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Estudantes organizam Frente Única contra o Salvador Card e ocupam as ruas
Por TRANSPORTE 26/04/2006 às 12:16

Prossegue a todo vapor a mobilização estudantil contra o Salvador Card: diversos grupos políticos puxam manifestações independentes entre si, e o clima de insatisfação já observado na implementação do Salvador Card aumenta e estimula novos movimentos. No dia 18 de abril, cerca de 300 estudantes do CEFET-BA saíram às ruas fantasiados de palhaços e se manifestaram por duas horas. No dia 20 de abril, uma plenária realizada na reitoria da UFBA deliberou pela criação da Frente Única Contra o Salvador Card, composta por diversos CAs e DAs, a Associação de Gremios Estudantis (AGES) e o Movimento Passe Livre (MPL). A Frente já estabeleceu um calendário de ações com diversos atos de rua.

No dia 24 de abril, uma reunião entre estudantes e Prefeitura quase foi frustrada pela ausência de representante dos órgãos municipais; os estudants rumaram para a Prefeitura e conseguiram uma reunião com o secretário municipal de Transporte e Infraestrutura, Nestor Duarte, onde foi deliberada - graças à pressão dos estudantes nas ruas - a prorrogação por 30 dias do prazo de conversão do antigo smart-card para o Salvador Card, ainda sem suspensão da confecção do Salvador Card. Ainda no dia 24, a Estação da Lapa - principal terminal de ônibus de Salvador - foi fechada por mais ou menos duas horas. Outras manifestações estão programadas para a semana.

Frente Única Contra o Salvador Card | Professores repudiam o Salvador Card | Abaixo o SalvadorCard! (cartaz de contrapropaganda) | Vídeos do dia 12 de abril | Acontecimentos do dia 24 de abril

Entenda o caso: Implementação da bilhetagem eletrônica estudantil causa polêmica em Salvador

>>Adicione um comentário

Comentários


Concordo em Partes
Bruno Torquato 29/04/2006 17:54
brunotorquato@gmail.com

Concordo em partes , sobre o que os estudantes estão fazendo mas... O caso é o seguinte, enm vez de atrapalhar a vida de quem não tem nada a ver com o protesto, teriam que protestar na frente da prefeitura e na secretaria dos transportes.


Isso já foi feito, sem resultados
Manolo 30/04/2006 00:57
manoel@riseup.net

Bruno, a Prefeitura já tomou banho de ovo, a Secretaria de Transportes e Infraestrutura já foi ocupada, o SETPS também tomou banho de ovo, e nada disso deu efeito. As pessoas que estão nas ruas têm a ver sim, porque é também para elas que estamos lutando. Estudante não dá em árvore, é filha ou filho de alguém, que paga por suas passagens; ou causamos um incômodo agora para melhorar a vida de todos, ou todos serão atrapalhados de forma bem pior, porque simplesmente chegará o momento em que não terão dinheiro para andar de ônibus, como já acontece com pelo menos 37 milhões de pessoas em todo o Brasil. Você também tem a ver com isso, como você está se movimentando?


NÃO AO SALVADOR CARD
MARCOS LOBO 30/04/2006 19:25
marcoslobo@movesa.com.br

Concordo plenamente com o cancelamento desse projeto "SALVADOR CARD" sem fundamentos e prejudicial não só aos estudantes mais aos seus pais e familiares, no qual os objetivos do mesmo são inviaveis, onde quem fica em desvantagem são os estudantes, pois além de perderem o direito de 35 meia-passagens os estudantes secundaristas e 70 meia-passagens os estudantes de nivél superior, tem a desvantagem de ter que gastar uma passagem para ir carregar o seu cartão, vamos pensar nos pais dos alunos que tem 2 a 3 filhos, onde conseguem muitas vezes os transportes dos filhos a noite para que no dia seguinte pela manhã, o seu filho possa ir a escola. Essa idéia de nosso prefeito João Henrique, está sendo prejudicial ao estudantes, acho que ele deve pensar mt nisso e desitir dessa idéia, enquanto pode, pois cada vez mais os estudantes estão quebrando o impasse da alienação e votando com consciência e responsabilidade.
Acho que vc´s (estudantes) devem manter a sua posição paralizando sim o tráfego, pois não adianta outra forma, vamos nos espelhar nos estudantes FRANCESES que lutaram contra o gorverno FRANCES para anular a LEI do 1º EMPREGO que era totalmente desvantajoso para os estudantes.
Força e perseverança... vamos conquistar essa...
Abraços e boa sorte


Ainda quero entender
Nilton Pedrett 04/05/2006 11:45
eu.escritor@gmail.com

Ainda quero entender, apesar de receber os informes do cmi, que coisa pretende o movimento estudantil.

