| Imposto de importação abusivo de video games Por IDG Now! 19/11/2007 às 16:42 Para jogar video game no Brasil é preciso desembolsar uma considerável quantia de capital, a não ser que se use a pirataria. A carga tributária chega a ser três vezes maior do que em países como o Japão. Porém o Brasil é um dos locais onde jogos eletônicos fazem maior sucesso no mundo. É a velha contradição à moda brasileira.  playstation 3 - o mais caro no Brasil  Inglês jogando Xbox 360, poderia ser um brasileiro São Paulo - Console de game carrega 50% de IPI e videopoker 20% no Brasil. Abragames pede redução tributária ao Ministério da Fazenda.
Muitos consumidores de games devem se assustar com o valor sugerido para o novo console XBox 360, da Microsoft, que chega às lojas brasileiras em 1º de dezembro por 2.999 reais. Nos Estados Unidos, a versão premium do console, que será vendida em 60 lojas brasileiras, sai por 399 dólares.
A razão para que o XBox 360 tenha um valor quase quatro vezes maior do que o praticado no mercado norte-americano se deve, basicamente, aos impostos aplicados aos videogames no País, informa a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos, Abragames.
Antes de chegar às lojas brasileiras, os videogames carregam mais de 100% somente em taxas de tributação direta - 30% de Imposto de Importação, 50% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 9,25% de PIS/Cofins e 18% de ICMS - informam a Abragames e um varejista do setor de brinquedos.
A carga tributária, segundo um levantamento da Abragames, é a maior da América Latina e chega a superar as taxas aplicadas à importação de máquinas de videopoker no Brasil, categoria sobre a qual incidem 20% de Imposto de Importação e 20% de IPI, por exemplo.
"Imagino que um videogame seja mais educativo do que um videopoker", comenta Andre Penha, vice-presidente de comunicação da Abragames. "É uma política tributária antiga, que buscava proteger a indústria nacional de consoles, na época da reserva de mercado", explica.
Em 2005, o mercado brasileiro de games movimentou 100 milhões de dólares, sendo 18 milhões em produção local de jogos, tanto para microcomputadores como para dispositivos móveis. Os Estados Unidos movimentaram cem vezes mais - 10 bilhões de dólares - no mesmo ano.
"Além de ajudar o Brasil a figurar nos mapas do mercado mundial de games, o fato de a Microsoft trazer o console para cá e investir em distribuição local, ainda gera uma redução de preços nos jogos", observa Penha.
Segundo o executivo da Abragames, lembrando que os títulos para o console Xbox 2, que não chegou a ser vendido oficialmente no País, custavam 200 reais. Os títulos de catálogo do novo XBox 360 têm preço sugerido de 99 reais, enquanto os lançamentos devem sair por 159 reais.
A pirataria de jogos, que chegou a tomar 90% do mercado brasileiro em 2004, também deve perder espaço com a oferta oficial do console. "Trazer o usuário de volta ao varejo é outro ponto positivo para a indústria nacional, já que muitas vezes é mais fácil encontrar um título no camelô do que em uma loja", compara Penha.
Comemorar a ação local da Microsoft, entretanto, não é suficiente para tirar os consumidores do lado ilegal do mercado. Em agosto deste ano, Abragames entregou ao Ministério da Fazenda um plano sugerindo formas de reduzir a carga tributária sobre os videogames.
"Apresentamos uma proposta para incentivar a indústria de jogos e a importação de consoles", informa Penha. Segundo ele, por enquanto, a proposta está em avaliação. Espera-se que, no próximo Natal, o barato dos gamers não saia tão caro.
Email:: vitor.gloria@terra.com.br URL:: http:// >>Adicione um comentário Na verdade nem dormi de tanta preocupação... enquanto isto pessoas morrem de fome... Que adianta baixar o preço se voces vão comprar os jogos todos piratas mesmo.
Tanto coisa mais importante para falar....
