Leias estes textos extraídos dos links citados:
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Sobre o cavalo que em desespero subiu no carro:
"um cavalo magro e doente que puxava uma carroça superlotada de sacos de lixo, enlouqueceu e subiu em um Celta branco no momento em que o motorista parava na sinaleira. Foi no cruzamento da Ceará com Sertório. Levou uns três minutos até que o cavalo, mesmo puxado pelo carroceiro, decidisse descer. Quando isso aconteceu, toda a lataria estava muito amassada e o vidro dianteiro em pedaços. O dono do veículo é o retrato do desolamento".
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CRUELDADE COM ANIMAIS

Transitar em Porto Alegre é revoltante para quem tem um mínimo de sensibilidade e consciência do respeito que devemos ter por todas as criaturas vivas. A brutalidade dos relhos (feitos até mesmo de arame farpado e correntes) é regra. Os animais são esquálidos e em geral estão exaustos. Mesmo nos dias de verão, de sol escaldante, nem mesmo água é oferecida aos cavalos. Éguas grávidas são obrigadas a trabalhar e apanham da mesma forma. Quando velhos ou doentes, os animais são simplesmente abandonados.

Em Porto Alegre há leis severas para quem quiser cortar uma árvore dentro de sua própria casa. Muito justo. Só é estranho que a Prefeitura Municipal, que diz-se tão preocupada com as questões ambientais, não inclua os animais no seu conceito de meio-ambiente. Um contra senso. Quando questionada sobre o assunto, limita-se a dizer que a pobreza dos carroceiros é a causa das barbáries, como se isto fosse justificativa para a sua omissão em relação às leis de proteção aos animais.