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| | Vale o grito Por EXCLUÍDOS 09/09/2007 às 03:00 Milhares de pessoas ocuparam as ruas em todo o país, no dia sete de setembro, na 13a edição do Grito dos Excluídos, que em 2007 foi realizada sob o lema "Isto não Vale! Queremos participação no destino da nação". O lema faz referência ao plebiscito popular sobre a anulação do leilão da Companhia Vale do Rio Doce [ver editorial anterior]. "O Grito trouxe muitas inovações às mobilizações sociais e procura privilegiar o protagonismo dos excluídos e excluídas, o espaço de parceria aberta e plural, a linguagem popular, descentralização das decisões, denúncia e anúncio e livre criatividade", diz Luiz Basségio, da secretaria continental do Grito dos Excluídos. Desde 1999, o Grito dos Excluídos é realizado também em 23 países das Américas Latina, Central e Caribe, mas no dia 12 de outubro. A data marca o início da invasão européia, com a chegada de Cristóvão Colombo, em 1492. Mais informações na página do Grito dos Excluídos Continental leia mais Mais uma vez Grito e Plebiscito mobilizam o Brasil fotos e relatos:: Fotos do 13º Grito d@s Excluid@s - DF | Fotos do 13º Grito d@s Excluid@s - DF parte II | Exército de Palhaços - Fotos do 13º Grito d@s Excluid@s - DF | Grito dos Excluídos em Porto Alegre-RS | Fotos do Grito dos Excluídos, Viçosa-MG | [Joinville-SC] Movimento Passe Livre no Gritos dos Excluídos | [Joinville-SC] Movimento Passe Livre no Gritos dos Excluídos - Parte II vídeo:: Marcha do Grito dos Excluídos - Fortaleza <!-- @page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } --> Leia a seguir o projeto político do Grito dos Excluídos 2007: OBJETIVOS GERAIS: - Denunciar todas as formas de exclusão e as causas profundas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e muitas vezes sem perspectivas de futuro; - Desmascarar a atual política econômica dependente que privilegia o capital financeiro, o pagamento da dívida e o superávit primário; - Construir alternativas dos/as excluídos/as que tragam esperanças e perspectivas de vida para o povo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Lutar por uma política econômica que respeite os direitos políticos, sociais, culturais e ambientais do povo brasileiro. - Apoiar todas as formas de luta contra as Dívidas e o imperialismo, como os Tratados de livre comércio e a militarização. - Construir relações de gênero, raça/etnia, que respeite a igualdade de direitos, a reciprocidade, a pluralidade, e valorize as diferenças. - Ser um espaço que possibilite fazer ouvir os Gritos do dia a dia do povo, em defesa da dignidade da vida. - Lutar em defesa da Amazônia e dos demais biomas, do solo, das águas e do Rio São Francisco, porque a natureza não suporta este padrão de consumo. EIXOS: Democracia Direta e Participativa - A verdadeira democracia abre possibilidades em todas as dimensões da vida do povo. Além de votar, queremos participar também das decisões econômicas e poder decidir sobre o que fazer dos bens e recursos do nosso país. Controle Social - Já conquistamos alguns mecanismos para controle do Estado e demais instâncias públicas de poder. Entretanto, é preciso que aprendamos coletivamente como exercer o controle, como funciona o ciclo orçamentário e a quem são distribuídos os recursos públicos. Precisamos também, criar novos espaços de participação direta. Soberania Nacional - A soberania acontece e se concretiza quando todo o povo vai se esclarecendo e compreendendo quais os rumos que o País deve tomar! Não temos soberania enquanto ficamos submissos ao capital financeiro internacional, gerando superávit primário altíssimo! Não temos soberania, enquanto não fazemos auditoria da dívida! Construímos soberania, quando fazemos trabalho de formação nas bases e nos organizamos para influir nas decisões nacionais. Poder Popular - Nos últimos anos caminhamos construindo as bases para ?O Brasil que queremos?. O modelo de desenvolvimento que está sendo realizado no País não é sustentável e não responde aos problemas enfrentados pela sociedade, precisamos nos organizar e garantir cidadania. Ouvir os gritos - O povo fala e grita o tempo todo. É preciso estar sensível e atento, para continuar ouvindo os clamores do Povo! O trabalho de base é um compromisso fundamental! Não podemos fugir dele! Mística, Esperança e Utopias - Precisamos alimentar as nossas esperanças, pois cremos na força e organização das/os Excluídas/os. Com o povo organizado queremos construir saídas viáveis para uma vida digna para todos/as e para uma nação livre e soberana! Esta é nossa utopia, que nos empurra para frente, mesmo quando as vitórias são pequenas! A memória histórica e