| Ocupação da reitoria da USP - Fechamento dos portões da Universidade Por Leonildo Correa 18/05/2007 às 14:31 Não podem fechar o campus da Universidade, nós moramos aqui dentro. E isso restringirá o nosso direito de ir e vir. Direito de ir e vir ? Cabe Habeas Corpus. Se nos trancarem aqui dentro impetramos Habeas Corpus. O fechamneto dos portões da USP pode ter uma finalidade: manter a imprensa longe, enquanto a polícia entra para fazer a reintegração de posse. Assim, a violência policial não será documentada. Além disso, não podem fechar o campus da Universidade, nós moramos aqui dentro. E isso restringirá o nosso direito de ir e vir. Direito de ir e vir ? Cabe Habeas Corpus. Se nos trancarem aqui dentro impetramos Habeas Corpus. ----------------------------------------- Informação do Blog da Ocupação: http://ocupacaousp.blog.terra.com.br/ Os estudantes da ocupação receberam a informação de que a Reitoria fechará os portões da USP a partir da noite de hoje, sexta-feira, 18 de maio e não os abrirá durante o final de semana. De acordo com estudantes da FAU ? Faculdade de Arquitetura e Urbanismo ? uma festa com alvará de funcionamento poderá ser cancelada, pois a universidade suspendeu atividades culturais no dia de hoje e durante os próximos dois dias. Conclamamos a comunidade uspiana, a mídia e toda a sociedade a iniciar de imediato uma vigília no campus Butantã para evitarmos essa ação que se assemelha a um estado de sítio. Aguardamos pronunciamento da Reitora Suely Vilela com posicionamento claro sobre essa medida. A todos os que puderem, convidamos a vir para a USP o quanto antes e permanecer aqui como garantia de que o campus continuará aberto ao público e que nenhum ato autoritário e de violência seja tomado contra os estudantes, funcionários e professores aqui presentes. Reitoria Ocupada da USP, 18 de maio de 2007, 12:30
Email:: leonildoc@gmail.com URL:: http://leonildoc.orgfree.com/ >>Adicione um comentário Como é que um grupo que adota medidas radicais e violentas , destroi o patrimonio dos outros , mente sobre seus verdadeiros interesses , não respeita nem o dinheiro nem as instalações da comunidade ,como é que este grupo pode exigir o seu direito de ir e vir senão respeita o dos outros ??? Vc ja entrou na reitoria pra ver se tem alguma coisa destruída ou não?? Você deveria se informar antes de falar um absurdo desse..Os Alunos são organizados e estão se utilizando de um espaço que pertence a universidade da qual eles fazem parte,e o fazem da melhor maneira possível. A ocupação não tem a intenção de destruir a reitoria e sim de constriur uma universidade aberta aos diálogos e de qualidade.  | Bom Maria , sempre resta a opção de simplesmente afirmar que as fotos publicadas de portas e móveis quebrados , paredes pichadas e arquivos sendo arrombados no dia seguinte da invasão como sendo uma montagem fotografica , montada pela CIA , só e unicamente para incriminar os inocentes e bem intencionados estudantes não é ? Por fim , eu tenho reais dificuldades em entender como alguém que invade um espaço publico, ataca suas instalações , priva os ocupantes de rabalhar e utilizar este espaço , possa usar como argumento de que ele apenas deseja construir uma universidade aberta ao dialogo . É ruim hein ???  | Caro amigo, você não pode dizer que viu fotos de pichações em paredes, porque isso não ocorreu. Você também não pode dizer que algo alem da porta e do teto da entrada(consequencia da porta)esta quebrado, porque claramente você não entrou no prédio. Outras informações, o prédio esta em obras, a porta só foi arrombada porque os estudantes foram privados de entrar na reitoria em horario de expediente para entregar uma carta e foram barrados com uma porta de ferro, eu te pergunto, os estudantes não podem entrar na reitoria para entregar uma carta? outra: a reitoria continua funcionando em outro prédio. não me venha falar sem ter informações, se você é contra, vai la entra e da uma olhada se tem coisas quebradas além da porta, quem fechou o dialogo foi a reitora, e não os alunos. Eu acredito que decisões importantes tem que ser tomadas em conjunto com os alunos, professores e funcionarios e não unilateramente pela reitora ou pelo governador do estado. Pare de ler a veja pois ela mente.  | todo apoio aos ocupantes da reitoria da USP, escola livre de filosofia_ projeto de extensão_ UnB-DF
