| A mais famosa apresentadora alemã de TV lidera revolução antifeminista Por Antifeminista 24/07/2007 às 09:45 Uma importante apresentadora e âncora de noticiário da TV alemã provocou rebuliço em 2006 quando ela confessou que lamentava seus três divórcios, e condenou o aborto, noticiou Die-Tagespost. Eva Herman publicou seu relato de falhas fatais num estilo de vida voltado para sua carreira profissional num livro best-seller intitulado O Princípio de Eva: Rumo a uma Nova Feminilidade, à venda desde o ano passado. Agora ela publicou um segundo livro, contendo cartas de mulheres que a apóiam em sua decisão de rejeitar a propaganda feminista de realização profissional, noticiou a revista de notícias Der Spiegel.
Seu segundo livro, intitulado Prezada Eva Herman, capta as reações de mulheres que confessaram que o sucesso profissional não compensou a perda de uma genuína vida familiar.
?O fato de que venho sendo criticada como traidora das mulheres mostra exatamente o tipo de fascismo feminista que está nos governando hoje?, afirmou certa mulher.
Em O Princípio de Eva, Herman desnudou a questão do aborto como violação da mulher, culpando as leis pró-aborto por minimizar o trauma do aborto como algo tão insignificante como ir ao dentista.
O livro dela se baseia na rejeição às metas feministas de emancipação, sucesso e realização profissional, substituindo-as pelas metas ?radicais? do papel de mãe, o trabalho no próprio lar e o marido.
?Vamos dizer alto e claro? escreveu Herman. ?Nós mulheres estamos sobrecarregadas ? porque deixamos que nos seduzissem facilmente com oportunidades profissionais?.
Os livros de Herman são parte de uma nova onde de antifeminismo na Alemanha, relatou Der Spiegel, com números crescentes de mulheres profissionais rejeitando a ambição feminista de sucesso profissional em favor de uma volta à vida familiar e ao papel de mãe.
Herman incentivou as mulheres a abandonar os ambientes de trabalho profissional para entrar no ?mundo colorido dos filhos? e descobrir seu ?destino de criar o ambiente do lar?.
As reações das feministas aos livros de Herman foram extremamente radicais: elas se enfureceram ao perceber que alguém que era parte do movimento feminista agora as está traindo. Outras mulheres viram como alívio as confissões de Herman.
Com o índice de natalidade mais baixo da Europa, de apenas 1 filho por mulher, a crise reprodutiva da Alemanha mostra o que o feminismo vem fazendo com as famílias alemãs. Apesar da iniciativa do governo alemão de incentivar e recompensar financeiramente as mulheres que tiverem mais filhos, o índice de natalidade continua muito baixo.
URL:: http:// >>Adicione um comentário Não fui trabalhar fora pra "fazer carreira" e me realizar (se fosse, seria médica e não funcionáriua pública) Fui porque o salário do meu marido não dá pra sustentar minha família, e assim está a maioria das mulheres, isso quando tem quem ajude. O que está quebrando as famílias é que os pais tem que trabalhar tanto pra por comida na mesa e os filhos estudar tanto pra vencer a competição pela vida, que mal nos vemos. E esse consumismo mortal ainda deprime todo mundo. E nego vem me dizer que o negócio é virar dona de casa, que tudo melhora? Vai se fuder, babaca!  | adorei. concordo com tudo o que ela falou.e ainda mais se considerarmos um país que vive essa crise populacional. se a china adota medidas para frear o aumento da população por que não a alemanha iniciar uma propaganda deste tipo? a realidade é que a nossa economia é feroz e por vezes não permite à mulher ficar em casa. mas de forma alguma aquelas que fizeram a opção por ficar em casa devem ser vistas como traidoras de uma feração, por que elas tem auxiliado o país cuidando do futuro patrimonio dele. além disso, muitos temas como aborto e outros sugerem não uma questão de saúde pública mas sim a incapacidade que o governo tem de melhoraer a condição das familias. no fundo é um determinismo que ofusca a robalheira e o desvio de dinheiro...assim como bem falava Heloísa Helena em seus discursos. Acho que a mulher teve muitas vitorias, mas dai para considerar que a masculinização da mulher é justficavel, não.no fundo, a cada um cabe seu papel,e há momento para tudo  | Eva Herman perdeu o seu emprego de apresentadora, por dizer que o regime nazista valorizava a família alemã. Foi demitida simplesmente.  | É interessante observar como feminazis como esta que acabou de postar utilizam-se frequentemente da linguagem de ódio, palavrões e ameaças insultuosas. O feminismo extremista é algo irracional, que se fundamenta em mentiras, chantagens emocionais, ameaças e alardeamento escandaloso de exceções, dando a entender que são regras. Trata-se da misandria (ódio ao homem) organizada. Experimentem tentar argumentar racionalmente com feministas e o resultado será: ameaças e xingamentos. Esses grupos de ódio em nada diferem de skinheads e neonazistas.
A feminazi do ódio esqueceu-se de mencionar que o salário dos homens foi cortado ao meio a partir do momento em que as mulheres ingressaram no mercado de trabalho, aumentando em dobro o exército de reserva, o que serviu aos interesses dos patrões ao provocar a diminuição da oferta de emprego e aumento da demanda por trabalho, a qual atingiu níveis desesperadores. É por isso que ela ganha menos.  | Outra coisa: esses grupos de ódio querem isolar as mulheres dos homens e destruir a família tradicional. Para tanto, se valem da misandria (ódio ao homem) e da heterofobia (ódio à heterossexualidade). Querem masculinizar totalmente a mulher, de modo a criar no mundo somente parcerias amorosas e familiares entre mulheres, excluindo o homem.
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