| duas mil pessoas participam do 1º de Maio Classista em São Paulo Por tovarich 02/05/2008 às 20:16 Cerca de duas mil pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São Paulo, organizado pela Liga Operária e outras organizações proletárias. O eixo da manifestação, que se diferenciou das manifestações realizadas pelas centrais sindicais pelegas, foi a denuncia dos ataques do governo e da patronal aos direitos dos trabalhadores, em honra dos Mártires de Chicago que foram assassinados pela burguesia e seu governo da época devido a luta pela redução da jornada de trabalho e em memória de todos trabalhadores explorados e caídos na luta de classes  1º de maio classista  operário, revolucionário,  contra o Estado burguês  contra os pelegos, reformistas  a passeata dos trabalhadores  em apoio aos camponeses  em apoio aos que ousam lutar  em apoio às greves e ás ocupações de terras  contra a reforma trabalhista  contra a traição das centrais sindicais pelegas  contra o reformismo e revisionismo traidor Cerca de duas mil pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São Paulo, organizado pela Liga Operária e outras organizações proletárias. O eixo da manifestação, que se diferenciou das manifestações realizadas pelas centrais sindicais pelegas, foi a denuncia dos ataques do governo e da patronal aos direitos dos trabalhadores, em honra dos Mártires de Chicago que foram assassinados pela burguesia e seu governo da época devido a luta pela redução da jornada de trabalho e em memória de todos trabalhadores explorados e caídos na luta de classes. A manifestação se realizou no bairro da Liberdade em São Paulo e contou com a presença de centenas de camponeses, operários, estudantes e trabalhadores de diversas categorias profissionais. Após o ato os manifestantes seguiram em passeada pelo centro da cidade, avenida liberdade, praça da Sé, Praça José Bonifácio, Viaduto do Chá, teatro Municipal e até a Praça da República.. Participaram do ato as seguintes organizações: Liga Operária e Camponesa; Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, Pará, Centro Oeste e Norte de Minas; Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belo Horizonte e região; Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte e região; MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário; MFP - Movimento Feminino Popular; PCO - Partido da Causa Operária; AJR - Aliança da Juventude Revolucionária; Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo; Coletivo de Negros João Cândido; Corrente Sindical Nacional Causa Operária; Corrente Nacional Ecetistas em Luta; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Espírito Santo; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Piauí; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Roraima; Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de Minas Gerais; Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Carne e do Frio de S. Paulo; e várias oposições sindicais de diversas categorias.
>>Adicione um comentário Afinal naõ foi com essa passeata que a manifestação da FOSP se envolveu e que serviu de desculpa para a PM descer o cacete nos anakistas?
Como sempre os bolcheviques estão sempre mais preocupados em se autoproclamar do que de fato exercitar a solidariedade de classe, afinal os punks e outras pessoas e anarkistas na manifestação chamada pela FOSP era um protesto civilizado lembrando a luta hist´roica do 1º de maio, e que ainda por cima foi atacada pela PM não se declara qualquer apoio. Isso não é nem omissão! Afinal assumem a postura de defesa da versãoda PM? Só falta assumir o processo contra os anarkistas em nome próprio!  | É lamentável como a FOSP se utiliza deste espaço com suas calúnias auto-proclamatórias!! Quanto oportunismo! Se a agressão sofrida por vocês é real ,a documentem , enviem fotos, façam uma monção ou abaixo-asinado etc. Porém, o que tem se visto aqui no CMI é utilização da suposta agressão para atacar e apontar o dedo para correntes das quais possuem discordância programática,isso se é que vocês possuem programa ( tenho lido os artigos do CMI e é isso se torna nítido).
Usem meios mais honestos para levar a sua polêmica, se possuem divergências exponham abertamente as questões e não usem o artifício de que "os bolchevistas" ou quem quer se seja atentam "contra a solidaridade de classe" por não vos apoiarem sem que vocês apresentem comprovações paupáveis disso.
Sejam mais responsáveis com as colocações de vocês, do contrário a prática auto-proclamatórias parte justamente de vocês.  | Cara, vc é horrível, da mesma estirpe daqueles que perseguiam e mataram os anarquistas na Revolução Russa...
Vc é um "socialista autoritário", pronto para o sectarismo...e depois pôem a culpa só no Stalin, re-veja suas posições !
O Stalin é da mesma estirpe que vc, babaca !
A Fosp não tá se aproveitando de nada, a PM reprimiu trabalhador no primeiro de maio em SP e vc fica aí falando merda!?
Fascista vermelho....A revolução Russa foi pro saco devido aos imbecis como vc !
Viva Emma Goldma !
eu tenho dó da organização que vc faz parte...eu acho que deve ser o PSTU, tenho quase certeza, pelo discurso autoritario e massificante.
É do PSTU!!! Eu li nos jornais que era do PSTU!!!! PCO?????? Esse não conheço não!!!!! Bravos Camaradas Parabéns pela manifestação do Dia Internacional dos Trabalhadores, organizado por vocês. Como informei ao Camarada M., eu não participo de atos onde o Partido da Causa Operária (PCO) esteja presente. O referido partido (é assim mesmo, em minúscula), tem em seu histórico, o ato de AGREDIR trabalhadores. Sendo assim, NUNCA participo de atos que tenha a presença desses burocratas (são iguais aos demais).