cada um reconhecerá os seus,,,,,,, Pois é João , é a velha inversão de valores e a tentativa de vender sempre a idéia de que as esquerdas por serem tão e sómente bem intencionadas estão acima de lei , do direito dos outros e atacando os que ostram suas incoerencias . Sinceramente , a simples frase tua de que , sim , destruiram a porta de ferro na entrada , mas afinal é um ato justificado uma vez que a reitoria não queria receber a tal carta !!!! Aham , então ta bom né ? Alias , seguindo a tua linha de raciocínio,então não ha nada de errado na PM descer a borrachada e tirar voces da reitoria , afinal voce também não querem sair não é ?  | É engraçado quando o assunto migra para questões que envolvem as palavras Lei, Direitos, Deveres e Violência, pois sempre se direciona estas para um determinado interesse e não se preocupa em avançar na raiz destes mesmos conceitos. Algumas questões sobre dever. É dever do Estado garantir educação pública para todos, por Lei. O Estado está fora da Lei? Um governador que emite decretos (já são 152 decretos desde da posse de Serra mais 21 decretos de seu antecessor, Cláudio Lembo, todos publicados em dezembro do ano passado, com a equipe de Serra já instalada no Palácio dos Bandeirantes.) e que faz isto como um Rei Francês do Sec. XIV, decretando sem a abertura do diálogo nem com os representantes legais da sociedade como Deputados, nem com a comunidade em geral, nem mesmo com a comunidade mais afetada por cada decreto. A violência deste autoritarismo que afeta toda a sociedade (a USP ainda é a universidade mais importante da América Latina, que se diz do Brasil, de São Paulo?) é menos violenta que a destruição de uma porta? O governador não é a LEI, a lei está acima de um governador. Uma reitora que ignora as pessoas a quem está servindo não serve. (Qual o dever de uma reitora de universidade pública se não com o ensino e com os alunos a que este ensino está direcionado?). Fica claro quando as importâncias se invertem, quando a Reitora se importa mais com a opinião do Governador do que com a opinião de estudantes, e nega o debate. É uma relação política e não de responsabilidade social. A violência da omissão de uma reitoria frente a decisões que afetam o ensino público do Brasil (A USP ainda é a maior referência de ensino público no Brasil) é menor que uma porta quebrada? A pergunta certa é, ?qual violência você aprova??, sendo que nenhuma é legal. A pergunta é, ?qual desrespeito a lei você finge que não vê??. Educação pública e de qualidade para todos? Saúde pública para todos? As condições inumanas de estudantes que moram em alojamentos improvisados debaixo do velódromo da USP é como a USP (e sua burocracia) garante moradia estudantil. Enquanto a reitora pensa em uma estratégia de não ?queimar sua imagem? frente à mídia e a opinião pública, e enquanto o Governador pressiona a Reitora pra assumir qualquer decisão frente à reintegração de posse, (o governador também não quer sujar sua imagem frente à mídia e a opinião pública), e enquanto a imprensa lida com a imagem oficial desta mesma vontade, (a imprensa não publicou nem parcialmente o ?comunicado à sociedade? publicado e lido pelos estudantes no dia 21 de Maio na reunião pública com a PM e na reunião com a Reitora no mesmo dia, e que teve cópias enviadas a toda imprensa) existe uma parcialidade no trato com os fatos que fere o direito da sociedade em saber mais e poder discutir (formar opinião). Discutir qual é o papel das fundações e associações dentro da universidade é uma ânsia dos estudantes desta ocupação. Ao contrário do que a mídia escolhe dizer, os estudantes não são contra a transparência, querem saber como funcionam estas parcerias com empresas privadas e que suas sifras sejam publicizadas, querem que estas escolhas de parceria sejam feitas pela comunidade (universitária e em geral) e não apenas por um novo secretário e seu chefe ?Rei Luís XIV?. Querem que a discussão seja de fato aberta com a comunidade e não fechada no gabinete do governador. A imprensa ao ser partidária ela sim é contra a transparência e não os estudantes. A imprensa que esconde a real reivindicação dos estudantes e sua tentativa de comunicar-se com a sociedade não é violenta, obscura? Voltar a opinião publica contra os estudantes para que a violência policial seja legitimada não em si uma violência maior do que uma porta quebrada? A questão é, qual violência você deixa passar? Definição de violência: do Lat. Violentia s. f., qualidade do que é violento; acto violento; acto de violentar; ímpeto ofensivo; veemência; irascibilidade; tirania; abuso da força; opressão; Jur., constrangimento exercido sobre uma pessoa para a obrigar a fazer ou a deixar de fazer um acto qualquer; coacção. Para ler o comunicado à sociedade: http://ocupacaousp.blog.terra.com.br/?s=comunicado+sociedade&catsel%5B%5D= Para ler as 17 pautas de reivindicação dos estudantes: http://ocupacaousp.blog.terra.com.br/os_dezessete_pontos_da_pauta Para se informar: Ir dar um passeada na ocupação, visitar uma fundação, visitar uma escola pública estadual, um hospital estadual....
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