 | Caros Rodrigo e Cunha, gostaria de mostrar minha resposta frente ao comentário feito por ambos. Sou estudante de comunicação social e por isso preciso estar atento aos acontecimentos do meu país e do mundo. Porém não sou especialista em política, economia ou direitos humanos. O mercado de games no Brasil tem um grande público, porém poucos possuem acesso aos produtos devido às taxas abusivas. Se os impostos forem diminuídos, mais pessoas terão acesso e consequentemente o mercado começará a se aquecer. Mais investimentos virão do exterior, empreas instalarão filiais aqui, além de novos empreendimentos que possam surgir adjacentes ao negócio. Com a expansão do segmento, a concorrência será maior, com surgimento de novas empresas, tanto brasileiras quanto estrangeiras. Isto criará vagas de trabalho. Com mais pessoas trabalhando, o poder de compra aumenta, com mais injeção de capital na nossa economia, que estará em aceleração, mesmo que não seja tão significante. Mais produtos serão vendidos, portanto, e isto gera um ciclo virtuoso, que ainda eleverá o nível de qualidade de vida da população, claro que nas devidas proporções. Em relação a pirataria, está provado como disse na matéria que com acesso facilitado ao produto, há sua diminuição. É claro. Eu já morei no exterior e sei como funciona um país desenvolvido, a Inglaterra, o mais rico da Europa. Produtos eletrônicos em geral são acessíveis lá, portanto são utilizados por pessoas de 8 a 80 anos, o mercado está sempre em constante aquecimento. Há inclusive inclusão digital grande devido ao custo de se ter um computador e o acesso à internet. Mesmo com a libra a quase 4x o preço do real é possível comprar um laptop pela metade do preço do Brasil, como eu fiz, é impressionante. Vocês acham que países como a Inglaterra são ricos e apresentam pouca miséria e pirataria, porque há pouca corrupção ou consciência social? Estes países têm economias fortes e sempre investem em nichos de mercado que possam trazer bons rendimentos. Nos EUA - de onde conheço poucas pessoas, mas que não mostram aproveitar o grande acesso à cultura - acontece um grande exemplo, boa parte da população investe no mercado de ações. Isto ajuda a alavancar uma parte do setor e também ajuda a economia do país. Estas nações também possuem boa infra-estrutura, diferente do Brasil, que tem estradas e portos caindo aos pedaços, ocasionando má logística de produtos para exportação principalmente, que tivemos um superávit neste ano. Estes países desenvolvidos têm capital para investir, devido a estes detalhes, que como os eletrônicos, juntos fornecem o segredo de uma boa economia. Portanto tem dinheiro para gastar em sistemas de saúde bons, como na França e Canadá. A população economicante ativa é grande e há pouca miséria, grande inclusão social. Os comentários negativo e sem fundamento de vocês dois mostram apenas como o Brasil ainda é um celeiro de conceitos e que precisamo aprender muito. É preciso pensar grande, atento aos detalhes, e sempre ter iniciativa. Não é apenas a cruz vermelha e programas assistencialistas que ajudam a população pobre. É um conjunto de fatores, uma sinergia que constrói o todo com fortes pilares. Todos precisamos fazer nossa parte, sim, denunciar corrupção, falar do Senado, de ativismos e miséria. Porém estes não são os únicos temas relevantes, há muitos assuntos não cobertos pela mídia. Os impostos sobre video games são sim importantes. Aqui vão alguns links interessantes sobre assuntos relacionados: Impostos sobre carros, um tema semelhante no Brasil http://carros.wordpress.com/ matéria da BBC inglesa sobre infra estrutura do Brasil http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/061109_infraestrutura_dg.shtml site de economia, excelente http://www.economiabr.net/ site da cruz vermelha www.cruzvermelha.pt/  | "O mercado de games no Brasil tem um grande público, porém poucos possuem acesso aos produtos devido às taxas abusivas." [2]
Pois eu faço parte deste público, e deixo meus sincertos agradecimentos ao site pela matéria.
Porque sempre apelar pras catástrofes do mundo moderno quando se trata de um assunto que não atinge o pessoal interesse? Tem tanta gente morrendo de fome? Vá e alimente-os. Tire seu precioso dinheirinho da sua conta bancária e deposite em um dos fundos de caridade para 'pessoas q morrem de fome no mundo'.
O tema games é importantíssimo sim, e nós, consumidores, ficamos sempre a mercê das importações, sofrendo nas mãos das lojas brasileiras com seus preços mais do que salgados, azedados graças aos impostos. Como disse a Sandra Carvalho da Info, o Brasil repele tecnologia mais do que drogas. E neste estado, continuamos sempre a margem do mercado mundial, sempre como marginais da tecnologia; muitos tendo q mendigar os lançamentos mundiais.  | Concordo com os comentários da Roberto e da Débora(principalmente). é compreensível e visível que o Cunha nunca estudou economia e, menos, elasticidade de oferta e demanda. Já o Rodrigo tem a opinião mais superficial em todos os assuntos tratando de impostos e dinheiro. Se por acaso discorda do sistema o que faz na INTERNET e lendo artigos sobre jogos. Acredito que deveria ter um posicionamento mais firme - e eficaz- quanto aos assuntos que defende. Uma classe inteira que poderia beneficiar-se com a diminuição dos impostos sobre unidade e no final a renda total de impostos sobre o produto aumentar. Quem estudou economia sabe que isso acontece quando os impostos são acima do suportado pela oferta e demanda do mercado. Arrecadar mais, cobrando menos. É bem simples. Esse dinheiro arrecadado, esperamos, que seja utilizado para benefício de todos e - principalmente- daqueles com menor renda. Fora o fato que estimulará o trabalho regularizado diminuindo os camelos e melhorando o acesso de todos a serviços e produtos de qualidade. E, apoiado por teoria das ciências econômicas, é fato que o consumo de produtos originais aumentará quando o preço cair. Por ser um produto de luxo, acredito que aumentará bem consideravelmente. O que quebra o discurso do Cunha. Bem, é isso.  | Caros Roberto e rymaruyama,
