Cerca de duas mil pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São Paulo, organizado pela Liga Operária e outras organizações proletárias.
O eixo da manifestação, que se diferenciou das manifestações realizadas pelas centrais sindicais pelegas, foi a denuncia dos ataques do governo e da patronal aos direitos dos trabalhadores, em honra dos Mártires de Chicago que foram assassinados pela burguesia e seu governo da época devido a luta pela redução da jornada de trabalho e em memória de todos trabalhadores explorados e caídos na luta de classes.
A manifestação se realizou no bairro da Liberdade em São Paulo e contou com a presença de centenas de camponeses, operários, estudantes e trabalhadores de diversas categorias profissionais. Após o ato os manifestantes seguiram em passeada pelo centro da cidade, avenida liberdade, praça da Sé, Praça José Bonifácio, Viaduto do Chá, teatro Municipal e até a Praça da República..
Participaram do ato as seguintes organizações: Liga Operária e Camponesa; Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, Pará, Centro Oeste e Norte de Minas; Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belo Horizonte e região; Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte e região; MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário; MFP - Movimento Feminino Popular; PCO - Partido da Causa Operária; AJR - Aliança da Juventude Revolucionária; Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo; Coletivo de Negros João Cândido; Corrente Sindical Nacional Causa Operária; Corrente Nacional Ecetistas em Luta; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Espírito Santo; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Piauí; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Roraima; Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de Minas Gerais; Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Carne e do Frio de S. Paulo; e várias oposições sindicais de diversas categorias.