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| | 48 horas de ocupação da reitoria na USP
A ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) completa 48 horas. Os alunos tomaram essa decisão após a reitora não comparecer e não mandar nenhum representante a audiência pública na última quinta-feira (3). Além de um blog, os alunos criaram uma rádio livre para transmitir, diretamente da reitoria, as notícias da ocupação e as reivindicações dos alunos. Para falar ao vivo na rádio os ouvintes podem ligar para o número (11) 3812-8317. A negociação com o vice-reitor segue a passos lentos, devido à ampla capacidade do mesmo de sempre se esquivar das reivindicações dos estudantes que são claras. Mas os estudantes estão organizados e não sairão de lá enquanto não forem atendidos. Diversas entidades, sindicatos, organizações políticas, centros acadêmicos e DCEs do Brasil e do mundo já manifestaram apoio à Ocupação. Agora a noite, a reitoria divulgou à imprensa uma carta reiterando a "desocupação imediata do prédio". As universidades estaduais paulistas vêm sofrendo diversos ataques, desde os constantes vetos do governo estadual às Leis de Diretrizes Orçamentárias, que na prática restringiram mais ainda o já apertado orçamento para as universidade, até os recentes decretos do governador José Serra que tiram a também já fragilizada autonomia das universidades. Links:: Blog da ocupação | Rádio Livre da Ocupação | Fotos | petição online | Pauta de Reivindicações | [SP] Fotos de sábado | [SP] Fotos da Ocupação da USP - I
2 semanas de ocupação da reitoria na UFF. Primeiro que parabenisar a ação combativa dos companheiros e demonstrar o total apoio a causa e me comprometer a divulgar ao máximo essa luta. Nós, também estamos ocupando a reitoria para exigirmos a moradia estudantil que já foi aprovada pelo conselho universitário em 2003 devido a uma mobilização feita pelo Fórum de Luta pela Moradia Universitária mas a reitoria não executou o projeto até o presente momento! Com o despejo, em abril de 2006, dos moradores combativos da Casa do Estudante Fluminense, casa essa do Governo Estado do Rio de Janeiro, tal questão ficou mais gritante o que fez com que parte destes estudantes construíssem um acampamento, nascia o acampamento Maria Júlia Braga- O Quilombo do Século XXI, com a finalidade de organizar em um amplo movimento todos aqueles que de maneira efetiva estivessem comprometidos com a resolução dessa importante questão, tal acampamento completou um ano no ultimo dia 04 de abril e seus moradores, junto com o GT de moradia do Centro Acadêmico do Curso de História apoiados pelo DCE-UFF, estiveram a frente do ato que ocorreu no dia 25 de abril e que teve como pauta a assistência estudantil como um todo. O ato do dia 25 contou com cerca de 150 estudantes, conseguimos fazer uma boa pressão e num bom grau de radicalidade nas necessidades que fomos ali resolver. Infelizmente, mas como já esperado, houve uma manobra, dezesseis membros do CUV se retiraram na surdina e numa segunda contagem de quórum, o CUV foi suspenso, por ausência de três conselheiros. Mesmo com esse golpe, se conseguiu que o Reitor aprovasse ad referendum uma comissão paritária (três alunos, três professores e três técnico-administrativos) para discutir a principal pauta, que era a consecução imediata de uma moradia provisória enquanto a permanente não é construída e esta apresentar conclusões no próximo CUV. Portanto, enquanto não tivermos a moradia provisória a moradia provisória será o hall da Reitoria (ocupação esta já está ocorrendo desde 23/04/2007, puxada pelo Acampamento Maria Júlia Braga e Organização dos Estudantes em Luta Independentes e ocupada também pelo GT de Moradia do CAHis e outros estudantes de diversos cursos em apoio), só sairemos da reitoria com a vitória! Até a vititória! O movimento Companheiros, camaradas e simpatizantes, Tô me sentido parte do MST!!! Peguemos nossas foices para acabar com esse capitalismo e essa burguesia! Sem greve de estudantes essa ocupação fracassará...... Ok, tá ocupado mas até quando ela vai se aguentar as aulas estão correndo soltas e já tô vendo que daqui a pouco sem apoio dos estudantes da USP, isso vai acabar e quem vai se dar mal vão ser as carinhas que estão na ocupação...... E provavelmente os alunos identificados serão intimados a depor por alguma suposta violação de arquivos e documentos. Só construimos a solidariedade com a greve dos que não podem participar da ocupação. Centros