[de anarqlat]

COMUNICADO URGENTE

Ainda que a representante mapuche de nossa organização,
a COOAMS , tentava falar com os Carabineros e
informar-lhes que a marcha mapuche havia solicitado
permissão a Intendência de Santiago, o tenente
coronel H. Insulsa, a cargo das Forças Especiais de
Carabineros ontem quarta-feira 23 de janeiro, ordenou
reprimir com grossos jatos de agua com bombas
lacrimogêneas, golpes e maus tratos, a mais de mil
manifestantes.

As detenções, umas quarenta, pareceram seletivas:
a mulheres e homens com roupas mapuche e a
artistas vestidos com trajes de indígenas nortinos.
Os jatos de agua envenenada con gás lacrimogênio, e
que provocam grande dor nos olhos das pessoas e
são impossível de lavar com água pois dói ainda mais a
pele, foram lançados desde carros de Carabineros com
grande foça. A força dos jatos deixou a vários
manifestantes atirados no chão, caindo alguns pelas escadas da estação do metrô Baquedano,
que se encontra na Plaza Italia, e que foi o ponto
em que devería se iniciar a marcha pelas Alamedas de Santiago. Alamedas que permanecem
fechadas para o povo que protesta e se manifesta.

Entre as lesadas, está uma das representantes de
nossa coordenação autônoma,
Sandra Carrasco Tripainao. También há 20 detidos na 3ª comissaría de Santiago, entre eles dois menores
de idade, ambos mapuche, uma criança de 12 anos e um jovem
de 14.

Os mais de mil manifestantes na Plaza Italia, entre
mapuches e não mapuches, haviam escutado o discurso de
um dos representante, Ricardo Inalef, que falou da
desmilitarización do território mapuche, a liberdade
a Patricia Troncoso Robles e a todos os presos
políticos mapuche e de não aceitar provocações pois
queríamos nos manifestar de maneira pacífica. Entre os
diversos manifestantes había guaguas, crianças,
anciões. Depois de Ricardo Inalef, falou
Catalina Catrileo, irmã do assassinado lamngen
Matías Catrileo, mais tarde houve uma rogativa pela
liberdade e a terra, e antes de tentar partir,
falaram duas represenmtantes de organizações não mapuches,
pertecentes as redes de apoio de Santiago que
manifestaram seu repudio a este governo ?racista? y
?comprometido com o capital?.

Quando a marcha ainda não havia partido e sólo se encontravam com as
organizações con seus lenços na rua, começou a
brutal repressão que deixou feridos e detenidos.

Es importante recordar que cuando se cumplen 110 días
de greve de fome de
nossa lamngen Patricia Troncoso Robles, e que a
Gendarmería de Chile, dependente do Governo e do
Estado chileno, tem sido torturado psicológica e
físicamente, tem sido feitas manifestações por todo
o país. Entre outras, greves de fome em Concepción,
ações em Arica, em Lleu Lleu, em Chillán fora do
Hospital aonde se encontra Patricia, e esta marcha
hoje em Santiago,que foi violentamente reprimida.

De verdade, o único terrorista aqui é o Estado
chileno, não o povo mapuche nem suas
redes de apoio.

¡Pela liberdade de todas e todos Presos políticos
Mapuche!
¡Pelo fim da militarização de wallmapu!
¡Pela queda de la Lei antiterrorista!
¡Pela vida de nossa lamngen!
¡Contra o Femicídio de Estado!
¡Contra el Etnocídio!
Marrichiweu! !!!!!!!!


Coordinación de Organizaciones Autónomas Mapuche de
Santiago, COOAMS
Redes de apoyo de Osorno, Concepción, Temuco, La
Serena , Chillán, Rancagua y Santiago

Más informaciones a: COOAMS(a)gmail.com Celular
90101191 (Ricardo Inalef), Celular: 766181 44,
Celular: 90199386. Comunicaciones:
memoriafeminista2007(a)yahoo.es



Saudações feministas autônomas

¡BASTA DE FEMICÍDIO DE ESTADO!
¡NÃO MAIS ETNOCÍDIO!

 http://www.feministautonoma.blogspot.com/