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| | I Jornada Tribal de Arqueologia do Planalto e do Cerrado
No próximo fim de semana, dos dias 27 a 29 de junho, ocorrerá na Reserva do Bananal a primeira Jornada Tribal de Arqueologia do Planalto e do Cerrado. O tema da jornada é "O Santuário Sagrado dos Pajés na rota ancestral indígena do Planalto e do Cerrado", e contará com a participação de pesquisadores/as e arqueólogos/as do Brasil e de outros países, além da participação de professores/as da Universidade de Brasília como o antropólogo José Jorge de Carvalho e o linguista Aryon Dall'Igna Rodrigues, um dos maiores pesquisadores de línguas indígenas do mundo. A comunidade do Bananal convida todas as pessoas que queiram saber um pouco mais sobre a ancestralidade da região central do Brasil a participarem do evento. O valor sugerido como contribuição para o evento é de 20 reais - não é obrigatório pagar, o dinheiro arrecadado será utilizado para custear a alimentação e a confecção dos certificados. A inscrição poderá ser feita na Flora Medicinal, no térreo da FUNAI, ou na Biblioteca Central da UnB com o Rafael. Confira a programação completa do evento clicando AQUI! A Comunidade da Reserva Indígena Pluriétinica do Bananal, ameaçada pela especulação imobiliário-financeira do Governo do Distrito Federal, segue sua luta em defesa da última área de vegetação nativa do plano piloto. A luta é também em prol dos mananciais hídricos da região - onde a TERRACAP (Companhia Imobiliária de Brasília) quer construir um bairro com a primeira etapa prevista para 40 mil pessoas da classe A (chegando a mais de 120 mil com a segunda etapa do projeto) - e em defesa da diversidade cultural e sócio-ambiental na capital do Brasil. Rádio da Reserva Plurietnica do Bananal Vídeos: Frederico Maia - Assessor Legislativo da FUNAI | Cacique Korubo Denuncia Extração Ilegal de Calcário | Manhã no Bananal | Vídeos das ações do dia 16/06 Saiba Mais:Uma Volta pela Área do Projeto Noroeste | Intervenção contra o Setor Noroeste no lançamento da Campanha "Guardiões da Amazônia" | Petição On Line em Defesa da Reserva do Bananal | Problemas Ambientais da construção do Setor Noroeste | Futuro Noroeste? Como Assim? Que jornalismo é esse? | Correio Braziliense: a mentira em jornal | Fotos do ato Público na Procuradoria Geral da República - DF | Imagens do dia 16/06 - PGR-DF | Santuário Não se Move!
:) não quero ser mal interpretado como fui nos comentarios do outro editorial da reserva indígena do bananal, lá pedi um convite para conhecê-la e aqui está. Finalmente... estarei lá sim! Mas deixo uma pequena crítica aos organizadores do CMI: já é o terceiro editorial sobre o bananal este mês), é preciso buscar mais bases para os editoriais deste site, por exemplo quanto a questão indígena costumo ver artigos muito representativos no lado direito do site: cito recentemente os índios de santa catarina que fizeram um artigo muito bacana sobre a demarcação de suas terras e o respeito aos que a ocuparam e também o do último encontro no Xingú. Ainda queria deixar uma pergunta: Alguém sabe me dizer um site onde encontro todas essas informações sobre a luta indígena? Se não existir, contem com meu apoio para criá-lo. Vou pedalar a região das missões e poderia fazer um artigo bacana sobre esse capítulo da história e a atualidade. resposta Jeremias, O CMI funciona através de seus colaboradores que fazem o possível para estruturar talvez um dos únicos sites nacionais que não está preso às amarras do sistema capitalista. Por isso, é claro que seria maravilhoso se o site pudesse colocar diariamente as atrocidades deste sistema e as atitudes inúmeras de resistência de uma forma completa sem deixar faltar nada da forma mais equânime possível. Mas, o voluntariado não tem essa dimensão e demanda para realizar difícil tarefa que ninguém no mundo consegue fazer. O fato de ser o 3º editorial sobre a Reserva do Bananal é fato pelo motivo de urgência da questão que passamos e Brasília, com terrorismo midiático (mais um texto bom para o editorial pois é igual para o resto do mundo) e ameaças do governo em expulsar a comunidade que vive ali há décadas. Outro motivo é a proximidade de alguns voluntários do cmi-brasilia nesta questão. Não conheço nenhum site no modelo que quer. Tem o www.indiosonline.org.br mas nao cobre a luta indígena e o site do greenpeace brasil que é onde vejo mais informações atualizadas. No mais é isso. Valeu pela sugestão e pela vontade em ajudar o que tem sido raro na comunidade brasiliense. Cada vez mais voltamos a ter relações de um passado longíquo que se o consciente coletivo não se ligar vai acabar trazendo alguns apuros para o planeta terra... TERRACAP leva um TROPA ao Bananal Agora Hoje de manhã, a comunidade do Bananal acordou com a visita opressiva de uma tropa e de representantes da TERRACAP. Peço o máximo de atenção a questão. A comunidade não vai sair. O Santuário não se Move!!! Quem poder ir pra lá agora, apoiar a comunidade será de muita ajuda!!!! santuário se move? nãaaaaaaao! olá! parabéns a todas as pessoas envolvidas na luta do santuário não se move. as fotos, vídeos e a página santuariodospajes.naxanta.org estão ótimas e os editorias muito bem escritos, mas nesse último faltou dar visibilidade às mulheres, antropólogas e pesquisadoras envolvidas nas atividades da jornada arqueológica. fica estranho usar o *masculino universal* ao se tratar da luta de pessoas -- negras e indígenas, por exemplo -- que vêm resistindo contra *o homem branco* (=masculino universal) há tantos séculos. cuidar da linguagem, ou (re)apropriar-se dela, faz parte dessa luta, certo? ainda mais se a gente pensar que a *norma culta* da língua portuguesa que é imposta hoje tem pouco mais de 500 anos e esteve sempre a serviço da *unificação nacional* que matou tantas pessoas e particularmente pessoas idígenas. muito legal a iniciativa de fazer a jornada de arqueologia. parabéns! vai ser um sucesso. (e eu queria muito estar aí!) força pra todxs nós! União Ola a todos
Estive lá no primeiro dia e foi muuito legal, muito inspirador. Ouvi muitas coisas que não ouviria em nenhum outro momento em minha vida e tambem fomos servidos por uma comidinha especial feita na fogueira. Quem quer ter contato com a cultura indígena não pode perder. Unidos!
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