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| | Um mês de luta contra o aumento nas tarifas em São Paulo
A luta contra o aumento das passagens de ônibus, metrôs e trens na região metropolitana de São Paulo capital completou um mês. O aumento foi considerado abusivo por diversos setores da sociedade, pois o reajuste de 15% (de 2 para 2,30) nos ônibus e os 9% (de 2,10 para 2,30) nos metrôs e trens ultrapassaram o índice da inflação que segundo o IPCA foi de 6,9%. Enquanto vereadores, a UNE e a CUT entravam com ações judiciais exigindo um reajuste de acordo com inflação, o Movimento Passe Livre (MPL) convocou uma Frente de Luta Contra o Aumento (FLCA). Formada por diversos movimentos, grupos políticos e indivíduos, a FLCA considerou que a luta deve ter como objetivo a redução total de qualquer aumento. Exigem, também, que o transporte deve ser realmente público, o que implica gratuidade para toda a população e gestão fora da iniciativa privada. As pessoas que trabalham e passam pelo centro de São Paulo acostumaram-se a ver os/as manifestantes que, desde o dia 24 de novembro, concentram-se toda semana no Teatro Municipal e saem em passeata. Nesta última quinta-feira ocorreu o sexto ato no local. A luta tem incomodado as autoridades públicas que têm se esforçado para sufocar as mobilizações através da repressão policial. Tal atitude resultou em diversas pessoas feridas. Os casos mais graves foram o de um militante que teve o braço quebrado e diversas escoriações nas costas e de uma militante atingida na perna pelo estilhaço de uma "bomba de efeito moral". Além das queimaduras, os estilhaços provocaram perda da motricidade no dedo anelar esquerdo. Apesar de já ter se passado quase um mês da data do aumento, o mesmo continua sendo pautado na sociedade graças às diversas mobilizações, destacando-se neste sentido os escrachos regulares que a FLCA tem realizado nas aparições públicas do prefeito Gilberto Kassab. O aumento ainda não foi barrado e as mobilizações vão continuar. Um ato está marcado para a próxima quinta feira, 28, em frente ao Teatro Municipal, a partir das 16 horas. leia mais sobre o transporte: palestra de Lúcio Gregori no 3º Encontro do Mov. Passe Livre [com áudio] | O direito ao transporte público e gratuito: entrevista com Lúcio Gregóri | Crise no ar, crise nos ônibus: classe e visibilidade dos problemas na mídia | Os protestos contra o aumento e o horizonte de um transporte público de verdade | jornal do Movimento Passe Livre (MPL) | panfleto do MPL distribuído nos atos contra o aumento vídeos dos atos da Frente: dia 24/11 | dia 30/11 | dia 1º | dia 3 protesto na árvore de natal do Banco Santander | dia 10 | dia 17(1) | dia 17(2) | dia 18 editoriais anteriores: Em São Paulo, mais uma vez o prefeito é alvo de protestos | E a população arcando com o aumento | "A prefeitura isenta o banco e desconta no povão" | Continua a luta contra o aumento em São Paulo | Estudante espancado pela PM não poderá se formar esse ano | Frente realiza grande ato e convoca outro para hoje (01) | Semana contra o aumento das tarifas em São Paulo | Frente de Luta Contra o Aumento realiza ato em São Paulo | Ato contra o aumento das tarifas em São Paulo | Prefeitura anuncia aumento e setores da sociedade se organizam sexto ato da FLCA ou e agora josé? fotos: ::: O QUE DIZEM OS TÉCNICOS: Pesquisa "Mobilidade e Pobreza" (ITRANS, 2004) | Estudo sobre capacidade de pagamento da população (IPEA, 2006) | "Transporte urbano e inclusão social: elementos para políticas públicas" (IPEA, 2003) | Tarifas de ônibus nas capitais 1994-2003 (Min. Cidades, 2004) | Estratégia de transporte urbano do Banco Mundial (2002) | Novas tendências em política tarifária (NTU, 2005)
Gratuidades Cerca de 25% dos passageiros dos sistemas regulares de transporte não pagam passagem ou recebem descontos. O problema é que o usuário pagante é o responsável pelo custeio desses benefícios, já que todos os custos de transporte são rateados pelos passageiros pagantes do sistema. Existem também gratuidades indevidas que devem ser revistas. Quanto maior o número de passageiros com direito à gratuidade, menor o número de pagantes do sistema, o que acarreta em maior ônus sobre a tarifa. Por isso o aumento das tarifas. A solução seria a criação de fontes extratarifárias para cobrir esse custo adicional sobre os pagantes, assim, a tarifa poderia ser reduzida em cerca de 20%. povo lute povo proteste nao se cale ja mais a oprecao ao monopolio de nosso livre arbtrio povo lute custe oq custar nao se cale so assim vao nos libertar eh parar de esplorar povo lute questione sua liberdade povo seja livre custe oq custar .......... PRA QUE LUTAR, A CULPA É NOSSA Gente, Pra que ficar lutando contra o aumento da tarifa? Deixaram certo partido politico reinar por 12 anos em são paulo e agora quer lutar?? Pra que isso? A merda foi feita por nós mesmos. Abraços Urgente por favor mpl matenhe contato o "PAM" Olá gostaria muito de manter contato com o movimento passe livre de São Paulo!!!!! Por favor mandem materiais de luta pra divulgação aqui na cidade de Uberlândia- MG para o coletivo jovens "Para Além dos Muros"!!!!! Eu espero que alguém leia esta msg e mantenha um contato com a gente!!!! Nós aqui lutamos por mais dignidade no transporte coletivo da cidade para a sua desmercantilização e municipalização baseado em um projeto em contrução de passe- livre!!!!!! abraços saudações estudantis revolucionárias!!!!! mariana."PAM" Em discussão com Fábio de "gratuidades" Fábio, quem deve arcar com o transporte não é a população mesmo não!
A discussão é que quem usufrui de maior comodidade e transporta-se com maior comodidade ( e hipocrisia) é o transpote particular>>> carro!!<<<<, além de ser feito para o individualismo e dispersão de poluição atmosférica pelos quatro cantos da cidade. Portanto, a minha discussão é sobre a sobre-taxa(pedágio diário) daqueles que usufruem do transporte do carro! abraços saudações do "Sertão da farinha pôdre"! mariana.
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