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| | Pajelança e Manifestação Tribal no IBAMA-DF em defesa da Terra Indígena Bananal Por Resistência Indígena - Santuário Não se Move 20/08/2008 às 08:54 O plano de construção do bairro Setor Noroeste, arquitetado pelo Governo do Distrito Federal e construtoras da especulação imobiliária, na figura do fraudador do painel do senado, Arruda, e do mega-imobiliário Paulo Octávio, conhecido também por ter sido sócio de facínoras como Luiz Estevão e Sérgio Naya, ganha reforço do IBAMA-DF, sobretudo na figura de Guilherme Almeida, coordenador de licenciamento, que concedeu na última segunda (18) a licença de instalação, permitindo à Companhia Imobiliária de Brasília (TERRACAP) licitar os terrenos para as empresas construtoras viabilizarem seus empreendimentos. O IBAMA-DF cometeu mais um grave erro licenciando um empreendimento que prevê a destruição de cerrado nativo onde vivem comunidades indígenas há mais de 30 anos. Isso não poderia ser feito já que não houve nenhum tipo de estudo antropológico e arqueológico profundo para demarcar e regularizar a Terra Indígena do Bananal e ainda haviam diversas pendências a serem cumpridas. O fato se agrava porque aquela região está situada numa Área de Proteção Ambiental (APA) e está dentro da zona tampão do Parque Nacional de Brasília, além do Lago Paranoá estar saturado e não suportar mais um bairro para 40.000 pessoas. O Coordenador de Licenciamento Ambiental do órgão, Guilherme de Almeida, deu uma entrevista, na qual teve coragem de declarar "que a responsabilidade é exclusiva do empreendedor e se vai construir dentro d'água ou fora d'água o IBAMA não tem gerência sobre isso e se tiver algum problema no futuro ele será responsabilizado". Para quê serve o IBAMA então? Para avaliar papéis? Deveria se chamar então Instituto Brasileiro de Avaliação da Papelada do Meio Ambiente. Outros projetos para a área têm sido pensados pela sociedade civil de Brasília, como por exemplo fazer um setor tribal de embaixadas dos povos indígenas do Brasil, ou fazer de toda a área uma grande reserva ambiental, mantendo os/as indígenas e utilizando a divesidade ambiental e cultural para fins educativos, o que já tem sido feito pelos/as próprios/as indígenas. Entretanto, projetos sem concreto não agradam os Governantes pois quem os elege e financia as suas campanhas são construtoras. Quem já se esqueceu do caso GAUTAMA? As relações entre construtoras e governantes são o cerne da Administração Pública. Quando os debaixo se movem os de cima caem, Francisco Palhares, ex superintendente do IBAMA-DF já caiu. Guilherme de Almeida pode ser o próximo. O cacique Korubo morador da Terra Indígena do Bananal convida a tod@s para a pajelança e manifestação tribal marcada para quarta-feira, amanhã, às 15:00 na Superintendência do IBAMA-DF (Setor de Autarquias Sul Qd. 5) para questionar a concessão da licença de instalação. O Santuário Sagrado dos Pajés não se move e a resistência continua. Venha para Brasília se puder! Video do Ato:Resistência em defesa da Terra Indígena do Bananal Links Relacionados: Pajelança e Manifestação Tribal no IBAMA-DF | Ibama concede licença para especulação imobiliária | Povos Indígenas do CE realizam ato em Fortaleza | Fórum Nacional da Mulher Indígena Rumo 2009 Vídeos e Entrevistas:O Santuário Sagrado dos Pajés Não se Move! | Cláudio Humberto: o jornalista mais imbecil do mundo Fotos: Imagens do ato em frente à Terracap - DF Editoriais Anteriores: Brasília: Resistência indígena frente ao lobby da especulação imobiliaria | Declaração Bananal - Um Toré pela Liberdade e pela Justiça | Incêndio Criminoso destrói aldeia indígena Guarani na Praia de Camboinhas em Niterói O plano de construção do bairro Setor Noroeste, arquitetado pelo Governo do Distrito Federal e construtoras da especulação imobiliária, na figura do fraudador do painel do senado, Arruda, e do mega-imobiliário Paulo Octávio, conhecido também por ter sido sócio de facínoras como Luiz Estevão e Sérgio Naya, ganha reforço do IBAMA-DF, sobretudo na figura de Guilherme Almeida, coordenador de licenciamento, que concedeu na última segunda (18) a licença de instalação, permitindo à Companhia Imobiliária de Brasília (TERRACAP) licitar os terrenos para as empresas construtoras viabilizarem seus empreendimentos. O IBAMA-DF cometeu mais um grave erro licenciando um empreendimento que prevê a destruição de cerrado nativo onde vivem comunidades indígenas há mais de 30 anos. Isso não poderia ser