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| | Atos contra o despejo da ocupação Prestes Maia
Na terça-feira, 7 de fevereiro, o Movimento Sem-Teto do Centro (MSTC) bloqueou a Avenida Prestes Maia, na altura do número 911, onde está localizada a maior ocupação de sem-tetos de São Paulo, ameaçada de despejo. O protesto teve início às 5h30 da manhã e os dois sentidos da avenida permaneceram bloqueados por uma hora e meia, até os moradores e as moradoras serem obrigados a entrar na ocupação, protegendo-se contra a violência da tropa de choque, formada por policiais não identificados que apontaram armas de balas de borracha para as pessoas até mesmo depois destas já estarem dentro do prédio, nas janelas. O bloqueio da avenida integra uma série de atos que vem ocorrendo diariamente pela permanência das 468 famílias que há três anos moram na ocupação. No dia 1º de fevereiro houve um protesto diante da Prefeitura de São Paulo e ocorreu uma reunião entre coordenadoras do movimento e representantes da Secretaria de Habitação, da Cohab, da Secretaria de Assistência Social e da Sub-Prefeitura da Sé, que afirmaram que "é inviável a proposta de transformar o referido prédio em moradia popular devido ao alto custo representado tanto pela desapropriação do mesmo quanto pelas reformas para adaptação do edifício, o que inviabiliza sua utilização para habitação popular". Ocorre que, antes de ser ocupado, limpo, antes de abrigar aproximadamente 2.000 pessoas e até mesmo exposições de arte e uma biblioteca, este prédio estava abandonado há vinte anos e havia se transformado em depósito de lixo e ponto de tráfico de drogas. Seus supostos proprietários - Jorge Hamuche e Eduardo Amorim, além de não possuírem a escritura do imóvel, já devem mais de cinco milhões de reais em IPTU à prefeitura - o que mostra que a desapropriação é totalmente viável. Além disso, o problema real não é a reforma do prédio, como a prefeitura tenta alegar, mas a permanência de pessoas de baixa renda no centro da cidade, área que a atual prefeitura objetiva tornar exclusiva dos ricos, dos bancos e das grandes empresas. assine a petição contra o despejo da ocupação Prestes Maia
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... O que o governo está fazendo é um desrespeito a própia humanidade... Um absurdo!! O proprietário daquele imovel tambem possue direitos e é submetido a uma avalanche de impostos que estes arruaceiros nao tem idéia, já que nem um centavo depositam nos cofres publicos. Só fazem reclamar e badernar. Imaginem os srs se todos os trabalhadores desta vergonha de pais tomassem a mesma atitude,largando seus empregos e cobrando medidas do governo Não são arruaceiros Estão certos de não pagar imposto para o governo!!
O prédio estava abandonado.. Não é papel do governo esconder a pobreza do povo, e sim dar as bases para que elas não sejam mais pobres.. Governantes: ou parem de roubar botando os impostos que pagamos nos bolsos dos srs.; ou deixem estas pessoas morarem aonde estão... Obs.: Aposto que a polícia foi chamada por alguma reclamação de um "ladrão" político que mora próximo da área! Que não suporta ver pobre... Mal ele sabe que o erro é dele.. pague seus pecados!! Arruaceiros são os nossos políticos.............
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