Não podemos esquecer que o serviço de transporte não é público mas privado, tem um custo, e alguém tem que pagar por ele.

Nós brasileiros temos o péssimo hábito de só pensar a curto prazo e nos nossos interesses. Vocês querem gratuidade? ótimo, mas saibam que os trabalhadores que pegam ônibus vão arcar com os custos.

Sou fundalmentalmente contra qualquer tipo de esmola pública. Seja gratuidade, seja meia passagem. Se todos nós pagassemos a passagem inteira o preço do serviço seria menor. E quando digo todos, são todos: estudantes, policiais, carteiros, motoristas de onibus, idosos... mas nos sujeitamos sempre a receber esmolas do goverdo... esmolas essas que oneram outra parcela da população.

Mas está tudo bem, não é mesmo, desde que o nosso direito esteja assegurado.

Pergunto a quem ler esse comentário: quem vai pagar a conta do almoço grátis?


n.


Transporte coletivo urbano é serviço PÚBLICO, não PRIVADO
Manolo 04/05/2006 16:25
manoel@riseup.net

Nilton,

veja como você foi vítima fácil da campanha de desinformação das empresas de ônibus. Observe seus equívocos:

a) SERVIÇO DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO É PÚBLICO, E NÃO PRIVADO

É o que diz a Constituição Federal:

"Art. 30. Compete aos Municípios: (...) V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial."( http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao_Compilado.htm)

É o que diz, ainda, a Lei Orgânica de Salvador:

"Art. 239. O transporte coletivo é um serviço público essencial a que todo cidadão tem direito, sendo de responsabilidade do Poder Público Municipal o planejamento, o gerenciamento, e a operação do mesmo." ( http://www.cms.ba.gov.br/lom/lom.pdf)

Como vivemos numa sociedade capitalista, todo o funcionamento econômico do sistema de transportes é igual a qualquer setor de serviço público: por exemplo, no setor de saúde pública, remédios custam dinheiro e são comprados de indústrias farmacêuticas que os produzem, assim como materiais cirúrgicos e outros insumos do setor de saúde pública.

Mas por que ninguém diz que a saúde pública é um serviço privado? Porque os hospitais e postos de saúde são de propriedade do estado, e geridos por ele; como os ônibus são de propriedade de empresas, dá a impressão de que são serviço privado, mas não são. Porque não se paga diretamente pelo serviço de saúde como se paga pelo serviço de transportes, e isso dá a impressão de "compra"; um serviço prestado "gratuitamente" à população, mas custeado por impostos pagos por esta mesma população, dá a impressão de "gratuidade", quando, na verdade, tudo que está sendo prestado "de graça" é custeado, repito, através dos impostos que a mesma população que recebe o serviço "gratuito" paga cotidianamente nas coisas mais simples (ao comprar comida, roupas, cigarros, bebida, casas, etc.).

Com o serviço de transporte coletivo urbano pode acontecer como nas obras públicas: a gestão é pública, mas a execução é privada. Quem estabelece as diretrizes é o poder público, e os executores privados têm que obedecer a estas diretrizes. O funcionamento é determinado por estas diretrizes, que podem estar próximas de um funcionamento "privado" deste serviço público ou não, a depender do que o poder público determine para o setor.

b) PASSE LIVRE, GRATUIDADES E ESMOLA PÚBLICA

Passe livre não é "esmola pública", é direito dos estudantes. Eis o que diz a Constituição Federal:

"Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:
VII - atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, TRANSPORTE, alimentação e assistência à saúde". ( http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/Constituicao/Constituiçao_Compilado.htm) (grifei TRANSPORTE)

Eis o que diz a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional (Lei 9.394/96):

"Art. 10. Os Estados incumbir-se-ão de:
VII - assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual."
"Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:
VI - assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal." ( http://www.presidencia.gov.br/CCIVIL/leis/L9394.htm)

Pode parecer esmola para você, mas é direito garantido a todos os estudantes, pois as leis não distinguem entre estudantes "pobres" e "ricos", entre estudantes "que moram perto da escola" e "que moram longe", etc.. É direito que garante, inclusive, a queda na evasão escolar, muitas vezes causada por falta de dinheiro para o transporte dos estudantes.

Ressalto que a Pesquisa de Orçamento Familiar 2002-2003 do IBGE ( http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pof/2002/default.shtm) indica que os transportes são a terceira maior despesa de qualquer família no país inteiro, e que um estudo do Ministério das Cidades ( http://www.cidades.gov.br/media/TarifasOnibusUrbanos1994a2003.zip) indica que, em Salvador, as tarifas de ônibus subiram 328,6% entre 1994 e 2003, contra os
150,4% de crescimento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE, geralmente usado como índice de reajuste salarial - o que significa dizer que as passagens subiram duas vezes mais que os salários. Numa cidade com 23% de desemprego ( http://www.dieese.org.br/ped/ssa/pedssa0206.pdf), isso é grave, e é um fator real de evasão escolar.

Sabemos que hoje quem paga a gratuidade de carteiros, oficiais de justiça, etc., e também a metade da passagem que o estudante não paga, é quem paga inteira. O que se pretende com o passe livre é que Município, Estado e União paguem as passagens dos estudantes, como já previsto em lei.

Lembre de outro ponto: dá esmolas quem tem dinheiro próprio, e o Estado não tem dinheiro próprio; tem é NOSSO DINHEIRO recolhido através de impostos para aplicar em fins sociais. É um debate simples: a questão a ser colocada é "até que ponto a sociedade admite pagar pela garantia de acesso à escola, através do custeio do transporte de todos os estudantes por recursos vindos de impostos?" Ou melhor: "até que ponto a sociedade admite usar seu próprio dinheiro, recolhido pelo estado através de impostos, para facilitar o acesso à escola de todos os estudantes?"

Mas respondo à sua pergunta ("quem vai pagar o almoço grátis?"): nós mesmos, e sai mais barato que pagar as passagens do próprio bolso. Como a base de contribuintes de impostos é muito maior que o número de pais de alunos, os gastos com o transporte seriam divididos em frações muito menores para cada pessoa, e retirados ou de tributos já existentes (IPTU, IPVA ou contribuições de melhoria, por exemplo) ou de outros a serem criados (taxa de transportes, por exemplo). A via dos impostos já existentes é até mais justificável, porque a carga cobrada por estes impostos é suficiente para cobrir o passe livre em Salvador.

Claro que você pode estender este mesmo tipo de raciocínio (ser contra "esmolas do estado") à saúde pública, à educação pública, etc. Aí veremos os efeitos disso sobre a sociedade: como os custos dos serviços estarão pior distribuídos, porque as pessoas passarão a pagar individualmente pelos serviços, e não coletivamente (através de impostos), tudo ficará mais caro, porque os custos de cada serviço serão distribuídos entre seus usuários reais, e não por toda a população que pode usá-los em potencial. Aí vai chover gente que não terá como ir a hospitais por falta de dinheiro, ou gente que não terá condições de se educar nas escolas pelo mesmo motivo.

Claro que, mesmo após esta ponderação, você pode sustentar sua opinião quanto à "esmola pública". Aí é porque estamos em campos políticos diferentes, com interesses diferentes, e o diálogo se encerra.

Espero ter elucidado suas dúvidas. E espero também que você não caia mais na campanha de desinformação das empresas de transporte.


apoio aos estudantes
periferico 10/05/2006 19:21
gremio.marte@gmail.com

na minha opiniaõ os estudantes estão certo pois, os empresários nunca lucram com o transporte em salvador não sei nem o porque continuam nessa area.
agora tantas pessoas usam o meio de transporte para se locomover e os empresários naõ lucram nada ou quase sempre muito pouco a massa estudantil é muito forte e tem um poder imenso uma demonstração é o peso que a galera coloca nas ruas.