os sonhos nos levam a abrir sempre novos caminhos! Integração Regional - A América Latina está passando por um momento especial! Se, por um lado, as conquistas não são as esperadas, temos esperança que neste momento podemos dar passos concretos para uma integração regional baseada na solidariedade latino-americana e não na exploração de uma nação sobre a outra. A construção de um Projeto Popular para o Brasil sairá fortalecido também, se conseguirmos uma integração latino-americana, em outros moldes. Comunicação - Este é um campo ainda pouco ocupado pela sociedade civil organizada. Precisamos lutar pela descentralização e pelo controle dos meios de comunicação social, exigindo que cumpram sua função social e estimulando a criação e o uso de mídias alternativas. O QUE VALE: - Democracia direta com a participação popular no destino da Nação; - Economia a serviço da vida, humana e solidária, e que respeite o meio ambiente e a biodiversidade; - Reforma Agrária com incentivo a agricultura familiar e a regularização fundiária das comunidades tradicionais, garantindo soberania alimentar para o País; - Uma nova cultura do trabalho como fonte da realização da pessoa humana; - Incentivo aos pequenos projetos hídricos como, por exemplo, as cisternas; - Reforma urbana profunda que ofereça moradia digna para todos e todas; - Valorizar o patrimônio cultural afirmando a importância da arte e da cultura popular nas suas diversas expressões; - Valorização na relação de gênero e o respeito à diversidade. O QUE NÃO VALE: - A corrupção e o mau uso dos recursos públicos; - Os grandes projetos hídricos que beneficiam as grandes empresas; - A redução da idade penal; - As reformas neoliberais que prejudicam e retiram direitos dos trabalhadores/as; - A corrupção e a impunidade; - A concentração de terra, renda e dos meios de comunicação; - As privatizações, o pagamento da divida externa e a ALCA; - A política econômica vigente no País. - Exploração infantil e o trabalho escravo e o trafico de seres humanos. - O fechamento de fronteiras para os migrantes.
URL:: http:// >>Adicione um comentário Nunca vou entender vocês! Apoiam o governo e a gora gritam contra ele? Seus Falsos! Sinceramente... Sinceramente, essa manifestação que tenta reestatizar a VALE é a manifestação mais sem-noção da história desse país. Em todo o resto do mundo, o estado diminui de tamanho. Aqui, alguns querem ele grande, gastador e sem foco, como era na época da VALE. Vá entender...  | Abaixo o corte de direitos perpetrado pelo governo Lula e o ?mensalão? concedido as Centrais Sindicais Uma grande campanha para desviar a atenção dos ativistas e dos trabalhadores foi montada pela cúpula corrompida da CUT, MST, Igreja, Conlutas, entre outros. Trata-se da chamada campanha pela reestatização e o PLEBISCITO DA VALE
Essas entidades que são governo, tem membros ocupando altos cargos no governo ou estão na "oposição" conciliadora querem esconder o grave ataque que o governo perpetra contra os trabalhadores e para isso puxam uma campanha, de cunho eleitoreiro, para ocupar uma parcela de pessoas e iludir que esse governo que está também privatizando e fazendo aquilo que FHC não conseguiu fazer, pode adotar alguma medida benéfica para o povo. Mas o que o governo faz é o contrário. Exemplo disso é a privatização da Infraero, a primazia dada as empresas aéreas que fazem o que bem entendem e o grave acidente que provocaram; além da destruição dos direitos trabalhistas assegurados na CLT, o violento arrocho salarial, ataque ao direito de greve, etc. Além de desviar o cunho das manifestações no dia 7 de setembro, toda uma burocracia foi montada para distrair a atenção: ?1. Montar mesas de votação; 2. Fazer faixas ou cartazes; 3. Instalar urnas em salas de aula de colégios, universidades, centros acadêmicos, sedes de associações e sindicatos, igrejas, salões paroquiais, portas de fábricas e locais de trabalho, logradouros públicos, calçadas, pontos de ônibus, metrô, trens, portas de cinemas e locais de diversão 4. Nos municípios do interior, organizar urnas volantes para percorrer com os mesários as diversas comunidades. 5. Priorizar certos dias da semana, em locais específicos. Exemplo: nas igrejas, aos sábados e domingos. Nos colégios priorizar alguns dias, e assim por diante. 6. Utilizar, urnas do poder judiciário. Também poderão ser confeccionadas urnas de papelão. A. Apurar votos nos municípios até o dia 10 de setembro. B. O envio dos dados do município para o estado até o dia 15 de setembro. C. O envio dos dados do estado para a centralização nacional até o dia 17 de setembro. D. Finalizando a apuração nacional com a contagem e centralização até o dia 20 de setembro.?
