Hoje fica cada vez mais claro, o erro de FHC em ter assinado o Tratado de Não Proliferação Nuclear de Tlatelolco; destruindo de fato a soberania brasileira. Basta ver o tratamento atual dado à Índia pelos USA, e os inimigos indigestos em que se tornaram o Irã e a Coréia do Norte, a qual efetuou agora um acordo vantajoso, sem a garantia de estar desarmada...

Aos Estados Unidos não interessam que outros países disponham de armas nucleares. Não pela manutenção da paz mundial, mas porque se as principais nações do planeta as detiverem, a sua força militar e hegemonia serão anuladas pelo simples motivo:

NÃO SE INVADEM PAÍSES QUE POSSUEM ARMAS NUCLEARES. OS RISCOS SÃO ENORMES.

E se não é possível invadir, atacar e vencer, para que serve a sua potência militar? Seria o caos para sua indústria bélica, e sua política imperial arrogante.

A desgraça do Iraque foi justamente não possuí-las; caso o contrário, jamais teriam sido invadidos pelos USA.
A prova é evidente: O Paquistão é um centro formador e distribuidor de terroristas islâmicos para o mundo todo, Bin Laden pode estar lá. E por quê os USA não o invadem? E à Coréia do Norte?
É simples: Ambos dispõem de artefatos nucleares.

Mas invadiram o Afeganistão ao lado, sabidamente desarmado.

Hoje, nove países detêm declaradamente armamento nuclear; se o Irã tornar-se oficialmente o décimo país, abrirá um precedente às potências medianas (cerca de 25 países), entre elas o Brasil, o qual já iria detonar ogivas nucleares na década de 80, na Base da Serra do Cachimbo-PA e outras, caso não tivéssemos sido sabotados pela incompetência de Sarney, e depois por Collor e FHC, em possível troca por benesses pessoais junto aos USA.

Lula ao assumir em 2002, possuía uma visão favorável à posse desses armamentos pelo Brasil.

Nossos militares estavam e estão certos em sua visão voltada à soberania nacional. Basta olharmos o tamanho territorial e as riquezas do Brasil, para entendermos essa preocupação. Países naturalmente ricos e desarmados como o nosso, apenas administram suas riquezas temporariamente, para o desfrute futuro das mesmas pelas potências dominantes.

E se nossos militares não tivessem sido impedidos pelos últimos presidentes-agentes pró USA, hoje já estaríamos assentados no Conselho de Segurança da ONU de larga data; como o fará a Índia. E nem estaríamos sendo forçados hoje, a gastar muito dinheiro em nosso rearmamento, para fazer frente à uma atual e declarada ameaça militar regional venezuelana.

A arma nuclear, em suas diversas versões e vetores, no caso do Brasil, eliminaria a necessidade de grandes gastos em equipamentos militares convencionais; sendo necessário apenas que se mantivessem núcleos de excelência, dotando-os todos com equipamentos de última geração, como aviões de caça, radares, mísseis e armamento individual, além de treinamento intensivo e elevação dos padrões de remuneração.

O desarmamento nuclear total é o ideal para o mundo, mas se realmente TODOS se desarmarem. Em permanecendo países renitentes que se privilegiam; os demais ficam na realidade indefesos e com soberania do tipo PARA INGLÊS VER...
Se os principais paises estiverem armados com artefatos nucleares, todos se igualam, e os USA passarão a ser apenas mais um. Nasceria então uma nova ONU, composta por paises com real soberania, e, portanto com posições mais firmes pela paz mundial.

Possuir armamentos nucleares, bem como forças armadas fortes e bem equipadas, garantem a paz e elevam a imagem de qualquer país no cenário internacional, aumentando o respeito para com a Nação, a auto-estima de seu povo e ampliando as possibilidades em mesas de negociações.

Não há ilusões: Só a força das armas mantém a paz e o respeito real entre as nações.

A ameaça por parte de grupos e Estados terroristas sempre existirá. E como sempre, caberá às nações detentora do poder nuclear, a manutenção da segurança quanto ao acesso indevido a esses recursos.

Mas, infelizmente os políticos brasileiros não têm nível e nem instrução sobre tão importante tema, e de outros assuntos estratégicos ao Brasil. E muito menos a nossa população; alienada de forma proposital por novelas e programas abaixo de qualquer crítica na TV; onde desapareceram há tempos e de forma intencional, os documentários que apresentavam as ações e diversos serviços prestados à Nação, pelos diferentes setores das forças armadas brasileiras.

Um erro que os países desenvolvidos nunca cometeram.