| Pelo direito à escolha em casos de anencefalia Por DIREITOS REPRODUTIVOS 25/08/2008 às 10:16 Terça-feira 26, ocorre a primeira das audiências públicas que retomam a questão da anencefalia no Brasil. A anencefalia é a malformação na qual o feto apresenta ausência total ou parcial do encéfalo e da calota craniana, ou seja, não desenvolve o cérebro. Isso significa que fetos sob tal condição apresentam chances irrisórias de sobrevivência após partos muitas vezes difíceis, e quando nascem, possuem expectativa de uma vida vegetativa e de curtíssima duração. Situação dolorosa e fatal, que ainda se intensifica pelo fato de mulheres e famílias não poderem escolher qual a melhor maneira de vivenciá-la. Em 1º de julho de 2004, o ministro Marco Aurélio Mello, foi relator da ação apresentada pela Confederação Nacional dos/as Trabalhadores/as na Saúde (CNTS), que recorria ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que as mulheres pudessem realizar uma antecipação terapêutica da gestação de fetos com anencefalia. Ainda que tivesse amplo respaldo da comunidade médica e científica, e nem mesmo quisesse tratar o tema como questão de aborto, tal ação foi fortemente perseguida e condenada por frentes da igreja. Campanhas pró-escolha de várias partes estão à caminho das audiências para reivindicar o direito de que mulheres possam optar pela interrupção da gravidez de fetos anencéfalos. "Nenhuma mulher deve ser obrigada a interromper a gestação. Nenhuma mulher deve ser obrigada a manter a gestação de um feto que morrerá". Leia a programação abaixo, acompanhe o processo e assine a petição Matéria Completa Editoriais Relacionados:Direitos Sexuais e Reprodutivos: desafios para a cidadania | Nova ofensiva contra a luta pelo direito de decidir Leia Mais Programacao terça-feira (26/8) 9h (STF) Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família organização não-governamental Católicas pelo Direito de Decidir Associação Médico-Espírita do Brasil (AME). quinta-feira (28/8) 9h (STF) Conselho Federal de Medicina (CFM) Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia Sociedade Brasileira de Medicina Fetal Sociedade Brasileira de Genética Clínica Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência quinta-feira (4/9) 9h (STF) Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis) Associação de Desenvolvimento da Família (Adef) ONG Escola de Gente Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos
>>Adicione um comentário Vida é vida, mesmo que ainda não tenha nascido é vida!!
Se a chance é de 0,001% ela existe e deve ser respeitada.
Além do mais esse cartaz ai pede aborto livre para a mulher, para mim aborto é desrespeitar a vida de um ser humano que está para nascer e conhecer o mundo.
Um humano é humano tanto com 3 meses quanto com 20 tanto com 90 anos. A vida vale a mesmo coisa.
Se os homens engravidassem, o aborto seria legal há séculos no mundo todo, mas o corpo das mulheres assusta, a sociedade quer domá-lo, pela lei, pelo consumo, pela violência.
Ser mãe é um direito. Não ser é um direito igualmente importante. Nenhuma mulher deve ser obrigada a abortar. Nenhuma mulher deve ser obrigada a parir. Simples assim.  | Clandestina, quer dizer então que o corpo das mulheres assuta????? A sociedade quer domá-lo... pela lei, pelo consumo... pela violência... Você se assusta com o corpo das mulheres??? possivelmente não, assim como não permite que seu corpo seja domado, especialmente pelo consumo. Vc é iluminada, provavelmente, lutando contra as imposições da sociedade. Um ponto importante: "Ser mãe é um direito. Não ser é um direito igualmente importante". Para não ser mãe, basta não engravidar, não é necessário abortar. E o direito do feto??? do ser humano dentro da barriga da mulher??? Se vc disser que ele não tem direitos, ai tudo bem... caso contrário... Nenhuma mulher é obrigada a engravidar... é aí que está a escolha dela. Engravida quem quer, e em alguns casos excepcionais, como estupro, permite-se o aborto. Portanto, a liberadde de ação dela é anterior a escolha de parir ou abortar. E por último... não... não é simples assim. ps: só pra constar, sou favorável ao aborto nos casos de anencefalia.  | é o que considero esta "reportagem": altamente tendenciosa, como se jogasse para o ladao das grandes corporações multinacionais que gostam de sustentar o aborto "terapêutico" em países do chamado Terceiro Mundo (como dizem ser o Brasil), que defendem que os mais pobres devem ter menos filhos "para evitar o crescimento da marginalidade", que defendem o custeio de atos que são somente de foro particular dos envolvidos. Afinal, para quê o Estado legislar em um fato que é de parte pessoal da mãe ? Será que voltamos á Ditadura ? O Estado tem de legislar sobre a barriga das mulheres e quer que o Erário pague a conta? Por que não pagam melhores médicos que irão fazer um melhor Pré-natal ?