No dia 7 de setembro, secundando as comemorações da falsa independência do Brasil, no chamado ?Grito dos Excluídos?, todos oportunistas marcharam juntos na diversionista campanha, encabeçada pela CUT e Igreja, pela reestatização da Companhia Vale do Rio Doce (por que não de todas as empresas privatizadas?); procurando de todas as formas esconderem os ataques do governo FMI-Lula aos direitos trabalhistas e a organização sindical. Agora então, que Lula pagou bem pago às Centrais pelos serviços prestados (50 milhões do imposto sindical), como o de venderem os trabalhadores do comércio para a patronal que terão de amargar a derrota do trabalho aos domingos, Conlutas e outras devem estar doidinhas para obter reconhecimento oficial e participarem da bolada arrancada do couro da classe trabalhadora.
O governo FMI-Lula vêm perpetrando uma politica de corte de direitos trabalhistas, vem executando a reforma previdenciaria, universitária, quer restringir ainda mais o precário direito de greve, impõem um dos mais violentos arrochos salariais da história do país, trabalho aos domingos para os comerciários, controle do movimento sindical, etc. Junto com tudo isso, brinda as cúpulas sindicais pelegas e governistas com o projeto de reconhecimento das pelegas centrais, destinando-lhes 10% do imposto sindical (mais de 50 milhões de reais); no mesmo dia em que editou medida provisória regulamentando o trabalho aos domingos e feriados no comércio, impondo mais exploração aos trabalhadores do setor. Tal medida visa impor mais mecanismos de controle sobre a organização dos trabalhadores, mas isso não é motivo de preocupação para os corruptos mensaleiros da CUT e outros. A mamata do recebimento de 10% do imposto sindical foi comemorada pela corrompida cúpula sindical. O presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira (PDT-SP) disse alegremente sobre o projeto, "Estamos muito satisfeitos hoje, mas precisamos do apoio da presidência para aprovar o projeto. Sabemos que, quando o presidente quer, fica tudo mais fácil? (Portal Terra, 5/9/2007), com esta declaração fica claro que o governo Lula quer atrelar ainda mais o movimento operário, por meio das centrais, ao governo, para conter as crescentes mobilizações operárias. O presidente da CUT, Artur Henrique, afirmou que o reconhecimento jurídico ?é uma vitória que levou mais de 20 anos?. (Portal da CUT ? 5/9/2007) A bolada que será distribuída entre as centrais - CUT (PT,Pecedobê, PCO, englobados), Força Sindical (PSDB, DEM), UGT (PMDB), etc) será de nada menos que R$ 50 milhões. Os oportunistas centristas agrupados na Conlutas também almejam a legalização e parte desse mensalão sindical. São recursos que o governo esta lançando mão para garantir que os traidores compactuem e aceitem toda essa política de corte de direitos históricos dos trabalhadores. Propostas defendidas pela CUT, Força Sindical, etc, como o contrato coletivo nacional por setores econômicos, em sua essência, são mecanismos para sobrepor o ?negociado? sobre o ?legislado?; isto é, fazer prevalecer o corporativismo e uma série de normas ainda piores que a legislação em vigor e deixar os trabalhadores ainda mais expostos a super-exploração da classe patronal. A medida provisória, assinada por Lula no dia 5 de setembro, autoriza o trabalho no comércio aos domingos e feriados. O governo ainda faz demagogia dizendo que ?a cada dois domingos trabalhados, os comerciários tem direito a folgar no próximo?. Na prática, o governo dá total aval a patronal para aumentar a exploração sob os trabalhadores comerciários e impõem uma legislação ainda pior que a estipulada pelo governo FHC, que proibia o trabalho em dias de feriados (lei 10.101 de 19/12/2000).
