| Tarso Genro deverá esclarecer deportação de atletas cubanos Por Jornal do Senado 10/08/2007 às 11:35 O ministro da Justiça, Tarso Genro, será convidado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) a esclarecer o episódio da viagem de volta a Cuba de dois atletas cubanos que vieram ao Brasil para os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro. Requerimento com esse objetivo, de autoria de Arthur Virgílio (PSDB-AM), foi aprovado ontem depois de longo debate na comissão. Os pugilistas Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux foram presos em Araruama (RJ), após abandonarem a delegação cubana. Dias depois, foram enviados a Havana pelo governo brasileiro. Virgílio disse que pretende convidar o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, para explicar por que o Itamaraty não foi ouvido no episódio.
A CRE também acolheu requerimento de informações ao Ministério da Defesa, apresentado por Heráclito Fortes (DEM-PI), presidente da comissão, sobre o vôo no qual viajaram os cubanos. Heráclito observou que os atletas haviam demonstrado satisfação em permanecer no Brasil e afirmou não ver valor nas declarações dos dois, de que voltavam por vontade própria, uma vez que suas famílias estariam ameaçadas.
Inácio Arruda (PCdoB-CE) apoiou a investigação do episódio, que classificou de "nebuloso". Salientou ainda que os pugilistas deixaram de disputar medalhas de ouro atraídos por propostas de negócios que não se concretizaram.
Já Eduardo Suplicy (PT-SP) recordou trecho de artigo escrito por Fidel Castro, citando que os dois atletas estariam em uma "casa de visitas" e poderiam receber familiares. Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse ser necessário esclarecer se eles foram deportados ou se viajaram por conta própria. Romeu Tuma (DEM-SP) comentou que os pugilistas estariam se sentindo "apavorados", em virtude de ameaças que teriam sido feitas a suas famílias.
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) repudiou o "regime de força" a seu ver existente em Cuba. E Mão Santa (PMDB-PI) lembrou artigo da Declaração Universal dos Direitos da Pessoa Humana segundo o qual "todo homem terá direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal".
URL:: http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codEditoria=22&dataEdicaoVer=20070810&dataEdicaoAtual=20070810&nomeEditoria=Comiss%F5es&codNoticia=61032 >>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Sr Eduardo Suplicir, provalvelmente as casa de visitas onde os garotos cubanos irao estar eh em la Cabana. Qu grande democrata o sr. eh. Essas deserções são polícas. O grande interessado é os EUA, para fins de propaganda. Eles interessam por pessoas de renome para dar repercussão internacional e rejeitam o povo comum. Há alguns anos atrás, Fidel Castro autorizou a saída de quem quesesse. Sairam aos milhares, os EUA não os aceitaram e depois de muita pressão do mesmo, Fidel os aceitou de volta. Será que esses cubanos conseguiram emprego para receber os milhões que naturalmente imaginavem que iriam receber? habitantes de paises comunistas imaginavam ser o ocidente a opulência, o paraiso. Depois se arrependeram amargamente ao se inserirem no capitalismo selvagem, com todos os seus efeitos colaterais, conhecendo a miséria por ele produzida.  | É lamentável, que o Brasil Democrático e extremamente esclarecido, careça de legítima representatividade nos poderes constituídos e dependa de raros momentos de justiça com lucidez dos seus eleitos. Digo a respeito de isenção e imparcialidade na condução e resolução de problemas em que a maioria de nossa população tem entendimento diferente do que julgam nossas autoridades (pasmem Ilmos.Srs. eleitos e nomeados de todos os poderes, o povo também pensa). Refiro-me ao caso Battisti. Por que a negativa tão radical na extradição deste fugitivo? Quem somos nós para julgar o julgamento de outra Nação democrática, que por décadas empenhou-se em expurgar o terrorismo e a corrupção de suas fileiras? Parece uma disputa de vaidades. E os pobres pugilistas(PAN 2007) Cubanos Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux? Não eram fugitivos políticos? Nem tiveram seu pedido de asilo analisado! Foram deportados a velocidade da luz. Com certeza o pedido de Fidel pesou mais que o anseio de toda a Nação Italiana! Que injustiça concretizada por quem deveria promovê-la em ambos os casos!!!
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