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| | Via Campesina quer transformar antigo campo experimental de transgênicos em Escola de Agroecologia
Cerca de 100 famílias formam o acampamento Terra Livre, em Santa Tereza do Oeste, Paraná. Desenvolvem agricultura de subsistência, atividades para recuperação e descontaminação do solo e pretendem transformar o lugar em um Campo de Pesquisa e Banco de Sementes Criolas. O acampamento teve origem no dia 14 de março, quando cerca de 600 camponeses/as da Via Campesina ocuparam um campo experimental da transnacional suíça Syngenta Seeds. A empresa plantava soja e milho transgênico a menos de 6km do Parque Nacional do Iguaçu, descumprindo o artigo 11 da Lei 10.814/2005, que proíbe o plantio de organismos geneticamente modificados (OGM) nas zonas de amortecimento das Unidades de Conservação, terras indígenas e áreas de manancial. A multa estabelecida pelo IBAMA ainda não foi paga e a empresa entrou com mandado de segurança. No entanto, a Juíza Federal Pepita Duski Tramontina Mazini decidiu contra o pedido da empresa pela suspensão da multa. No último dia 04, a ong Terra de Direitos protocolou representação criminal contra a empresa Syngenta Seeds no Ministério Público de Cascavel. Em resposta ao apoio de organizações internacionais ao acampamento Terra Livre, a Syngenta publicou em jornais do Paraná um comunicado afirmando que não descumpriu a lei e tinha autorização da CTNBio. A Via Campesina pede que se enviem e-mails para a Syngenta, apoiando a ocupação e a criação de um Centro de Agroecologia. Carta à Syngenta | Carta ao governador Roberto Requião | Multa do IBAMA | Decisão Judicial sobre a multa do IBAMA | Organizações internacionais que apóiam o acampamento Terra Livre | Comunicado da Syngenta na imprensa | Via Campesina quer transformar área de transgênicos em Escola de Agroecologia HISTÓRICO [MOP3COP8] Movimentos Sociais divulgam carta sobre Biodiversidade | Impacto da ocupação da Syngenta Seeds durante a COP8/MOP3 | Visita da Delegação Internacional em março: 1 | 2 | 3 | 4 | [MOP3] Via Campesina ocupa área de transgênicos no PR |[MOP3] Via Campesina occupies transgenic field in Paraná, Brazil EDITORIAIS ANTIGOS Via Campesina pressiona governo brasileiro na abertura da Conferência da ONU | Brasil defende rotulagem, mas biossegurança não está garantida | Interesses comerciais vencem na MOP3 | Ato defende ocupação da Syngenta e Paraná aprova lei de rotulagem SITES RELACIONADOS
parabéns Parabenizo e apoio a iniciativa da Via campesina por ter impedido mais um crime cometido por corporações interessadas em incrementar seus lucros à custa de danos ao noso meio ambiente,desrepeito às leis e nossa saúde e de gerações futuras. É uma pena que desta vez não tenha saído no jornal nacional. Via campesina O que a via campesina vai querer plantar??? Guaxumba, picão, samambaia, ariticu, etc. Porque soja, milho, trigo, algodão, cevada, feijão, etc. mesmo não sendo transgenico são culturas não nativas e podem causar problemas ao meio ambiente da reserva, tambem pode ocorrer uma polinizacão com outras especies, como tambem todas as nossas hortaliças, legumes, arvores frutiferqas, gramineas, como tambem nossos suinos, bovinos, caprinos, babulinos, muares, aves comerciais, vamos lä, de uma dica sabios do movimento, o problema não é os transgenicos. O problema é o trabalho.
Plantar semente criolas doque???? oque é criolo daqui???? Ja sei vamos plantar ariticu. Vamos trasformar o Brasil no maior plantador de ariticu, vamos tranformar o ariticu o alimento nacional, ja estou vendo ate os out door, venham todos comer ariticu, arroz com ariticu, opa o arroz não pode ele não é nativo, entào que tal o milho com ariticu, de novo o milho embora seja do continente mas não é do Brasil então tambem não pode, então vamos fazer ariticu com ariticu. Esqueci nos tambem somos especie invasora deste meio ambiente, e se somos porque este movimento quer ficar perto do parque? $$$$$$$$$$$$$
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