Outro empreendimento do governo FMI-Lula e ardorosamente defendido pelos sindicalistas-mensaleiros - o ?empréstimo consignado? ? mostrou-se um verdadeiro ?negócio da China? para todo o sistema bancário do país e fonte de tormentos para aposentados e trabalhadores. O governo jogou os aposentados e trabalhadores nas garras do capital financeiro que opera nesse ramo sem nenhum risco, pois as parcelas do empréstimo, com os juros sobre juros embutidos, são pagas mês a mês com descontos diretos no contracheque. O que o Governo considera programa social é, no fundo, o maior programa de concentração de renda da história do País. É um Robin Hood às avessas. Tira dos miseráveis, assalariados e aposentados, e leva direto para o bolso dos banqueiros.
Outra questão que demonstra as pérfidas intenções do governo e que é uma gritante demonstração do que as cúpulas governistas de CUT, MST, Igreja,etc, querem esconder é o projeto de lei de destruição da CLT, apresentado pelo deputado do PT, Cândido Vacarezza. No último dia 27 de agosto, o deputado Cândido Vacarezza (PT-SP) apresentou um projeto de lei (nº 1.775/07) onde se propõem, nada mais, nada menos a supressão e modificações drásticas de 642 artigos da CLT. Isso é resultado das tramas de um grupo de trabalho encarregado de propor modificações na legislação brasileira, atuando sob a coordenação desse deputado do PT que é conhecido por suas intimas ligações com José Dirceu, alcunhado como ?chefe da quadrilha do mensalão? por um ministro do STF. Simplesmente eles reescreveram 643 artigos da CLT e mais outras 205 leis, retiraram várias partes, e isso está para ser levado à discussão no plenário do podre e corrupto congresso. Querem rever e certamente atacar, reduzir, flexibilizar e se possível eliminar toda legislação referente à: Registro do Trabalhador/Carteira de Trabalho; Duração/Jornada de Trabalho; Período de Descanso; Trabalho Noturno; Salário Mínimo; Férias; Segurança e Medicina do Trabalho; Categorias Especiais de Trabalhadores; Proteção do Trabalho da Mulher e do Menor; Contratos Individuais de Trabalho; Organização Sindical; Convenções Coletivas; Fiscalização; Justiça do Trabalho e Processo Trabalhista; entre outras questões extremamente relevantes para os trabalhadores. O serviçal deputado Vacarezza faz o mesmo discurso ardiloso e mentiroso dos empresários que taxam como fora de moda a legislação trabalhista, que ela onera as empresas, que condena a maioria dos trabalhadores brasileiros à informalidade e que dificulta o crescimento da economia. Sobre a regulamentação dos direitos sociais previstos na Constituição de 1988 e até hoje desprezados, a altíssima concentração de rendas no país, a péssima remuneração dos trabalhadores brasileiros que é uma das piores do mundo, etc., o patronal e corrupto deputado Vacarezza não dá um pio; bem como seus asseclas mensaleiros das centrais sindicais! Ao contrário; fruto da ?negociação? entre centrais sindicais e Lula, o governo prevê o salário mínimo de R$ 407,33 para março do ano que vêm,; isto é, um reajuste, após doze meses, de míseros R$ 27,33. É o que consta da proposta orçamentária enviada ao Congresso Nacional. O ridículo reajuste leva em conta o acordo fechado no final do ano passado entre o governo federal e as centrais sindicais. O projeto de lei com esse acordo, em fase de tramitação no Congresso, prevê que essa fórmula seja adotada até 2023 com a possibilidade de revisão a cada quatro anos. Por essa proposta, a primeira revisão será em 2011.
