| PUC-SP PARADA Por Aluno da PUC-SP 15/03/2006 às 15:40 A REVOLTA DO CADEIRAÇO. A PUC-SP está em greve. É necessário a a solidariedade e a presença de todos os estudantes que lutam cotra a precarização do ensino e das condições de trabalho na universidade brasileira. Ontem, 1000 pessoas pararam a Monte Alegre e a Cardoso de Almeida para reivindicar a renúncia da reitora Maura Véras, e convocararam todos para a paralisação. A revolta do cadeiraço foi vitoriosa e já paralisou 100% do Prédio Velho. Agora é construir o movimento, disseminando atividades lúdicas com a comunidade puquiana. A GREVE É DECRETADA, PORTANTO A PUC-SP VIVE.
>>Adicione um comentário Olha, Suponde que 100% do predio velho estivesse parado, o que é uma MENTIRA (tive aula normalmante, assim como as salas de 1º ano de psicologia e muuuuitas outras), este numero ainda representaria no máximo, 35% dos alunos da manha. Ridiculo, queria ver arrancar as cadeiras da FEA, e do Direito...rsrs Aiai, este movimento esta ficando cada vez mais com as pernas curtas... Pega leve, o nariz ja está encostando no monitor assim...  | Marco, creio que ao dizer 100%, a pessoa se referia à terça feira á noite, o que sim, foi 100% paralisada no prédio velho. Em específico a psico não tem um histórico de mobilização (creio que por mencionar ela, vc é de lá, não?). Mas complementando seu informe, a história não parou apenas em 2 salas (uma da manhã, e outra da noite, as duas sob o mesmo comando de uma professora que se recusou à dispensar alunos), a letras parou 4 salas, sociais a maioria das salas, turismo mais da metade, considerando que o quarto não parou e o 3 e 1 anos inteiros pararam, a geogragrafia parou inteira, e pessoas mencionaram muitos alunos do direito e da economia na aula pública que rolou na cruz. Se você for em algum dos comandos de greve talvez consiga informações mais aprofundadas. Acho que não dá pra ignorar uma assembléia com 2000 pessoas, nem uma mobilização com mil. Isso não tem precedentes na história recente da PUC. Abraços.  | Essa greve imposta aos estudantes não passa de uma perversão do conceito de democracia. Sim, a greve é um direito, mas que deve ser exercido com responsabilidade. De que adianta ter uma greve decretada, se para forçar a adesão as cadeiras tiveram que ser removidas das salas? Com isso o movimento perdeu a razão, pois está sendo egoísta ao não permitir que os estudantes e professores exerçam seu direito de ter aula e dar aula. Acredito que essa greve, infelizmente, está fadada ao fracasso, pois os quase 10 mil alunos da FEA, Direito e RI não aderirão a greve, muito menos seus professores. Assim, o movimento perde a participação de grupos com organização suficiente para reinvidicar de forma construtiva a revisão das demissões.  | Sou estudante de Ciencias Sociais... Minha aula nao parou, assim como as aulas do 4 ano matutino tb nao pararam... Não é verdade de a maioria das classes de sociais pararam, baste ir amanha de manha para conferir. As decisoes de adesoes estao sendo tomadas intra-classe, e mesmo assim, se o professor nao parar, dificilmente a classe parará. Digo parar pq os alunos que quiseram aderir a greve aderiram, mas os professores na maioria continuou com aqueles que quiseram continuar. CLaro que não cobraram presenca em sala de aula, mas o conteúdo de minha aula foi feito. Mesmo sem cadeiras tivemos aulas, e continuaremos a ter.  | Pois é senhor estudante de direito, com uma postura dessas nos entendemos que o movimento tem que continuar mesmo e com greves e todos os meios que podemos nos utilizar para chamar atenção daqueles que as vezes se encontram segregados por falta de informação ou até de vontade, para os problemas que "os superiores" nos impoem e que atingem a todos. Enquanto o senhor está preocupado com o "direito de estudar,dos estudantes e o direito de dar aula, dos professores", muitos estão preocupados com as condições com as quais estes estarão trabalhando, sem esse egoísmo e arrogância, de quem está preocupado com o próprio umbigo ! Por isso aconcelho o senhor a rever seus conceitos para que seja sensível a causas que também dizem lhe respeito, pois ao que me parece sua disposição para se juntar a essa galera firmeza que está promovendo a greve somente surgiria se lhe afetasse diretamente, ou seja quando a água batesse no bumbunzinho! Na verdade ja esta batendo né, mas falta um pouquinho de "SIMANCOL"!!!  | 100% aonde cara-pálida? Só se for 100% dos inadimplentes! Em que pese o uso de instrumentos legítimos e democráticos como 'assembléias' e 'greves', os mesmos não foram usados de maneira legítima e democrática, pois, em última análise, não representam a maioria dos alunos e professores, já que os cursos de Direito, Economia, Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Relações Internacionais (que, é bom que se diga, são os cursos que pagam as contas no final do mês desse verdadeiro ‘cabide de empregos’ que é a PUC!) não participaram nem mesmo da votação na qual tais medidas foram, de forma arbitrária e fascista, votadas (sic) e decididas. Isto é, enquanto o pessoal não analisar a problemática de forma séria e adulta, a PUC vai continuar nesta crise!A demissão de alguns professores era um mal necessário! Muitos deles nem apareciam na universidade! A PUC não pode continuar sendo administrada como se fosse um boteco! Até agora o pessoal que organizou a greve não apresentou uma proposta factível para cobrir os mais de R$ 80 milhões de rombo da nossa gloriosa PUC (R$ 4 milhões mensais)! Vamos colocar os pés no chão!!!!!!!!! O buraco é BEM mais embaixo!! VIVA A PUC!!!  | Todo apoio à greve dos 3 setores! Chega de demissões!!!! Agente tem que começar a pensar menos com o umbigo, galera! Qual é? mais de 400 demitidos e fica tudo ok??? E as bolsas? E o domínio da igreja? Cara pálida digo eu! Pálida e burguesa que não consegue pensar além da ponta do nariz! Só ter aula e ignorar essas mais de 400 pessoas?? Deixar a crise passar PARADO??? Deixe que a igreja resolva e muito mais dos meus amigos vão se ver obrigados à sair por corte de bolsa, por aumento de mensalidade, por falta de BONS professores... Até chegar a mim, e a você...  | Pois é digo eu, ilustríssimo militante do movimento estudantil, esse tipo de comentário nada construtivo e permeado de um certo complexo de inferioridade, não é dotado de propósito algum, e simplesmente não leva a lugar nenhum. Sabe, já cansou essa dicotomia entre prédio novo e prédio velho!!! Somos todos estudantes da PUC e estamos todos no mesmo barco e obviamente não queremos que ele afunde!!! Agora vc querer chamar de egoísta a pessoa que quer que o seu direito de ter aula seja respeitado!!! Faça-me o favor, leia os demais comentários, admita que a greve não está surtindo efeito algum, pois se existem professores dispostos a dar aula, existem alunos dispostos a assisti-las independentemente de qualquer situação!!! Você realmente acha que ficar fazendo barulho, pichar as paredes do prédio novo e do velho, empilhar cadeiras aleatóriamente não demonstrando respeito algum com a propriedade da própria faculdade (quantas cadeiras não foram estragadas ou quebradas nessa brincadeira toda, a PUC já está em crise e ainda por cima vai ter que gastar mais dinheiro para repor as cadeiras e pintar as paredes pichadas!!!)? Admiro as pessoas que militam pela causa estudantil, mas cansei de ver o discurso se perder e ficar sem propósito. Me entristece profundamente ouvir pessoas na PUC culpando o FMI pela dívida da PUC, ver pessoas sem memória clamando terem sido logradas pela reitoria porque esta última não divulgou o contrato assinado com os bancos para renegociação da dívida, sendo que foi muito bem noticiado que em maio do ano passado que a dívida da PUC havia sido renegociada e que uma série de medidas teriam que ser adotadas como condição para a renegociação. Obviamente que um contrato foi assinado, pois qual seria o outro meio de se renegociar uma dívida de mais de R$80 milhões? Esse contrato deveria ter circulado pela comunidade acadêmica? Obviamente que não, desde quando um contrato desta magnitude e de ordem estritamente administrativa deveria ter publicidade. Sem contar que a PUC na condição de devedora não teve poder de barganha algum, a reitora deve ter dado graças a deus pelos bancos terem lhe dado a chance de renegociar a dívida, os bancos fizeram sua proposta e a PUC teve que aceitar! Todos os cursos da PUC foram afetados pela greve, o Direito foi sim e muito, tivemos professores muito bons que foram demitidos ou pediram demissão, só que nesse rolo muitos que nós vinhamos tentando eliminar há tempos, e que não queremos de volta, foram também!!! A diferença é ao invés de ficar discutindo greve em assembléia, os alunos e o centro acadêmico se mobilizaram, juntamente com a diretoria da faculdade, e se reuniram com a fundação são paulo o que fez que alguns dos professores fossem readmitidos. Aconselho o senhor a ser menos egoísta, pois sim é o senhor que está pensando no próprio umbigo, ou melhor não está pensando em nada está apenas sendo preconceituoso, pois em nada de meu comentário anterior eu fui arrogante e egoísta. Sou contra a intervenção da igreja, contra as demissões feitas de forma aleatória, a favor de financiamento com o BNDES (esse aliás que está sendo discutido pois a reitora foi pessoalmente à Brasília, e não porque eles ficaram sensibilizados com o "cadeiraço"). Eu só não acho que uma greve estudantil vai resolver o problema, se vc está a fim de compremeter a sua educação acadêmica, a opção é sua, mas querer impor aos outros a sua escolha seria o que então?
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