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| | Aracruz Celulose e 30 multinacionais européias no banco dos réus em Viena
Começou hoje (10) e vai até o dia 12 de maio, a 4ª Cúpula dos Chefes de Estado e Governo da América Latina, Caribe e da União Européia, em Viena na Áustria. Em paralelo acontece o 2º encontro Conectando Alternativas. Lá está sendo organizado por entidades e movimentos sociais o Tribunal dos Povos, onde serão julgadas 30 multinacionais européias. O objetivo do tribunal é avaliar o comportamento dessas empresas, denunciar as estratégias de controle e de expansão, propondo alternativas de resistência. Diversas dessas multinacionais têm fábricas no Brasil e já sofreram denúncias de movimentos sociais brasileiros. No Tribunal das Transnacionais a Aracruz Celulose será denunciada. Serão divulgados fatos relativos à violação do artigo 231 da Constituição Federal Brasileira, referente ao direito à terra indígena e a violação do artigo 68 das disposições transitórias da Constituição, referente a terras quilombolas. Além disso, a multinacional é acusada de expulsar milhares de índios no Espírito Santo e de promover o "deserto verde", com as extensas plantações de eucaliptos. A multinacional poderá ser processada depois do depoimento dos indígenas Paulo Tupiniquim e o cacique Guarani Werá Kwaray. Ambos, auxiliados pela Ong Robin Wood, participaram na última semana de uma manifestação na frente da fábria Procter&Gamble - uma das maiores compradoras de celulose da Aracruz - em Neuss, na Alemanha. No próximo dia 12, os indígenas serão recebidos pela diretoria da fábrica, em Viena. O Tribunal das Transnacionais em Viena será decisivo para denunciar a má conduta de empresas transnacionais que atuam na América Latina. Outras transnacionais também serão denunciadas além da Aracruz Celulose, como é o caso da Cargill, acusada pelo Greenpeace de desmatar a Amazônia. Diferente de tribunais simbólicos, o tribunal de Viena determinará elementos para processar estas empresas na Justiça de vários países. No caso do Brasil, em especial do Estado capixaba, as ONGs Fase e Terra de Direitos vão processar a Aracruz Celulose. Leia Mais:: Aracruz é julgada amanhã por crimes ambientais | Aracruz Celulose pode ser processada pela Justiça de outros países | Conectando Alternativas 2 | FASE Editorial Relacionado: Indígenas brasileiros e ativistas bloqueiam entrada da multinacional Procter&Gamble na Alemanha
O Pampa se despede do Rio Grande O PAMPA SE DESPEDE DO RIO GRANDE Não entendo o que está acontecendo no RS. Proíbem o corte de árvores nativas em *áreas que só servem para contemplação, em contra partida liberam áreas nobres onde se planta soja, trigo e se cria o gado para plantio de florestas. Então, as áreas ruins continuarão servindo só para contemplação e as áreas nobres também servirão somente para contemplação, pela visão da população gaúcha indefesa do RS. Não teremos mais o trigo para o pão, nem a carne em nossas mesas. O pampa se despede do Rio Grande. (Raul Castilhos-Corretor Rural-Rio Pardo/RS - 51-96969070). Em breve iremos de Porto Alegre até Uruguaina pela sombra. * áreas para contemplação: área que a gente só fica olhando, não produz nada, e não serve para nada, morro, pedra e algumas árvores nativas que se esforçam para sobreviver O BRASIL VIRA BARRIGA DE ALUGUEL O Brasil Vira Barriga de Aluguel
As Reflorestadoras chegam, dão alguns trocados aos cofres dos governos (impostos), plantam suas árvores, tiram o homem do campo que já vem com dificuldades financeiras, compram suas terras impondo preço, terminando de matar quem já está penando, o homem que produz grãos e carne para o consumo da população, fazem belas propagandas nas cidades do interior, patrocinando festinhas municipais, dando tapinha nas costas dos prefeitos, que estão sedentos pela migalha de impostos que as multinacionais vão pagar aos cofres públicos. Esse dinheiro desses milionários, a maior parte são do exterior, quase de graça, que alguns políticos corruptos endossam em baixo para viabilização, deixando o país sendo vendido para a MONOCULTURA. Por fim, como barriga de aluguel, eles a usam (a terra) por alguns trocados e levam o mais precioso, o alto lucro que poderia se manter na mão de quem produz alimentos para nosso país. Espero que no futuro próximo eu tenha dinheiro para mudar de país, onde meus netos possam encontrar algum lugar para plantar e produzir. Raul Castilhos, Corretor rural/RS- 51-96969070
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