| Yeda passa Olívio no RS Por www.blogdoguto.com 29/09/2006 às 23:53 Yeda sobe e Olívio está dando adeus ao segundo turno no RS. Por Guto:
Caiu como uma bomba no PT a notícia de que a deputada Yeda Crusius estaria indo para o segundo turno com o atual governador Rigotto. Neste momento, 22 e 20 da noite, em Porto Alegre, toda a militância petista está na rua tentando reverter a situação.
O PT não esperava por essa. Mas numa análise mais fria, pode-se constatar que Olívio abandonou o discurso de "Gaúcho corajoso" e abrandou as críticas ao governador Rigotto, tudo em nome da reeleição de Lula.
O fim de semana promete e o PT e Olívio vão ter que trabalhar muito para não lamber as feridas depois.
Email:: gutodosol@yahoo.com.br URL:: http://www.blogdoguto.com >>Adicione um comentário Os restos a pagar do governo estadual passaram de 800 milhões (já bem ruim) em 2002 para 3,3 bilhoes em 2006.
Isto diz muito sobre o atual favorito e o futuro do RS nas mãos dele. Como Yeda é farinha do mesmo saco....  | Dois institutos de pesquisas acabam de publicar os números da reta final do primeiro turno das eleições para o governo do Rio Grande do Sul. A grande novidade é a disparada da candidata tucana, Yeda Crusius, rumo à liderança na disputa pelo Palácio Piratini.
Segundo a pesquisa da Revista Voto, feita pelo Instituto Methodus, são os seguintes os números:
YEDA - 28,4% (na pesquisa anterior 22,5%) RIGOTTO - 27,3% (na pesquisa anterior 32,7%) OLÍVIO - 23,8% (na pesquisa anterior 25,9%) TURRA - 5,3% (na pesquisa anterior 4,9%) COLLARES - 4% (na pesquisa anterior 5,7%)
Segundo a pesquisa do jornal Correio do Povo, publicada hoje, os números são:
YEDA - 25,7% (na pesquisa anterior 19,7%) RIGOTTO - 28,3% (na pesquisa anterior 29,2%) OLÍVIO - 22,2% (na pesquisa anterior 23,4%) TURRA ? 6,1% (na pesquisa anterior 6%) COLLARES - 4,9% (na pesquisa anterior 4,5%)
Dois consensos entre as duas pesquisas:
a) Yeda cresce cerca de 6 pontos percentuais, em alta velocidade, nos dois levantamentos, sendo que vem numa trajetória ascendente desde o início da campanha eleitoral;
b) Rigotto e Olívio Dutra estão caindo nos dois institutos.
A grande dúvida é:
Quem vai para o segundo turno contra Yeda?
O eleitorado de Rigotto e de Yeda Crusius, na sua maior parte, tem o mesmo perfil, como se pode constatar pelas projeções de segundo turno anteriores a esse crescimento impressionante da tucana. Ou seja, na improvável e virtual ausência de Yeda na disputa de segundo turno, Rigotto fica com os mesmos percentuais da tucana ao enfrentar Olívio, e vice e versa, num virtual segundo turno contra Olívio, Yeda atinge os mesmos percentuais de Rigotto.
A queda gradual e contínua de Olívio Dutra e a derrota folgada de Lula para Alckmin no estado, tanto mais quanto a campanha avança em direção ao segundo turno, indica que os eleitores gaúchos não querem o PT no governo. Os eleitores que não querem o PT de volta ao Palácio Piratini, que são a folgada maioria, ao perceberem que Olívio perde para Rigotto e Yeda, parecem dispostos a experimentar uma proposta nova de governo, ao invés de repetirem o governo do PMDB e do PT, os quais responsabilizam pela crise do estado. No caso do PT, os gaúchos, que nutriram intensa paixão pelo petismo, parece que agora desenvolveram sentimento de rejeição ao petismo, na mesma proporção da paixão de antanho.
As informações que colhemos são de que se instalou o pavor na equipe de marketing de Rigotto, que teme que aconteça com o atual governador, o fenômeno que abateu o ex-governador Antônio Britto em 2002 e derrotou o SIM no referendo das armas. Nesses dois casos, uma onda enorme de eleitores migrou de uma posição para outra, em alta velocidade, provocando surpresas na reta final de ambas as disputas.