Fotos
Frente Única Contra o Salvador Card 12/05/2006 03:57
contrasalvadorcard@gmail.com

Fotos

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O que o SETPS merece
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Frente Única Contra o Salvador Card 12/05/2006 04:14

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Anisio Teixeira
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Rotula do abacaxi 10/5/06
Rotula do abacaxi 10/5/06

Iguatemi
Iguatemi

Até de noite
Até de noite



Eu apóio completamente.
Adriana 12/05/2006 12:12
drika.davi@hotmail.com

Sou completamente a favor dos estudantes, e defendo com unhas e dentes as paralizações. É muito fácil a elite não concordar, pois não utiliza o TRANSPORTE PÚBLICO que por sinal É UMA MERDA. O filho do rico vai pra escola no carrinho do papai, ou em transporte escolar. O filho do pobre, quando pode se dar ao luxo de ir de ônibus o pai consegue na hora de sair o dinheiro da passagem, agora com essa PALHAÇADA CHAMADA SALVADOR CARD o pai de família vai ter que ir aos postos para recarregar o cartão. PELO AMOR DE DEUS, vamos parar de olhar para o nosso umbigo, o mundo não gira em torno de nós, existem milhares de estudantes que deixam de ir à escola por falta de dinheiro para pagar meia-passagem, agora terá que conseguir dinheiro para ir regarregar tbm! ESTUDANTES, CONTEM COMIGO, e se eu estiver dentro de um ônibus e vcs pararem a cidade, eu desço e participo também.

Adriana


Pilantragem eletrônica
Frente Única Contra o Salvador Card 14/05/2006 06:50
contrasalvadorcard@gmail.com

...

Contra a pilantragem eletrônica
Contra a pilantragem eletrônica



Robalheira no SALVADORCARD!!!!!!!!!
Fabricia Santos 15/05/2006 16:06

Vocês ja pararam para observar que quando utilizamos o SALVADORCARD o que aparece são valores em rel e não em quantidade de passagem?Como poderemos controlar a quantidade de passagens?Será que teremos que chegar em casa e subtrair o valor em real pelo o numero de passagens?
Estamos sendo obrigados a comprar passagens mesmo que não tenhamos dinheiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


uma reflexão sobre o salvador card
Antônio Alves Dias Neto 26/05/2006 15:03
tonydisse@yahoo.com.br

O salvador card é um atentado a trabalhadores liberais, que são grande parte dos trabalhadores da cidade de Salvador, que ganham o seu dinheiro diariamente, não têm remuneração mensal, e não terão condições de pagar as passagens de seus filhos uma, duas ou três vezes em um mês. Além disso nos obrigará a pegar filas todos os meses como se fossemos desocupados, não temos nada mais importante a fazer. É uma absurdo! Não devemos aceitar esta medida inescrupulosa e unilateral da prefeitura municipal. Proponho uma passeata mostrando ao prefeito que o jovem tem título de eleitor. Que ele esta contrariando os interesse da maioria da população de Salvador e ignorando os problemas que afetam os mais humildes. Mostra o prefeito que não conhece a nossa realidade e assim como não queremos pegar filas em banco, também não queremos pegar filas para carregar nosso smart card. Abaixo o retrocesso.


Notícia do iBahia
Dimitri Tavares 28/06/2006 21:24

É óbvio que a prefeitura ficou empurrando a questão do Salvador Card com a barriga até que os estudantes entrassem de férias, viajassem e eles pudessem, aí sim, impor o novo sistema sem haver risco algum de contestação. A essa altura do campeonato creio que somente a UFBA ainda está tendo aulas normalmente e, ainda assim, em fim de semestre. A notícia do iBahia do dia 22/06/2006 sobre o término da validade do Smart Card em 30/06 é parcial e fraudulenta ao afirmar que “Até o momento, dos 190 mil estudantes que utilizavam o Smart Card, 145 mil já fizeram a substituição, numa demonstração do nível de aceitação ao novo sistema de bilhetagem eletrônica”, pois a conversão ao Salvador Card não necessariamente demonstra aceitação do sistema por parte da comunidade estudantil, mas sim uma submissão, por vezes incondicional, aos desmandos e arbitrariedades da prefeitura de SSA, do SETPS e da UNE.