Acho estranhíssimo que os meios de comunicação - e mesmo este "Independente" - sigam a cartilha das corporações internacionais.  | Caros companheiros, bem quero iníciar dizemdo que sou contra quem engravida e decide que é cedo pra isso e aí sem mais sem menos resolve tirar, sendo que tudo sso foi resultao de usar a cabeça, é, e pra colocar a camisinha! sabe eu convivo diariamente com a realidade do Brasil e pode crer o verdadeiro, eu tenho m primo que vive ou melhor vegeta pelo mundo, eu sei lá pela stuação que ele vive penso será que neste caso ele, a família não iria preferi se não tivesse ocorrido? A dor que passa uma mulher só ela sabe explicar, não precisa de homens que se diz saber da vida ou da forma que deve ou não ser em uma mulher! eu sou contra o aborto, mas se eu pensar bem e como mulher, e melhor ainda como uma classe que não tem seus direitos respeitados, recebe migalhas na saúde (postos de saúde), alimentação, educação, cara as mulheres não são e há de nascer uma mulher que não teve de lutar por autonomia, é cabuloso ter que pedi pra não ter uma criança que mais tarde podemos eu e ele morrer, ah!então era só ter usado camisinha? vai dzer pro meu pai qe miha mãe,"mulher" dele quer que ele use camisinha ou ela usar(e vamos ver quanto custa a camisinha feminina,não menos qe 10 reais) e facíl ser mulher numa sociedade patriarcal além de machista, né! coitado de quem pensa que ser mulher é facíl, mas vc não é o iluminado que pensa que é só usar camisinha ou alguns remédios; tem gente que pensa que ser mulher é tão facil que diz "é só abri a perna e deixa a cabeça entrar"tenho medo dessa sociedade que cada vez entra em crise, mas se pergunte pq estamos assim, tanta gente doente, crimes, é or que querem?!!! digo: tanto agrotóxicos, trangenicos, vc quer o quê? o rime simultêaneamente é imprignado em nossas mentes pelo meio de cominicação de massa, as crianças já cresce achando que ser ladrão é bacana! a gente fica rico e nem tem qe trabalhar!
 | Esses anencéfalos daqui a pouco estarão sentados nos bancos das igrejas, é por isso que elas são contra o aborto.
QED Se não nascerem mais pessoas sem cérebro não existirão mais religiosos nem esquerdistas. Imagine que maravilha um mundo sem dinossauros repetindo as merdas da bíblia e de Marx.  | Estamos assistindo os argumentos de todos, uns defendendo a vida da mãe, o seu conforto emocional e financeiro, outros a vida do filho, esse segundo já condenado senão pela própria deficiência física, também pelo medo do sofrimento daqueles que 'deveriam' protegê-lo. Eu quero relatar à vocês minha experiência. Em 1991 engravidei, já tinha na ocasião duas filhas, uma com 2 anos e a outra com 5 anos. Ficamos felizes com a possibilidade de mais um bebê na família e, naturalmente, iniciamos os preparativos para a chegada do bebê. Minhas filhas ficavam na torcida de vir mais uma menina, eu nunca tive preferência, e como é comum a todas as mães sempre dizia 'vindo com saúde é o mais importante'. Para nossa surpresa, quando entrei no sétimo mês de gravidez, notamos algo diferente, minha barriga estava muito maior do que deveria, fui fazer o meu primeiro ultra-som, foi quando descobrimos que o bebê era anencefalo. Meu médico me deu a notícia com grande pesar, disse que o bebê tinha um problema muito grave, eu perguntei: Grave quanto? E a resposta veio como uma bomba: ele não sobreviverá ao nascer. Meu marido e eu ficamos arrasados. Então veio a pergunta: você quer interromper a gravidez? Outro choque, por que eu faria isso? perguntei. Corro algum risco de vida? O meu médico me explicou que o único risco era o imenso desconforto que teria se levasse a gravidez até o final, visto que minha barriga certamente atingiria o tamanho de uma barriga de trigêmeos. Nem parei para pensar, o importante para mim, naquela hora, era saber que dentro dessa imensa barriga, e enquanto estivesse nela, meu bebê estaria vivo. Estávamos no mês de novembro, decidimos não contar para nossas famílias até que passassem as festas de final de ano, pois certamente iria abalar a todos com a notícia. Para minha alegria, no dia 28 de dezembro, recebi uma mensagem psicografada do espírito do meu bebê. Ao ler essa mensagem pude comprovar o quanto valeu a pena não interromper minha gravidez e, principalmente, deixar que as coisas acontecem como deveriam acontecer: naturalmente. Transcrevo aqui um trecho da mensagem: 'No momento sinto e vivo experiências nos dois planos, no conforto de sua barriga vivo a experiência gratificante de receber a vibração do seu amor... No plano espiritual tenho irmãos que me amparam...' Acato a decisão de cada um, nós somos responsáveis por nossas vidas e pelos nossos atos. Posso dizer que é gratificante abraçar uma missão que nos foi designada e cumpri-la com alegria. Independente da religião, acredito que nada acontece por acaso e, também acredito, que tudo que passamos serve para nosso crescimento como ser humano, e se estamos sendo colocados nessa situação é porque estamos preparados para vivê-la. Eu sinto muito pelas mulheres que não tiveram a coragem de enfrentar até o fim, elas perderam uma grande oportunidade de se descobrir, de acreditar na sua força e de exercitar o verdadeiro amor de mãe.  | Sim, a mulher tem direito a seu corpo, mas NÃO AO CORPO DE OUTRA PESSOA. O feto já é outra pessoa. Mesmo as que fazem aborto terão para sempre em sua consciência a pecha de assassina. Ninguém escapa de sua consciência. Eu acho que uma mulher que engravida pensando em abortar, ou aborta porque fez a burrada de engravidar sem se prevenir, deveria tirar o útero fora, assim nunca mais precisará abortar. Outra coisa, é preciso punir os homens também no caso dos abortos, pois mulher não engravida sozinha. como uma grande mente do mal ...
os bebes tem que morrer..todos os anencefalos...todosss
que "vida" e essa? que eles irao viver..............
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