O crescimento meteórico de Yeda - que já derrotava Olívio por larga margem nas pesquisas anteriores de outros institutos - com esse sprint acentuado e rápido, a essa altura já deve superar Rigotto numa eventual disputa de segundo turno. Quando Fogaça derrotou Raul Pont na eleição para a prefeitura de Porto Alegre, saiu do primeiro turno atrás do candidato do PT. Nas primeiras pesquisas do segundo turno Fogaça já abria 6 pontos à frente de Pont. Se esse fenômeno se repetir, não deverá causar estranheza se Yeda entrar no segundo turno cerca de dez pontos percentuais à frente de seu adversário, seja ele Rigotto ou Olívio Dutra.
Não é possível saber se dará tempo de Rigotto cair a ponto de ficar fora do segundo turno, mas, se a ascensão de Yeda corresponde a uma transferência de eleitores que temem a vitória de Olívio e estão mudando de Rigotto para Yeda, esse cenário não pode ser descartado.
Mas, se Rigotto e Yeda vierem a se enfrentar no segundo turno, o fato de as duas candidaturas compartilharem o mesmo eleitorado antipetista tende a criar problemas para Rigotto, que vai precisar dos votos do PT para derrotar Yeda. Isso lhe causará constrangimentos junto a sua base eleitoral que tem o PT gaúcho como principal adversário histórico nos últimos pleitos estaduais. No entanto, o governador gaúcho flerta com Lula desde o início de seu mandato e declarou-se neutro em relação á disputa nacional, talvez antevendo a busca de apoio do PT na disputa local, e a possível entrada do PMDB gaúcho no ministério de um virtual segundo governo Lula.
Nessa hipótese de segundo turno, se uma das duas candidaturas errar o tiro em sua estratégia de marketing, quem acertar o tiro tenderá a crescer aceleradamente sobre a base do outro. A vantagem de Rigotto é a força do PMDB. No entanto, o deputado Eliseu Padilha, que lidera grande parte do partido e a maioria da bancada de deputados da legenda, é aliado de primeira hora de Alckmin, o que pode causar fissuras na base de Rigotto.
Num cenário ?Yeda versus Rigotto?, o PP de Turra sofrerá forte abalo. A ala liderada pelos deputados José Otávio Germano e Frederico Antunes deve comandar o apoio a Rigotto. A ala liderada pelos deputados Vilson Covatti e Jerônimo Goergen deve comandar o apoio à Yeda. A divisão será traumática para o PP gaúcho. A direção partidária deve liberar o voto dos filiados para minimizar o trauma.
O PDT de Collares pode se dividir também, mas a emergente liderança jovem do candidato Flávio Zacher, apadrinhado pelo candidato Collares, e que deve fazer expressiva votação, elegendo-se deputado federal, deve comandar a adesão dos trabalhistas à candidatura de Yeda. O ex-petista e ex-secretário da Educação de Rigotto, José Fortunatti, deve comandar a adesão a Rigotto e servir como embaixador do PMDB das negociações com os petistas.
Finalmente, se o PT ficar fora do segundo turno ou mesmo perder essa eleição no segundo turno, passará por uma profunda crise, amargando um longo período distante do poder no estado em que já foi força política hegemônica.
Finalmente, acabou-se o PT no RS! Adeus PT-RS! Vocês nunca mais voltarão a governar o nosso Rio Grande! Bastou aqueles 16 anos na prefeitura de Porto Alegre! Para completar, tomara que essas pesquisas estejam todas fraudadas e o Alckmin derrote aquela quadrilha!  | Tudo farinha do mesmo saco:
Yeda = Rigotto = Olívio = Pacto do arrocho e do desmonte do serviço público; corrupção e acordão; privatizações; governo dos ricos; neoliberalismo; apoio a política econômica do Lula; valerioduto,... Esta discussão das esquerdas sobre o Pacto me lembra muita a discussão deste mesmo grupo com relação ao FMI. Os politicos e o governo gastam todo o dinehiro arrecadado de forma errada, escabrosa e corrupta e, quando o caixa seca, não resta outra opção senão ir de chapéu na mão pedir emprestado ao FMI e se sujeitar as suas exigecias. Mas ao invés das esquerdas atacarem a raiz do problema, ou seja, quem gastou de forma irresponsável o dinheiro, estes supostos paladinos do bem atacam o FMI, como se este fosse o culpado pela mingua do caixa beasileiro. É absurdo mas verdade e não difere em nada quanto a postura em relação ao Pacto. trallian angstrom chavicin instruction biographically macrotheriidae pleasingness phthiriasis Uberwald http://www.bu.edu/mille
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