Vidalonga  | Primeiro de Maio do PCO: Reconstruindo a IV Internacional sob a égide dos ?camaradas? Stálin e Mao Ao longo das últimas semanas, o PCO fez um grande alarde anunciando que seu ato de Primeiro de Maio seria o ?único? revolucionário e socialista, em contraposição ao ato da Conlutas, considerado como ?burguês, reformista, controlado pela Igreja, etc. ...?. Mas nada melhor que a própria realidade para desmentir os farsantes revisionistas. Quem ingressou no auditório da Casa de Portugal, local onde o PCO realizou ?seu? ato de 1º de Maio, tinha a certeza de que a corrente dirigida por Rui Costa Pimenta havia se convertido ao maoísmo. Grandes fotos dos ?camaradas? Mao Tsé Tung e de Stálin estavam expostas no palco do plenário. Os maoístas da Liga Operária, ?convidados? para o ato oficial do PCO, em que um dos eixos centrais era a defesa da ?Reconstrução da IV Internacional? se faziam ultramajoritários na atividade, em uma proporção de 20 militantes da Liga para 01 da Causa Operária, apesar do esforço do PCO, alugando mais de uma dezena de ônibus para compensar a ausência de sua militância orgânica. As parcas bandeiras de Causa Operária sumiam diante da esmagadora presença de faixas e estandartes maoístas. Rui Costa Pimenta não se constrangeu em realizar um ato de Primeiro de Maio ao lado de pôsteres de Stálin, fundador da política de frentes populares e responsável pelo assassinato de Trotsky e de toda a vanguarda bolchevique. Diante do imbróglio montado pelo PCO, restou a Rui Costa Pimenta atacar a LBI para melhor acobertar sua impotência. Nossa corrente, em seu panfleto de Primeiro de Maio, havia denunciado que ?o PCO, defensor da CUT governista, convoca ?seu? ato ?para reconstruir a IV Internacional? em conjunto com os maoístas da Liga Operária, cujos sindicatos são ligados à arquipelega NCST?. Em seu ?ataque?, o Sr. Pimenta faz um arremedo de denúncia, afirmando em letras garrafais: ?Showmissa - PSol-PSTU-PCB-LER-LBI: só no Brasil comunistas convocam missa no 1º de maio?. Ao recorrer a essa fórmula, o PCO busca colocar nossa corrente no mesmo balaio de gatos da ?Frente de Esquerda? afirmando que a LBI convocou a missa realizada na Praça da Sé. Para começar, a ?denúncia? do PCO trata-se de uma completa fraude política, ironicamente desmontada pelo próprio PCO, que reproduz o panfleto oficial de convocatória do ato, o qual não consta à assinatura da LBI. Como trotskistas, aprendemos com o ?velho? que não precisamos recorrer a artimanhas próprias do stalinismo para travar uma justa polêmica política. Ao contrário do que vomita o PCO, a LBI denunciou tanto no seu panfleto próprio de convocatória do ato como na intervenção que fez no caminhão de som, a política da ?Frente de Esquerda? de subordinar-se ao programa reacionário da Igreja Católica, via própria conduta de Heloísa Helena em se colocar contra o direito ao aborto das mulheres trabalhadoras. Nossa denúncia não é de hoje, vem desde quando a Conlutas realizou, em 2005, seu Primeiro de Maio debutante, na Praça da Sé, em conjunto com a Igreja Católica e a chamada ?esquerda da CUT?, quando afirmamos, no título de nosso panfleto: ?Não à política de transformar o ato da Conlutas em um apêndice da Igreja e da esquerda cutista!? (JLO Nº 107 - Maio/2005 - http://www.geocities.com/lbi_br/lkj10713.html). O PCO, que na época não esgrimiu qualquer falso ?principismo? e participou do ?showmissa? de Primeiro de Maio na Praça da Sé, ficou em completo silêncio diante da política levada a cabo pelo PSTU de seguir a reboque da Igreja. Os escudeiros do Sr. Pimenta, além de não lançarem qualquer crítica ao PSTU, aproveitaram a ?amplitude? frente populista do ato, que agregava até mesmo o PCdoB, para... chamar os ?neo-stalinistas? à unidade em defesa da CUT ?chapa-branca?. Como se vê, essa aproximação do PCO com Stálin e Mao vem de longe! Como pontuamos em nosso balanço: ?Escandalosamente, o PCO saudou os governistas do PCdoB como companheiros de luta e convocou a CSC e a esquerda do PT a formarem uma oposição unitária na CUT? (JLO Nº 108 - 2ª Quinzena de Maio/2005). Mas entremos no debate propriamente dito, se é justo uma organização política comunista intervir em atividades do movimento operário influenciada por setores da Igreja Católica. Tomemos como exemplo a histórica greve dos metalúrgicos do ABC em 1980. A direção do sindicato dos metalúrgicos, controlada por Lula, Vicentinho e Meneguelli convocavam assembléias para a igreja matriz de São Bernardo, onde afluíam milhares de operários. Os revolucionários intervinham nessas assembléias, denunciando as capitulações da direção lulista aos patrões e a ditadura militar, inclusive a ligação do chamado ?novo sindicalismo? com a ?ala progressista? da Igreja Católica. Nos dirão os incautos que a conduta da burocracia lulista