feito já que não houve nenhum tipo de estudo antropológico e arqueológico profundo para demarcar e regularizar a Terra Indígena do Bananal e ainda haviam diversas pendências a serem cumpridas. O fato se agrava porque aquela região está situada numa Área de Proteção Ambiental (APA) e está dentro da zona tampão do Parque Nacional de Brasília, além do Lago Paranoá estar saturado e não suportar mais um bairro para 40.000 pessoas. O Coordenador de Licenciamento Ambiental do órgão, Guilherme de Almeida, deu uma entrevista, na qual teve coragem de declarar "que a responsabilidade é exclusiva do empreendedor e se vai construir dentro d'água ou fora d'água o IBAMA não tem gerência sobre isso e se tiver algum problema no futuro ele será responsabilizado". Para quê serve o IBAMA então? Para avaliar papéis? Deveria se chamar então Instituto Brasileiro de Avaliação da Papelada do Meio Ambiente. O projeto Setor Noroeste contraria inúmeros direitos e se fundamenta únicamente a prerrogativa ?$há terra pública, vamos construir$?. Carlos Magalhães, sócio de Niemeyer e Secretário de Obras Públicas do DF na gestão de José Aparecido de Oliveira denuncia que com a revisão do Plano de Ordenamento Territorial do DF (PDOT-DF) estão transformando áreas rurais em áreas urbanas para que fazendas inteiras sejam parceladas em lotes e vendidas, pois é claro assim o lucro do proprietário será infinitamente maior. O plano piloto está saturado de automóveis; possui quadras inteiras ainda não construídas, como por exemplo a SQN 207 (que inclusive pertence a UnB), possui mais de 58 mil unidades habitacionais vazias, configurando um enorme quadro de retenção especulativa de imóvel urbano, o que é proibido pelo Estatuto das Cidades no art. 2, inciso VI; Brasília construiu seu aterro sanitário ao lado do Parque Nacional (unidade de conservação integral), o qual não tem sua zona de amortecimento claramente demarcada e respeitada, e o Governo do Distrito Federal quer destruir a vegetação nativa que resta no plano piloto, remover um santuário indígena, para construir um bairro para mais de 40 mil pessoas de classe alta e, como compensação ambiental, pavimentar com ocas e com lagos artificiais o Parque Burle Marx que já tem grande parte de sua área denegrida pelo abandono ao qual foi jogado desde sua criação. A área em questão tem inegável relevância cultural e ambiental para a cidade de Brasília e não pode deixar de existir. Há várias irregularidades no processo de licenciamento ambiental, assim como em todos os outros processos que envolvem o Projeto Noroeste, para começar o Setor Noroeste foi criado por decreto. O MPF-DF na figura do procurador Peterson atua como garoto de recados do GDF, apresentando aos indígenas as propostas do governo para a retirada das famílias da área, e forjando Termos de Ajuste de Conduta (TAC) para viabilizar o licenciamento do IBAMA, ou seja o procurador Peterson desonra sua missão pública de defender a constituição e seus artigos referentes ao direito dos povos indígenas, para assinar em baixo do mega projeto de especulação imobiliária da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobilário (ADEMI) encampado pelo GDF. No DF há pessoas que se preocupam com o presente e futuro. Defender a cultura ali existente e preservar o que ainda resta de cerrado é dever de tod@s. Outros projetos para a área têm sido pensados pela sociedade civil de Brasília, como por exemplo fazer um setor tribal de embaixadas dos povos indígenas do Brasil, ou fazer de toda a área uma grande reserva ambiental, mantendo os indígenas e utilizando a divesidade ambiental e cultural para fins educativos, o que já tem sido feito pelos próprios indígenas. Entretanto, projetos sem concreto não agradam os Governantes pois quem os elege e financia as suas campanhas são construtoras. Quem já se esqueceu do caso GAUTAMA? As relações entre construtoras e governantes são o cerne da Administração Pública. Quando os debaixo se movem os de cima caem, Francisco Palhares, ex superintendente do IBAMA-DF já caiu. Guilherme de Almeida pode ser o próximo. O cacique Korubo morador da Terra Indígena do Bananal convida a tod@s para a pajelança e manifestação tribal marcada para quarta-feira, amanhã, às 15:00 na Superintendência do IBAMA-DF (Setor de Autarquias Sul Qd. 5) para questionar a concessão da licença de instalação. O Santuário Sagrado dos Pajés não se move e a resistência continua. Venha para Brasília se puder!
>>Adicione um comentário "O estudo quem faz é o empreededor."