obrigado pelos comentários. Quem elaborou esta respota em nome de débora, fui eu mesmo, Vitor, autor do artigo e minha professora a postou. Na época em que fi-la era universitário e usei-a em um trabalho da faculdade. Fiquei muito desapontado com as respostas negativas, mas cada um tem sua opinião. Qual foi minha surpresa voltar aqui meses depois e me deparar com comentários positivos, obrigado. Desculpem pelos erros de português -de concordância e afins- pois escrevi rápido.. tanto no agradecimento quanto na resposta aos primeiros comentários.  | Sei que faz um bom tempo que tem esse texto, mas so vi agora e resolvi fazer alguma coisa em questao, como tambem tinha acabado de ler a entrevista do presidente Sul Americano da Nintendo, no UOL, juntei as duas coisas e enviei um e-mail para Camara de Deputados onde obtive o seguinte protocolo: C2DE413327. O texto enviado foi o seguinte: Gostaria imensamente que reconsiderassem a questao de Imposto de importação abusivo para video-games video games, vide a entrevista de uma grande industria dos video-games sobre a questao: http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2008/08/14/ult530u6283.jhtm Abaixo segue alguns dados retirados do site http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2007/11/402995.shtml Antes de chegar às lojas brasileiras, os videogames carregam mais de 100% somente em taxas de tributação direta - 30% de Imposto de Importação, 50% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 9,25% de PIS/Cofins e 18% de ICMS - informam a Abragames e um varejista do setor de brinquedos. A carga tributária, segundo um levantamento da Abragames, é a maior da América Latina e chega a superar as taxas aplicadas à importação de máquinas de videopoker no Brasil, categoria sobre a qual incidem 20% de Imposto de Importação e 20% de IPI, por exemplo. "Imagino que um videogame seja mais educativo do que um videopoker", comenta Andre Penha, vice-presidente de comunicação da Abragames. "É uma política tributária antiga, que buscava proteger a indústria nacional de consoles, na época da reserva de mercado", explica. No mesmo site temos uma explanacao muito importante sobre o assunto feito por Debora: O mercado de games no Brasil tem um grande público, porém poucos possuem acesso aos produtos devido às taxas abusivas. Se os impostos forem diminuídos, mais pessoas terão acesso e consequentemente o mercado começará a se aquecer. Mais investimentos virão do exterior, empreas instalarão filiais aqui, além de novos empreendimentos que possam surgir adjacentes ao negócio. Com a expansão do segmento, a concorrência será maior, com surgimento de novas empresas, tanto brasileiras quanto estrangeiras. Isto criará vagas de trabalho. Com mais pessoas trabalhando, o poder de compra aumenta, com mais injeção de capital na nossa economia, que estará em aceleração, mesmo que não seja tão significante. Mais produtos serão vendidos, portanto, e isto gera um ciclo virtuoso, que ainda eleverá o nível de qualidade de vida da população, claro que nas devidas proporções. Em relação a pirataria, está provado como disse na matéria que com acesso facilitado ao produto, há sua diminuição. É claro. Eu já morei no exterior e sei como funciona um país desenvolvido, a Inglaterra, o mais rico da Europa. Produtos eletrônicos em geral são acessíveis lá, portanto são utilizados por pessoas de 8 a 80 anos, o mercado está sempre em constante aquecimento. Há inclusive inclusão digital grande devido ao custo de se ter um computador e o acesso à internet. Mesmo com a libra a quase 4x o preço do real é possível comprar um laptop pela metade do preço do Brasil, como eu fiz, é impressionante. Vocês acham que países como a Inglaterra são ricos e apresentam pouca miséria e pirataria, porque há pouca corrupção ou consciência social? Estes países têm economias fortes e sempre investem em nichos de mercado que possam trazer bons rendimentos. Nos EUA - de onde conheço poucas pessoas, mas que não mostram aproveitar o grande acesso à cultura - acontece um grande exemplo, boa parte da população investe no mercado de ações. Isto ajuda a alavancar uma parte do setor e também ajuda a economia do país. Estas nações também possuem boa infra-estrutura, diferente do Brasil, que tem estradas e portos caindo aos pedaços, ocasionando má logística de produtos para exportação principalmente, que tivemos um superávit neste ano. Estes países desenvolvidos têm capital para investir, devido a estes detalhes, que como os eletrônicos, juntos fornecem o segredo de uma boa economia. Portanto tem dinheiro para gastar em sistemas de saúde bons, como na França e Canadá. A população economicante ativa é grande e há pouca miséria, grande inclusão social. Ficaria muito satisfeito, se pelo menos uma discussao sobre o assunto fosse realizada. Obrigado. PS:Desculpem a falta de acentos, estou com um S.O. sem suporte a portugues...
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