De acordo com cálculos do Dieese, o salário mínimo deveria ser atualmente de R$ 1.733,88, de forma a cumprir o estabelecido na Constituição de que o mínimo deveria ser suficiente para cobrir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O governo estipula um valor miserável e o pelego Luiz Marinho, sindicalista-mensaleiro que galgou o cargo de ministro da Previdência, ainda aceita e, defende de forma dissimulada, desvincular o mínimo de benefícios sociais da Previdência. Hoje, os benefícios previdenciários pagos a aposentados e pensionistas são de no mínimo um salário mínimo e também recebem esses benefícios, por exemplo, deficientes físicos e idosos acima de 65 anos com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo. O pilantra do ministro Luiz Marinho declara que o assunto da desvinculação deve ser debatido e ?para o futuro temos necessidade de alterações?.
Aumentar o protesto popular As medidas de cortes de direitos são partes de um plano estratégico do imperialismo, via FMI e Banco Mundial, executadas pelo gerente de plantão Luiz Inácio e eles não vão desistir facilmente de implementá-las até o fim. Não serão simples e quaisquer manifestações que as irão barrar; nem principalmente falsas campanhas comandadas por entidades que também participam do governo, caso da CUT e congêneres e suas ?lutas contra a emenda 3? e ?pela reestatização da Vale?.
É necessária uma luta verdadeira, uma luta profunda, uma luta prolongada contra essas ?reformas? que se inserem na política do FMI/Banco Mundial de cortar direitos e sugar ainda mais as riquezas do país e de escravizar ainda mais os trabalhadores. Devemos intensificar a organização da classe operária, a organização nos locais de trabalho e também nos bairros e desencadear uma forte resistência aos ataques da patronal e seu governo/Estado. Devemos fortalecer a aliança com os camponeses apoiando e propagandeando a Revolução Agrária, lutando na perspectiva de por fim a todo esse sistema de exploração e injustiças. Com relação à luta contra as ?reformas? devemos trabalhar pela deflagração da Greve Geral, como objetivo de unir os trabalhadores no embate contra o governo e a patronal.
Abaixo o corte de direitos! Abaixo os pelegos, traidores e todos oportunistas! Abaixo as reformas antioperárias do governo FMI-Lula! Preparar a Greve Geral!  | Que estória mais besta esta de reestatizar a Vale. Quando ela era do governo, não tinha lucro, ao contrário, só dava prejuízo ao Estado brasileiro. Depois de privatizada, é a 2ª maior mineradora do mundo. Devemos é privatizar mais empresas públicas, e não o contrário. O Estado é um péssimo administrador, por isso mesmo, a Vale nunca poderá ser reestatizada. Isso de reestatização é conversa desse PT, que com suas idéias soviético-cubanas querem aumentar com o tamanho do Estado brasileiro para, um dia, dar um golpe e se perpetuarem no poder, tipo Hugo Chávez, Fidel Castro. São todos ditadores, inclusive Lula.  | Não importa se foi uma falcatrua, se lesou os cofres públicos, se existiram interesses escusos? Como um mantra repetem: ?O estado deve ser mínimo?, ?Hoje a Vale é mais eficiente?? A ?lógica? da direita non sense: A iniciativa privada é mais competente que o poder público; O estado deve ser mínimo; Logo, devemos aceitar a corrupção na venda de empresas estatais. Texto completo em: http://trincheiradigital.wordpress.com Na verdade Guerrilha CMI , é justamente o oposto . Já que voces definitivamente não tem argumentos contra a ineficiencia , corrupção , clientelismo , e todas as mazelas inerentes a empresas estatais , em contrapartida aos excelentes resultados da Vale após a privatização, só lhe resta mesma inventar e inflacionar números e supostos esquemas para dar uma aurea de corrupção na privatização da mesma . De boa , na falta de argumentos factíveis , inventa-se um se vende a idéia de que ele é inquestionável . Fácil, rsrs .
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