se justificava para preservar os metalúrgicos da repressão estatal. Esta é apenas uma meia verdade. A direção lulista se ?refugiava? sob as asas do clero e arrastava consigo a massa metalúrgica porque teve sua origem política e era umbilicalmente ligada a esse setor da Igreja. Frente a essa realidade era justo ou não intervir nas assembléias, delimitando-se com o lulismo? Ironicamente os stalinistas do MR-8, os progenitores da atual Liga Operária, que na época traficavam os mais podres acordos com a burguesia, via MDB, denunciavam o PT e as correntes trotskistas que militavam no partido por capitularem a Igreja pelo seu ?clericalismo? devido às assembléias de São Bernardo, quando este combate se constituía na condição básica para que os operários superassem a política da camarilha lulista. Ao que parece o Sr. Pimenta está absorvendo as elaborações ?teóricas? que o stalinismo fazia quando do nascimento do PT. Hoje, o mesmo critério é válido quando participamos das manifestações convocadas pelo MST, cuja direção é diretamente influenciada e composta por setores da Igreja Católica. Longe de virar as costas para as manifestações dos sem-terra, denunciamos sua direção clerical desde a trincheira de luta contra o latifúndio. A LBI interveio no Primeiro de Maio da Sé denunciando o caráter clerical e a política pró-burguesa da Conlutas e da Intersindical. Em nosso combate chamamos publicamente a vanguarda classista a superar essa política reformista da ?Frente de Esquerda?. Já o PCO ficou bajulando os maoístas durante todo o ato em torno de um sindicalismo rasteiro, jogando suas ?divergências? com a Liga Operária para debaixo do tapete, esquecendo-se seu chamado ?Pela unidade internacional dos trabalhadores contra o capitalismo e pelo socialismo, reconstruir a IV Internacional? (sítio do PCO, 22/04). Longe disso, com o rabo entre as pernas, o PCO não tocou no assunto em seu balanço de Primeiro de Maio, floreando sua unidade com os stalinistas: ?Uma das colocações que ressaltaram este fato foi a de Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária, que destacou que ?está em marcha no país um novo movimento de massas. Está em marcha o surgimento de um novo sindicalismo classista, combativo, revolucionário e socialista" (sítio do PCO, 1° de Maio). Por acaso, o PCO, que defende a CUT governista deseja criar um "novo sindicalismo classista" com o velho peleguismo amarelo da NCST? A capitulação do PCO ao stalinismo, após fazer um grande alarde quanto ao caráter ?principista? de seu Primeiro de Maio, é a melhor expressão da política da frente popular levada a cabo pelo Sr. Pimenta que, em nome da IV Internacional, vergonhosamente ficou calado diante das reverências ao ?camarada? Stálin!  | Coitada da LBI. Sem qualquer peso real no movimento de massas, orbitando em torno dos oportunistas clericais, vive só da internet, de travar pseudo-lutas ideológicas no ciberespaço.
Vira e mexe, a LBI come corda da imprensa burguesa, se prestando ao papel de ignóbil porta-voz da reação.
A clerical LBI deu como certa a falsa informação da venal revista Istoé de que a ABIN teria feito fotos dos camponeses de Rondônia e agora agindo da mesma forma policialesca vem alcunhar ideologicamente organizações de massas combativas e ainda inventa uma pseudo-ligação de sindicatos independentes com central sindical governista.
É essa falta de qualquer critério político sério e seu caráter policialesco que fazem com que a LBI não tenha peso no movimento de luta dos operários e que acabem virando papa-hóstias!  | são todos uma chusma de tolos nem um de vcs organizam nada, apenas se exitam neste rob de revolucionarios bolcheviques tupiniquins, todos os "bolcheviques" desta tal LBI, os "Maoistas" meninos de recado de quercia e newtom, esses senhores que sempre fizeram solapar as historicas vitorias das classes desposuidas.
em quanto a pecha de clericais todos vcs bebem na mesma fonte das mentiras dominates da justiça, da religião a "revolução" dos senhores não tem nada a ver com a revolução popular a liberdade dos senhores é masmora para a classe trabalhadora e a democracia dos senhores é a mesma em genéro e gráu a das classes posuidoras, iqualdade esse palavrório solene é só cosmético.
o anarquismo tem programa e é revolucionario proletário o que nos distingue é o conteúdo libertário do nosso arsenal programatico.
smos comsequentes do iniçio ao fim.
viva o proletáriado internacional! viva a liberdade! viva a revolução popular! viva a anaquia!
viva os partizanos!
"o estado esmaga o oprimido, naõ há direitos para o pobre ao ricos tudo é permitido"
seja o estado dos burgueses ou o estado vermelho ambos oprimem a classe trabalhadora.
anarquistas organizem-se, difundam e lutem pela revolução social.
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