioria dos passageiros apoiou a iniciativa. Responsável pelo acompanhamento da manifestação, o capitão Roberto de Moura Rocha, da PM, disse pouco antes do bloqueio dos ônibus que pretendia negociar para que o direito de protestar não interferisse na rotina de quem precisava ir embora. ''A idéia é negociar e conversar'', salientou. O fechamento da saída durou aproximadamente o tempo estimado pela polícia. Os líderes do movimento disseram que tentaram debater o assunto com representantes da prefeitura e da promotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor, mas não teriam obtido retorno. A assessoria da promotoria informou ontem que está instaurando um procedimento investigatório preliminar para verificar a necessidade do reajuste e vai pedir a planilha de custos à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Fernando Rocha Faro Reportagem Local CMTU critica conduta dos manifestantes O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização, Gabriel Ribeiro de Campos, criticou a conduta dos manifestantes por terem bloqueado a saída do Terminal Urbano por cerca de uma hora. Para ele, o movimento ''excedeu um pouco os limites'' por ter interferido na rotina dos passageiros. ''Respeitamos todas as manifestações democráticas e ordeiras. Mas manifestação significa expressar o descontentamento, sem impedir o terminal de funcionar normalmente'', salientou. Ele pretende ainda entrar em contato com o comando da Polícia Militar para pedir um efetivo maior na região, uma vez que os manifestantes prometeram repetir o protesto. Disse, ainda, que a direção do movimento será recebida se tiver propostas práticas que viabilizem a redução da tarifa. Apesar da crítica de Campos, grande parte dos usuários do sistema declarou apoio aos manifestantes. ''Está certo. A passagem tinha que ser bem mais barata. Esse valor pesa para quem ganha pouco'', opinou o aposentado João Batista Camargo, 72 anos. O eletricista Geraldo Porto Júnior, 30, também é a favor do protesto. ''A passagem aumentou mas ninguém consultou a população. É sempre assim, a corda sempre estoura do lado mais fraco'', queixou-se. Jornal de Londrina TRANSPORTE COLETIVO - Protesto pediu a redução da tarifa, que teve aumento e passou a R$ 2 no domingo Estudantes param trânsito no Centro O protesto no Terminal durou aproximadamente 30 minutos O trânsito nas ruas do Centro da Cidade ficou parado por cerca de meia hora ontem à tarde em razão do protesto que reuniu aproximadamente 30 estudantes, a partir das 17h45. Pedindo a redução da tarifa do transporte coletivo para R$ 1,35, eles bloquearam a saída principal do Terminal Urbano, o que gerou um grande engarrafamento de ônibus nas ruas centrais. Os estudantes afirmam que irão fechar o terminal até que o valor da tarifa seja reduzido pelo prefeito Nedson Micheleti (PT). Desde o último domingo, o usuário paga R$ 2 para andar de ônibus em Londrina, uma das tarifas mais caras do País. O preço anterior era R$ 1,90. “Nós vamos vir aqui no terminal todos os dias, até que o prefeito volte a passagem ao preço de R$ 1,35 (valor que vigorou até maio de 2003). O prefeito já está fazendo o reajuste na época de férias para evitar a manifestação dos estudantes. Mesmo assim estamos aqui. Em Florianópolis (SC), após dez dias de movimento dos estudantes a tarifa caiu”, enfatizou a estudante de mestrado Soraia Carvalho, uma das representantes do Comitê pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo. “A gente já tentou falar com o prefeito, mas como eles só enrolam a gente, o jeito é ir para as ruas”. Bloqueio Com gritos de ordem como “Nedson ladrão, abaixa o busão” e “mãos para o alto, dois reais é um assalto”, às 17h45 o grupo de estudantes bloqueou a saída dos ônibus do Terminal Urbano, na Rua Benjamin Constant e Avenida São Paulo. Em apenas 10 minutos, o terminal ficou abarrotado de ônibus. Os que vinham das ruas Professor João Cândido e Benjamin Constant não conseguiam entrar no terminal e formaram um grande engarrafamento. Os passageiros que estavam dentro dos ônibus desceram e uma parte acompanhou o protesto dos estudantes. “Essa nossa tarifa é um roubo. Olha só quanto a gente ganha de salário e vê quanto é a tarifa. Quem dá conta de pagar isso? O meu ônibus minha patroa paga, mas minha filha tem que pegar para vir até o centro estudar”, afirmou a empregada doméstica Nelci André Silva, que se juntou ao barulhaço dos estudantes, batendo duas garrafas plásticas de água. A atendente Viviane Oliveira, que teve de descer do ônibus parado dentro do terminal, também apoiou o movimento. “Nós temos o prejuízo agora porque quer ir embora e não pode. Mas se a passagem baixar, o benefício será para todos. Nós temos o problema que só reclamamos, mas ninguém faz nada. Está na hora de fazer alguma coisa, porque a gente só recebe aumento no bolso, menos do nosso salário”, enfatizou. Em determinado momento, três homens foram reclamar com os estudantes. “Isso é demais, a gente quer ir embora para casa, quem não está cansado?”, perguntou o ajudante de assentador de piso, Carlos Miranda, para, em seguida, acrescentar que “R$ 2 é um roubo”. “Quero só ver se o prefeito anda de ônibus, porque é uma latinha só, fica todo mundo apertado e sofre com o calor”. Liberação Durante o protesto, os estudantes também gritavam: “prefeito, não leve a mal, a dois reais eu vou invadir o terminal”. E incentivavam as pessoas que estavam na calçada a entrar no terminal sem pagar passagem. Várias pessoas entraram dessa forma. No entanto, quando o protesto acabou, às 18h30, outros passageiros tiveram de pagar duas passagens porque desceram dos ônibus que pararam nas ruas e não puderam entrar no terminal sem o pagamento. Durante todo o protesto, policiais militares acompanharam a movimentação, mas não interferiram. Nenhum agente de trânsito da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) estava no local. Passado Os estudantes também se manifestaram no terminal em junho de 2003, quando Nedson autorizou o aumento da passagem de R$ 1,35 para R$ 1,60. Na época, eles fecharam várias vezes o terminal. Em uma das manifestações, Anderson Amaurílio da Silva, de 21 anos, foi atropelado e morto por um ônibus que estava dentro do terminal.  | É revoltante a situacão em que se chegou.. 2 reais ???? ai já é roubo,exploracão...o que queremos é estatizacão!!!! Hoje em dia se é muito díficil conseguir uma automovél pricipalmente para as pessoas mais humildes que vivem de um salário mínimo...são esses trabalhadores que não tem opcão e recorrem ao transporte urbano mas cada vez mais a tarifa aumentando tirando a chance de jovens estudarem e trabalharem. =(
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