Acadêmicos se pronunciem. Ponham em votação a Greve dos estudantes. Apoiam a violência Quando visitei seu site imaginei que a Midia Independente fosse contra a violência e a favor do ESTADO DE DIREITO ! Porém me enganei, se a meta for questionar o estado Burgues ai vale tudo, não é? Esses alunos INVADIRAM um lugar público e voces chamam isso de democracia ? É essa a democracia que a midia independente apoia ? São contra a violência, mas VEJA BEM, se for contra a "burguesia" pode ! Ora, quem tem consciência e é democrático apoia o ESTADO DE DIREITO. Invasões são INACEITÁVEIS, ou não ? O bem público Se você considerar que a invasão está ocorrendo para defender o bem público, então o artigo não está apoiando a violência dos estudantes contra o bem e sim o ato dos estudantes na defesa deste bem. O exemplo pode parecer sarcástico, mas ao quebrar as portas para entrar estão defendendo que haja dinheiro para arruma-las, não afirmando que são ruins. Isso não legitima quebrar as portas, mas o justifica ao menos. Essas atitudes foram desencadeadas pelo descaso que seus representantes tiveram. Aposto que seu chefe marcasse uma reunião com você e você não comparecesse você seria demitido ou no mínimo teria de prestar esclarecimentos. Um bom reitor se porta como representante da comunidade que dirige, zelando pelos assuntos que a afligem e tentando sanar suas necessidades. Não digo que é fácil para um reitor ir lá e falar "E aí Serra; mano, manda mais dinheiro que a gente precisa!" mas que o mínimo que se espera é que atenda a necessidade legítima da comunidade de expor seu ponto de vista. Se seu chefe marcasse com você a reunião e então viajasse e a secretária te avisasse 30 minutos antes da reunião, será que você não se sentiria no mínimo ofendido e pensaria em mudar de empresa? Obs: Sr. Anônimo, nunca no texto a palavra Burguesia é citada. Não tome como do autor as palavras daquele que o comenta. Aliás você foi o único que nem ao menos se identificou... Atitude: o impossível é dever de todos!! SALVE SALVE A RESISTÊNCIA!O/O/O/O/O/O/O/O/O/O/O/O/O/... AQUI OCUPAMOS A REITORIA EM ABRIL E FICAMOS UMA TARDE LÁ REIVINDICANDO QUE O REITOR SE PRONUNCIE E PARALIZE QUALQUER TIPO DE TERCEIRIZAÇÃO/PRIVATIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA-UFU. DIA 29/05 HAVERÁ ELEIÇÃO DA CHAPA A QUAL TEM POR PRINCÍPIO A UNIVERSIDADE PÚBLICA EM TODOS OS ÂMBITOS!!!!!!! ENTÃO FICA MAIS UM FORÇA DOS DAQUI PRA OS DAÍ! ATITUDE: O IMPOSSÍVEL É DEVER DE TODOS.(CHAPA PARA O DCE DA UFU) SAUDAÇÕES LIBERTÁRIAS! MARIANA CAHISTÓRIA "NÃO VOU ME ADAPTAR!" Dois graus abaixo É notório valor e importância da ocupação da reitoria e o indicativo, já aprovado, de greve.Precisamos ser ouvidos. Porém, gostaria de ressaltar que os decretos do governo do estado são apenas uma complementação da política de sucateamento da educação, e não quero falar em específico do material em si, mas do que é ainda pior, o ensino. Métodos de avaliação errados, conteúdos curriculares deficientes, professores despreparados e em grande parte desmotivados. São alguns dos problemas da educação de nosso estado, não é preciso citar em âmbito nacional. Para finalizar, a secretaria de ensino em ato deliberado resolve ARREDONDAR NOTAS.SERIA PARA AUMENTAR A APROVAÇÃO? Aluno que tirar 4.1 na verdade tira 5.0. E a preocupação se o aluno aprendeu ou não, onde está? Sabe é uma covardia o que fazem com quem não tem alternativa, se não estudar, ou melhor, frequentar a escola pública com este tipo pífio de ensino. E aí, o que fazer camaradas? ocupação pacífica Anônimo (?), a ocupação se deu sem atos de violência à pessoa(s) por parte dos estudantes - foi completamente pacífica - e o prédio também não sofreu nenhum dano de ordem material. Eu estive lá e constatei pessoalmente. E você? ocupação e movimento estudantil Escrevi o artigo "Política é para estudante, sim" (foi publicado no jornal Gazeta de Bebedouro, cidade onde leciono), inspirado pela atuação política dos alunos que resistiram e resistem à política neoliberal de privatização das universidades públicas. Isso me fez lembrar as movimentações estudantis dos anos 77-79, pelo retorno da democracia, assembléia constituinte e anistia. Participei dessas manifestações e presenciei o resultado da invasão da PUC, em setembro de 77. Tenho orgulho dos estudantes que hoje se posicionam em favor da universidade pública. Ensino não é mercadoria. Contem com a minha solidariedade.
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