Senta e chora, VERGONHA BRASIL!  | Na manifestação do dia 20/08/2008 em frente à superintendência do Ibama, pedimos explicações para o órgão 1) quanto à ausência do então superintendente do Ibama Francisco Palhares, na Audiência Pública para debater o caso, bem como de qualquer representante do órgão que pudesse esclarecer para a sociedade se não havia nenhuma possibilidade de adaptar o projeto ilegal do Noroeste de forma a mitigar os impactos, nocivos a todos nós, mas de interesse de poucos. 2) por que após a queda do Palhares, foi noticiado que a Suely Monteiro assumiria a superintendência, mas quem assinou a Licença, às pressas, foi ainda outra servidora, Hanry Alves. 3) quanto do valor da compensação ambiental entrará para os cofres do Ibama. Frente aos questionamentos pertinentes decidimos ir em uma delegação para falar com a superintendente substituta, Hanry Alves, sobre o caso, mas os vigilantes, policiais e outros corpos militares impediram o trânsito ao órgão público. Mais tarde a secretária da superintendência chamou que apenas uma pessoa subisse, permitindo a filmagem, que depois foi vetada. Então, em conversa com a representante do órgão, quando questionada sobre o não comparecimento na audiência, defendeu-se dizendo que não é obrigação dos servidores fazerem-se presentes quando da convocação do Senado Federal para debater o projeto com a população geral, com a sociedade civil organizada e com os interessados diretamente no caso, a população indígena afetada pelo empreendimento. Hanry ainda ignorou que a elaboração do Estudo Ambiental deve ter ser participativo, e confirmou que o estudo foi elaborado sem nenhum levantamento zôo-botânico de referencia, que considerou apenas dados secundários, não foi participativo e não considerou a componente indígena. Tampouco questões que deveriam ser tratadas com urgência, como a termo-regulação da cidade e o ambiente urbano, foram em nenhum momento consideradas na elaboração da papelada ambiental. Para cada ato ilegal que a emissão da licença infringe, outras supostas leis eram citadas como desculpas. Como no caso do corte de árvores tombadas que pelo decreto n. 14.783 de 1993 tornam-se imunes ao corte aroeiras, ipês, buritis, sucupiras, pequis, cagaitas, enfim, todas massivamente presentes e guardiãs do Santuário, Hanry afirmou haver uma outra lei que sobreposta a essa permitiria os cortes pelo replantio de 10 outras mudas que compensaria a degradação. Completou ainda dizendo que este é o pensamento em longo prazo do órgão, só no longo prazo haverá reposição florestal. Quando questionada sobre o sentido do órgão ambiental dar o selo de ?sustentabilidade? para um empreendimento devastador e clandestino que é o Setor Noroeste, a ser instalado no coração de uma área ainda preservada, ela garantiu que o projeto conta com vária inovações como a reciclagem de água, mas não consegui enumerar outras adaptações e tampouco dispõe do projeto urbanístico do Setor Noroeste. E finalmente, sobre a Compensação Ambiental e a destinação dos 2,19% do valor do empreendimento (11 bi) explicou de forma velada o destino do recurso. Em tom legalista explicou que a Câmara de compensação composta pelo Ibama, o Instituto Chico Mendes e MMA irá decidir a forma de aplicação do dinheiro, ainda não definida. A figura que assina uma licença de um empreendimento que está sendo questionado, que seria construído em cima de uma área que ainda está em litígio, sem que haja real necessidade habitacional e de interesses duvidosos envolvidos deveria explicar-se publicamente sobre os motivos que a levaram a assinar tal documento, se não o faz também está sob suspeita. Queremos saber quanto cada um está ganhando com isso! -  | "na figura do fraudador do painel do senado, Arruda" - Arruda e ACM foram heróis nacionais, os únicos que tiveram a coragem de enfrentar o sigilo dos votos dos parlamentares. Hoje, graças ao ACM e Arruda sabemos quem votou contra ou a favor do sem-vergonha do Estêvão. Parabéns ACM e Arruda pela coragem! enfrentar o sigilo dos votos, como assim?? os cretinos tiveram a cara de pau de fraudar o painel e depois renunciar pra nao terem seus direitos politicos caçados, o Arruda até chorou
e hoje ta ai, sendo fantoche do paulo octavio É exatamente por isso que renunciaram, estúpido! Pois os canalhas iriam cassá-los por VIOLAÇÃO (não foi fraude, mas VIOLAÇÃO) do Painel do Senado. Quem precisa de embaixada é estrangeiro. Os índios são brasileiros e devem começar a agir e se ver como tal. Não é de hoje, e sim desde aquele fatídico abril de 1500, data em que o Brasil começou a existir, que esta terra é daquele que abocanha mais, sem nenhum respeito pelo dito: CIVILIZADO. Os órgãos públicos aqui são criados apenas para as aparências, ilusões e arrecadação de impostos: são verdadeiras PROPAGANDAS ENGANOSAS. É só precisar dos serviços públicos brasileiros, para constatar esta dura realidade, que nos acompanha como praga. Quando tais instituições mantêm a aparência está muito bom; pior é quando atuam como raposas tomando conta do galinheiro, a exemplo do que está explícito nesta matéria (Pajelança...). Não é somente o IBAMA, mas qualquer outro órgão com a função de proteger os interesses dos cidadãos e do meio ambiente, a nível federal, estadual e municipal
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