Ainda na primeira quinzena de junho houve uma grande palhaçada na cidade, visto que muitos dos estudantes se viram com seus cartões inválidos ou bloqueados, numa clara tentativa de indução à adesão ao Salvador Card. Eu mesmo fui ao posto do SETPS no Iguatemi para resolver meu problema, sem fazer a conversão, claro, e passei pelo constrangimento de ainda ter que ir em Brotas, pegando uma fila miserável, pra aí sim dar um jeito no meu cartão; não obstante, quantos, após 3 dias tendo seu direito de pagar meia passagem desrespeitado, não acabaram desistindo diante de tanta burocracia e submetendo-se a esta agressão vergonhosa que a prefeitura de João Henrique nos vem fazendo? Penso também naqueles que não tinham Smart... Para estes não havia alternativa além de fazer o Salvador Card. A ameaça constante aos estudantes através de datas-limites também fez com que muitos revalidassem seus cartões; eu mesmo talvez venha a revalidar, não por que quero, mas sim porque não há jeito.

Os inúmeros protestos realizados pelos estudantes na praça municipal e em outros locais, por vezes paralisando toda a cidade, desde que anunciaram o novo sistema, também mostram quão "satisfeitos" estamos.

A verdade é que fizeram tudo isso sem consultar a nós estudantes, os maiores interessados na questão. Somente os caudilhos da UNE, a prefeitura e o SETPS, na surdina, em um acordo muito suspeito, mostraram-se plenamente favoráveis, porque haverá benefícios enormes para estes, enquanto a comunidade estudantil faz papel de idiota! E ai de nós estudantes se não tivéssemos nos mostrado contra o ridículo Salvador Card; não só seríamos obrigados a dar nosso dinheiro das passagens todo de uma vez, antecipadamente, em uma quantidade ínfima de postos, numa burocracia mais que anunciada, como ainda teríamos quantidade de recargas limitada e prazo para gastar nossos créditos. A coisa já esteve pior, mas eu não me contento com esmolas/migalhas... E os estudantes? Os protestos não devem parar, mesmo após esse veredicto da Setin. É claro que irão dizer que estamos fazendo arruaça, mas é disso que chamam todo e qualquer protesto que incomoda.

Chega dessa palhaçada!
Dimitri Tavares (estudante de História - UFBA)

P.S.: link da reportagem  http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=122432&id_secao=31


SALVADOR CARD - RICOS CADA VEZ MAIS RICO
CLAUDIA 14/07/2006 16:43
CLAUDIA100100@YAHOO.COM.BR

O SALVADOR CARD, FOI IMPLANTADO COM O OBJETIVO UNICO: ENRIQUECER AINDA MAIS OS RICOS, COM SEGURANÇA (CONTRA O ROUBO - O DINHEIRO JÁ ESTARÁ NA CONTA DOS DONOS DAS EMPRESAS DE ÔNIBUS - ALGUÉM SABE ME DIZER QUEM SÃO OS DONOS DAS EMPRESAS DE ÔNIBUS? SERÁ QUE NÃO É ALGUÉM DENTRO DO PROPRIO PODER PUBLICO?) ANTECIPAÇÃO NO PAGAMENTO DE PASSAGENS ARROCHANDO O ASSALARIADO. POBRE CADA VEZ MAIS POBRE. CUIDADO COM SEU CARTÃO, POIS SE FURTADO O PREJUIZO É TODO SEU.
JÁ PESSOU SE A MODA COLA? OS SUPERMERCADO VÃO INVENTAR UM MERCADO CARD. SÓ IRÁ COMER QUE PAGAR ANTECIPADO. ESSE BRASIL É UMA VERGONHA. SÓ QUEREM TUDO PARA SI E O POBRE QUE SE F........


 
 
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